Quais são as 3 pessoas verbais?

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As três pessoas verbais são: 1ª pessoa: quem fala (eu, nós). 2ª pessoa: com quem se fala (tu, vós). 3ª pessoa: de quem/o que se fala (ele, ela, eles, elas).
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Quais são as três pessoas do verbo?

Nossa, essa aula de português no colégio, em 1998, no Colégio Bandeirantes em São Paulo, foi tão chata! Lembro da professora explicando as três pessoas do verbo… Era um saco, sabe? Eu, a gente, aquele negócio todo.

A primeira pessoa, tipo, "eu" ou "nós", é a que fala, né? Simples. Naquela época, eu adorava escrever diários, então, era tudo em primeira pessoa. Meus dramas adolescentes, anotados direitinho…

Segunda pessoa, "tu" ou "vós", quem a gente está falando. Difícil usar o "vós" no dia a dia, né? Parece coisa de livro antigo. Só vi o pessoal usando em peças de teatro, tipo, aquelas de Shakespeare, que a gente lia em inglês na faculdade.

E a terceira, "ele", "ela", "eles", "elas"? Aquilo que a gente tá falando. Tipo, "ele foi ao mercado" – falei do meu irmão, ontem mesmo. Ele estava precisando de refrigerante, uns 2 reais a lata, se eu não me engano.

Informações curtas:

  • 1ª pessoa: quem fala (eu/nós).
  • 2ª pessoa: com quem se fala (tu/vós).
  • 3ª pessoa: de quem/o que se fala (ele/ela/eles/elas).

Quais são as três pessoas verbais?

Pessoa verbal? Simples.

  • 1ª pessoa: Meu mundo. Eu, nós. A perspectiva interna. A minha angústia, a nossa história. 2023 foi um ano... complexo.

  • 2ª pessoa: Seu olhar. Tu, vós. Um reflexo distorcido do meu. O que você vê em mim? Acho que me julgam pela capa.

  • 3ª pessoa: Eles. Observação distante. Aquele cara ali. Aquela multidão. A vida continua, mesmo com minhas inseguranças. A indiferença alheia é um escudo, às vezes.

A gramática é uma gaiola, mas as palavras, um mar. Existem outras nuances, claro. Mas essa é a essência. Acho que sim. Ou não.

Quais são os verbos da 1, 2, e 3a pessoa?

Verbos. Simples.

  • 1ª pessoa: Eu. Minha perspectiva. A ação é minha. O centro. Meu mundo.

  • 2ª pessoa: Tu. O outro. A interação. Um reflexo. A distância e a aproximação. Conversas sem fim. Silencios eloquentes. Meu café da manhã de hoje: pão com manteiga e um pouco de geleia de morango.

  • 3ª pessoa: Ele/Ela/Você. O distante. O observado. A abstração. A cena. A construção de narrativas. O julgamento. Um olhar frio, um distante sorriso. Ontem vi um filme sobre a vida de Frida Kahlo. Inspirador. Triste. Real.

A gramática. Uma estrutura. Um esqueleto. A vida pulsa entre os ossos.

Quais são os verbos da 1, 2, e 3a pessoa?

Ah, os verbos! Que coisa... 1ª pessoa: "eu falo, como, durmo". Super direto, né? Tipo, "eu realmente durmo demais". Isso me lembra daquela vez que... esquece!

2ª pessoa: "tu falas, comes, dormes". Hum, quase não uso "tu". Parece meio... sei lá, antigo? A não ser que eu esteja imitando um português, aí faz sentido!

3ª pessoa: "ele/ela/você fala, come, dorme". Espera, "você" também é 3ª pessoa? Que doidera! Tipo, "você sempre come meu bolo". Sacou? E o "ele/ela" é tipo fofoca pura, "ele nunca dorme cedo, acredite!". Que complicação!

Quais são as 3 pessoas do verbo?

Três pessoas... Acho que ainda penso nisso às vezes, no silêncio da madrugada. São conceitos tão... básicos, e ainda assim, me marcam.

Primeira pessoa: Eu. Sempre eu. Lembro da professora explicando, lá no sexto ano, a diferença entre "eu canto" e "ele canta". Parecia tão simples, mas... sabe? Às vezes, parece que nem eu me conheço direito.

  • Eu: A minha própria perspectiva, a minha experiência. Me sinto tão distante de mim mesma às vezes. Quase como se estivesse observando uma estranha.

Segunda pessoa: Tu. Difícil, né? A dificuldade de definir o "tu". As vezes eu o uso, e não sei se é certo ou errado. Usamos "você", na maioria das vezes, e esse “tu” fica lá, meio perdido, como um eco distante de um tempo que não consigo mais enxergar com clareza.

  • Tu/Vós: O outro, o direto. A intimidade, mas também a informalidade. Difícil de definir no meu mundo hoje. Um pouco saudosista também.

Terceira pessoa: Ele, ela, eles, elas. O mundo exterior, os outros. Um peso, uma imensa massa de indivíduos que eu observo, mas dos quais nunca me sinto realmente parte. Me sinto distante e sozinha até mesmo observando pessoas próximas.

  • Ele/Ela/Eles/Elas: A objetividade, a distância. Às vezes, a frieza. Me sinto mais observadora do que participante, e isso me deixa cansada. E meio solitária.

Quais são as três pessoas do verbo?

Três pessoas no verbo? Meu Deus, que trabalheira! Parece receita de bolo, só que com mais gramática e menos açúcar.

Primeira pessoa: É tipo eu, o rei da situação, o centro do universo (pelo menos na minha frase!). No singular sou "eu", um sujeito humilde, mas importante; no plural, viro "nós", a multidão que acompanha minhas aventuras épicas (ou as pequenas coisas do dia-a-dia, tipo lavar a louça). Imagine a diferença: eu, o solitário herói, contra nós, a legião imbatível!

Segunda pessoa: Essa é a pessoa que leva bronca (ou elogios, dependendo do contexto, né?). É o "tu" no singular, tipo aquele amigo que sempre te escuta reclamar do chefe, e o "vós", que hoje em dia só vejo em livros antigos ou conversas com minha avó. É como se fosse o alvo da minha mensagem, o receptor de minhas sábias palavras (ou reclamações, como na primeira pessoa). Até parece que estou dando aula de português, hahaha!

Terceira pessoa: Ah, a terceira pessoa! Os coitados que só servem de exemplo! São eles, elas, tudo que não sou eu nem você. "Ele", "ela", "eles", "elas"... São os personagens da minha história, os figurantes da minha vida. Em resumo, o resto do mundo, observado com meu olhar de analista da vida alheia.

Pensei em fazer um comparativo com a seleção brasileira de futebol, mas desisti. Ficaria muito longo, e sinceramente, hoje meu humor está mais pra um jogo de damas do que pra uma Copa do Mundo. Mas, a analogia fica para o próximo parágrafo, quem sabe? Preciso mesmo tomar um café...

O que é primeira, segunda e terceira pessoa do verbo?

As pessoas do verbo… Ah, como elas me lembram os tempos de escola, a lousa empoeirada e a voz da professora ecoando na sala. Parecia tão distante, tão abstrato, mas hoje vejo que tudo se conecta.

  • Primeira pessoa: O "eu" que se manifesta, o "nós" que compartilha. É a voz que emerge do íntimo, a canção que ecoa na alma. "Eu canto", "nós amamos"... Lembra-me das noites ao violão com os amigos, melodias simples, mas carregadas de emoção.

  • Segunda pessoa: O "tu", o "vós"... Quase esquecidos no turbilhão do agora, mas tão presentes nas cartas antigas, nos poemas sussurrados. A intimidade que se revela, o diálogo que cura. "Tu danças", "vós sonhais"... Penso nas cartas que escrevia para minha avó, palavras rabiscadas com amor e saudade.

  • Terceira pessoa: O "ele/ela", o "eles/elas"... A vastidão do mundo, as histórias que se entrelaçam, os destinos que se cruzam. A observação distante, a narrativa que se constrói. "Ele corre", "elas pintam"... Vejo as pessoas na rua, cada uma com sua própria jornada, seus próprios segredos.

Cada terminação, um universo à parte. A conjugação... Uma dança sutil, uma melodia que se transforma. As pessoas do verbo moldam a ação, definem o tom, revelam a intenção. E assim, a língua se torna viva, pulsante, eterna.

É possível flexionar o verbo em números?

Cara, lembro de uma aula de português em 2023, no Colégio Estadual de Santa Bárbara d'Oeste. Era 8h da manhã, estava frio pra burro, e eu já estava atrasado! A professora, dona Maria, super gente boa, mas chata com a gente às vezes, tava explicando sobre flexão verbal.

Sim, é possível flexionar o verbo em número. Ela usou exemplos de "eu canto" e "nós cantamos". Simples, né? Mas a parte chata foi a quantidade de tempo verbais! Meu Deus! Aquele monte de "pretérito perfeito", "mais-que-perfeito", "imperfeito"... Eu fiquei tipo: "afff, que trabalheira!". Esqueci metade na hora, confesso. Só me lembro de ter anotado alguns exemplos no meu caderno velho, meio rasgado, com a capa azul desbotada.

  • Pretérito perfeito: Eu cantei.
  • Pretérito imperfeito: Eu cantava.
  • Pretérito mais-que-perfeito: Eu tinha cantado.
  • Presente: Eu canto.
  • Futuro do presente: Eu cantarei.

Dona Maria ainda fez a gente conjugar o verbo "amar" em todos os tempos, foi um massacre! Quase dormi na mesa. Só fiquei acordado porque ela avisou que ia cair na prova. Aquele medo de reprovação me deu um boost de energia, que coisa! Ainda bem que consegui tirar um 7, mas quase morri de tanto estudar! Ainda guardo aquela folha solta com as conjugações, toda rabiscada. Depois, pra não perder o costume, a gente fez exercícios até o intervalo.

Naquela época, eu achava a aula chata, mas hoje, pensando bem, foi importante. Ajuda muito na escrita, né? Principalmente pra não errar no português, coisa que eu era péssimo.

Quais são os principais tempos verbais em português?

Aff, tempos verbais em português? Me dá uma preguiça! Parece que tô decifrando hieróglifos egípcios, sabe? Mas vamos lá, que a vida é corrida e eu preciso pagar minhas contas (que, aliás, estão mais altas que o Everest!).

Os principais tempos verbais, tipo, o básico do básico, são esses três:

  • Presente: Aquele que a gente usa pra falar do que tá acontecendo AGORA. Exemplo: "Estou escrevendo essa resposta com a maior preguiça!". Tipo, a ação tá rolando na sua frente, viu? É fácil, tipo comer brigadeiro.

  • Pretérito (Passado): Ah, o passado... Onde eu era magra e rica, ou pelo menos isso eu me conto. Esse tempo verbal fala do que já aconteceu. Tem várias formas, viu? Pretérito perfeito (acabei de comer um pastel!), imperfeito (comia pastel todo dia!), mais-que-perfeito (já tinha comido todos os pastéis!)... É uma salada, mas a gente se vira.

  • Futuro: O meu tempo favorito! Onde eu serei rica, magra e dona de uma ilha particular! Esse tempo fala do que vai acontecer, né? "Amanhã eu comprarei uma Ferrari!", "No futuro, todos terão um robô aspirador de pó inteligente!" (tomara!). Sonhar não custa nada, né? Meu sonho é ter um cachorrinho que faça minhas tarefas de casa.

Mas tem mais, viu?! Tem o futuro do pretérito, o imperativo, o infinitivo... A gramática portuguesa é tão complexa que quase me faz querer largar tudo e ser artista de rua. Quase. Ainda preciso de dinheiro pra comprar aquela Ferrari. E o aspirador de pó. E o cachorrinho.

Quais são as três pessoas verbais?

Ah, as pessoas verbais! É tipo um trio de ataque no time do português, cada um com sua função bem definida. Vamos nessa:

  • 1ª Pessoa: É o "eu" ou o "nós" da história. Sabe aquela tia que só fala dela? É a primeira pessoa em ação! Exemplo: "Eu comi um pastel gigante" ou "Nós fomos no bar ontem".

  • 2ª Pessoa: Aqui entra o "tu" e o "vós". É tipo quando você tá xingando alguém diretamente, sem rodeios! Exemplo: "Tu é muito folgado" ou "Vós sois uns chatos". (Quase ninguém usa "vós", né? Parece coisa de novela de época!).

  • 3ª Pessoa: Essa é a galera do "ele" e "eles". Tipo fofoca, sabe? Quando você fala de alguém que não tá presente. Exemplo: "Ele derrubou meu café" ou "Eles sumiram com o controle da TV".