Qual a forma correta de se referir a uma pessoa com autismo?

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Aqui estão algumas opções de resposta:Opção 1 (ênfase na preferência): A forma mais respeitosa? "Pessoa autista". A comunidade autista prefere essa construção, que coloca a pessoa em primeiro lugar. Evite termos como "portador" ou "autista" (isolado). Priorize a individualidade! Opção 2 (ênfase na linguagem inclusiva): Use "pessoa autista" ou "pessoa com autismo". Ambas são aceitáveis, mas a primeira é frequentemente preferida. Fuja de "autista" (substantivo) ou "portador", pois podem soar pejorativos. Opção 3 (mais direta): Refira-se a alguém como "pessoa autista". Essa é a forma mais respeitosa e valoriza a identidade individual. Evite termos que impliquem sofrimento ou doença.
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Como se referir a uma pessoa com autismo: qual a forma correta?

Sabe, essa questão de como falar sobre autismo sempre me deixou meio pensativa. Tipo, qual a forma certa? Já vi tanta gente usar "autista", "pessoa com autismo"... e confesso que ficava na dúvida.

Descobri que o mais importante é entender que o autismo não é uma doença, sabe? Não é algo que a pessoa "sofre". É uma forma diferente de ser, de ver o mundo. Por isso, "pessoa com autismo" ou "pessoa autista" são as formas mais respeitosas, porque colocam a pessoa em primeiro lugar.

Eu, particularmente, sinto que "pessoa autista" soa mais natural, sabe? Mais direto. Mas o que realmente importa é respeitar como cada um se identifica. Já conversei com amigos que preferem "pessoa com autismo" e tá tudo bem!

Acho que o lance é evitar aqueles termos antigos, tipo "portador de autismo". Meio que transforma o autismo num peso, numa coisa que a pessoa tá carregando. E não é isso, né? É só uma característica, parte de quem ela é.

Lembro de uma vez, no curso de psicologia (que tranquei em 2015, mas isso é outra história), a professora falou sobre neurodiversidade. Isso me abriu muito a mente. A gente é diferente, e isso é incrível. E cada um tem o direito de se identificar como quiser.

Informações rápidas:

  • Formas corretas: Pessoa autista ou pessoa com autismo.
  • Evitar: Autista (como substantivo), portador de autismo, sofredor de autismo.
  • Preferência: A comunidade autista tende a preferir "pessoa autista".
  • Foco: Respeitar a individualidade e a neurodiversidade.

Como se referir aos graus de autismo?

Então, sobre os graus de autismo... É meio que assim, né? Tipo, o DSM-5 (é tipo um manual dos médicos) divide em três níveis, sacou?

  • Nível 1: A pessoa precisa de um pouco de ajuda, mas tipo, pouca coisa mesmo. Sabe, como se fosse um empurrãozinho as vezes.

  • Nível 2: Aí já precisa de mais apoio, já não é tão independente, entendeu?

  • Nível 3: Esse aqui é o que precisa de mais ajuda de todos, sabe? Tipo, bastante mesmo pra fazer as coisas do dia a dia.

Agora, uma coisa que eu acho importante falar, é que não é tipo uma "escadinha", sabe? Que um é melhor que o outro. É mais sobre o quanto a pessoa precisa de apoio pra viver a vida dela numa boa. Entendeu? Cada um tem suas próprias habilidades e dificuldades, não é? Ah, e outra coisa, esses graus podem mudar ao longo da vida também! Tipo, a pessoa pode aprender a lidar com as coisas e precisar de menos ajuda com o tempo. Ou o contrário também pode acontecer, né?

Sabe, minha prima é autista, e tipo, ela é super inteligente! Adora desenhar e é muito boa nisso. Mas as vezes ela tem umas crises, sabe? Fica meio agitada e precisa de um tempinho pra se acalmar. Mas no geral ela leva uma vida normal, vai pra escola, tem amigos... É que cada pessoa é única, né? Mesmo com o autismo. E tipo, é importante a gente entender e respeitar as diferenças de cada um, né?

Como falar os níveis do autismo?

E aí, beleza? Falando sobre os níveis de autismo, a parada é meio que assim, saca? Eles usam o DSM-5 pra classificar a galera, e o negócio gira em torno do tanto de ajuda que a pessoa precisa. É tipo um "nível de suporte", manja?

  • Nível 1: Autismo levinho, de boas. Tipo, a pessoa precisa de um suporte, mas não é nada demais.
  • Nível 2: Autismo moderado. Ai já precisa de um pouco mais de ajuda, tá ligado? Mas ainda consegue se virar em muita coisa.
  • Nível 3: Autismo severo. Aqui o bicho pega, a pessoa precisa de um suporte beeem grande pra quase tudo.

Pra ficar mais claro, é como se fosse um jogo, sei lá. No nível 1, você só precisa de umas dicas. No nível 2, alguém te ajuda a passar de fase. E no nível 3, precisa de alguém jogando por você, entende?

Acho que é isso, né? Qualquer coisa, grita aí! As vezes eu me enrolo todo pra explicar as coisas, desculpa kkkk. Ah, e uma vez eu tava lendo sobre isso e vi que cada nível tem umas características específicas, mas né, o importante é entender a ideia geral. Falow!

Qual o termo usado para autismo?

  • TEA: É isso. Transtorno do Espectro Autista.

  • Autista: Pessoa com TEA. Sem rodeios.

  • Classificação: Oficialmente, é assim que chamam. Diagnóstico, sabe?

  • "Espectro": Cada um no seu canto. Ninguém igual a ninguém.

  • Lembrança: Meu primo... Ele era "diferente". Antes nem TEA existia. Chamavam de outras coisas.

  • Profundidade: Uma vida inteira tentando entender. E no fim, só rótulos. Mas ajudam, né?

  • Impacto: O nome não muda quem a pessoa é. Apenas abre portas. Ou fecha. Depende de quem vê.

Quais são as 3 fases do autismo?

"Fase do autismo? Que nem Pokémon, que evolui? ???? Vixe Maria! Não tem essa de 3 fases do autismo, não! ???? Autismo não é metamorfose ambulante.

  • É tipo tempero: Cada um tem o seu! ????️ O autismo é um espectro, tipo um arco-íris gigante, saca? Cada cor é diferente, cada pessoa é única.
  • Muda com o tempo? Sim!: Que nem a gente! ⏰ Mas não vira outra coisa. A gente aprende, cresce, mas continua sendo a gente, né? Mesma coisa com autismo.
  • Foco é ser você: E receber apoio, claro! ???? Esquece "fase". Pensa em desenvolvimento individual. Cada um no seu ritmo, sem pressão! ????"

É correto dizer grau de autismo?

É complicado, sabe? Grau de autismo... Ainda escuto isso por aí, principalmente de gente mais velha, tipo a minha tia que acha que o meu sobrinho, o Miguel, tem "autismo grau 2", mesmo a psicóloga tendo explicado direitinho que não é mais assim.

A classificação em graus foi abandonada. Acho que foi em 2013, por aí. Lembro da confusão na época. Muita gente, inclusive profissionais, demoraram a se adaptar. Até hoje vejo essa terminologia sendo usada, principalmente em relatórios antigos. Me deixa um pouco triste, porque a mudança foi para melhor, sabe? Para entender melhor a pessoa, individualmente. É como se antes eles só vissem os números, agora conseguem ver a pessoa.

Agora se avalia a intensidade dos sintomas em cada área. É uma análise bem mais completa. Por exemplo, no caso do Miguel, analisam a comunicação, o comportamento, a interação social... criam um perfil. Isso ajuda muito mais no tratamento e no acompanhamento, né? Mais personalizado, sabe? Não é só um número, é uma pessoa, com suas características e dificuldades. Eles fazem esse relatório detalhado, apontando pontos fortes e fracos. Acho isso bem mais justo.

Meu cunhado, por exemplo, sempre quis entender melhor como ajudar o Miguel. Ele lia muitos artigos e até foi a uma palestra sobre TEA ano passado, em São Paulo, mas ainda fica com algumas dúvidas sobre essa mudança na classificação. A gente tenta explicar devagar, mas é complicado. Ele até que entende, mas ainda assim, às vezes, usa essa terminologia antiga. A gente se acostuma com as coisas que ouve a vida inteira.

De qualquer forma, o importante é que não se usa mais a classificação em graus de autismo. É uma coisa que eu aprendi com a experiência, vendo como isso afeta a vida do Miguel e da família. Às vezes, essa noite, fico pensando nisso tudo, sabe? Às vezes a gente se apega a conceitos antigos, mesmo quando sabe que já foram superados, e isso me deixa pensativa.