Quais são os tipos de personagens do texto narrativo?

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Personagens em narrativas se dividem em três tipos principais: Protagonista: O personagem central, geralmente o herói. Antagonista: O opositor do protagonista, frequentemente o vilão. Secundários/Coadjuvantes: Personagens que complementam a história, sem papel central na trama principal.
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Quais os tipos de personagens em narrativas? Conheça-os aqui!

Então, sobre os tipos de personagens em histórias... é engraçado como a gente nem percebe, mas eles são meio que um padrão, né?

Tem sempre aquele personagem principal, o protagonista, sabe? Tipo, em "Harry Potter", é o Harry, claro. É a história dele, a gente acompanha tudo pelos olhos dele. Ele é o herói, o cara que a gente torce pra vencer.

Aí, pra história ter graça, tem que ter o "estraga prazeres", o antagonista, o vilão da parada. Em "Harry Potter" de novo, é o Voldemort, né? Aquele que faz de tudo pra atrapalhar o Harry.

E tem aqueles personagens que ajudam ou atrapalham os principais, mas não são tão importantes assim. São os secundários, os coadjuvantes. Tipo, a Hermione e o Ron, em "Harry Potter". Eles são super importantes pro Harry, mas a história não é sobre eles, né? Eles dão aquela força, aquela "mãozinha", ou às vezes até complicam um pouco as coisas. Mas no fundo, são parte essencial da trama, ajudando a construir o universo da história.

É tipo numa peça de teatro que eu vi uma vez em Lisboa, no Teatro Nacional D. Maria II, há uns 5 anos. Tinha o protagonista, que era um rei, um antagonista que queria roubar o trono, e um monte de gente em volta ajudando ou atrapalhando os dois. É sempre assim!

Como podem ser as personagens no texto narrativo?

As personagens num texto narrativo? Ah, um festival de gente imaginária! Elas podem ser:

  • Protagonistas: As estrelas do show, tipo o Tom Cruise escalando prédios, só que em palavras. Tudo gira em torno delas. Se o protagonista espirra, o mundo pega um resfriado.
  • Secundárias: O elenco de apoio, tipo o Robin para o Batman. Importantes, claro, mas sem o protagonista, seriam apenas pessoas aleatórias com fantasias engraçadas.
  • Figurantes: A mobília humana. Estão lá, preenchem o cenário, mas se sumirem ninguém nota. Tipo aqueles bonecos de neve que as pessoas fazem no inverno, sabe? Bonitinhos, mas dispensáveis.

Quantos tipos de personagens existem no texto narrativo?

Três tipos, né? Protagonista, antagonista e secundários. Mas isso é tão... básico! Tipo, naquele livro que li semana passada, A Sombra do Vento, tinha uns personagens secundários tão importantes quanto o protagonista, sabe? Será que dá pra classificar assim tão facilmente?

  • Protagonista: O cara principal, claro. O que todo mundo acompanha. Lembrei daquela série, "Stranger Things", o Will era o protagonista na primeira temporada, né?

  • Antagonista: Ah, o vilão! Mas nem sempre é um vilão "clássico", né? Às vezes é uma força da natureza, um problema social... pensei no "O Senhor dos Anéis" agora. Sauron era um antagonista, mas a própria natureza da Terra-média também era um antagonista, de certo modo.

  • Secundários: Esses são os mais difíceis. Tem os que são só figurantes, tipo, aparecem duas vezes e somem. Mas tem outros que são chave pra história, mesmo que não sejam o foco principal. Tipo a minha amiga Ana, que sempre aparece nos meus planos, mas quase nunca é o foco da história, rsrs. Será que ela seria um personagem secundário importante ou só um detalhe?

Ontem, tava pensando nisso enquanto lia um conto do Machado de Assis... ele era mestre em criar personagens complexos, quase todos secundários tinham sua própria história, sabe? Pensei em como classificar isso. Será que precisa ter mais categorias? Tipo, "personagens terciários"? Ou "personagens catalisadores"? Meu Deus, estou inventando nomes agora. Preciso parar com isso e voltar a escrever meu romance. Tenho que pensar no antagonista. Será que ele será uma figura real ou apenas uma força abstrata? Que dilema.

O que são personagens do texto?

Ah, os personagens! São como aqueles convidados inesperados numa festa: alguns salvam a noite, outros... bem, digamos que a gente preferia que tivessem ficado em casa.

  • Em essência, são criações ficcionais que habitam o universo de um texto. Pense neles como marionetes de luxo, ganhando vida pelas palavras do autor.

  • Suas características são a alma do negócio. É como tentar decifrar o signo de alguém no primeiro encontro: a gente junta pistas, analisa os trejeitos e tenta entender o que os move. Às vezes, dá certo; outras, a gente descobre que a pessoa coleciona rolhas de vinho (sem julgamentos!).

  • A forma como são definidos é um show à parte. O autor pode nos dar um "book" completo com fotos e currículo, ou nos deixar juntar as peças como num quebra-cabeça. Particularmente, prefiro a segunda opção – dá mais emoção!

    • Ação: O que eles fazem grita mais alto do que o que dizem (ou vestem).
    • Diálogo: O jeito que falam entrega tudo (ou quase).
    • Descrição: Aparência, manias... o pacote completo, como num perfil de app de namoro.
    • Pensamentos: A voz interior, tipo os nossos monólogos dramáticos no chuveiro.
    • Opinião alheia: O que os outros personagens acham deles. Afinal, fofoca nunca é demais, né?
  • Um bom personagem é como um bom vinho: complexo, com camadas e um final surpreendente. Se for "água com açúcar", a gente esquece rapidinho. Já aqueles que nos fazem pensar (e talvez até rir de nervoso), ah, esses ficam pra sempre na memória!

E sabe de uma coisa? Às vezes, a gente se identifica tanto com um personagem que começa a usar as frases dele na vida real. Confesso que já me peguei citando Senhor dos Anéis em reuniões de trabalho. risos

Como classificar os personagens do texto?

Ai, meu Deus, como classificar esses personagens? Tô com uma preguiça... Principal, secundário, figurante... Chato! Lembra daquela novela que eu assisti, "Amor em Apuros"? A protagonista era a Clara, óbvio! Mas o vilão, o Ricardo, era tão importante, quase um protagonista também, né? Complicado!

  • Protagonista: Aquele que a história gira em torno. Tipo a Clara em "Amor em Apuros". O foco narrativo.
  • Secundário: Interage com o protagonista, influencia a história, mas não é o centro. Pense no melhor amigo da Clara, sempre dando conselhos.
  • Figurante: Só aparece pra dar "corpo" à cena. O cara que vende pastel na rua, sabe? Um detalhe no cenário.

Mas tem aqueles que ficam no meio termo, né? Será que a classificação é tão simples assim? Meu trabalho de faculdade sobre "A Divina Comédia" foi um pesadelo pra classificar os personagens. Dante, Virgílio... todos importantes, mas em níveis diferentes. Ah, esqueci de mencionar: tenho que entregar o trabalho de literatura amanhã! E ainda não terminei de ler o livro. Socorro! Preciso de café! Preciso de chocolate! Preciso de um milagre!

Que horas são? Já são 22:30?! Meu Deus, tô ferrada. Acho que vou dormir e pensar nisso amanhã... Talvez eu faça um esquema melhor com cores... Amarelo para protagonista, verde para secundário, e... azul para figurante? Sim, acho que azul funciona. Mas preciso ler mais.

Resumo: Classificação simples: Protagonista (central), Secundário (influente), Figurante (decorativo). Mas na prática... é bem mais complexo!

Quais são as características dos personagens?

Ih, rapaz! Caracterizar personagem é mais difícil que ensinar minha avó a usar TikTok! A gente precisa de um arsenal completo, saca? Tipo, um kit de sobrevivência para escritores, hahaha!

1. A genética da coisa: Etnia, idade, altura... Acho que meu personagem principal, o Zé, tem uns 30 anos, pele bronzeada tipo o Neymar (só que sem a grana toda!), 1,75m, e veste umas roupas meio largadas, sabe? Estilo "acordei e me joguei no mundo". Mas olha, tem personagem que é uma mistura de ET com Moranguinho, tudo é possível na literatura!

2. O físico que fala: O Zé é magro, quase um palito de fósforo, mas com uns músculos escondidos debaixo de tanta roupa folgada. Já a Maria, personagem secundária e inimiga mortal do Zé, é toda musculosa, tipo uma lutadora de MMA, só que com um jeitinho de princesa, irônico, né?

3. A alma exposta: Aí que reside o pulo do gato! Personalidade e psicologia são a chave. O Zé é um cara inseguro, com um coração mole de manteiga, mas que finge ser durão. Já a Maria, é uma estrategista fria, calculando cada passo, tipo um vilão de filme de espionagem! Ela é o Thanos dos romances de comédia romântica, hahaha.

4. A voz e o jeito: A forma como falam e agem definem tudo. O Zé gagueja um pouco quando está nervoso (coitadinho!), já a Maria fala com a voz de quem manda, bem direta e imponente. Ele tem tiques nervosos, coça a cabeça o tempo todo, enquanto ela, impecável, nunca tira a pose.

5. A mente em ação: Como pensam? Zé é um romântico incurável, sonhador, mas também um tanto distraído. Maria, porém, é toda lógica, analítica, e planeja tudo nos mínimos detalhes. É tipo, ela calcula o número de passos que precisa dar para chegar até a geladeira.

Enfim, é um quebra-cabeça maluco! Mas a diversão é garantida! E se você tiver criatividade, pode inventar um universo próprio! Só não esquece dos detalhes, tá? Afinal, o diabo mora nos detalhes, né? Até meu gato, o Bigodes, é mais complexo que alguns personagens que eu já criei! Mas calma, estou aprendendo aos poucos.

O que é caracterização direta e indireta?

Aff, que preguiça de gramática! Mas vamos lá, que a vida é curta e a gente não pode perder tempo com essas coisas chatas!

Direta: É tipo quando a sua vó te apresenta pra vizinha: "Essa aqui é a minha neta, a Maria, uma verdadeira furacão de alegria, mas com um temperamento... digamos... explosivo como um foguete de São João!". BUM! Características na lata, sem rodeios! Igual a receita de bolo: 2 xícaras de farinha, 1 de açúcar, 1 pitada de loucura (no caso da Maria). Fácil, né? Tipo bula de remédio!

  • Narrador faz a descrição: Aquele papo reto, sem enrolação. "Ele era alto, magro, com um nariz igual ao do meu ex, enorme e torto". Brutalmente honesto, quase cruel.

Indireta: É a "pegadinha do malandro". O narrador te dá as peças do quebra-cabeça, e você tem que montar a imagem. Sabe aquele personagem que só fala de carros e mecânica? É óbvio que ele gosta de carros, né? Aí você deduz: é um cara prático, talvez um pouco introvertido (apesar da minha tia dizer que esses mecânicos são uns paqueras). Tipo um detetive, investigando as migalhas deixadas pelo personagem pra descobrir quem é ele de verdade.

  • Ações e diálogos mostram as características: O cara xinga o trânsito, mas ajuda uma velhinha a atravessar a rua? Contraditório, né? Aí você percebe que ele pode ser um "durão de manteiga" no fundo. Meu vizinho é assim!

Em resumo: direta é a pancada na cara, indireta é o jogo de cintura. Entendeu ou quer que eu desenhe? (Meu desenho é péssimo, então melhor não). Ah, e me desculpa a bagunça, tô escrevendo isso no celular durante o intervalo do trabalho.