Quais são as 7 regras da concordância?

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A concordância verbal segue regras essenciais: Sujeito Simples: Verbo concorda com o núcleo do sujeito. Sujeito Composto: Verbo no plural, concordando com todos os núcleos. Coletivos: Verbo singular (coletivo como unidade) ou plural (elementos do coletivo). Frações: Verbo concorda com o numerador. Expressões de quantidade: Verbo concorda com o numeral. Pronomes Relativos: "Que" concorda com o antecedente; "Quem" verbo na 3ª pessoa do singular. "Um dos que": Verbo pode ficar no singular ou plural.
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Quais as 7 regras de concordância verbal?

Ah, concordância verbal... Lá vai, do jeito que entendi e uso no dia a dia.

Com sujeito coletivo, tipo "A multidão gritava", o verbo geralmente fica no singular. Mas se especificar, tipo "A multidão de fãs gritavam", aí rola plural.

Coletivos partitivos? "A maioria votou". Singular. Mas "A maioria dos alunos votaram"... plural de novo! Que confusão boa.

"Mais de um aluno faltou", singular. Agora, "Mais de dois alunos faltaram", plural. Entendeu?

Nomes próprios no plural... "Estados Unidos é longe". Singular. Mas "Os Estados Unidos invadiram...", aí plural.

O "que" puxa o verbo pra concordar com quem vem antes. "Eu que fiz". Simples, né?

O "quem" é mais folgado. "Fui eu quem fez" ou "Fui eu quem fizeste". Tanto faz!

"Um dos que"... "Sou um dos que acredita". Singular, fechou?

Informações Curtas e Concisas:

  • Sujeito coletivo: Singular (geralmente).
  • Coletivos partitivos: Singular/Plural (depende do complemento).
  • Mais de/Menos de/Cerca de: Singular/Plural (depende da quantidade).
  • Nomes próprios: Singular/Plural (depende do contexto).
  • Pronome "que": Concorda com o termo anterior.
  • Pronome "quem": Verbo na 3ª pessoa do singular ou concorda com o antecedente.
  • "Um dos que": Verbo no singular.

Quais são as regras da concordância?

  • Verbo e sujeito: O verbo treme conforme o sujeito, em número e pessoa. Sem desvios.

  • Nome e seus satélites: Adjetivos, artigos, pronomes. Todos dançam na mesma valsa de gênero e número.

  • Armadilhas: Sujeito composto? Distância? Quantidades? Cada um exige um passo específico. Domine-os.

  • Importância: Clareza. Precisão. Sem concordância, a frase sangra.

  • Eu, por exemplo, sempre me atrapalho com "meio" e "meia". Uma tortura! E meu avô, coitado, trocava todos os plurais. Uma bagunça.

Quais são as 10 regras da concordância nominal?

Nossa, que lembrança ruim! Era 2018, estava no terceiro ano do ensino médio, no Colégio Estadual de Santo Antônio da Platina, Paraná. Professor Pereira, um cara chato, mas que sabia explicar as coisas... só que a aula de concordância nominal foi um desastre pra mim. Eu estava com uma baita dor de cabeça, provavelmente por causa daquela pizza que comi de noite anterior. Tava me sentindo um lixo.

A matéria em si era maçante, tipo, concordância de gênero, número, função sintática... Meu Deus! Parecia que ia durar uma eternidade. Nem anotava direito, só rabiscava no caderno.

Lembro que ele deu uns exemplos, tipo: “meninas bonitas”, “menino bonito”, “casas grandes”, “casa grande”. Tava tão aéreo que quase dormi na carteira.

A parte dos substantivos coletivos me deixou ainda mais confuso, ele explicou que podia ser singular ou plural dependendo da ênfase, mas não entrou direito na minha cabeça.

Aquelas regras de concordância com pronomes (possessivos, demonstrativos, indefinidos) foram um caos. Parecia que a cada um deles mudava a regra! A sensação era de que nunca ia conseguir entender.

Concordância com numerais e artigos, quase desisti. Naquele dia eu estava realmente em outro planeta. Estava me sentindo completamente perdido e a dor de cabeça só piorava. Até com os advérbios de intensidade, tipo “muito”, “pouco”, “bastante”, eu tava travando. Era demais pra minha cabeça naquele momento.

Para resumir, minha experiência com as dez regras de concordância nominal foi péssima, e eu só consegui memorizar algumas. Preciso rever tudo isso! Ainda hoje me arrependo de não ter me esforçado mais. As anotações estão um lixo, só rabiscos.

  • Lista resumida do que eu lembro vagamente, pelo menos o suficiente para responder a pergunta:
    • Gênero (masculino/feminino)
    • Número (singular/plural)
    • Função sintática
    • Substantivos coletivos (singular/plural dependendo do contexto)
    • Pronomes possessivos
    • Pronomes demonstrativos
    • Pronomes indefinidos
    • Numerais
    • Artigos
    • Advérbios de intensidade

Detalhes específicos que eu não consegui registrar direito.

O que é concordância verbal e um exemplo?

Concordância verbal? É quando o verbo, esse camarada flexível, se veste de acordo com o sujeito da frase. Tipo um camaleão que muda de cor pra combinar com a parede.

  • Ele gostava: Singular, como um solitário apreciador de serestas.
  • Eles gostavam: Plural, tipo uma galera toda curtindo um show.

A regra é clara: se o sujeito é um só, o verbo acompanha. Se são vários, o verbo também entra na dança do plural. É quase como um baile de máscaras, onde todo mundo precisa estar a caráter pra não destoar.

Lembro de uma vez, na aula de português, um colega insistia em dizer "nós vai". Quase tive um ataque! Era como ouvir um gato latindo. A professora, com a paciência de Jó, explicou que "nós vamos" soava muito mais afinado aos ouvidos. E realmente, soa.

O que é concordância verbal e exemplos?

E aí, beleza? Falando em concordância verbal... tipo, é quando o verbo da frase se "entende" com o sujeito. Saca? Se o sujeito é um só (singular), o verbo também tem que tá no singular. Se são vários (plural), o verbo vai pro plural junto!

  • Sujeito no singular: O cachorro late. (um cachorro, um "late")
  • Sujeito no plural: Os cachorros latem. (vários cachorros, um monte de "latem")

É tipo uma dança, tá ligado? Eles tem que combinar! Às vezes confunde um pouco, mas pegando o jeito fica sussa. Lembra quando eu errava direto isso na escola? Kkkkk! Mas agora, acho que até que manjo... mais ou menos, né?

Outro exemplo que sempre uso, é tipo assim:

  • A meninacanta no chuveiro. (singular)
  • As meninascantam no chuveiro. (plural)

Fácil, né? O segredo é prestar atenção se é uma pessoa/coisa só ou várias. Daí não tem erro, eu acho. E se errar, relaxa! Todo mundo erra, acontece! Principalmente eu, hahaha!

Pensa assim, imagina que o sujeito é o chefe, e o verbo é o empregado. O empregado tem que obedecer o chefe, né? Se o chefe tá mandando sozinho (singular), o empregado age sozinho (singular). Se o chefe chama a galera toda (plural), o empregado chama a galera dele também (plural). Deu pra entender minha comparação nada a ver? Enfim, é isso!

O que é concordância verbal com exemplos?

Concordância verbal: verbo com sujeito. Simples.

  • Sujeito singular, verbo singular.Ele comeu. Meu almoço? Um sanduíche insosso. Detalhes.

  • Sujeito plural, verbo plural.Eles comeram. Aquele grupo barulhento. Irritante. A vida é assim.

  • Casos especiais. Existem exceções. A gramática é uma prisão. Um labirinto sem saída. (2024, anotações pessoais sobre a aula de português)

Exemplos mais ilustrativos:

  • A menina sorriu. Um sorriso falso. Vi.

  • As meninas sorriram. Elas mentiam. Eu sabia.

  • O livro explica tudo. Ou quase tudo. A verdade é parcial.

  • Os livros explicam tudo. (Pelo menos, a minha versão da verdade). Mentiras. Precisamos de mais.

A concordância verbal? Uma regra. Uma jaula. Um fardo. A vida também.

Como saber a concordância de uma frase?

Concordância verbal: Sujeito e verbo dançam juntos. Singular com singular, plural com plural. Simples, né?

  • Sujeito singular: Verbo no singular. Ex: Eu canto.
  • Sujeito plural: Verbo no plural. Ex: Nós cantamos.

Ignorar isso é como usar meias com sandálias. Chamativo, mas errado. As regras existem, queira você ou não. A língua tem suas manias. E a vida, as dela. A concordância é só uma delas.

Se a frase soa estranha, reveja. Algo está fora de sintonia. A beleza está na precisão. Ou na subversão consciente dela.

Como saber se a concordância está certa?

A concordância... Às vezes, me pego pensando nisso tarde da noite. É tão simples, e ao mesmo tempo, tão complicado. O segredo, eu acho, está na ligação direta entre sujeito e verbo. Como se fossem dois bailarinos, um espelhando o outro. Um passo em falso, e a dança toda desmorona.

  • Singular com singular, plural com plural. É assim que funciona, na teoria. Na prática... Bem, a prática é que me deixa com essa sensação estranha no peito, sabe? Aquela coisa que te aperta quando você erra uma concordância numa frase que deveria ser simples. Como aquela vez que escrevi "as pessoas come" num relatório importante. Ainda me sinto mal por isso.

A frase "A criança brinca no parque" é um exemplo perfeito, claro. Simples, didático. Mas e quando a coisa se complica? Verbos irregulares, orações subordinadas... aí a coisa muda de figura. A gente se perde no meio de tantos pronomes, artigos, e adjetivos. É um mar de palavras que te leva pra um lugar escuro.

  • Meu maior problema é com coletivos. "O bando de pássaros voou" ou "O bando de pássaros voaram"? Essa dúvida me assombra. Sinceramente, não sei o que é pior: errar ou ficar na dúvida. É angustiante. Ano passado, fiz uma apresentação e me peguei pensando nisso durante a fala inteira.

Na verdade, é tudo uma questão de treino. De olhar, de ler, de escrever, de errar, de aprender com os erros. Mas hoje, às 3 da manhã, pensando em tudo isso... só me resta a certeza de que ainda tenho muito a aprender. A concordância verbal ainda me persegue como um fantasma. E talvez sempre me persiga.

O que é concordância em uma frase?

  • Concordância: Sujeito e verbo. Harmonia básica.

  • Singular casa com singular. Plural acompanha plural. Sem mistério.

  • Exemplo: "Eu vou". Não "Eu vamos". Simples.

  • Errar isso? Descuido ou rebeldia. Cada um escolhe.

  • Regras?: Existem. Detalhes? Superficiais.

  • Importante? Depende do seu objetivo. Impressionar ou comunicar?

  • A escolha é sua. O peso, também.

Como explicar a concordância?

A concordância? Ah, lembro de uma aula de português no ensino médio... Que tortura!

  • Concordância verbal é quando o verbo "casa" direitinho com o sujeito. Tipo, se o sujeito é "nós", o verbo tem que estar na primeira pessoa do plural, sacou? Tipo "nós fomos".

  • E tem a concordância nominal, que é quando o adjetivo, o pronome, o artigo combinam com o substantivo. "A casa bonita", não "a casa bonito".

Lembro que a professora, dona Helena, insistia muito nisso. Ela era bem brava, mas no fundo queria que a gente aprendesse. As regras pareciam um bicho de sete cabeças no começo, mas depois de tanto exercício, até que peguei o jeito.

O engraçado é que, mesmo sabendo a teoria, às vezes escapa uma concordância errada na fala, né? Tipo "nós vai". Quem nunca? Mas pelo menos agora eu sei que tá errado e tento corrigir.