Qual é a média para entrar em Relações Internacionais?
Qual a média de notas para ingressar em Relações Internacionais em universidades?
Olha, essa coisa de média para entrar em Relações Internacionais... complicado, né? Vi uns dados de 2022, aparecia uma média de 171,2 na nota de candidatura, 173,1 nas provas de ingresso e 169,4 no secundário. Mas isso é só uma amostra, e varia muito de universidade pra universidade. A minha prima tentou em Lisboa, ano passado, precisou de quase 175. Ela estudou que nem uma doida, gastou uma fortuna em apostilas, e quase teve um treco!
Em Coimbra, conversei com um amigo que entrou com menos, 168. Acho que depende muito do ano, da concorrência e do quão afiado tá o pessoal. É uma loucura, essa pressão toda... Acho que o site da DGE (www.dges.gov.pt) tem mais informações, dá uma olhada lá, eles costumam atualizar. Mas fiquem espertos, a vida não é só média!
Informações curtas e concisas:
- Média de ingresso RI (2022): Variável, em torno de 170.
- Fatores influentes: Concorrência, universidade, ano.
- Fonte de dados: DGE (www.dges.gov.pt).
Quais são as disciplinas de relações internacionais?
Relações Internacionais: Disciplinas-chave.
Geopolítica: A base. Entenda o jogo de poder global. Meu foco: A influência da China na América Latina.
Direito Internacional: As regras do jogo. Tratados, leis, jurisdição. Especialidade: Direito do Mar, tendo trabalhado em um caso específico em 2023 envolvendo pesca ilegal.
Economia Internacional: Fluxo de capitais e comércio. Análise de impacto da guerra na Ucrânia na economia global – 2023.
Política Externa: Ações de um país no palco mundial. Observação de estratégias de países em momentos de crise.
Organismos Internacionais: ONU, FMI, etc. Funções e dinâmicas. Participação em projeto de análise da eficácia da ONU em crises humanitárias - 2023.
Outras áreas importantes:
- Ciência Política: Fundamentos teóricos.
- Comércio Internacional: Acordos e negociações.
- Direitos Humanos: Normas e práticas.
- Relações Internacionais da América Latina: Especificidades regionais.
Note: A grade curricular varia de acordo com a instituição. Essas são as áreas mais comuns e relevantes. A minha experiência profissional está focada em Geopolítica e Direito Internacional, mas tenho conhecimento abrangente nas outras áreas.
O que faz um licenciado em relações internacionais?
Relações Internacionais: Poder nos bastidores.
- Diplomacia: Negociação, influência. Bastidores do poder.
- Organizações: ONU, OMC. Jogo de xadrez global.
- Empresas: Expansão, risco. Mercado selvagem.
- Estado: Estratégia, espionagem. Guerra fria moderna.
Formei-me e vi colegas enveredarem por caminhos obscuros. Alguns enriqueceram; outros, desapareceram. É um mundo sem escrúpulos.
Não recomendo.
Que saídas têm relações internacionais?
A tarde se esgueirava pela janela, pintando o meu caderno de tons de laranja e dourado. Lembro daquela caneta, azul-escura, quase preta, escrevendo sobre as possibilidades, um futuro nebuloso, mas palpável, como o cheiro de chuva na terra seca. Relações Internacionais, a palavra ecoava, um mantra silencioso no meu peito, pesado e promissor ao mesmo tempo.
As opções se apresentavam como um jardim secreto, cheio de caminhos sinuosos: a carreira diplomática, tão formal e distante, mas com o fascínio de representar algo maior; ou as organizações internacionais, um universo de siglas e encontros em salões suntuosos, com a expectativa de mudanças globais – a ONU, a União Europeia, tudo um mistério a ser desvendado; o impacto das empresas multinacionais, a busca pelo lucro encontrando-se com a política internacional, uma selva de competição e alianças.
A burocracia da administração pública, ainda que me parecesse enfadonha, oferecia estabilidade, a possibilidade de influenciar políticas de dentro do sistema, um poder discreto, mas concreto. Em contraste, a comunicação social me atraía pelo dinamismo, a possibilidade de dar voz a outras vozes, de criar pontes entre mundos distantes, mas tão próximos.
A pesquisa acadêmica, um caminho solitário, mas recompensador, a busca incansável pela verdade entre livros e artigos. E a consultoria, sempre em movimento, adaptando-se às necessidades de cada cliente, um desafio constante em ambientes diversificados. Até mesmo a banca, fria e calculista à primeira vista, se apresentava como um cenário possível, onde a análise financeira se conecta à conjuntura global.
A Universidade Portucalense, em 2024, com sua licenciatura em Relações Internacionais, representava o portal para todas essas possibilidades. Um caminho específico, porém repleto de bifurcações; aquele lugar onde a decisão se impunha, um nó na garganta, um pressentimento de mudanças iminentes. Era a hora de escolher. Um momento decisivo.
Para que serve um curso de relações internacionais?
Relações Internacionais: Para quê?
- Análise global: Entender o mundo. Só isso.
- Atuar: Tentar mudar algo. Quase sempre em vão.
- Melhorar entendimento: Utopia. Mas tentamos.
- Agentes: Países, empresas, pessoas. Todos jogam.
- Áreas: Política, economia, cultura, comércio. O cardápio do caos.
O mundo é uma peça. Cada um tem um papel. Alguns mais importantes que outros. Mas no fim, todos são substituíveis. O palco continua. Eu preferia estar nos bastidores.
Quais são as saídas para o curso de Relações Internacionais?
Relações Internacionais... nossa, tantas coisas que podem ser feitas!
Diplomacia, primeiro que me vem à cabeça. Tipo, trabalhar no Itamaraty, viajando o mundo, sabe? Mas deve ser puxado, imagine a burocracia... Meu primo tentou o concurso ano passado, 2024, e caiu na primeira fase. Ele ficou bem chateado, mas disse que a concorrência é monstra.
Depois, tem a área de consultoria. Empresas privadas, ONGs... Seria legal, aconselhando empresas em negócios internacionais. Mas preciso aprender mais sobre análise de risco, né? Estou pensando em fazer um curso online de economia internacional em breve, para me dar uma base melhor.
Pesquisa também me chama atenção. Imagina, escrever artigos, livros... sobre política internacional! Poderia focar na geopolítica da Ásia, sempre gostei muito do Japão, da cultura, etc. Mas exige mestrado, doutorado... Será que eu teria paciência? Acho que não sei lidar bem com a pressão da academia.
Ah, e tem a análise política. Trabalhar em alguma assessoria, talvez? Preciso pensar em qual área me especializar. Direito internacional? Política comparada? Estou tão indecisa...
- Lista de coisas que preciso fazer:
- Procurar cursos online de economia e direito internacional.
- Ler mais sobre diferentes áreas de atuação.
- Conversar com profissionais da área.
- Começar a pensar na pós-graduação.
Ai, tanta coisa na cabeça! Preciso organizar minhas ideias... Que trabalheira essa vida adulta, né? Mas, vamos em frente!
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