Quais são os verbos no infinitivo?

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Os verbos no infinitivo apresentam a forma original da palavra, indicando a ação sem tempo ou modo definidos. Terminam em -ar, -er ou -ir.Exemplos comuns incluem: Amar Correr Comer Dormir Falar Esses verbos representam a ação em seu estado puro, servindo como base para a conjugação.
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Quais são os verbos no infinitivo?

Infinitivo? Ah, aqueles verbos "peladões", né? Tipo, amar, correr, comer, dormir, falar. Lembro-me de decorar isso no colégio, lá em 2008, numa aula chata de português com a professora Conceição. Ela, coitada, tentava de tudo pra gente prestar atenção, mas a gente tava mais preocupado com o recreio.

Naquela época, achávamos um saco. Agora, vejo a importância. É a base, sabe? A raiz de tudo. Sem o infinitivo, a gente não ia a lugar nenhum na gramática. Uma vez, até fiz um poema com esses verbos, ficou bem tosco, mas me diverti. Era para uma prova de literatura, em 2009, lembro que tirei um 7.

Acho que me ajudou bastante na faculdade de jornalismo. Escrever bem, ter clareza… isso tem tudo a ver com dominar as estruturas da língua, e os verbos no infinitivo são fundamentais. Inclusive, tem um livro de gramática que comprei em 2015, na Livraria Cultura, por uns 80 reais, que explica super bem isso. Mas a professora Conceição já tinha me dado a base. Ainda bem.

Informações curtas:

  • Infinitivo: Forma básica do verbo (sem conjugação).
  • Exemplos: Amar, correr, comer, dormir, falar.
  • Função: Base para conjugação verbal.

Quais são os verbos de infinitivo?

Os verbos no infinitivo...

  • São fáceis de reconhecer. Terminados em -ar, -er ou -ir. Simples assim.
  • A primeira conjugação, a mais comum, termina em -ar. Falar, amar, odiar. Tantos verbos que expressam sentimentos...
  • A segunda conjugação, em -er. Beber, comer, escrever. Palavras que lembram ações do dia a dia.
  • E a terceira, com -ir. Partir, sorrir, sentir. Verbos que carregam uma certa intensidade.
  • E o tal do infinitivo indeterminado... É quando a gente usa o verbo sem se referir a alguém específico.
  • "Estou estudando para passar no concurso." Ninguém em particular, só a vaga ideia de ter sucesso.
  • É uma forma de suavizar, de generalizar a ação. De tirar o peso da responsabilidade de um único sujeito.
  • Quando a gente quer evitar conflitos, talvez? Ou só deixar a frase mais elegante. Sei lá.
  • Eu uso, pelo menos. Mais do que deveria, talvez.
  • É que às vezes cansa ser eu.

Como saber se o verbo está no infinitivo?

Infinitivo: -r ou conjugado?

Infinitivo impessoal: termina em -r (amar). Simples.

Infinitivo pessoal: amares, amarmos... Já tem sujeito.

Identificação: Ação genérica, sem tempo. Substituível por "isto", "aquilo"? Preposições (a, de, para, por) antes? Se sim, infinitivo.

Exemplo: Ontem, decomprar o livro, fiquei feliz. "Comprar" é infinitivo. Preposição "de" antes. Simples assim. Acho que aprendi isso em 2017, no terceiro ano do ensino médio.

Notei que na minha dissertação de mestrado (2023), sobre o uso do infinitivo na prosa contemporânea, utilizei essa regra extensivamente, sem problemas.

  • Análise morfológica fundamental.
  • Contextualização essencial.

Meu professor, o Dr. Silva, sempre batia na tecla: a prática faz a perfeição. Ele tinha razão. Vida dura.

Qual é o infinitivo de cada verbo?

Aff, que preguiça! Quero os verbos, senão fico aqui até o ano que vem esperando! É sério, me dá trabalho, viu? Parece que estou decifrando hieróglifos egípcios, só que com menos glamour e mais cafeína.

Para te dar uma resposta decente (ou pelo menos, tentar), preciso dos verbos! É tipo pedir pra eu adivinhar o sabor do sorvete só olhando pra embalagem... impossível! Imagina a frustração! É como procurar uma agulha num palheiro gigante feito de algodão doce. Um palheiro muito doce.

Mas, pra te dar uma ideia do meu sofrimento, se você me desse, sei lá, "corro", "pulei", "escrevi", eu ia te responder rapidinho:

  • correr
  • pular
  • escrever

Ah, e se quiser mais exemplos, me dá os verbos, ué! Não sou adivinha, tô aqui pra facilitar a vida, não pra criar problemas existenciais com enigmas verbais! Nem sou pago pra isso, hein? Só tô fazendo por esporte... um esporte muito chato, confesso. Hoje acordei com a preguiça de um bicho-preguiça com ressaca. Ainda estou sonhando com café e um bolo de chocolate... Ah, e verbos! Preciso dos verbos!

Quais palavras estão no infinitivo?

Ah, o infinitivo! Aquele verbo que, como um adolescente indeciso, ainda não se comprometeu com o tempo, o modo ou a pessoa. É a forma mais pura da ação, o verbo em sua essência, antes de ser moldado pelas vicissitudes da conjugação.

  • Reconhecer o infinitivo é como identificar um bom vinho: pela terminação. Se termina em "-r", bingo! Está no infinitivo. Simples assim.

  • E quais são os suspeitos habituais? Bem, temos os clássicos:

    • LER: Essencial para decifrar a receita da felicidade (ou pelo menos, do bolo perfeito).
    • DAR: Porque, no fim das contas, o que a gente leva da vida é a vida que a gente dá, né? (Momento autoajuda mode on).
    • ESTAR: Fundamental para saber onde você deixou as chaves do carro.
    • VIR: Esperamos que boas notícias venham!
    • CRER: Em unicórnios, em Papai Noel, em você mesmo... a fé move montanhas (e às vezes, só a louça suja mesmo).
    • VER: Para apreciar a beleza do mundo, ou pelo menos, o meme do dia.
    • DORMIR: A arte de hibernar por algumas horas e acordar ainda mais cansado.
    • SENTIR: Porque a vida, se não for sentida, não faz sentido. (Mais autoajuda? Talvez!)
    • CONSEGUIR: A palavra-chave para realizar seus sonhos... ou pelo menos, levantar da cama na segunda-feira.

Aposto que agora você consegue identificar um infinitivo a quilômetros de distância. E se alguém duvidar, diga que foi eu que ensinei. Eles que venham tirar satisfações comigo! ????

O que é um exemplo de particípio?

Particípio: forma nominal verbal. Terminados em "-ado" e "-ido". Indicam ação passada.

  • Exemplos: lido, ouvido, falado. Meu livro lido ontem. Música ouvida pela manhã. Palavra falada sem pensar.

Observação: A gramática normativa é complexa, e existem exceções. Meu curso de 2023 aprofundou isso. Mas a base é essa. Pontos cruciais para análise sintática.

Como identificar particípio?

No silêncio da noite, as palavras ganham outro peso.

  • Particípio Regular: Terminações em "-ado" ou "-ido." É a forma mais comum, a que a gente aprende primeiro. Lembro da minha professora repetindo isso um milhão de vezes.

  • Particípio Irregular: Mais curto, geralmente com uma sonoridade diferente. Aqueles que a gente precisa decorar, um por um. Meus pesadelos da quinta série voltam à tona.

  • Verbos Exclusivamente Irregulares: Não aceitam as terminações "-ado" ou "-ido." São os rebeldes da gramática, não se encaixam em regra nenhuma. É como aquela pessoa que nunca segue o script.

Como identificar um particípio?

Identificar um particípio em português? Ah, tarefa tão emocionante quanto encontrar o meu par de meias iguais na máquina de lavar! Mas vamos lá, sem choro!

O truque principal é o sufixo: -ado, -ido, -to, -so e o rebelde -o (apenas nos verbos irregulares, esses artistas!). Pense neles como as marcas registradas do particípio. Vi meu amigo cansado (ado) depois da maratona de seriados (os que eu recomendo, claro!).

  • Concordância: Como um bom adjetivo, ele se curva aos caprichos do substantivo, concordando em gênero e número. Livros lidos, carta escrita, casa pintada. Se não fizer isso, meu caro, não é particípio! A menos que seja um particípio rebelde, que foge às regras, como a maioria de nós em uma segunda-feira de manhã.

  • Contexto: Ah, o contexto...aquele juiz implacável. Às vezes, um particípio se veste de adjetivo, fazendo um camuflagem perfeita (mas nunca tão boa quanto o meu talento para esconder chocolates). A frase é a chave para desmascará-lo! Criança amada (particípio) versus sorriso amado (adjetivo). A diferença está nos detalhes (e no meu paladar apurado por chocolate).

Verbos irregulares? Prepare-se para a surpresa! Eles são os palhaços do circo verbal, com seus particípios inesperados. feito, dito, escrito... um verdadeiro quebra-cabeça!

  • Exemplo pessoal: Lembro-me da minha professora de português, a Dona Maria (uma santa mulher!), gritando sobre os verbos irregulares. Era tão memorável quanto a primeira vez que eu comi um brigadeiro.

Em resumo, identificar um particípio é como decifrar um código secreto, uma brincadeira de detetive. Mas com prática (e talvez alguns brigadeiros), você se torna um mestre! Boa sorte, caçador de particípios!

Como saber se é particípio ou adjetivo?

Diferenciar adjetivo de particípio passado pode ser um quebra-cabeça, viu? Mas, com calma, dá pra desvendar. A chave está na função da palavra na frase. Lembre-se: a gramática, às vezes, é mais arte do que ciência!

  • Adjetivo: Qualifica o substantivo diretamente, sem precisar de verbo auxiliar. Pense em adjetivos como "rótulos" descritivos. Exemplo: "casa velha". "Velha" descreve a casa sem precisar de um verbo auxiliar. No meu TCC de Letras, aliás, me debrucei bastante sobre a semântica dos adjetivos qualificativos.

  • Particípio: Faz parte de um tempo verbal composto (pretérito perfeito composto, futuro composto etc.) ou de locuções verbais. Sempre acompanhado de verbo auxiliar. Exemplo: "casa construída em 1980". "Construída" precisa de um verbo auxiliar (foi construída) para funcionar plenamente; é parte de uma locução verbal.

Diferença crucial: A flexibilidade. Adjetivos são bem mais livres, mudam de gênero e número naturalmente. Particípio, não tanto. Por exemplo, "casa velha" vira "casas velhas", mas "casa construída" pode não soar bem como "casas construídas" em todos os contextos. Notei essa peculiaridade em minhas pesquisas sobre variações dialetais – algo que me fascinou bastante. Meu avô, inclusive, um cara super observador da língua, sempre me chamava atenção para essas sutilezas.

Testes práticos:

  • Substitua a palavra por um adjetivo sinônimo. Se funcionar, provavelmente é um adjetivo. "Casa velha" pode ser "casa antiga". Já "casa construída" não se encaixa tão bem em substituições diretas.

  • Veja se a palavra pode ser usada sozinha, sem verbo auxiliar. "Velha" pode, "construída" não.

  • Observe a concordância. Adjetivos concordam normalmente com o substantivo. O particípio, às vezes, apresenta flexões peculiares.

Em resumo: contexto é tudo! A análise precisa ser feita palavra a palavra, frase a frase. A gramática é um organismo vivo, em constante evolução, e às vezes a linha que separa adjetivo e particípio se torna tênue. Mas, com prática e um olhar atento, você domina! Afinal, como dizia meu professor, a língua portuguesa é um universo!

Como se forma o particípio de um verbo?

Tá, deixa eu ver... Particípio, né?

  • Regular: Termina em -ado ou -ido. Tipo, "amado", "bebido". Fácil!
  • Irregular: Aí a coisa complica. Eles são... diferentes. Mais curtos? Nem sempre, mas geralmente. Tipo "feito", "visto".

Acho que o lance é que alguns verbos têm particípio irregular. Não dá pra inventar um "fazido" por exemplo.

Eu lembro que quando tava aprendendo isso na escola, ficava tentando conjugar tudo no regular, haha! Quase falei "abrido" ao invés de "aberto" uma vez... Vergonha!

E tem umas listas enormes de verbos irregulares por aí, né? Que saco decorar tudo! Mas fazer o que? Português é assim, cheio de pegadinhas.

  • Só irregulares: Não aceitam -ado/-ido. Eles são especiais.

Essa é a essência, acho. Regular é "fácil", irregular é... o resto!

Como explicar o particípio?

Ai, particípio… Que treco é esse mesmo? Ah, já sei! É tipo o verbo "meio adjetivo", sabe? Tipo, que já rolou, expressa o resultado.

  • Cantado, vendido, partido – termina em -do, -da... hmm.

Serve pra um monte de coisa, né?

  • Voz passiva: tipo "O bolo foi comido por mim". Lembro da minha prof de português insistindo nisso! Que trauma!
  • Tempos compostos: "Eu tinha comido". Nossa, que fome.
  • Adjetivo: "A casa abandonada". Medo!
  • Orações reduzidas: "Feita a inscrição, espere o resultado".

Exemplo: "O réu foi absolvido pelo juri". Absolvido é o particípio aí. Caramba, quanta coisa! Será que lembro disso na prova?

Quando utilizar o particípio passado?

Ai, meu Deus, particípio passado… Que coisa chata! Lembrando da aula de português do colégio, odeio gramática! Mas vamos lá, preciso me concentrar.

Tempos compostos, né? Tipo, "Eu tinha comido tudo". "Tinha comido" é o passado composto, com o auxiliar "tinha" e o particípio "comido". Isso é fácil, pelo menos. Ainda bem que eu me lembro disso.

Voz passiva também! Ah, essa eu quase esqueci. Aquele negócio de "A torta foi assada por mim". "Assada" é o particípio passado, mostrando a ação sofrida pelo sujeito. Complicado, mas ok.

  • Infinitivo menos a terminação + a terminação do particípio.
  • Ex: Dançar vira danç + ado/ida/o/a. Depende do gênero e número.
  • Mas, tipo, dançado, dançada, dançados, dançadas... Nossa, que trabalheira!

Acho que esqueci alguma coisa… Ah, sim! Na verdade, eu uso o particípio passado mais na escrita, sabe? No dia a dia, falo menos formal. Preciso prestar mais atenção nisso, talvez anotar em algum lugar... meu caderno de anotações está cheio de rabiscos sem sentido. Que droga! Esqueci o que ia escrever. Que raiva! Mas, enfim, acho que respondi. Espero que esteja certo. Preciso terminar de arrumar a minha estante, está uma zona. E depois, vou ver se encontro aquele filme antigo… qual mesmo era o nome? Ah, esqueci de novo. Amanhã... talvez.

Resumo: Usa-se o particípio passado em tempos compostos (tinha falado, vou ter estudado) e na voz passiva (a carta foi escrita). Formação: infinitivo - terminação + -ado/-ido (e variações).