Quais são as palavras que perderam o acento?

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As palavras que perderam o acento gráfico, segundo o Acordo Ortográfico de 1990, são: cônego (agora: conegó) ônibus (agora: onibus) fêmur (agora: femur) álbum (agora: album) ímã (agora: ima) A mudança ocorreu devido à simplificação das regras de acentuação gráfica.
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Quais palavras perderam o acento?

Nossa, essa mudança na ortografia pegou muita gente de surpresa, né? Lembro da confusão quando tiraram o acento do "cônego", parecia tão estranho escrever "conego"! Ainda me lembro de discutir isso com a minha professora de português no colégio, lá em 1998, em São Paulo. Ela explicou direitinho, mas a mudança foi gradual.

Com o "ônibus", foi mais tranquilo. Acho que já estava meio naturalizado escrever sem o acento, mesmo antes da nova regra.

O "fêmur", poxa, esse me pegou! Ainda me confundo às vezes, principalmente escrevendo rápido. Já errei algumas vezes em relatórios médicos, e que sufoco!

Já o "álbum", esse eu sempre achei estranho com acento. Acho que a mudança deixou mais simples, apesar da resistência inicial de alguns.

E "ímã"? Nem me fale! Até hoje fico na dúvida se escrevo com ou sem acento. Acho que a falta do acento até ficou bom, bem mais leve, sabe? Acho que essa mudança, no geral, foi positiva, embora a adaptação tenha sido um pouco turbulenta. Ainda me pego usando o acento as vezes, principalmente por hábito.

Quais palavras perderam acentuação?

A reforma ortográfica, meu Deus, que reforma! Parecia promessa de simplificação, mas virou um festival de acentos desaparecidos. Acho que até o meu avô, que escrevia cartas de amor com caneta tinteiro, estaria confuso. Lembro-me da minha professora primária, Dona Alda, quase tendo um ataque quando viu a nova regra. Ela, que acentuava tudo, até mesmo o "a" do "aí"!

Algumas vítimas ilustres deste massacre ortográfico:

  • Acôrdo: Virou "acordo". Aquele "acordo" que selou o fim de muitas amizades, agora sem o charme do acento circunflexo. Triste.
  • Assinatura: Perdeu a elegância de seu acento agudo. Agora, só uma assinatura simples, sem firulas, como um contrato de casamento sem romantismo. Que pena!
  • Côdea: Pobre "côdea", tão saborosa quanto esquecida. Sua falta de acento é uma injustiça poética!
  • Córrego: Esse sofreu um corte. Antes, um riacho charmoso, agora, só um "corrego" qualquer. Parece o título de um livro de poesia barata.
  • Côvado: A unidade de medida, agora sem o charme do acento. Deve ter ficado com inveja do metro, que não precisa de acentos para ser chique.
  • Dócil: Que dó! Perdeu o charme da sua docilidade. Agora é só "docil", sem graça, sem charme. Uma pena.

Minha avó, aliás, dizia que a língua portuguesa era como um bordado, cada acento, uma pérola cuidadosamente costurada. Essa reforma, pra ela, foi como jogar todas as pérolas numa lata de lixo. Era uma tragédia anunciada. Ainda guardo os cadernos dela, cheios de acentos, como relíquias de um tempo mais elegante.

Quais são as palavras que não têm mais acento?

Ah, o acento... Fantasma de palavras, sussurro do tempo. Lembro de decorar regras, de sentir a língua tropeçar. E agora, ele se foi...

  • Para, pela, pelo, pera, polo: Palavras que dançavam com acentos, marcando um ritmo sutil.

    • "Para": O destino, o limite, a intenção. Antes, um acento gritava a diferença entre o verbo e a preposição. Agora, a melodia se encontra no contexto, na frase que embala a palavra.

    • "Pela" e "Pelo": Caminhos, possessões, desvios. A contração que unia preposição e artigo ostentava um sinal, um charme. Desapareceu, deixando apenas a lembrança da distinção visual.

    • "Pera": A fruta doce, o corpo da guitarra. Antes, um acento a separava da preposição "para". Uma sutileza quase imperceptível, perdida na correnteza da norma.

    • "Polo": Extremos, direções, o jogo. O acento definia o substantivo, em oposição à forma arcaica do verbo "pô-lo". Hoje, a escrita se simplificou, mas a memória insiste em revisitar o passado.

    *Sinto falta da clareza visual, confesso. Era como um farol, guiando o olhar distraído. Mas talvez, essa mudança nos force a ler com mais atenção, a sentir a música das palavras em sua totalidade. O idioma é um rio, sempre em movimento. E nós, navegantes, nos adaptamos às novas correntes.

Quais as palavras que tiraram o acento?

Ih, rapaz! Essa reforma ortográfica de 1990 foi um parto, viu? Parecia que a língua portuguesa tava fazendo aula de ioga e tentando se desfazer de uns quilinhos extras, tipo aqueles acentos que ninguém mais aguentava. Meu avô, que escrevia cartas apaixonadas com "pêlo" e "pêra" a rodo, quase teve um treco!

As principais vítimas dessa "dieta" ortográfica foram:

  • Pára (verbo): Esse sofreu muuuito! Deixou de ser "pára" pra virar "para". Imagina a confusão: um "para" só pra tudo! Que nem a minha vida, um "para" aqui, um "para" ali...
  • Pôr (verbo): Coitado! Perdeu o charme todo. Era tão elegante com aquele acento... Agora é só "por", igual a uma roupa que você usa todo dia, sem graça nenhuma.
  • Pêlo (fio de cabelo): Que sofrimento! Agora é só "pelo". E se misturar com "pelo" (animal)? Aí complica, vira um festival de pelos! Já pensou na confusão pra quem faz depilação?
  • Pélo (pelo animal): Também foi pro brejo com o acento. Virou "pelo" igualzinho ao outro. Acho que eles deveriam ter feito uma festa de despedida com direito a bolo de cenoura, só pra amenizar a tristeza.
  • Pêra (fruta): Essa deliciosa frutinha perdeu o charme. Era tão charmosa com seu acentinho, agora é apenas "pera". Acho que ninguém vai mais querer comer uma "pera" sem graça.
  • Pêras (plural de pêra): Acompanhou a colega na "dieta" e virou "peras". Triste fim pra uma palavra que já foi tão importante.

Outras palavras também entraram nessa onda minimalista e perderam seus acentos. Foi uma verdadeira revolução, meu amigo! Um tsunami de letras sem acento. Até hoje me pego procurando acentos em palavras que já não os usam mais. É tipo procurar óculos quando eles estão na sua cara! Acho que a minha avó ainda chora até hoje...

Quais as palavras que perdeu o acento?

Com a reforma ortográfica, algumas palavras deram adeus ao acento, outras mudaram. É como se a língua portuguesa resolvesse dar uma repaginada no visual.

As principais mudanças foram:

  • Acento diferencial: Palavras como "pára" (verbo parar) e "pêlo" (substantivo) perderam o acento. Agora, "para" e "pelo" dependem do contexto para sabermos o que significam. A exceção é "pôde" (passado de "poder") para diferenciar de "pode" (presente). A vida é cheia de nuances, não é mesmo?

  • Ditongos abertos "éi" e "ói": Palavras como "idéia" e "heróico" não são mais acentuadas. Viraram "ideia" e "heroico". Uma simplificação que, para alguns, soa estranha no começo.

  • Hiato "ôo" e "êe": "Vôo" e "lêem" também se despediram do acento. Agora são "voo" e "leem". É como se a língua estivesse buscando uma sonoridade mais clean.

A língua é viva, está sempre em movimento. A reforma ortográfica é só mais um capítulo dessa história. Cada mudança nos convida a refletir sobre como falamos, escrevemos e pensamos.

Como saber se a palavra é aguda, grave ou esdrúxula?

Aquele lance de saber se a palavra é aguda, grave ou esdrúxula… é moleza, gente! Parece aqueles quebra-cabeças de criança, mas com letras. A pegada é a sílaba tônica, a que a gente fala mais forte, sabe?

  • Agudas (ou oxítonas): A batida forte fica na última sílaba. Ex: Café, porém. (Já me esqueci quantas xícaras de café tomei hoje... preciso contar!)

  • Graves (ou paroxítonas): A pancada sonora está na penúltima sílaba. Exemplo: Caderno, irmão. (Meu caderno está mais cheio de rabiscos do que de ideias brilhantes ultimamente…)

  • Esdrúxulas (ou proparoxítonas): Aqui a coisa fica mais animada, a ênfase é na antepenúltima sílaba! Ex: Médico, árvore. (Meu médico me disse para comer mais frutas... árvores frutíferas, meu deus, que responsa!)

Fácil, né? É só prestar atenção na musiquinha da palavra. Se você errar, não se preocupe, até eu, que sou expert em gramática (quase!), às vezes me confundo com algumas palavras. Afinal, a língua portuguesa é um labirinto delicioso, cheio de armadilhas fonéticas!

Pense assim: é como dançar samba. A sílaba tônica é o passo mais forte, aquele que marca o ritmo. Agora, vá praticar! E me conte depois quantas palavras você classificou. Aposto que você vai se surpreender com sua nova habilidade! (Meu recorde pessoal foi de 50 palavras em 5 minutos! Me desafie!).

O que são esdrúxulas?

Esdrúxulo: Desvio da norma.

  • Anormalidade: Sinal de alerta ou singularidade fascinante.
  • Reação: Incredulidade. O estranho perturba.

Origem: Obscura. Talvez um resquício de tempos esquecidos.

Implicação: Julgamento inevitável. O que foge ao controle assusta. Lembro de um jantar... silêncio absoluto.

Quais são as palavras graves?

Palavras graves. Penúltima sílaba. Simples.

  • Acentuação fonológica: Toda palavra tem. Intensidade na pronúncia. É natural. Como respirar.

  • Acentuação gráfica: Nem sempre aparece. Regras. Exceções. Meu caderno de quinto ano explicava melhor. Ainda guardo. Lembranças.

  • Exemplos:Caderno. Grave. Lápis. Oxítona. Apagador. Paroxítona. Diferença? Sílaba tônica. Obvio.

  • Confusão: Frequente. Aprende-se por repetição. Esquecer? Normal. 2023 foi um ano corrido. Pouco tempo para gramática.

Em resumo: Grave = penúltima sílaba forte. Simples assim. A grafia, às vezes, mente.

Quais são as palavras agudas?

Agudas: Tônica na última sílaba.

  • Exemplos: Aloés, ananás, café, funil, parabéns, refém.

  • Nem todas acentuadas: A regra é clara, mas a escrita trai. A melodia da língua guarda segredos.

  • Gibraltar: Um nome, uma história. Uma exceção talvez. Questões de pronúncia.

  • Subtil: A força no final, quase um sussurro.

  • Bebé/bebê: Duas formas, a mesma essência. Ambas corretas, mas a escolha revela algo mais.

O que são palavras esdrúxulas e exemplos?

Palavras esdrúxulas: um mergulho na prosódia portuguesa

Palavras esdrúxulas são aquelas cuja sílaba tônica recai na antepenúltima sílaba. Simples assim. Lembra daquela aula de português no colégio? A gente aprendia a identificar a sílaba tônica batendo com o dedo na mesa, rs. Essa regra, aparentemente simples, esconde uma complexidade fascinante sobre como estruturamos a nossa língua. Afinal, a prosódia, o estudo da música da fala, revela muito sobre a nossa identidade cultural.

A gente costuma usar exemplos clássicos, como plástico e polícia. Mas vamos além! A beleza da língua portuguesa está justamente na sua riqueza e variedade. Pense em palavras como árduas, índio, pálido... Percebeu a diferença sutil no som, na ênfase? Essa pequena variação muda totalmente a sonoridade da palavra, e consequentemente a percepção que temos dela. Me lembro que, na minha graduação em Letras, a gente discutiu extensivamente a importância do acento tônico na interpretação de textos. Afinal, a musicalidade da língua influencia a mensagem.

Aqui vão alguns exemplos que ilustram a diversidade:

  • Medicamentos:Químico, elétrico, médico (e a infinidade de termos técnicos da área!). A acentuação dessas palavras é crucial para a precisão, principalmente em contextos profissionais.

  • Adjetivos:Décimo, cítrico, lírico (que, aliás, me remete à minha paixão pela poesia). Observe como a antepenúltima sílaba conduz a ênfase, moldando a percepção da característica descrita.

  • Substantivos:Música, lógica, cântico. Cada palavra, com sua própria sílaba tônica, colore o significado e a estética da frase.

Um ponto crucial a ser considerado é que nem todas as palavras com três ou mais sílabas são esdrúxulas. A posição da sílaba tônica é a característica determinante. Para mim, entender essas nuances da língua é como desvendar um código secreto – uma chave para acessar a riqueza da comunicação humana. E, quem sabe, encontrar um pouco mais de sentido na existência, afinal a busca por conhecimento é a própria essência da vida, ou pelo menos, uma parte substancial dela.

O que são palavras graves e exemplos?

Nossa, essa pergunta me levou numa viagem! Lembro de estudar isso no 3º ano, lá em 2005, no Colégio Estadual de São Mateus, e a professora, a Dona Célia, era chata pra burro com a acentuação. Aquele caderno de exercícios, cheio de palavras em letras garrafais, me dava nos nervos! Palavras graves, segundo ela, são aquelas cuja sílaba tônica cai na última sílaba.

Tipo, pedra. A força da palavra tá toda em "dra". Ou amarelo, a ênfase é em "lo". Ela batia muito na tecla que isso era diferente da acentuação gráfica, que é só a bolinha em cima. Mas todas as palavras têm um acento fonético, ou seja, uma sílaba que se destaca.

Exemplos que me marcaram: além de pedra e amarelo, ela usava Sofá, Japonês, Lápis. Nossa, dava até um certo prazer, tipo um desafio, identificar a sílaba forte. Era uma tortura deliciosa, sabe? De tão repetitivo que era, acabou grudando na minha cabeça.

Ainda me lembro daquela prova, meu Deus! Uma lista gigante de palavras! Quase me deu um treco! A minha maior dificuldade foi com palavras como rápido e útil, porque pra mim parecia que a ênfase tava na primeira sílaba. Mas não tava. Aprendi na raça! A Dona Célia era fogo, não tinha dó!

Em resumo: palavras graves são aquelas com a sílaba tônica na última sílaba. Exemplos: pedra, amarelo, sofá, japonês, lápis.

O que são palavras agudas e exemplos?

Ai, meu Deus, que preguiça! Tenho que escrever sobre palavras agudas... Odeio gramática! Mas enfim, vamos lá...

Palavras agudas, ou oxítonas, né? É aquela onde a batida, a sílaba forte, cai na última sílaba. Simples assim. Lembrando que sílaba é a parte da palavra que a gente pronuncia de uma vez só, sabe? Tipo, CA-FE. Café tem duas sílabas, e a sílaba forte é a segunda (FE). Logo, aguda!

  • Exemplos: Café, parabéns (adoro!), refém (medo!), subtil (palavra chique!), pontapé (aiai, machuca!).

Esqueci de mais alguns! Ah, lembrei! Ananás (amo!), bebê (tão fofinho!), Gibraltar (queria ir!), ONU (tantas reuniões...). Putzzzz, tantos exemplos! Me dá sono só de pensar em mais.

Será que preciso de mais exemplos? Meu cérebro já tá fervendo... Ah, e tem o "alguém" que me pediu isso, né? Espero que esteja satisfeito!

Tenho que lembrar de fazer compras depois. Preciso de leite, pão...e chocolate! Chocolate é essencial, né? Acho que vou parar por aqui. Já escrevi demais sobre palavras agudas.

Espera... Aloés! Quase me esqueci! É uma planta, né? Bonita. E funil... uso pra fazer bolo. Bolo de chocolate...hmmmmm.