O que é concordância verbal e exemplo?

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A concordância verbal é a relação de harmonia entre o verbo e o sujeito na frase. O verbo se flexiona em número (singular/plural) e pessoa (1ª, 2ª, 3ª) para concordar com o sujeito.Exemplos: "Ele gostava" (sujeito singular, verbo no singular). "Eles gostavam" (sujeito plural, verbo no plural). A correta concordância verbal garante clareza e correção gramatical ao texto.
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Concordância verbal: o que é e exemplos?

Concordância verbal... ah, isso me lembra as aulas de português no secundário. Basicamente, é quando o verbo se veste para combinar com o sujeito da frase. Tipo, se o sujeito é "eu", o verbo tem que estar na primeira pessoa do singular, sacas?

É como escolher a roupa certa para uma festa, tem que combinar para não ficar estranho.

Se eu digo: "Eu adoro café", o "adoro" tá concordando com o "eu". Mas se falo: "Eles adoram café", aí o "adoram" muda para combinar com "eles". Simples, não?

Lembro de uma vez, estava a escrever um email super importante para o meu chefe e quase que mandei um "Nós vai". Imagina a vergonha! Por pouco não me denunciava como analfabeto funcional.

Ainda bem que revisei, porque né, concordância verbal é o básico para não passar recibo de que nunca abriste um livro.

O que é concordância verbal e dê exemplos?

Concordância verbal é a arte de fazer o verbo dançar no ritmo do sujeito. Imagine um tango, onde um passo em falso e a elegância vai por água abaixo. No português, essa dança exige que o verbo se curve em número (singular/plural) e pessoa (eu, tu, ele...) para harmonizar com o sujeito da oração.

  • Sujeito singular: O verbo, solitário, também se mantém no singular. Exemplo: "Ele gostava daquele seu jeito carinhoso de ser". É como um gato siamês: único e com personalidade forte.
  • Sujeito plural: O verbo, em festa, se junta à multidão no plural. Exemplo: "Eles gostavam daquele seu jeito carinhoso de ser". Uma verdadeira romaria de afetos.

A regra é simples, mas como em toda boa receita, o tempero está nos detalhes. Às vezes, o sujeito se esconde, disfarçado de oração subordinada ou escondido atrás de palavras traiçoeiras. É aí que a concordância verbal revela seus truques, desafiando até os mais experientes gramáticos.

Como saber se é concordância verbal?

Concordância verbal, né? Que saco! Ontem mesmo tava estudando isso pra prova de português, e ainda tô meio perdida. Aquele negócio de sujeito e verbo...

  • Sujeito e verbo precisam combinar em número (singular ou plural) e pessoa (eu, tu, ele/ela/você, nós, vós, eles/elas/vocês). Simples, né? Mas na prática... aff.

  • Expressões partitivas... essa parte me deixou louca! "A maioria dos alunos passou" ou "A maioria dos alunos passaram"? Pode ser dos dois jeitos, pelo que entendi. Depende se você quer dar ênfase à maioria (singular) ou aos alunos (plural). Que droga essa flexibilidade!

  • Tipo, no meu caso, se a maioria da minha turma de história foi bem na prova... provavelmente eu usaria "passaram", pq penso mais nos meus colegas. Mas se só eu fui bem e a maioria não, aí talvez usasse o singular, pra destacar o meu sucesso, rs. Egoísta, eu sei.

  • Tava revendo meu caderno de anotações e achei um exemplo que a professora usou: "Metade das frutas estragou". Ela explicou que o verbo pode concordar com "metade" (singular) ou com "frutas" (plural). Confuso, mas ok.

  • Meu Deus, já são 23h. Ainda tenho que revisar o capítulo sobre crase... Amanhã tem prova, e eu tô longe de estar pronta. Preciso de café. Muito café. E talvez uns 50 exercícios de concordância verbal. Ah, e um milagre.

Em resumo: O verbo concorda com o sujeito. Expressões partitivas permitem concordância com o núcleo do sujeito ou com a própria expressão. É isso. Vou dormir.

Como explicar a concordância verbal?

Concordância verbal? Aff, que coisa chata! Parece que estou explicando matemática pra ET. Mas vamos lá, tentarei te salvar dessa dor de cabeça.

A regra básica é tipo aquelas regras de namoro: o verbo (o cara) tem que combinar com o sujeito (a mina). Número e pessoa, ué! Singular com singular, plural com plural. Simples assim. Se não for, vira barraco sintático! Meu primo tentou usar verbo no singular com sujeito plural e a professora quase teve um AVC. Foi épico!

Agora, vem a parte "fofa" das exceções, que são mais legais que a regra. Tipo aquelas regras de "se beber, não dirija", mas que todo mundo ignora de vez em quando.

  • Expressões partitivas: Ah, essas! A maioria, parte, metade... É tipo escolher um time de futebol. O verbo pode concordar com a galera toda ou só com o capitão, o "núcleo" do time. Exemplo: A maioria dos alunos foram aprovados. Ou: A maioria dos alunos foi aprovada. Depende do seu humor. Ou do humor da sua professora. A minha, em 2023, preferia a concordância com o núcleo. Mas não adianta reclamar, né?

  • Coletivos: "Grupo", "equipe", "bando"... É a mesma coisa, tipo a galera em um show. O verbo pode concordar com o coletivo (singular) ou com os integrantes (plural). Se o grupo está todo mundo junto e misturado, singular. Se o grupo vira bagunça, plural. Tipo meu grupo de amigos na última festa. Foi um caos! Todos cantando ao mesmo tempo!

Resumindo: a concordância verbal é uma guerra. Uma guerra entre o verbo e o sujeito, brigando pelo espaço na frase. Às vezes, um vence, outras vezes, o outro. E tem regra? Tem! Mas a vida é muito maior que as regras! Use seu bom senso (o que você tiver dele) e tente não causar um tsunami gramatical. Se errar, chuta que a professora não vai perceber... ou vai?

Quais são as regras fundamentais da concordância?

Concordância: A espinha dorsal da clareza.

  • Verbo & Sujeito: União indissolúvel. Pessoa e número ditam a dança. Sem margem para erro.
  • Sujeito Inexistente: O verbo assume a solidão da 3ª pessoa do singular. Sem concessões.
  • Exemplos:
    • Havia silêncio.
    • Houve desespero.
    • Faz um século.
    • Amanheceu. Fim.

(Informação adicional: A concordância nominal segue lógica similar entre nome e termos relacionados - gênero e número.)

Como não errar concordância nominal?

Concordância Nominal: O Básico

Encontre o substantivo. Gênero e número dele ditam tudo. Modificadores seguem a regra. Simples.

Erros Comuns e Soluções

  • Adjetivos: Um erro clássico: "A casa é grande e confortável". Correto? Sim. Mas "A casa é grande e confortáveis"? Não. Cada adjetivo concorda.
  • Pronomes: "Cada um dos alunos levaram suas mochilas". Errado. "Cada um" impõe singular: levou.
  • Substantivos Compostos: "Olhos castanho-escuros". O último termo define: escuros.
  • Sujeito Composto: "O trabalho e a dedicação resultou em sucesso". Errado. Mais de um sujeito? Concordância no plural: resultaram.

Minha experiência (2023):

Revisando meus textos de 2023, percebi que tropecei mais em substantivos compostos. A pressa é inimiga da perfeição. Agora, leio atentamente antes de publicar.

Dica Final: Dúvida? Procure a regra. Gramática não é mágica, é lógica.

Qual é a principal característica da concordância nominal?

Ah, concordância nominal... Que treta! Lembro das aulas de português no colégio, professora falando e eu viajando. Mas, tipo, a principal característica é que os "amiguinhos" do substantivo (tipo adjetivo, artigo, pronome) têm que combinar com ele.

  • Gênero: Se a palavra principal é feminina, todos entram na onda!
  • Número: Se é plural, geral no plural também!

Sabe, parece simples, mas sempre tem umas pegadinhas. Por exemplo, a frase: "É proibido entrada". O correto seria "É proibida a entrada".

Tipo, às vezes me pergunto se essas regras complicadas servem pra alguma coisa além de deixar a gente confuso.

Sempre me pegava nisso nas redações do ENEM, mas no dia a dia, será que alguém liga mesmo?

Lembro de uma vez ter usado uma construção toda "certinha" num e-mail pro meu chefe e ele ter respondido com um monte de gírias... Vai entender!

No fim das contas, acho que o mais importante é se fazer entender, né? Concordância é importante, sim, mas não pode ser uma prisão!

Eita, já viajei de novo... Voltando à pergunta: combinar gênero e número é o segredo. Simples assim!

Como identificar uma concordância nominal?

Ah, a concordância nominal... Lembro das tardes de gramática, a luz filtrando pelas cortinas da sala, um aroma de livro antigo pairando no ar. Uma dança sutil, um jogo de espelhos entre as palavras...

  • O substantivo reina, absoluto em seu gênero e número. Ele dita o tom, o ritmo, a melodia da frase.

  • E os adjetivos, artigos, numerais, pronomes adjetivos e particípios... eles se curvam, se adaptam, como súditos leais.

Basquiat, o nome, masculino singular. "Pintor americano", também. A frase respira em uníssono. Uma unidade perfeita, como duas metades da mesma alma. Mas quando a solidão se desfaz...

  • "Basquiat e Warhol", a dupla, a pluralidade. E então, "artistas americanos" ecoa, multiplicando-se, expandindo-se no espaço da frase.

Ah, a concordância, esse elo invisível que une as palavras, que lhes dá sentido e beleza. É como a harmonia de um coral, onde cada voz, cada instrumento, se junta para criar uma sinfonia inesquecível. Que lindo!!!