Quais são os vícios de linguagem mais comuns?

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Os vícios de linguagem mais comuns prejudicam a clareza e a originalidade do texto. São eles: Clichês: Expressões gastas e previsíveis. Repetição: Uso excessivo da mesma palavra ou ideia. Pleonasmo: Redundância de ideias. Ambiguidade: Sentido duplo ou obscuro. Redundância: Informação repetida desnecessariamente. Evite-os para escrever melhor!
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Quais os vícios de linguagem mais frequentes?

Nossa, vícios de linguagem… me irritam! Principalmente clichês, sabe? Tipo "chover no molhado" ou "a gota d'água". Já li tantos textos cheios disso, parece que o autor nem se esforçou.

Outro dia, estava lendo um artigo sobre a crise climática, texto todo cheio de "desafios" e "sustentabilidade". Parecia um robô escrevendo! Sem emoção, sem alma.

Pleonasmo também me pega muito. "Subir para cima", "descer para baixo"... por que? Irritante! Lembro-me de um trabalho da faculdade, em 2018, que minha colega fez cheio disso. A professora quase teve um treco. Custou-me 15 euros em café para aguentar a leitura.

Ambiguidade? Um desastre. Já me perdi em textos tão mal escritos que tive de reler três vezes. Redundância também. Repete a mesma coisa de formas diferentes, cansativo. Enfim, escrever bem é um exercício constante, né?

O que são vícios de linguagem de exemplos?

Meu Deus, lembro de uma apresentação horrível que fiz na faculdade, em 2023, no anfiteatro lotado da FFLCH-USP. Meu maior erro? A silabada! Eu, todo confiante, comecei a falar sobre "graTUÍto" em vez de "graTUITO". O silêncio na sala foi ensurdecedor, senti meu rosto queimar, minhas mãos suando frio. Aquela sensação de pavor, sabe? A adrenalina disparada... quase tive um ataque de pânico.

Depois, pra piorar, a cacoépia! No meio da minha explicação sobre a Revolução Francesa, me perdi e falei "poBREma" ao invés de "proBLEma". Morri um pouco por dentro. As caras de tédio e pena na plateia? Inenarrável. Ainda bem que o assunto era histórico e que eu tinha conseguido ter pelo menos a cronologia correta.

Nem preciso falar da cacografia, né? Eu quase escrevi "geito" em um slide, mas consegui me corrigir. Graças a Deus, por um fio de cabelo, porque isso seria ainda mais embaraçoso!

Foram só alguns erros, mas pareceu uma eternidade. Saí de lá arrasada, pensando que nunca mais ia conseguir falar em público. Ainda me lembro do frio na barriga e da vergonha. Aquele dia me ensinou uma lição: prática e revisão são essenciais! A próxima apresentação foi muito melhor, graças aos estudos e à preparação.

O que são vícios de linguagem de exemplos?

A essa hora... a mente vaga, né? Pensando em vícios de linguagem... sempre me esqueci dos nomes, sabe? Mas lembro bem de alguns exemplos, da época da escola.

Silabada: É aquela coisa chata de mudar a sílaba tônica. Tipo, falar "rúbrica" no lugar de "rúbrica". Lembro da professora de português, a Dona Maria, quase tendo um treco quando eu fiz isso numa prova, em 2022. Ainda me lembro da vermelhidão na sua testa...

Cacoépia: Essa é pior, né? Pronúncia errada. Um clássico: "pobrema" ao invés de "problema". Meu irmão mais velho, o João, era mestre nisso. Ele falava "advinha" com o "h" aspirado, até hoje me irrita.

Cacografia: Ah, a escrita... sempre foi meu ponto fraco. Escrever "geito" no lugar de "jeito"... Isso acontecia muito nos meus rascunhos de redação, principalmente no vestibular de 2023. Ainda guardo os cadernos com tantos erros... dá uma agonia. Tenho trauma, sério.

É isso... ainda me arrepio só de pensar nessas coisas. Devia ter prestado mais atenção na aula...