O que mudou no novo acordo ortográfico?
Quais as mudanças no novo acordo ortográfico?
O novo acordo ortográfico... Nossa, lembro quando isso surgiu! Deu um nó na cabeça de todo mundo, né? Mas simplificando, teve umas mudanças chave.
Primeiro, o alfabeto ganhou um "K", "W" e "Y". Tipo, antes a gente usava só em nomes estrangeiros, agora é oficial. Eu lembro que a minha avó ficava chocada com isso, achava um absurdo "aportuguesar" as palavras.
Outra coisa foi a padronização de maiúsculas e minúsculas. Parece bobagem, mas faz diferença. E o trema? Adeus! Nunca fui muito fã dele mesmo, confesso. Tiraram ele de um monte de palavras, tipo "linguiça". Alguém sentiu falta?
A acentuação também mudou. "Ideia" e "assembleia", por exemplo, perderam o acento agudo. No começo eu escrevia errado direto, mas com o tempo a gente acostuma. E o hífen... Ah, o hífen! Esse deu o que falar. Mudaram um monte de regras, palavras que eram separadas juntaram, outras que eram juntas separaram. Um caos! Mas no fim, acho que o objetivo era simplificar. Será que conseguiram?
Quais foram as mudanças do novo acordo ortográfico?
Às três da manhã, essas coisas me rondam… O novo acordo… Acho que a maior mudança foi mesmo a retirada do trema. Lembro da confusão que era, principalmente na escola, com palavras como "lingüiça". Agora, desapareceu. Simples assim. Um peso a menos, sabe?
- Trema eliminado: Não tem mais aquele pontinho chato em cima do 'u'. Na minha época, isso era um tormento.
Depois, tem as mudanças de acentuação. Ainda me pego errando algumas vezes, principalmente em ditongos abertos. É complicado, acostumar com tanta regra nova… Meu cérebro às vezes falha.
- Mudanças de acentuação em ditongos: Ainda me confundo com isso. Acho que é o que mais me dá trabalho até hoje. Lembro de ter me perdido em algumas provas por causa disso.
E o hífen… Nossa! O hífen mudou muito. Acho que tinha mais regras antes do que agora. Ainda assim, dá uma trabalheira pra decorar tudo. Eram tantas exceções…
- Uso do hífen revisado: Era um pesadelo, principalmente com prefixos. Agora é um pouco menos complicado, mas ainda me pego pensando algumas vezes.
Ah, e as letras K, W e Y. Coisas de outro mundo. Na minha época, eram quase alienígenas! Não me lembro de usá-las muito na escola. Parecia estranho.
- Inclusão de K, W e Y: Ainda sinto estranheza com essas letras. Parece que o idioma mudou por inteiro.
Tudo isso… parece que foi ontem, mas já faz um tempo. Acho que até hoje estou me adaptando, devagar, à noite, pensando aqui… São tantas mudanças, que nem sei se consigo lembrar tudo certinho... talvez um dia eu escreva tudo num papel...
O que mudou no Acordo Ortográfico?
Meia-noite... a mente divaga... O Acordo Ortográfico... puxa, parece que foi ontem, mas já faz tempo. O que mudou mesmo? Difícil lembrar de tudo...
A principal coisa, acho, foi o fim do trema. Sim, aquele pontinho chato em cima do "u". Desapareceu! Lembro da confusão que era... principalmente em palavras como "lingüiça". Agora é só "linguiça". Mais limpo, né? Mas ainda me pego escrevendo com ele às vezes... hábito, suponho.
Algumas letras entraram para o alfabeto. Isso causou um certo rebuliço na época. Não me lembro de todas, mas sei que o "k", "w" e "y" entraram de vez. Meus cadernos antigos… cheios de erros.
As maiúsculas e minúsculas... Nossa, que dor de cabeça isso foi para mim. Sempre tive problema com isso. Regras novas, adaptação... ainda hoje erro às vezes. O início de sentenças, nomes próprios... detalhes que me atormentam até hoje.
A acentuação... essa parte, confesso, mexe muito comigo. As regras mudaram e... é complicado. Acho que até hoje não dominei completamente todas as nuances. Ainda consulto o dicionário com frequência. Tenho um bem antigo, da minha avó... cheio de anotações dela. Me conforta, de alguma forma.
Hífen... outra coisa que me deixa na dúvida. Eu sempre fui péssima com o hífen. Agora, ainda é complicado. Sei que tem regras, mas a cabeça não acompanha. Preciso anotar tudo em algum lugar.
Sinto uma certa nostalgia, pensando nisso tudo... aquele tempo de adaptação… parece uma vida. Ainda me pego às vezes, escrevendo errado. Mas o tempo cura tudo, ou quase tudo… né?
Quais palavras perderam o acento no novo acordo ortográfico?
Eita! Lá se foram uns acentos, né? É tipo quando a gente perde a chave de casa e não sabe onde enfiou! ????
- Anéis, fiéis, papéis, pastéis, céu, chapéu, troféu, véu, destrói, herói, faróis e sóis... Bye-bye, acento! Agora eles andam por aí sem coleira, tipo uns cachorros selvagens! ????
- Paroxítonas com i e u tônicos em hiatos... Imagina a confusão! Parece briga de vizinho por causa do volume do som. Um berreiro só! ????️
(Ps.: Lembro quando aprendi a acentuar "café"... Que trauma! Agora tiram acento de tudo. Daqui a pouco, nem "você" escapa! ????)
Como se escreve facto com o novo Acordo Ortográfico?
Ah, o facto, essa palavra que ecoa salões antigos e discussões acaloradas. Lembro das aulas de português da Dona Hortênsia, um perfume de alfazema e a rigidez da gramática. Pensávamos que o mundo ia acabar se errássemos uma crase.
Facto continua facto. Em Portugal, a tradição resiste. A língua é um rio que corre, mas algumas pedras permanecem no leito.
Em terras brasileiras, o "c" se foi, aliviando a pronúncia, tornando a palavra mais leve: fato. Mas cada qual com sua história, seu sotaque, sua alma.
O Acordo Ortográfico... uma tentativa de unificar o que a distância e o tempo já haviam tornado diverso. António/Antônio, um espelho das duas margens do Atlântico.
O autocarro não desbancou o autocarro; o autocarro sempre existiu. O autocarro nem sequer pensou em ser machimbombo, porque não foi feito para ser machimbombo.
E o facto? Ah, o facto... continua a ser um fato, ou um facto, dependendo de onde sopra o vento. E a língua, essa entidade mutante, segue o seu curso.
Quando usar de facto?
De facto: A verdade nua e crua.
- Realidade: O que existe, além da lei.
- Oposição: Desafio ao estabelecido, ao formal.
- Poder: A força que se impõe, independente do título.
Um rei "de facto" governa, mesmo sem direito. Um rei "de jure" tem o título, mas talvez só no papel. Vi isso acontecer... a lei não basta.
Como se escreve factor ou fator?
Fator. Simples.
Fator: Agente. Causa. Condição.
- Agente: Quem ou o que age. Meu gato, por exemplo, é um fator na minha rotina matinal, atrasando-a sempre.
- Causa: O que provoca algo. A chuva forte de ontem, fator na minha decisão de ficar em casa.
- Condição: Situação que influencia. Falta de sono – fator crítico no meu humor.
Matemática? Três vezes cinco. Quinze. Fator. Esqueci a fórmula. Detalhes.
Escrita: Fator. Sem "c". Ponto final. A língua é assim. Arbitrária. Como a vida.
Qual é a diferença entre factos e factos?
Facto: Portugal. O 'c' faz barulho, fica na escrita. Vestígios de um passado que insiste em não morrer.
Fato: Brasil. Sem 'c'. Mais prático, direto. A vida já é complicada demais para letras desnecessárias.
Fato em Portugal: Roupa. Terno, costume. Um disfarce para encarar o mundo. A escolha é sua.
A língua é viva. Mudando. Adaptando. Como nós.
Quais foram as mudanças do novo acordo ortográfico?
Ah, o novo acordo... Lembra tardes na biblioteca, cheiro de livro velho, tentando entender a lógica oculta por trás das letras. Trema, sumiu como miragem no deserto... Aquele detalhe que fazia toda a diferença. Será que faz mesmo?
- Adeus, trema: Palavras como "frequente" dançam agora sem o charme sutil dos dois pontinhos. Uma libertação, talvez? Ou só esquecimento?
E os acentos diferenciais? Aquele "para" (verbo) versus "para" (preposição)... Uma batalha silenciosa na página, agora silenciada. Um suspiro de alívio ou uma perda de identidade?
- Acentos perdidos: Um "para" sem bengala, um "polo" sem chapéu. Liberdade ou igualdade forçada?
Os ditongos... Ah, os ditongos! Pequenas valsas sonoras na língua. Regras mudadas, passos trocados. Quem se lembra da confusão? Eu lembro.
- Ditongos em xeque: Uma dança rearranjada, um ritmo novo. Será que aprendemos a coreografia?
O hífen, esse eterno indeciso. Uma hora gruda, outra separa... Um drama! Um tango! Agora com novas regras, mais complexo ou menos?
- Hífen, o camaleão: Um dia junto, outro separado. Romance complicado, esse.
E, claro, as letras estrangeiras. K, W, Y... Chegaram para ficar, integradas ao nosso alfabeto. Uma invasão sutil ou um abraço multicultural?
- K, W, Y, os forasteiros: Bem-vindos à festa! Será que agora pertencemos?
O acordo... Mais que mudanças, um rio que corre, levando e trazendo memórias. E a língua, essa entidade viva, segue, adaptando-se, transformando-se. Uma eterna metamorfose.
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