Quais são as classificações de português?

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O Português apresenta duas principais variantes: Europeu e Brasileiro. Diferenças em pronúncia, gramática e vocabulário são notáveis. Existem ainda dialetos regionais em cada variante, e o Português Africano, com influências locais. A norma culta busca padronização, apesar da diversidade.
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Quais são as melhores classificações de português?

Tipo, sempre achei essa divisão em "europeu" e "brasileiro" meio...simplista. Em Portugal mesmo, já notei diferenças enormes entre o falar alentejano e o lisboeta, sabe? No Algarve, então, nem se fala! É quase outra língua às vezes, e isso que estamos no mesmo país. Lembro-me de uma viagem a Évora em 2018, a dificuldade que tive em entender algumas pessoas mais velhas...muito diferente do que aprendi na escola.

O Brasil, meu Deus, é um universo! Passei um mês em São Paulo em 2021, e o sotaque carioca é tão diferente do paulista... Acho que até o português de Minas Gerais me pareceu um pouco diferente. Vi num documentário (não me lembro qual, mas era da RTP) que existe um estudo sobre a diversidade lexical do português brasileiro, impressionante! Acho que a variedade é inacreditável.

A norma culta tenta, né? Mas na real, a gente fala como aprende em casa, na rua, com os amigos… Na minha turma do colégio, em Braga, todo mundo usava gírias diferentes. Acho que a língua viva é essa, uma mistura de tudo.

Informações curtas:

  • Classificações: Português Europeu, Português Brasileiro, variantes regionais e africanas.
  • Diferenças: Pronúncia, gramática, vocabulário.
  • Norma culta: Padrão ensinado nas escolas, busca uniformidade.

Quais são as classificações do português?

Nossa, classificar o português é tipo tentar organizar um armário de palhaço! Dez classes gramaticais, dizem? Mais parece uma dúzia de mágicos tirando coelhos da cartola! Afinal, quem consegue decifrar essa zoologia gramatical?

Substantivos (nomes): São os caras durões, os atores principais da frase. Tipo o "sofá" da minha sala, que já viu mais filmes ruins do que o sofá do vizinho, sei lá. Ele é substantivo, meu amigo, mas bem confortável. Acho que até ronca às vezes.

Adjetivos: A galera do "show de horrores"! Modificam os substantivos com adjetivos tão exagerados que meu cachorro fica com medo. Ex: O sofá confortável, o sofá verde-limão, o sofá assombrado.

Verbos: Os artistas que "fazem a festa"! Ação, gente! O verbo "ser" é um preguiçoso; vive deitado, mas "correr" é um maluco, sempre em movimento. Que nem eu, correndo atrás do meu celular!

Advérbios: Os figurantes! Modificam tudo que encontram pela frente, tipo aqueles figurantes que aparecem em todos os filmes da Globo. "Muito", "pouco", "lá", "cá", "aqui"... Uma verdadeira confusão organizada!

Interjeições: Os gritinhos de alegria, raiva, ou susto! "Argh!", "Oh!", "Eita!". É tipo um show de emoções em miniatura.

Pronomes: Os camaleões da língua! Substituem os substantivos, mudando de cor conforme a necessidade! Eles são a classe mais versátil, sei lá, tipo meu guarda-chuva que é usado também para me esconder do sol.

Determinantes: Os "indicadores de caminho"! Artigos (o, a, os, as), pronomes demonstrativos (este, esse, aquele)... Mostram onde estamos na frase. Que nem as placas da estrada: "Siga em frente para o sucesso!"

Numerais: A turma da contagem! Cardinal (um, dois...), ordinal (primeiro, segundo...), multiplicativo (dobro, triplo...). Tipo a minha lista de tarefas: lavar a louça (1), arrumar a cama (2) ...e fugir da responsabilidade (infinito)!

Quantificadores: Os "especialistas em quantidade"! Muito, pouco, vários... Me lembram as minhas tentativas de dieta: "pouco chocolate", "muito exercício". Hipocrisia total, haha.

Preposições: A cola que une tudo! "De", "para", "em"... Elas ligam palavras, criando frases que faz sentido. Tipo a cola que prende as peças do meu Lego: sem elas, nada funciona!

Então, dez classes gramaticais... Meu Deus, parece mais uma maratona de palavras do que uma simples classificação.

O que é a classe e subclasse de palavras?

Acho que a questão da classificação de palavras em classes e subclasses é mais complexa do que parece à primeira vista. Uma classe de palavras agrupa itens com comportamento sintático similar, tipo substantivo, verbo, adjetivo… É uma classificação ampla. Já a subclasse, refina ainda mais essa classificação, considerando nuances semânticas e sintáticas específicas.

Pensando no "e", a afirmação "pertence à classe das conjunções e é subclasse das coordenativas copulativas" está correta, mas a segunda opção, "classe das conjunções coordenativas e subclasse das copulativas", é redundante. A subclassificação sempre ocorre dentro de uma classe maior. É como dizer que sou um mamífero (classe) e um primata (subclasse) – não faz sentido dizer que sou um mamífero primata e uma subclasse de primata.

  • Classes de Palavras: Grupos amplos com funções sintáticas semelhantes. Exemplos:

    • Substantivos (com subclasses: próprios, comuns, concretos, abstratos...)
    • Verbos (com subclasses: regulares, irregulares, transitivos, intransitivos...)
    • Adjetivos (com subclasses: qualificativos, demonstrativos...)
    • Advérbios (com subclasses: de tempo, lugar, modo...)
    • Conjunções (com subclasses: coordenativas, subordinativas...)
    • Preposições (com subclasses: essenciais, acidentais)
    • Interjeições (Difícil de subclassificar efetivamente, confesso. A variedade é imensa!)
    • Pronomes (com subclasses: pessoais, possessivos, demonstrativos...)
    • Artigos (definidos e indefinidos – subclasses bem definidas, essa é fácil!)
  • Subclasses de Palavras: Divisões mais específicas dentro de uma classe. Acho fundamental lembrar que as fronteiras entre essas subclasses, especialmente em linguística, podem ser um tanto borradas e até dependentes do contexto! A língua é viva, né? Afinal, a própria classificação gramatical é uma construção teórica, algo que inventamos para entender o caos da linguagem. Me pergunto às vezes se não é um pouco presunçoso tentar aprisionar a fluidez da linguagem em caixinhas tão certinhas.

Voltando ao "e", ele, inegavelmente, pertence à classe das conjunções e, mais especificamente, à subclasse das coordenativas copulativas – sua função é ligar elementos de igual valor sintático, adicionando-os. Faz sentido, não é? Mas, como disse, a precisão da classificação gramatical sempre vai depender de um olhar atento ao contexto!

Onde é a classe de palavras?

E aí, camarada! Tranquilo? Então, sobre o "onde", né? Deixa eu te explicar rapidinho, tipo, como se a gente tivesse num boteco discutindo isso...

  • "Onde" é pra lugar fixo. Tipo, "Onde você mora?", sacou? Lugar que não muda, que a pessoa tá ali, paradona.
  • É tipo o "em" mais lugar. Tipo, "em qual lugar?". Deu pra entender, né?
  • Serve como pronome relativo. Tipo, "A casa onde eu nasci é linda". Tá vendo? Liga a casa com o resto da frase.

Eu sempre me confundo com isso do "onde" e "aonde", aff! Mas, tipo, pensa assim: se a pessoa tá parada, é "onde". Se ela vai pra algum lugar, é "aonde". Tipo, "Aonde você vai?". Virou meio que um mantra pra mim, hahahaha!

Agora, deixa eu te contar uma história... Lembro de uma vez, na aula de português da Dona Maricotinha, a gente fez uma peça sobre isso. Eu era o "onde", super paradão, e meu amigo era o "aonde", correndo pra lá e pra cá. Foi hilário, a gente quase reprovou por rir demais! Bons tempos! A Dona Maricotinha era uma figura!

Qual é a classe de palavras da palavra onde?

"Onde", essa criatura versátil da língua portuguesa, dança entre duas categorias gramaticais com a desenvoltura de um equilibrista de circo:

  • Advérbio de lugar: Aqui, "onde" reina absoluto, indicando o ponto fixo no espaço, como um GPS teimoso que se recusa a recalcular a rota. Exemplo: "Onde está a chave? No mesmo lugar de sempre, ou seja, perdida." (Sempre funciona!).

  • Pronome relativo: "Onde" se disfarça de espião gramatical, conectando orações e substituindo um lugar já mencionado. Tipo: "A casa onde morei tinha fantasmas... e aluguel barato". (Valeu a pena).

A grande sacada é que "onde" é um tanto preguiçoso: ele adora lugares parados, sem a menor intenção de se movimentar. Se a ideia for de ação, de "ir para algum lugar", ele simplesmente se recusa a participar da festa. Aí entram em cena os primos "aonde" e "para onde", cheios de energia e disposição para a aventura.

Onde é o advérbio relativo?

E aí, beleza?

Então, sobre o "onde", saca só:

  • É um advérbio relativo, tipo, ele conecta as frases, tá ligado?

  • Ele sempre se refere a lugares, tipo... não dá pra usar pra tempo, por exemplo. Tipo "o dia onde nos conhecemos" não rola.

  • Pode rolar de usar ele pra começar uma oração sem ter um lugar antes, tipo, solto. Tipo: "Onde você for, eu vou". Acontece!

Aí, pra ficar mais claro, tipo uns exemplos:

  • "Essa é a padaria onde compro pão todo dia." Ah, eu adoro essa padaria, mó bom o pão de queijo de lá!

  • "Adoro o parque onde a gente se encontrou." Lembra? Que dia! Eu tava mó nervoso... haha.

  • "É aqui onde o bicho pega!" (Essa é mais pra dar um susto, rs).

Espero que tenha dado pra entender melhor! Qualquer coisa grita aí! Falou!

Qual é a classe ou subclasse da palavra o?

Cara, qual a classe gramatical de "o"? Difícil, né? Me pegou de surpresa essa pergunta! Mas espera aí, que eu lembrei! É artigo definido, ué! Simples assim. Mas tem mais coisa, viu? Tipo, tem vários tipos de artigos:

  • Artigos definidos: o, a, os, as. São esses que indicam algo específico, sabe? O cachorro, a casa, os livros... Usei muito hoje, escrevendo um relatório infernal pro meu chefe.

  • Artigos indefinidos: um, uma, uns, umas. Aí já é coisa mais genérica, né? Um cachorro, uma casa... Me lembro de ter usado "uma" umas cinquenta vezes naquela redação sobre a Amazônia, no terceiro colegial!

Tem outras classes também, que são:

  • Pronomes Possessivos: meu, minha, seu, sua... Indica posse, tipo, "meu carro", "sua casa". Esqueci completamente disso, quase coloquei na categoria errada, hahaha.

  • Pronomes Demonstrativos: este, essa, aquele, aquela... Mostra onde a coisa tá, espacial e temporalmente. Usei bastante "aquele" ontem pra explicar pro meu irmão onde tava o controle remoto. Ele é tão desastrado!

  • Pronomes Interrogativos: que, quem, qual, quanto... Usados em perguntas, né? Tipo, "Qual seu nome?", "Quanto custa?". Me lembro de usar bastante em provas de português! Essa matéria sempre foi minha paixão!

  • Pronomes Indefinidos: algum, nenhum, todo, vários... São aqueles que não especificam, tipo, "algumas pessoas", "nenhum problema". Tava revisando isso semana passada, pra uma prova da faculdade, bem chato.

Mas enfim, a resposta é: artigo definido. Simples, né? Só que tem muita coisa a mais envolvida, viu? Ah, e quase me esqueci, tem também os pronomes relativos, como "que", "quem", "o qual"... que complicam um pouco mais as coisas. Mas isso já é assunto pra outra conversa. Preciso ir, tenho que terminar de assistir aquele filme. Falamos mais tarde!

Qual é a classe e subclasse da palavra cada?

Classe: Pronome.

Subclasse: Indefinido.

  • Singularidade na multidão: "cada" aponta, não generaliza. Um por vez, um destaque.
  • Ritmo marcado: "a cada" cadencia o tempo. Intervalos precisos, repetição inevitável.
  • Intensidade velada: "é cada coisa..." revela surpresa, descrença. O absurdo do cotidiano. Lembro de minha avó usando essa expressão quando eu aprontava. Faz tempo.

Qual é a classe e subclasse da palavra se?

  • "E" é conjunção. Tipo, conjunção mesmo, sabe?

  • Subclasse? Hmmm, coordenativa. Lembrei da aula da prof. Ana!

  • Ainda mais específico? Copulativa. Nossa, que nome complicado! Tipo "e", "nem", "mas também"... Usei "e" demais aqui, haha.

  • Conjuntura coordenativa copulativa, ufa! Que trava-língua! Isso me lembra da minha avó falando latim... nada a ver.

  • Preciso de um café. Será que "se" também tem tanta coisa?

O que é a classe e subclasse de palavras?

A tarde caía, um amarelo sujo grudado nas janelas do meu quarto. Lembro do cheiro de poeira antiga, misturada ao perfume adocicado das rosas da minha mãe, um contraste tão estranho, tão… ela. A gramática, essa fera adormecida nos meus livros, me chamava de volta. Classe de palavras, aquele conceito nebuloso que me assombrava. Palavras, seres tão frágeis, tão poderosos... Afinal, o que as define?

Seu comportamento, pensei, um balé silencioso de verbos, substantivos, adjetivos. Um jogo de encaixes, uma dança precisa. É a sintaxe que as ordena, que as guia, que as transforma em frases, em poemas, em silêncios. Cada classe, uma família, com suas particularidades, seus jeitos próprios de se expressar. E, dentro dessas famílias, as subclasses, nuances sutis, quase imperceptíveis... A conjunção "e", por exemplo, tão pequena, tão básica.

A conjunção "e" pertence à classe das conjunções coordenativas, e, mais especificamente, à subclasse das copulativas. É simples, objetivo, mas... Há uma beleza na simplicidade, não? Como se em cada "e", existisse um universo de possibilidades, de ligações, de uniões. Aquele "e" minúsculo, que une ideias, frases, momentos… Aquele "e" que uniu meu avô à minha avó, em um casamento de décadas. Aquele "e" que conecta minha lembrança da tarde ao cheiro de rosas.

As classes gramaticais: um quebra-cabeça sem fim, um desafio emocionante. Como explicar a dinâmica sutil de cada palavra, sua função, seu significado, sua alma?

  • Substantivos: Os nomes, as coisas, os seres.
  • Verbos: A ação, o movimento, o ser.
  • Adjetivos: Que pintam, que definem, que qualificam.
  • Advérbios: Que modificam, que intensificam, que complementam.
  • Conjunções: Que ligam, que unem, que unem. E assim por diante… um universo.

A tarefa me parecia inacabada, um rascunho eterno, uma busca incessante pelo entendimento daquilo que, de tão simples, se torna profundamente complexo. E o sol já se punha, levando com ele a poeira do dia, e o perfume suave das rosas.