O que fazer para melhorar o português?
Como melhorar meu português? Dicas e exercícios.
Melhorar o português? Putz, já gastei rios de dinheiro em cursos, sabe? Aquele em 2018, em Lisboa, foi o melhor, mas caro, uns 800 euros! Aprendi bastante sobre sintaxe, mas a prática é o pulo do gato.
Ler, ler, ler! Comecei a devorar Machado de Assis ano passado, difícil, mas que satisfação! Um livro por semana, meta que às vezes falho, a vida é corrida. Tenho um caderninho onde anoto palavras novas, tipo “onírico”, descobri lendo Clarice Lispector.
Escrever diário? Tentei, em 2020, durou um mês, caí na preguiça. Mas escrever mesmo, aquele texto informal no WhatsApp pro meu amigo Pedro, é um treino ótimo, mesmo que use gírias. Releio depois, vejo os erros, é meio constrangedor às vezes, mas ajuda!
Revisar os textos? Fundamental! Na faculdade, as professoras pegavam no meu pé sobre isso, e com razão. Até hoje reviso tudo, e-mails, mensagens...
Corretor ortográfico, odeio depender! Aquele do Word me salva às vezes, mas força a usar um português "polido", sem a minha espontaneidade.
Pensar no leitor é chave. Tenho um blog, e percebi que textos mais curtos e diretos funcionam melhor, gente não tem paciência pra ler parágrafos imensos.
Informações curtas:
- Dicionário: Consulte em caso de dúvidas.
- Leitura: Ler diariamente melhora o vocabulário e a gramática.
- Escrita: Escreva diariamente, mesmo que informalmente.
- Revisão: Revise seus textos para identificar e corrigir erros.
- Corretor: Não dependa exclusivamente do corretor ortográfico.
- Leitor: Considere o leitor ao escrever.
Como melhorar o vocabulário português?
Meu jeito de turbinar o vocabulário
Sabe, sempre fui meio inseguro com a minha escrita. Achava que minhas palavras eram meio "sem sal". Daí, comecei a me forçar a prestar mais atenção nas coisas que lia e ouvia. Não foi tipo "vou estudar vocabulário", sabe? Foi mais orgânico.
Devorar livros: Lembro que quando peguei para ler "Cem Anos de Solidão" do Gabriel Garcia Márquez, me senti meio burro no começo. Tinha tanta palavra diferente, tanta expressão que eu nunca tinha visto! Mas continuei lendo e, aos poucos, fui pegando o jeito. Hoje, arrisco dizer que ler me ajudou mais do que qualquer cursinho.
Maratonar séries (com legenda!): Confesso que adoro uma sériezinha. Mas, para não me sentir tão culpado, comecei a assistir tudo com legenda em português. Percebi que as legendas usam umas palavras bem diferentes do que a gente usa no dia a dia.
Bate-papo sem filtro: Adoro conversar com gente diferente. Cada um tem um jeito de falar, umas gírias próprias. No começo, me sentia meio deslocado, mas depois comecei a incorporar algumas dessas palavras no meu vocabulário.
Dicionário? Sim, mas com moderação: Uso o dicionário quando realmente preciso, quando a palavra é crucial para entender algo. Mas não fico procurando sinônimos toda hora, senão a escrita fica artificial.
Fuja das palavras "coringa": Sabe aqueles termos tipo "coisa", "negócio"? Tento evitar ao máximo! Me forço a achar uma palavra mais específica, mais interessante. Demora um pouco, mas vale a pena.
Resumindo: leitura, séries com legenda, conversas e um dicionário quando a coisa aperta. É assim que eu tento melhorar meu vocabulário.
Qual livro ler para falar bem?
Meu Deus, quer falar bem? Então esquece a novela das oito e bora estudar!
"Falar Bem em Público", do Reinaldo Polito, é tipo a bíblia dos apresentadores. Atualizado, com exercícios práticos, é tão bom que até minha vó, que só fala de biscoito amanteigado, melhorou o discurso! Imagina você?
Pra quem curte um "rolê" na Grécia Antiga (e não tem medo de filosofia), "A Arte da Retórica", do Aristóteles, é a pedida. É tão antigo que achei um exemplar com assinatura do próprio, jura! (Brincadeira, mas quase). Ajuda na oratória clássica, sabe? Aquele papo de "tenho um sonho", mas com mais elegância, menos Martin Luther King.
Quer ser persuasivo? Tipo, hipnotizar a plateia com suas palavras? Então, "As Armas da Persuasão", do Robert Cialdini, vai te transformar em um mestre da manipulação... digo, persuasão! Vai aprender uns macetes psicológicos que são tipo magia, mas sem coelho.
Ah, e se você precisa mostrar gráficos e dados sem parecer um robô, "Storytelling com Dados", da Cole Nussbaumer Knaflic, é a solução. Explica como contar histórias com números, de forma que até quem odeia matemática vai entender!
Lista da Felicidade (ou dos livros, né?):
- Polito: prático e objetivo, melhor que aula de português do ensino médio!
- Aristóteles: Clássico, mas não te garanto que vai te fazer falar grego fluentemente.
- Cialdini: manipulação... digo, persuasão. Perigo! Use com responsabilidade, hein?
- Knaflic: Dados? Quem precisa? Ela transforma números em contos de fadas.
Ainda não me convenceu? Ano passado eu fiz um curso com a própria Cole Nussbaumer, e até meus cachorros entenderam minhas apresentações sobre os hábitos de xixi deles. Foi épico.
O que ler para melhorar a oratória?
Ah, a arte de persuadir com palavras! Um dom que, bem lapidado, vale mais que um diamante (e, acredite, já tentei trocar um discurso bem feito por uns brilhantes, sem sucesso!). Mas, como dizia minha avó, "a prática leva à perfeição, e a leitura te dá munição".
Para turbinar sua oratória, sugiro uns petardos literários que vão te transformar num Cícero moderno:
"Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas" de Dale Carnegie: Clássico atemporal. Essencial para entender a alma humana e usar isso a seu favor (sem manipular ninguém, claro! Somos elegantes, não vigaristas).
"O Corpo Fala" de Pierre Weil e Roland Tompakow: A linguagem corporal é metade da batalha. Aprenda a dominá-la e veja seus argumentos ganharem peso (e seus inimigos se encolherem).
"TED Talks: O Guia Oficial do TED para Falar em Público" de Chris Anderson: Desmistifica os segredos das palestras TED, ensinando a criar narrativas impactantes. Ideal para quem quer "lacrar" no palco (e fora dele).
"A Arte da Guerra" de Sun Tzu: Estranhou? Pois não! Oratória é guerra (pacífica, claro). As estratégias de Sun Tzu se aplicam à arte de convencer e conquistar audiências.
"Discursos que Mudaram o Mundo" (vários autores): Uma coletânea inspiradora de discursos históricos que emocionaram, mobilizaram e transformaram o curso da história. Para roubar umas ideias (com elegância, claro!).
Extra: Além dos livros, vale a pena maratonar vídeos de grandes oradores no YouTube, participar de cursos de oratória e, o mais importante, praticar! Grave seus discursos, peça feedback, enfrente o medo do palco (eu já me vesti de palhaço para superar o meu, acredite!) e transforme cada apresentação em uma oportunidade de brilhar.
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