Quais são os pronomes interrogativos em inglês?

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Descubra os pronomes interrogativos em inglês, as chamadas "wh-questions": Who, How, What, Where, When, Why, Which, Whose e Whom. Entenda o significado de cada um com exemplos práticos e aprimore suas habilidades com exercícios. Essencial para formular suas perguntas em inglês.
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Quais pronomes interrogativos em inglês usar?

Sabe, quando a gente começa a desenrolar o inglês, a coisa das perguntas vira logo um labirinto, não é? Pelo menos, foi assim para mim. Lembro bem das aulas em 2007, na escola secundária lá em Faro, a tentar perceber como raio se perguntava as coisas de jeito. Aquela história dos pronomes interrogativos, as tais wh-questions, era um desafio e tanto.

São aquelas palavrinhas chave que guiam a conversa, tipo who, how, what, where, when, why, which, whose e whom. É importante dominar cada uma, e cada uma tem o seu cantinho, a sua função específica para a gente se fazer entender.

O what foi o meu porto seguro no início, sempre o mais óbvio: "What is your name?", "What do you do?". Mas o which dava-me a volta à cabeça. Lembro-me de uma vez, em 2016, num mercado em Barcelona, queria escolher uma fruta e a senhora perguntou: "Which one do you prefer?", e eu, sem saber, a apontar. É para escolhas, entre opções claras.

O who e o whom são outra cena. O who para quem faz a ação, a pessoa, simples. Who is coming to the party tonight? fácil. Já o whom... era um bicho papão para mim. É quando a pessoa recebe a ação, "To whom did you give the book?", soa tão formal que quase não uso, a verdade seja dita.

O where para o lugar, claro, isso aprendi logo, "Where is the nearest bus stop?". E o when para o tempo, "When does the train leave?". Estas eram das mais fáceis de encaixar na cabeça, ajudou-me bastante numa viagem de Interrail em 2018, a pedir informações nas estações de comboio por toda a Itália.

O why é para a razão, para perceber o porquê das coisas. Why are you late? Por vezes a resposta era meio confusa, um "porque sim" em inglês. O how é vasto: how old, how much, how long. "How much does this cost?" foi a primeira frase que dominei quando andava a comprar recordações em Praga, no verão de 2019, sempre a tentar o melhor preço.

A verdade é que com o tempo e com muita prática, a gente apanha o jeito. Não há milagres, mas usar estas palavras no dia a dia, mesmo que de início saia torto, é o caminho para sentir que estás mesmo a dominar a língua. É uma questão de repetição e de te atirares.

Quais são os verbos interrogativos no inglês?

Ah, os verbos interrogativos, uma pergunta que mexe com a alma linguística! No inglês, essa "façanha" de perguntar não é feita por verbos, mas por uns carinhas bem simpáticos chamados pronomes interrogativos. Pense neles como os detetives do idioma, sempre atrás da verdade (ou pelo menos de uma resposta).

  • Who: Esse é o detetive dos seres humanos. Tipo, "Quem comeu o último pedaço de bolo?" Um mistério digno de Sherlock Holmes, não é mesmo?

  • What: O universalista! Pergunta sobre coisas, ideias, ações. "O que você está fazendo?" É o coringa das perguntas, usado para tudo que não é gente.

  • Which: O seletivo. Quando você tem opções e quer que o outro escolha. "Qual livro você prefere?" É como um garçom perguntando "Qual o seu veneno?", só que com palavras.

  • Whose: O dono da coisa. "De quem é essa caneta perdida?" Revela a posse, tipo um detetive de objetos perdidos, só que mais elegante.

  • Where: O geógrafo. Simplesmente onde as coisas acontecem. "Onde está o controle remoto?" Essencial para quem vive perdendo coisas, eu sei bem como é.

  • When: O cronometrista. Marca o tempo. "Quando o filme começa?" Para não perder o filme, nem a hora do chá.

  • Why: O filósofo. Busca a razão. "Por que o céu é azul?" A pergunta que incomoda desde a infância, e às vezes, sem motivo aparente.

  • How: O método. Descreve o modo. "Como você chegou aqui?" Explica o "como" da vida, tipo um manual de instruções.

Essa turma, a nata da interrogativa, comanda o interrogatório no inglês. Sem eles, nossas perguntas seriam como um pato sem água – meio perdidas.

Curiosidade linguística: Essa "família" interrogativa não surgiu do nada. Ela tem raízes antigas, vindo de um tempo em que as línguas ainda estavam se formando. É como um DNA linguístico que se repete em várias línguas, mas o inglês deu um jeitinho especial de organizar essa galera. Cada pronome tem seu papel, sua área de atuação, como um time bem treinado em busca de respostas. E pasmem, essa estrutura é bem consistente, não muda muito, o que é um alívio para quem está aprendendo.

Como estão classificados os determinantes?

Determinantes se dividem.

  • Artigos (definidos, indefinidos)
  • Demonstrativos (proximidade, distância)
  • Possessivos (posse)
  • Indefinidos (quantidade imprecisa)
  • Interrogativos (questionamento)
  • Relativos (conexão)
  • Numerais (quantidade exata)

Artigos. Definem ou indefinem. O, a, os, as apontam para o específico, o conhecido. Um, uma, uns, umas jogam a palavra no abstrato. Ser o problema é diferente de ser um problema. A gramática ensina estratégia.

Demonstrativos. Fixam algo no tempo ou espaço. São a âncora do discurso.

  • Este, esta, isto: O que está aqui. Agora. O presente que se toca.
  • Esse, essa, isso: Perto de quem ouve. Um passado recente. A memória fresca.
  • Aquele, aquela, aquilo: Distante de todos. Um tempo que não volta. A maioria confunde isso. A precisão se perdeu.

Possessivos. Marcam a posse. Meu, teu, seu, nosso. Uma ilusão de controle sobre o substantivo. Seu é a raiz da ambiguidade. Dele, dela, de você. Exige contexto, que nem sempre existe.

Indefinidos. A exatidão da incerteza. Algum, nenhum, todo, muito, pouco, certo, vários. Falam de tudo sem apontar para nada. A diferença entre certo dia e um dia muda a intenção. Detalhes que importam.

Interrogativos e Relativos. Funções distintas, palavras idênticas.

  • Que, qual, quanto: Abrem a pergunta. Exigem uma resposta.
  • Cujo, cuja: Conectam termos com uma relação de posse. É uma ferramenta de elegância. Vi alguem usar isso corretamente ontem num email. raro.

Numerais. Os únicos honestos. Quantificam sem margem para erro. Cardinais (um, dois, cem) e ordinais (primeiro, segundo, centésimo). Aqui, a linguagem não mente. Dois é dois. Fim.

O que são determinantes e como podem ser?

Determinantes são termos que acompanham o substantivo ou pronome, qualificando-o ou especificando-o. Delimitam o sentido, estabelecendo relações de número, posse, posição ou incerteza.

Podem ser:

  • Artigos Definidos: o, a, os, as. Apresentam o conhecido. A certeza de algo já visto, já vivido. Não há muito mistério aqui. Na minha escrita, sempre preferi a clareza do definido. Menos ambiguidades.

  • Artigos Indefinidos: um, uma, uns, umas. A incerteza. Apenas uma entre tantas coisas. A vida, muitas vezes, é um instante, uma chance. Meu avô, por exemplo, sempre falava em "um caminho", nunca "o caminho".

  • Possessivos: meu, minha, meus, minhas; teu, tua, teus, tuas; e outros. Indica pertença. A ilusão de que algo é realmente nosso. Lembro-me de quando perdi meu relógio de infância. A ligação forte que se desfaz.

  • Demonstrativos: este, esta, estes, estas; esse, essa, esses, essas; aquele, aquela, aqueles, aquelas. Aponta. Sem rodeios. No espaço, no tempo. Esta verdade. Não aquela. Vejo esta rua todos os dias. Ela não muda, sou eu que mudo ao vê-la.

  • Indefinidos: certo, certa, certos, certas; outro, outra, outros, outras; algum, nenhuma, todo; e mais. A imprecisão. Há algo ali, mas o contorno é vago. A maior parte das nossas certezas é apenas certa percepção. Um silêncio que pode significar tudo.

  • Relativos: cujo, cuja, cujos, cujas. Conecta. Liga o que foi dito ao que se segue. Uma ponte essencial. A parte de uma história cuja origem se perde no tempo. Nada é isolado.

  • Interrogativos: qual, quais; que; quanto, quanta, quantos, quantas. A busca. A pergunta que se faz. Qual caminho seguir? A pergunta, por si só, já é uma forma de resposta. Define a direção, mesmo sem a encontrar.

O que são determinantes?

E aí, cara. Tive que reaprender o que são determinantes por causa do meu sobrinho o Lucas, ele tá no sexto ano, acredita? A professora dele é osso duro de roer e eu fiquei horas tentando explicar pra ele de um geito simples. É uma loucura como a gente esquece essas coisas da escola, a gente usa toda hora mas na hora de explicar o nome some da cabeça.

Determinante é a palavra que vem antes do nome (substantivo) para o especificar. Concorda em género (masculino/feminino) e número (singular/plural) com o nome.

Então, basicamente é isso aí. Mas a parada fica mais complexa. O determinante é tipo o segurança do nome, ele chega antes e já diz qual é a do nome, se é um qualquer, se é aquele específico, se é seu, se é meu. Pensa assim, tem varios tipos, é uma familia grande.

Tem um monte deles:

  • Artigos: os mais famosos, né. o, a, os, as (que são os definidos, tipo o carro do meu pai) e um, uma, uns, umas (que são indefinidos, tipo achei um carro abandonado na rua).
  • Possessivos:Meu, teu, seu, nosso... esses são os possessivos, indicam de quem é a coisa. Minha caneta, nossa casa. Facil.
  • Demonstrativos:Este, esse, aquele. Isso indica a posição do objeto, perto de quem fala, perto de quem ouve... uma confusão as vezes. Eu sempre erro este com esse. Esta cadeira aqui onde eu tô sentado.
  • Interrogativos:Qual, que, quantos. Usado pra fazer perguntas né. Qual filme voce quer ver? Quantos anos voce tem?
  • Numerais:Um, dois, primeiro, segundo. Indicam quantidade ou ordem.
  • Relativos: E tem uns mais chatos tipo os relativos, tipo o cujo, que o Lucas pirou pra entender. O menino cuja mãe é médica... é uma palavra que conecta as coisas, o menino e a mãe.

Enfim, é um mundo de coisinhas pequenas que mudam tudo na frase. A palavra determinante é importante por que ela determina o nome, ela define ele. Derrepente parece complicado mas quando voce pega os exemplos fica mais de boa.

O que é determinante e exemplos?

tava aqui pensando nessas coisas de português, minha prima ana q tá no 7o ano me perguntou e eu fui explicar... e me enrolei todo. é cada regra né. pq a gente confunde tanto determinante com pronome? sei la.

Determinante é a palavra que vem antes de um nome (substantivo) para o especificar ou limitar o seu sentido.

  • Exemplos de determinantes: o, uma, este, aquela, meu, nossa, que, qual, dois, vários.

o lance é que tem vários tipos, isso que confunde.

  • Artigos: o, a, um, umas. Simples. O carro. Uma casa.
  • Possessivos: meu, teu, seu, nosso... tipo meu livro, nossa ideia.
  • Demonstrativos: este, essa, aquilo. Aquela pessoa ali.
  • Interrogativos: que, qual, quantos. Qual filme vc viu?
  • Numerais: um, dois, primeiro, dobro... Dois gatos.

Lembrei agora do meu professor de português, o sr almeida. ele vivia falando q determinante é tipo o 'GPS' do substantivo, mostra qual é, de quem é, onde tá. até q faz sentido.

a diferença pro pronome é a chave. o determinante tá sempre colado num nome. Se ele tá sozinho, substituindo o nome, aí vira pronome. tipo... 'Este carro é meu.' (meu = determinante). 'Este é o meu.' (meu = pronome). sutil a diferença mas muda tudo.

enfim, gramatica é um saco as vezes. mas é isso. pronto, expliquei pra ana e pra mim mesmo hehe. agora um café.

Qual é a diferença entre determinantes e pronomes?

são quase duas da manhã e eu estou pensando nisso... Lembro da dona elvira, minha professora. ela desenhava caixas no quadro, uma para o determinante e outra para o pronome. ela dizia qe era simples, mas na verdade... é uma daquelas coisas que se sentem mais do que se explicam.

Uma linha ténue que separa quem acompanha de quem substitui.

  • Determinante: Precede o nome, especifica-o.
  • Pronome: Substitui o nome, evita repetição.

Onde tudo se complica é nos possessivos, né? essa é a parte que sempre me confundiu naquelas provas de gramática que eu fazia em 2008. uma pequena mudança na frase e a palavra muda de identidade, de função. é quase triste.

  • "Este é meu casaco." aqui, "meu" está antes de "casaco". é um determinante. Ele está ali, a dar uma qualidade, a dizer de quem é o casaco. ele precisa do nome para fazer sentido. não vive sozinho.

  • "Este casaco é meu." agora, "meu" veio depois. está no lugar de "meu casaco". ele virou o protagonista da frase, substituindo a ideia toda. é um pronome. ele basta a si mesmo.

É uma dança subtil das palavras. o determinante precisa do nome pra existir. vive agarrado a ele. já o pronome... ele vive sozinho. ocupa o espaço que ficou vazio.

Quais são os pronomes possessivos?

A noite, ah, a noite. Ela traz umas ideias esquisitas, não traz? A gente começa a pensar no que é nosso de verdade, no que a gente tem. E não falo só de coisas. Falo de sentimentos, de lugares, de memórias. É uma linha tênue, essa da posse.

Quando a gente tenta dar nome a essa conexão, a gramática nos ajuda, um pouco. Ela nos diz que os pronomes possessivos são esses que mostram de quem é algo:

  • meu, minha, meus, minhas
  • teu, tua, teus, tuas
  • seu, sua, seus, suas
  • nosso, nossa, nossos, nossas
  • vosso, vossa, vossos, vossas

É simples, à primeira vista. Mas a coisa é mais profunda, se a gente para pra ver. Lembro do meu avô, ele sempre dizia que "minha terra" não era só o pedaço de chão, mas a história que vinha com ela. Aquele "meu" pesava.

É que eles concordam em gênero e número com a coisa possuída, não com o possuidor. "Minha caneta", mas "meu livro". Isso é meio óbvio quando a gente para pra pensar.

E o "seu" ou "sua"? Ah, esse sempre me causou um nó na garganta. Pode ser dele, dela, de você, de vocês. Uma vez, no colégio, minha professora corrigiu um texto meu. Eu tinha escrito "sua casa" e ela perguntou: de quem exatamente? Daquele dia em diante, eu prestei mais atenção. É uma ambiguidade comum.

A gente usa "meu" e "teu" mais no dia a dia, conversando, sabe? "Pega meu casaco". Mas "seu" é coringa. Eu sempre uso "sua" quando não tenho certeza de quem é o dono ou pra ser mais formal.

A omissão do artigo antes do possessivo é algo que observei. A gente fala "meu amigo", mas também "o meu amigo". No sul, onde eu cresci um pouco, era sempre "o meu livro", uma coisa que transmitia uma ênfase maior.

São pequenas palavras, mas que carregam tanto. Elas definem o pertencimento, o que é de cada um. Às vezes, pensar nisso à noite é um exercício e tanto. No final, tudo que é meu de verdade são as lembranças que ninguém me tira.