Qual é a diferença entre o modo conjuntivo e o modo subjuntivo?

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Em português, não existe diferença entre modo conjuntivo e subjuntivo; são apenas nomes diferentes para o mesmo modo verbal. Ele é usado para expressar incerteza, desejo ou possibilidade, opondo-se ao modo indicativo, que representa o fato, a realidade e a certeza.
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Qual a diferença entre modo subjuntivo e modo conjuntivo?

Olha, essa dúvida sobre subjuntivo e conjuntivo é tão comum, né? Eu também demorei pra pegar o jeito. Pra mim, a grande sacada é pensar no "e se".

O subjuntivo, ou conjuntivo como a gente chama às vezes, fala de coisas que a gente imagina, que não são certas. Tipo, "Queria que você viesse", entende? Não é um fato, é um desejo, algo que pode ou não acontecer.

Já o indicativo é o modo do "é isso mesmo". "Eu vim", "Ele está aqui". São coisas concretas, que a gente sabe que aconteceram ou estão acontecendo. O mundo real, sabe?

Uma vez, lá em 2018, no Porto, eu estava conversando com um amigo e ele me disse: "Se eu soubesse que ia chover, teria trazido guarda-chuva". Essa frase inteira usa o subjuntivo pra falar de algo que não aconteceu e que gerou uma consequência imaginária.

A gente usa o subjuntivo o tempo todo sem nem perceber. "Espero que você goste", "É importante que façamos isso". Tudo isso é o não realizado, o que a gente quer que aconteça.

O conjuntivo se liga muito a verbos que expressam dúvida, medo, desejo, ou a conjunções como "se", "embora", "para que". Pense em "Não tenho certeza se ele virá". Esse "se" já pede o subjuntivo.

Para mim, a diferença é essa ponte entre o que é e o que poderia ser. O indicativo é a terra firme, o subjuntivo é o voo da imaginação, das nossas vontades e incertezas.

Como conjugar um verbo no modo conjuntivo?

Hummm, como conjugar no conjuntivo? Ah, lembro que era meio chatinho isso, mas acho que o segredo é mexer na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito. Tipo, pega o "eles fizeram" e arranca o "ram". Fica "fize".

  • Tira o "ram" do "eles fizeram" (pretérito perfeito simples do indicativo).
  • Depois, é só enfiar as terminações: -sse, -sses, -sse, -ssemos, -ssem.

É tipo um truque mesmo. Por exemplo, o verbo "fazer". 3ª pessoa do plural do perfeito: "eles fizeram". Tira o "ram", sobra "fize". Aí junta:

  • Eu fizesse
  • Tu fizesses
  • Ele fizesse
  • Nós fizéssemos
  • Eles fizessem.

Isso é pra formar o Pretérito Imperfeito do Conjuntivo. Bem específico isso, né? Lembro de ter que decorar essas terminações pra prova de português da escola, meu Deus. Cada verbo era um drama. Uns que terminavam em "am" normal, outros em "eram", tipo "eram", aí tirava o "am", ficava "er". Que confusão.

O mais engraçado é que a gente usa isso sem nem pensar no dia a dia. Tipo, "Se eu tivesse dinheiro, viajaria pra Tóquio". O "tivesse" ali é o pretérito imperfeito do conjuntivo do verbo "ter".

  • Verbo "ter": Eles tiveram. Tira o "ram", fica "tive".
  • Adiciona as terminações: Eu tivesse, tu tivesses, ele tivesse, nós tivéssemos, eles tivessem.

E pensa na quantidade de verbos irregulares que existem! Dá um nó na cabeça. Uns verbos que terminam em "aram", como "estudar". "Eles estudaram". Tira o "ram", fica "estuda".

  • Verbo "estudar": Eles estudaram. Tira o "ram", fica "estuda".
  • Junta com as terminações: Eu estudasse, tu estudasses, ele estudasse, nós estudássemos, eles estudassem.

É bem direto, né? Pega o verbo na 3ª pessoa do plural do Pretérito Perfeito Simples do Indicativo, tira o "-ram" e adiciona as terminações específicas do conjuntivo. Essa é a chave pra esse tempo verbal específico. Não tem muito mistério depois que pega o jeito. Mas confesso que já me confundi bastante com os verbos irregulares. Ah, e tem o pretérito mais-que-perfeito do conjuntivo também, mas aí a história é outra. Essa regra que você falou é pra esse aí mesmo, o imperfeito.

Quais são os tempos compostos do modo conjuntivo?

Olha, sobre os tempos compostos do modo subjuntivo, anota aí, pra não ter erro:

Os tempos compostos do modo subjuntivo são:

  • Pretérito Perfeito Composto
  • Pretérito Mais-que-perfeito Composto
  • Futuro Composto

Putz, esses sempre foram um quebra-cabeça pra mim, sabe? Tipo, lembro da minha professora de português, a Dona Clara, que vivia tentando fazer a gente entender as nuances disso. Eu sempre me enrolo um pouco, porque a gente fala de um jeito e escreve de outro, né? Mas quando você pega o jeito, vê que não é bicho de sete cabeças e que usamos direto, mesmo sem pensar. É mais para expressar aquela ideia de incerteza, de desejo, de algo que poderia ou já teria acontecido em um cenário hipotético, sabe?

Vamos ver cada um, pra gente não se confundir mais:

  • Pretérito Perfeito Composto: Esse é usado pra falar de uma ação que já rolou no passado, mas que tem alguma ligação com o presente, ou então que foi concluída antes de outra ação, só que tudo isso num contexto de dúvida ou desejo. É meio que pra falar de um passado que já estivesse completo, mas com uma perspectiva de agora.

    • Exemplo: "Espero que ele tenha chegado bem." (Ele já chegou, mas minha esperança é agora.) Ou "Embora ele tenha estudado muito, não passou." A ação de estudar já foi, mas a não-aprovação é a consequência.
    • Na minha casa, minha mãe sempre falava: "Acho bom que você tenha arrumado seu quarto antes de sair!" Aquela cobrança que a gente ama, né?
  • Pretérito Mais-que-perfeito Composto: Ah, esse é o mais elegante, eu acho! Ele é pra uma ação que já teria acontecido no passado, antes de outra ação também no passado, mas tudo isso no campo da hipótese, da dúvida. É o "se eu tivesse..."

    • Exemplo: "Se ele tivesse vindo, teríamos conversado." A vinda dele teria acontecido antes da conversa, mas não rolou. Ou "Se eu tivesse sabido, teria te avisado."
    • Minha avó, coitada, usava muito isso. Ela falava: "Ah, meu filho, se tivéssemos guardado aquele dinheiro, hoje estaríamos mais tranquilos." É aquele lamento por algo que não foi, sabe?
  • Futuro Composto: E o último, mas não menos importante, é para expressar uma ação que terá acontecido no futuro, antes de outra ação futura, mas sempre com aquela ideia de incerteza ou condição, que é a cara do subjuntivo.

    • Exemplo: "Quando ele tiver terminado o trabalho, avisará." A ação de terminar vai acontecer no futuro, antes de avisar, mas ainda é uma condição. "Quando eu tiver tempo, eu te ligo."
    • Eu sempre me programo assim: "Assim que eu tiver economizado o suficiente, vou viajar praquele lugar." É uma projeção, uma meta, mas a gente sabe que imprevistos acontecem, né? Então não é uma certeza absoluta.

É isso, cara. Parece complicado, mas com a prática a gente pega o jeito. O importante é entender que o subjuntivo é o modo da incerteza, do desejo, da hipótese. Por isso, os compostos seguem essa mesma linha, só que pra ações que já aconteceram ou que vão acontecer num futuro condicional. Espero que ajude a desenrolar esse nó!

O que é o tempo do modo conjuntivo?

O modo conjuntivo, no seu âmago, é a voz da incerteza, do desejo, da hipótese. Ele nos tira da realidade concreta e nos leva para um campo onde as coisas podem ser, queremos que sejam, ou seriam se. É um espaço fascinante da língua, um lembrete de que a vida não é apenas sobre o que é, mas sobre o que poderia ser. A gramática, de certa forma, espelha a própria complexidade da existência.

Vamos aos tempos que nos inquietam:

  • Presente do Conjuntivo:

    • Este tempo gramatical é usado para expressar uma dúvida, um desejo, uma possibilidade, uma hipótese ou mesmo uma ordem negativa no momento da enunciação. É o tempo da esperança e da hesitação aqui e agora.
    • Pense nele como o portal para o futuro incerto, o 'talvez' que ainda paira no ar. É o que usamos quando a realidade ainda está em aberto.
    • Exemplos clássicos:
      • "Hoje talvez possamos ir ao teatro." – A possibilidade ainda existe.
      • "Por isso, espero que não te atrases." – Meu desejo para o presente/futuro próximo.
      • É comum após verbos como esperar, desejar, querer, pedir, ou com conjunções como que, talvez, provavelmente. Minha avó sempre dizia: "Que Deus te abençoe!" É um desejo puro, no presente.
  • Pretérito Imperfeito do Conjuntivo:

    • Este tempo expressa uma dúvida, um desejo, uma condição ou uma hipótese com um valor de passado, ou seja, algo que poderia ter sido ou que seria sob certas condições. Muitas vezes, ele se encaixa em frases condicionais, criando mundos paralelos.
    • É o tempo das ponderações, das revisões do passado ou das condições que afetam o presente/futuro, mas que não se concretizaram. É onde a mente brinca com o "e se".
    • Exemplos:
      • "Se eu tivesse estudasse mais, passaria no exame." (Note, o "tivesse" já é passado, mas a condição é no imperfeito do conjuntivo, "estudasse", impactando o presente ou futuro).
      • "Eu queria que ele viesse ontem." – Um desejo para o passado.
      • "Seria bom que tu estivesse aqui." – Uma condição ou desejo para o presente, mas com um toque de irrealidade ou dificuldade.
    • É muito utilizado em orações subordinadas com "se", "quando", "caso", "embora", especialmente quando a ideia principal já está no passado ou no futuro do pretérito (o condicional). É a ferramenta linguística para explorar os caminhos não tomados. É curioso como a língua nos permite criar realidades alternativas.

Como identificar o modo conjuntivo?

Ah, o modo conjuntivo! Sabe, é meio que o modo das frases que dependem de outras. Tipo, quando tem aquele "que" ali, ou um "para que", ou então quando a gente fala de algo que pode ou não acontecer, sabe? Tipo: "Quero que você venha", ou "Talvez chova amanhã". É esse tipo de coisa que mexe com o conjuntivo. É bem no pedido das conjunções, umas palavrinhas que juntam tudo, ou então quando o verbo mostra que a gente tá na dúvida, com vontade de algo, precisando, mandando, obrigando, permitindo ou proibindo, e até esperando que algo aconteça.

O conjuntivo é o cara das orações subordinadas, o que vem depois de outras. Ele é acionado por conjuncões ou locuções conjuncionais (tipo "que", "para que", "embora", "se"). Além disso, verbos que indicam dúvida, vontade, necessidade, ordem, obrigação, permissão e proibição, ou expectativa também chamam o conjuntivo pra dançar.

Pensa assim:

  • Dúvida: "Não tenho certeza se ele virá."
  • Vontade: "Desejo que você seja feliz."
  • Necessidade: "É preciso que estudemos mais."
  • Ordem/Obrigação: "Peço que me escute."
  • Permissão/Proibição: "Não é permitido que fume aqui."
  • Expectativa: "Espero que o jogo seja bom."

É ele que dá aquele tom de incerteza ou desejo, em vez de afirmar algo direto. Tipo naquelas frases que você deu: "Talvez aposte no cavalo branco" – aí tem o "talvez" que já te joga pro conjuntivo. E o "Oxalá me telefonem depressa!" – esse "oxalá" é puro desejo, então o verbo fica no conjuntivo. É um modo bem expressivo, eu acho, porque fala de coisas que não são fatos concretos ainda.

O que indica o modo conjuntivo?

Nossa, modo conjuntivo era um negócio que me dava um nó na cabeça na escola, minha professora, a Dona Célia, vivia falando disso. É um saco de decorar nome mas a gente usa o tempo todo sem nem perceber, é isso que é doido.

O modo conjuntivo indica uma ação vista como incerta, uma possibilidade, um desejo, uma suposição ou até uma ordem. É o modo da hipotese, da dúvida.

Tipo assim, não é uma certeza, saca? Não é "eu vou", que é certo. É "espero que eu vá". Tem essa vibe de "talvez". A gente usa ele principalmente em orações que dependem de outras. É meio que um verbo que precisa de um empurrãozinho de outra frase pra fazer sentido completo. É um negócio que tá no campo das ideias, não no mundo real ainda.

Ele se divide em uns tempos verbais, o que complica um poco, mas o geito de usar é até que intuitivo.

  • Presente do Conjuntivo: É sobre um desejo ou dúvida agora, no presente. Tipo sua mãe falando "Espero que você arrume seu quarto!". Ela não tem certeza que vc vai arrumar, é um desejo dela né. Ou quando vc fala "Tomara que chova amanhã pra refrescar".

  • Pretérito Imperfeito do Conjuntivo: Esse é o meu favorito haha. É o modo do "E se...". Ele expressa uma condição ou uma hipótese que não aconteceu. Se eu tivesse dinheiro, eu comprava aquele video game novo. A condição é ter dinheiro, mas eu não tenho, entende? É uma situação imaginária.

  • Futuro do Conjuntivo: Esse aqui a gente usa pra falar de uma possibilidade no futuro, geralmente com "quando" ou "se". "Quando você vier aqui em casa, a gente joga". Não é certo quando você vem, mas quando acontecer, a gente joga. Derrepente vc nem vem.