Como saber se o verbo está no indicativo?

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O modo indicativo expressa certeza sobre a ação verbal. Para identificar um verbo no indicativo, verifique se ele descreve uma ação real, provável ou certa, em qualquer tempo verbal. Os seis tempos são: presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do presente e futuro do pretérito. A ocorrência de um desses tempos garante que o verbo está no indicativo.
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Verbo no indicativo: como identificar?

Ah, o tal do indicativo... Pra mim, é tipo o verbo que não tem medo de afirmar. Sabe, quando você quer dizer que algo é de verdade, que aconteceu mesmo ou que vai acontecer sem sombra de dúvida. É o verbo que bota a mão no fogo.

Eu sempre me lembro da minha avó. Ela usava o indicativo pra tudo. "Eu fiz bolo de fubá", "Amanhã iremos à missa", "Você é a neta mais querida". Nunca tinha "talvez" ou "quem sabe" nas frases dela. Era tudo certeza.

E olha, são seis tempos pra gente se enrolar! Presente (eu como), pretérito perfeito (eu comi – lembro de um pastel de nata em Belém que comi em 2018, maravilhoso!), pretérito imperfeito (eu comia – eita, como comia chocolate quando era criança!), pretérito mais-que-perfeito (eu comera – confesso, esse uso pouco), futuro do presente (eu comerei – se tudo der certo, comerei um belo bacalhau no Natal) e futuro do pretérito (eu comeriacomeria fácil um sushi agora).

É engraçado como a gente usa isso no dia a dia sem nem pensar. Mas quando para pra analisar, vê que o indicativo é a espinha dorsal da nossa comunicação direta. É tipo a voz da razão, sabe?

Informações curtas e diretas sobre o indicativo:

  • O que é? Modo verbal que expressa ações reais, certas.
  • Quantos tempos tem? Seis.
  • Quais são eles? Presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do presente, futuro do pretérito.
  • Exemplo: "Eu estudo português". (presente do indicativo)

Como identificar um verbo no indicativo?

Às três da manhã, a cabeça a mil... Verbos no indicativo, né? Difícil explicar assim, de repente...

A chave é a certeza, a realidade da ação. Não é um pedido, uma ordem, uma hipótese... é algo que aconteceu, acontece ou vai acontecer, de forma afirmativa, ou pelo menos apresentada como tal. Lembro da professora do segundo grau batendo naquela ideia...

  • Presente: Eu como (agora). Simples, direto. Eu como pizza quase todo domingo. Tipo, um hábito.

  • Pretérito Perfeito: Eu comi (já aconteceu, concluído). Ontem comi um pastel delicioso naquela esquina, perto do rio. A lembrança fica.

  • Pretérito Imperfeito: Eu comia (ação no passado, não concluída, habitual). Antes eu comia mais doces. Saudade dessa época, às vezes. Eram tempos mais... leves.

  • Pretérito Mais-que-Perfeito: Eu tivera comido (antes do passado). Antes mesmo de chegar, eu já tivera comido um sanduíche. Estava faminta. Uma correria só.

  • Futuro do Presente: Eu comerei (vai acontecer). Amanhã comerei aquele bolo de cenoura que minha mãe faz. Já estou sentindo o cheiro...

  • Futuro do Pretérito: Eu comeria (futuro visto do passado). Eu comeria tudo aquilo, se pudesse. Era uma mesa farta, daquelas de festa de família. Tantas risadas, tantas conversas... Já faz tempo.

É uma questão de tempo e de como a ação é apresentada. Acho que é isso. Preciso dormir. Amanhã tenho aula de português. Talvez isso me ajude a entender melhor. Mas agora... só a escuridão e esses pensamentos.

Quais são os tempos do indicativo?

A memória me leva... A tempos. Tempos verbais, tempos da vida. Eram cadernos riscados, tardes de sol filtrado pela janela. O indicativo, firme, declarando.

  • Presente: O agora que pulsa, a caneta deslizando no papel. O café quente na xícara.
  • Pretérito perfeito: A lembrança nítida, o dia em que aprendi. Fixado, imutável.
  • Pretérito imperfeito: Aquele tempo que se estende, a repetição da rotina escolar. O balanço da cadeira.
  • Pretérito mais-que-perfeito: Um passado no passado, uma camada extra de lembranças. Uma boneca esquecida no sótão.
  • Futuro do presente: A promessa no ar, o ano que se inicia. As páginas em branco esperando para serem preenchidas.
  • Futuro do pretérito: O que seria, se... Um caminho não trilhado, uma porta entreaberta.

E cada tempo, simples ou composto, ecoando nas paredes da memória.

O que é indicativo, subjuntivo e imperativo?

Ah, os modos verbais! Tipo aqueles parentes:

  • Indicativo: É o tiozão que conta vantagem, sempre "na real". "Eu fui pra praia ontem!", cravado, sem margem pra discussão. É o modo da certeza, daquele amigo que jura que viu o Pelé jogando.

  • Subjuntivo: Aquele primo indeciso, que vive no "se". "Se eu fosse rico, comprava uma ilha!" É a vibe da dúvida, da possibilidade, tipo promessa de político em época de eleição.

  • Imperativo: A vó que manda em todo mundo. " Lava a louça!", sem "se" nem "mas". É o modo da ordem, do grito de guerra, do "faça o que eu digo, não faça o que eu faço".

E o tempo verbal? É tipo o tempero da frase, indica se a ação já rolou (passado), tá rolando (presente) ou ainda vai rolar (futuro). Tipo, ontem eu comi (passado), hoje eu como (presente) e amanhã comerei (futuro)... se a dieta deixar, né?