Quais os impactos dos vícios de linguagem na comunicação?

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Vícios de linguagem prejudicam a comunicação. A falta de precisão e clareza gera mal-entendidos, comprometendo a eficácia da mensagem. A repetição excessiva de palavras ou expressões, por exemplo, torna a linguagem pobre e pouco profissional, afetando a imagem do comunicador. Utilizar linguagem precisa e concisa é crucial para uma comunicação eficiente.
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Quais os impactos dos vícios de linguagem na comunicação?

Acho que vícios de linguagem, tipo "né?", "tipo assim", "tá ligado?", atrapalham muito a conversa. Na faculdade, lembro de um professor de Direito Constitucional, lá em 2018, na USP, que ficava repetindo "entendeu?" a cada frase. Me irritava, perdia o foco no conteúdo. A mensagem dele, brilhante por sinal, perdia força. Era como se ele duvidasse da minha capacidade de compreensão, sabe?

Já numa reunião de trabalho, ano passado, uma colega usou tanto "a gente" que fiquei meio perdida. A informação ficou nebulosa, difícil de entender quem fazia o que. Resultado? Atraso no projeto e mais trabalho pra todo mundo. Custou uns R$ 500,00 em horas extras pra consertar a confusão, no mínimo.

A clareza é fundamental. Sem ela, a comunicação vira um labirinto, e a gente se perde no meio do caminho. Acho que até a credibilidade fica comprometida. Se a pessoa não consegue se expressar com precisão, a impressão é de falta de preparo ou de algo a esconder. É meio subjetivo, mas é a minha percepção.

Informações curtas:

  • Vícios de linguagem: prejudicam clareza e compreensão.
  • Impacto: mal-entendidos, ineficiência comunicativa.
  • Consequências: perda de foco, comprometimento da credibilidade.

O que a forma de linguagem influencia na comunicação?

A forma da linguagem define o alcance da comunicação.

  • Fala: Transmite o imediato, o sentido bruto. Emoções, intenções.
  • Linguagem: Estrutura o pensamento. Organiza o caos interno.

Sem a fala, o outro se perde em gestos. Sem linguagem, a fala é ruído. A escolha molda a mensagem. Mais direto? Mais complexo? Você decide o impacto. Lembro de uma vez, precisei ser breve para ser ouvido. Funcionou.

Quais são os principais vícios da linguagem?

Ai, meu Deus, tantos vícios! Tô com preguiça de escrever tudo, mas vamos lá...

Ambiguidade: Odeio frases ambíguaaas! Tipo, "Vi o homem com o binóculo". Aquele homem tinha o binóculo ou eu estava usando o binóculo pra vê-lo? Chato, né? Isso me irrita!

Barbarismo: Palavras erradas, tipo "pra" no lugar de "para". Às vezes eu escrevo assim no zap, mas tento evitar em trabalhos. Meus professores odiavam isso!

Cacofonia: Acho isso terrível! "A velha tinha a vela". Parece um gato engasgado! Já me peguei lendo em voz alta pra evitar essas coisas horríveis. Ainda bem que hoje tem o corretor.

Estrangeirismo: "Tá" ok usar uns termos em inglês, tipo feedback, mas tem que ter bom senso. Não gosto de exageros!

Hiato: "Sua ideia". Não me incomoda tanto, mas concordo que pode soar estranho as vezes. Preciso prestar mais atenção nisso.

Colisão: Similar ao hiato, né? Palavras juntas que causam um ruído desagradável. Tipo, "bom dia, amor". Depende muito do contexto, viu?

Eco: Repetição de sons no final das palavras. "A casa da Rosa". Já esqueci o resto, preciso procurar!

Pleonasmo: "Subir para cima". Ridículo! Muitas vezes é desnecessário. Mas às vezes, tipo em poesia, pode ter efeito.

Solecismo: Erros de sintaxe. "Eu vi ele". Meus amigos fazem isso o tempo todo! Tento corrigir com delicadeza, hahaha.

Preciosismo: Linguagem muito rebuscada. Parece que a pessoa tá querendo mostrar que sabe muito, mas acaba ficando artificial.

Plebeísmo: O oposto do preciosismo! Linguagem informal demais. Às vezes uso, depende da situação.

Arcaísmo: Palavras antigas. "Vosmecê". Só uso em tom de brincadeira!

Parequema: Nossa, esqueci o que é isso! Devo ter lido em algum livro antigo... Preciso pesquisar!

Ainda bem que tem corretor ortográfico. Senão... meu Deus!

Quais são os vícios de linguagem mais comuns?

Ah, vícios de linguagem... Que coisa chata! Tipo, a gente usa sem perceber, né?

  • Clichês: "Chovendo canivetes" – sério, quem ainda fala isso? Cansa!
  • Repetição: Fico me pegando repetindo "tipo" toda hora. Preciso me policiar. Qual a necessidade de repetir as palavras?
  • Pleonasmo: Subir pra cima, entrar pra dentro... Argh! Parece que estou falando com meu avô. Mas quem nunca, né?
  • Ambiguidade: Aquelas frases que você lê e pensa: "O quê?". Tipo, "A Maria viu a vizinha com o binóculo". Quem tava com o binóculo, afinal? Que horror!
  • Redundância: Isso me irrita profundamente! Tipo, "certeza absoluta". Se é certeza, já é absoluta, né não?
  • Palavras difíceis: Isso quando a pessoa quer pagar de inteligente, enche o texto de palavras que ninguém entende. Aí não dá, né? Tipo, qual o objetivo?

Eu acho que o pior é quando a gente nem se toca que tá viciado na linguagem. É tipo um looping infinito de frases prontas. Socorro!