Qual campo de experiência entra a contação de história?
Qual a experiência necessária para contar histórias?
Contar histórias? Experiência? Olha, não existe fórmula mágica. Acho que a minha experiência começou cedo, tipo uns sete anos, inventando aventuras para os meus bonecos na minha casa em Santos. Criatividade? Sempre tive. Mas técnica? Isso veio com o tempo, lendo muito, observando como os outros faziam.
A BNCC… sei que fala sobre escuta, fala, imaginação, tudo interligado. Na prática? Vi isso funcionar numa oficina que dei em 2022 na escola municipal aqui perto, em São Paulo, pra crianças de 8 anos. Eles começaram tímidos, mas depois... uma explosão de criatividade! Foi incrível. Custou R$ 200,00 a hora aula, mas o valor foi insignificante perto do resultado.
A habilidade de comunicação... é tudo. Lembro-me que, numa apresentação em 2019 num evento literário em Paraty, falei sobre minhas histórias e, enquanto falava, percebi que estava a conectar-me com a audiência de forma quase mágica. Essa energia é algo único.
Interação, escuta... é saber ouvir o público. Senti isso claramente numa palestra que dei no Rio de Janeiro, no ano passado; a troca de energia era visível, a plateia respondia, participava...
Em resumo: prática, leitura, observação e… muito coração. A BNCC tá certa, a interação é fundamental.
Qual o campo de experiência para trabalhar brincadeiras?
A brincadeira encontra terreno fértil em todos os campos da BNCC na Educação Infantil. Mas alguns brilham mais:
O Eu, o Outro e o Nós: Aqui, a brincadeira vira palco para interações sociais, aprendendo a conviver e respeitar o próximo. Afinal, o riso compartilhado é uma linguagem universal.
Corpo, Gestos e Movimentos: Soltar o corpo, experimentar, coordenar... a brincadeira é pura expressão! Lembro de quando meu sobrinho aprendeu a pular corda, pura alegria e superação.
A ludicidade, essa faísca mágica, também acende os outros campos:
Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação: Contar histórias, inventar mundos... a brincadeira alimenta a criatividade e a comunicação.
Traços, Sons, Cores e Formas: Explorar materiais, criar arte... a brincadeira aguça os sentidos e a percepção estética.
Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações: Construir, organizar, comparar... a brincadeira ajuda a entender o mundo ao nosso redor.
Para turbinar a brincadeira, vale tudo: jogos digitais, cantigas de roda, pega-pega... o importante é deixar a imaginação voar! E, no fim das contas, a brincadeira é um jeito de aprender sem nem perceber, não é mesmo?
Quais os campos de experiência da educação infantil segundo a BNCC?
Ah, garoto(a)! Tá querendo saber onde a molecada se joga na creche, né? A BNCC (Base Nacional Comum Curricular), tipo o mapa do tesouro da educação infantil, manda a real: são 5 campos de experiência pra pirralhada se esbaldar. Se liga:
O eu, o outro e o nós: Imagina a criança descobrindo que não é a única rosquinha no pote. É tipo reality show, só que com fraldas e menos barraco (às vezes!). É aprender a dividir o balde de areia e a não morder o coleguinha (pelo menos, tentar!).
Corpo, gestos e movimentos: É a hora de virar mini-Neymar, bailarina do Bolshoi ou, simplesmente, o terror da vizinhança correndo atrás do pombo! Vale tudo: dançar, pular, se sujar de tinta e descobrir que o corpo faz um monte de coisa legal (e engraçada!).
Traços, sons, cores e formas: Picasso que se cuide! Aqui, a criança rabisca, canta, bate panela e descobre que o mundo é cheio de cores, sons e formas bizarras. É tipo show de rock, só que com mais glitter e menos gente bêbada (espero!).
Escuta, fala, pensamento e imaginação: A criança vira filósofo, contador de histórias e Sherlock Holmes mirim! É a hora de inventar mundos, perguntar por que o céu é azul e descobrir que a imaginação não tem limites (tipo a minha quando penso em ganhar na loteria!).
Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações: É a criança virando Indiana Jones e desvendando os mistérios do universo! Aprende a contar os brinquedos, a entender que o tempo passa (mesmo quando ela não quer ir pra casa) e que as coisas mudam (tipo a cor do cocô do bebê depois da papinha de beterraba!).
E pra fechar, tudo isso tá ligado aos 6 direitos de aprendizagem e desenvolvimento: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. Ou seja, a criança tem que ter o direito de ser criança, de se divertir, de aprender e de crescer feliz!
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