Quais são as cinco principais normas da ABNT?

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As principais normas ABNT para trabalhos acadêmicos são: NBR 14724: Apresentação de trabalhos acadêmicos. NBR 10520: Citações. NBR 6023: Referências. Outras relevantes, mas não tão centrais, incluem a NBR 6024 (numeração progressiva) e a NBR 6027 (sumário). A NBR 6028 (resumos etc.) também é importante, dependendo do tipo de trabalho.
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Quais são as 5 principais normas ABNT?

Putz, ABNT… Me lembro daquela luta na faculdade, em 2018, pra formatar meu TCC. A NBR 14724, trabalhos acadêmicos, era o bicho-papão, né? Formatação, margens, tudo milimetricamente certinho. Ainda tenho pesadelos com a numeração progressiva da NBR 6024.

Citações, NBR 10520, uma saga! Passei horas tentando entender como colocar as benditas aspas e referências cruzadas. Me lembro que paguei 30 reais por uma revisão profissional pra garantir que estava tudo correto.

Referência, NBR 6023, outro terror. Aquela trabalheira pra organizar as fontes... Já gastei um bom tempo tentando decifrar aqueles modelos de sumário (NBR 6027).

Resumo, resenha, recensão (NBR 6028)… pra mim, era um mistério, principalmente a diferença entre um e outro. Acho que a mais importante, na prática, foi a 14724, a base de tudo. Ainda bem que já passou!

Informações rápidas:

  • NBR 14724: Trabalhos acadêmicos (formatação).
  • NBR 10520: Citações.
  • NBR 6023: Referências.
  • NBR 6024: Numeração progressiva.
  • NBR 6027: Sumário.
  • NBR 6028: Resumos, resenhas e recensões.

Quais são as regras da ABNT no Word?

A ABNT e o Word: Uma história de amor (e muita formatação manual)!

Não existe "regras da ABNT no Word". Acho isso hilário! É como perguntar se a receita de bolo está dentro do forno – o forno pode assar o bolo, mas a receita vem de outro lugar, sabe? A ABNT cria as normas, o Word é só a ferramenta. Imagine a ABNT como a chefão da festa e o Word, o garçom que serve os pratos, mas não decide o cardápio!

  • Configurar o Word para ABNT é um trabalho de detetive. Você precisa caçar as opções certas de parágrafo, margens, fontes, espaçamentos... é uma verdadeira gincana! Na minha última monografia, me senti um agente secreto decifrando um código. Passei horas, sim, horas, tentando deixar tudo certinho. Nem a minha avó, que já viu de tudo, aguentaria tanto trabalho.
  • Cada tipo de trabalho (artigo, TCC, tese...) tem suas peculiaridades. É tipo a diferença entre um pudim de leite condensado e um pavê: ambos são doces, mas a receita é bem diferente. A ABNT não brinca em serviço! Para cada tipo de documento, há um manual de regras que parece a Bíblia Sagrada, tamanho o detalhamento!
  • Estilos, marcadores e numeração: seus melhores amigos (ou piores inimigos). Dominar esses recursos do Word é essencial. É tipo aprender a tocar um instrumento: no começo é sofrimento, mas depois vira uma sinfonia. Eu lembro que no meu TCC, quase joguei o computador pela janela quando os marcadores resolveram ter vida própria!

Em resumo: O Word serve para criar documentos ABNT, mas não contém as normas. Você precisará configurar tudo manualmente, seguindo rigorosamente as normas da ABNT vigentes (que são atualizadas com a frequência de um relógio suíço super preciso – ou seja, não muito!). Prepare-se para um mergulho profundo no mundo da formatação! Ah, e tenha café na mão, vai precisar!

Quais são as regras da ABNT para formatação?

Ai, meu Deus, ABNT… que dor de cabeça! A4, né? Sempre esqueço disso. Tenho que imprimir meu TCC, já tô atrasada, meu prazo é semana que vem! Preciso lembrar de tudo, senão a professora me mata!

  • Papel A4: Sim, isso eu lembro. Já comprei o pacote, ufa!
  • Margem: 3 superior e esquerda, 2 inferior e direita. Anotei aqui no meu caderno, mas preciso checar de novo, porque meu caderno ta um caos! Parece um mapa de espaguete.
  • Fonte: Arial 12, ou Times New Roman, se não tiver Arial. Acho que meu PC tem os dois. Que preguiça de ficar mudando a fonte!
  • Espaçamento: 1,5 entre linhas. Isso eu nunca esqueço, meu professor de português é chato pra caramba com isso. Ainda bem que meu word tem essa opção automática.
  • Alinhamento: Justificado. Odeio isso, fica tudo tão certinho que parece chato, sabe? Mas regras são regras!
  • Recuo: 1,25 cm no parágrafo. Nossa, preciso de um template pronto, já estou cansada só de pensar nisso tudo! Onde será que encontro um template decente?
  • Numeração: Canto superior direito. Ah, isso é fácil, pelo menos! Já sei fazer isso no word desde o ensino médio.

Será que tem algum site com modelo pronto? Preciso pesquisar isso. Meu TCC é sobre a influência do K-pop na cultura brasileira. Já tenho quase tudo pronto, mas essa formatação… Aiai, que stress! Vou ter que pedir ajuda pro meu amigo Pedro, ele é fera nisso. Ah, e preciso lembrar também de fazer a capa, esqueci completamente disso!

To com tanta coisa na cabeça, TCC, trabalho, aquele encontro com a Carol... Será que vou conseguir dar conta de tudo? Preciso de café... urgente! E chocolate. Muito chocolate.

Quais são as regras de formatação do Word?

Ah, o Word... Formatar texto, que agonia! Lembro da faculdade, horas formatando TCC. Que sufoco!

  • Fonte: Times New Roman, 12pt. Por que Times New Roman, aliás? Tanta fonte legal por aí...

  • Espaçamento: 1,5. Um espaço e meio, pra quê tanto respiro? Será que é pra professora ter espaço pra rabiscar?

  • Sem indentação: Nada de parágrafo recuado. Prefiro com, dá uma organizada visual. Mais fácil de ver onde começa cada ideia.

  • Justificado: Alinhado dos dois lados. Fica bonitinho, mas às vezes abre uns buracos estranhos entre as palavras, né? Qual o mal de alinhar à esquerda?

Como fazer uma capa de trabalho do TCC?

A tarde caía, um amarelo sujo grudado nas cortinas do meu quarto, igual ao tom das minhas anotações sobre o TCC. Aquele trabalho, um monstro de papel e suor, finalmente tomando forma. Mas a capa... ah, a capa. Uma batalha estética à parte.

A capa, a moldura da minha angústia acadêmica, precisava ser perfeita. Aquele retângulo de papel, símbolo de um ano inteiro transcrito em páginas amareladas, precisava gritar a minha conquista. Não apenas uma capa, mas um portal para o meu labirinto intelectual.

Lembro-me da luta com as margens. Três centímetros, como se a estética pudesse ser contida em números frios. Mas eram 3cm de precisão, 3cm de ordem em meio ao caos que a escrita me proporcionou. Cada milimetro, uma luta contra a imperfeição, um desejo de encaixe perfeito. Aquele ano inteiro condensado em um formato impecável.

  • Nome da instituição: Universidade Federal de Minas Gerais, aquele nome gravado em letras garrafais, um peso de responsabilidade. Aquele brasão, uma coroa de espinhos.
  • Nome do curso: Letras – Português. Um caminho de letras, de labirintos semânticos.
  • Meu nome: Sofia, escrito com a mesma tinta que manchava meus dedos, a mesma tinta que me cobria a alma.
  • Título do trabalho: A Poética do Silêncio em Clarice Lispector. Ainda ecoa em meus ouvidos.
  • Subtítulo (opcional): Um mergulho na linguagem da solidão. A minha solidão, transcrita em palavras.
  • Cidade: Belo Horizonte, a cidade que respirava junto comigo. A energia dela se esgueirava na minha escrita.
  • Ano: 2024 – um marco, uma lembrança dolorosamente fresca.
  • Margens: 3cm em todos os lados, um quadro que aprisionava minha obra. A moldura da minha angústia transformada em arte.

O perfume do café frio daquela noite me invade. A capa pronta, um alívio silencioso. Uma conquista conquistada a duras penas. Mas a angústia? Ela permanece, uma sombra suave no canto da minha memória, tão impalpável quanto a própria capa, e tão bela.