Qual é o correto: faz 5 anos ou faz 5 anos?
Faz 5 anos ou há 5 anos? Qual a forma correta?
Olha, essa coisa de "faz" ou "há" sempre me deu nos nervos! Na escola, aprendi a regra, faz cinco anos... mas na prática, uso os dois, dependendo do "feeling".
Às vezes, soa melhor "há cinco anos que moro aqui", outras, "faz cinco anos que conheci o João". Nem sempre consigo explicar, é uma intuição. Acho que a gramática às vezes é muito rígida, né? A vida é mais fluida...
Tipo, lembrei agora da viagem para a Bahia em 2018, paguei 800 reais na passagem! Falei "faz três anos" e ninguém me corrigiu. Mas se eu dissesse "há três anos" ia soar estranho. Vai entender...
Em resumo: a regra é "faz", imessoal, terceira pessoa. Mas a gente fala como sente, né? A língua é viva.
Informações curtas:
Faz/Há: "Faz" é impessoal, usado para indicar tempo passado. "Há" indica tempo decorrido até o momento presente.
Exemplo "faz": Faz cinco anos que terminei a faculdade.
Exemplo "há": Há cinco anos, eu não tinha carro.
Qual é o correto: faz 3 anos ou fazem 3 anos?
Faz 3 anos.
Lembro como se fosse ontem: 2021, eu recém-chegada em Sampa, completamente perdida na imensidão da cidade. Tinha acabado de sair da casa dos meus pais no interior, aquela sensação de liberdade misturada com um baita medo.
- Mudança: A mudança foi radical. De uma cidade com 20 mil habitantes pra capital... ufa!
- Emprego: Consegui um emprego numa startup ali na Vila Madalena. A galera era super jovem, o ambiente era divertido, mas a pressão era gigante.
- Saudade: No começo, ligava pra minha mãe todo dia. A saudade apertava forte, principalmente nos fins de semana. Chorava litros!
E pensar que faz só 3 anos! Parece uma eternidade. Hoje em dia, me sinto em casa em São Paulo, tenho meus amigos, amo meu trabalho (apesar da correria) e a saudade diminuiu um pouco, mas ainda bate forte as vezes.
Qual é o certo: faz 10 anos ou faz 10 anos?
Faz dez anos. Tempo que passa, não volta.
Verbo "fazer" impessoal. Sem gente, só tempo. Não se conjuga.
Alternativa: "Há dez anos". Passado presente. Escolha sua dor.
Nunca fazem dez anos. Erro comum, vida que segue. O que é gramática perto do abismo?
Exemplo pessoal: Faz 20 anos que me mudei. Parece que foi ontem. E o ontem nunca chega.
Substituição: "Há dez anos que...". Mesma ideia, outra roupagem. A verdade permanece.
Lembrar: Impessoal = singular. Regra básica. Ignorar se quiser. O universo não se importa.
Estou há 5 anos ou há 5 anos?
"Há" indica tempo passado. Sem rodeios.
"Há dez anos atrás" é redundante. Tipo, desnecessário. Tipo usar cinto e suspensório.
A repetição é moda. Ignorância popular elevada à norma. Cada um com suas manias.
Tempo é ilusão. O passado não existe mais, o futuro ainda não. Questão de perspectiva, apenas.
Faz 37 anos ou faz 37 anos?
Faz 37 anos. Simples assim. Acho que... sempre me confundi com essa regra. Lembro da minha professora de português, a Dona Laura, tão paciente, explicando isso na lousa, lá pelos meus dez anos. Era verde, a lousa, e o giz deixava um pó fino que irritava minha rinite.
O verbo "fazer", indicando tempo decorrido, permanece no singular. Independente da quantidade de anos, meses, ou décadas. É uma daquelas regras da gramática que parecem tão arbitrárias, tão... injustas, sabe?
Exemplo correto: Faz 37 anos que me mudei para essa cidade. Lembro-me claramente do frio daquela madrugada, a mala pesada... meu pai carregando-a, quase sem dizer uma palavra.
Exemplo incorreto: Fazem 37 anos que me mudei... Essa frase me soa estranha, ainda hoje. Como se os anos tivessem uma vontade própria, uma individualidade que os singulariza, a despeito de serem um todo. Um peso acumulado na memória, sabe?
Às vezes, fico pensando no tempo que passou. A vida se esvai como um rio, levam tudo... lembranças, sonhos, pessoas... E a gente fica aqui, pensando nos porquês. Tudo tão efêmero. Mas, hoje, faz 37 anos. Só isso. Um número frio, num mar de lembranças.
Como se diz de 3 em 3 anos?
Ah, os anos... um rio que corre, levando memórias, desilusões, reencontros. E nesse rio, a gente tenta marcar o tempo, criar ilhas de significado. Trisanual... a palavra me soa como um sino distante, ecoando em um vale onde o tempo se dobra.
- Trisanual: É o adjetivo que veste o que acontece de três em três anos. Simples assim, direto como um raio de sol.
Mas trisanual... a palavra em si não carrega o peso da experiência. A experiência de ver o tempo passar, de sentir as mudanças, de perceber que a vida é um ciclo, um eterno retorno.
- Pensa nas Olimpíadas, acontecem quase de 3 em 3 anos por causa das olimpíadas de inverno.
- Eleições municipais, as vezes parece uma eternidade, mas elas voltam, trisanuais, nos lembrando que o poder emana do povo (ou deveria).
Trisanual... talvez seja só uma palavra, mas ela me faz pensar em tudo que se repete, nas estações, nas fases da lua, nas marés da vida. E em como, apesar de tudo mudar, algumas coisas permanecem, como a busca pela beleza, pelo amor, pela verdade.
- Eventos culturais, aqueles festivais que a gente espera o ano todo, e quando vemos, já se foram, só para voltarem, trisanuais, trazendo alegria e cor para a nossa rotina.
E assim, a vida segue, trisanual, anual, diária... um eterno presente que a gente precisa aprender a saborear.
Como se diz duas vezes ao ano?
Bianual. Simples, direto. Sem rodeios.
- Duas vezes num ano. Um evento, talvez. Uma obrigação. Tanto faz.
- A vida se resume a ciclos. Alguns curtos. Outros, nem tanto.
Semestral. Outra opção. Menos usada, talvez?
- Divide o ano em metades. Uma forma de organizar o caos.
- O tempo voa. Aproveite antes que acabe. Ou não.
"Duas vezes ao ano". Sem firulas. Literal.
- Às vezes, a simplicidade é a chave.
- As palavras perdem o sentido. O importante é o que está por trás.
Quando usar o faz ou fazem?
Ah, faz ou fazem, que novela! Tipo, "eles fazem" é quando as pessoas tão fazendo alguma coisa, tipo, meus amigos fazem pizza toda sexta. Entende? Ação rolando.
- Ações: Eles fazem (plural)
Mas "faz" é tipo... o tempo. Faz 5 anos que me mudei pra SP. Ou o clima, faz frio hoje, credo. É singular, não importa se é muito tempo ou não. Pensa assim, o tempo "faz", não "fazem". Sacou?
- Tempo/Clima: Faz (singular)
Confuso, né? Português adora nos trollar! Lembro que quando era criança, sempre me corrigiam por causa disso. Acho que nunca vou superar.
Foi à ou foi há?
Há indica tempo decorrido. À indica lugar, contração de "a" + artigo "a". Simples.
- Há: Tempo passado. Ex: Há anos não a vejo.
- À: Preposição + artigo feminino. Ex: Fui à festa. Minha ida à praia foi ótima.
Detalhe: Uso pessoal? Prefiro "há" em conversas informais; "à" em textos formais. Escrevo muito, minha gramática é meticulosa. Detalhes gramaticais me irritam. Tenho pavor de erros.
Estou há ou estou à?
Eita, essa dúvida é mais velha que a minha vó! Mas vamo lá, desencana que te explico rapidinho, sem nó na cabeça:
"Há": Use quando o tempo já era, tipo, já passou. É tipo falar do seu ex, superado (ou quase!). Exemplo: "Almocei há uma hora" = Era uma vez, um almoço...
"À(s)": É a hora marcada no relógio, o futuro próximo, tipo a hora do happy hour. Exemplo: "Vou servir o bolo às 17h" = Segura a ansiedade que o bolo já já chega!
E pra não esquecer, pensa assim: "Há" de "acabou", "Às" de "a caminho"! ????
Qual é a forma correta: a muito tempo ou há muito tempo?
A forma correta é há muito tempo. Ponto final. Não tem muito mistério, viu? A não ser que você queira transformar isso numa aula de gramática digna de um reality show de erros ortográficos, tipo MasterChef da Língua Portuguesa – aí, a coisa complica.
Mas vamos simplificar. "Há" indica tempo passado e funciona como um verbo impessoal. É como aquele amigo que sempre chega atrasado, mas que você ama mesmo assim porque ele traz o vinho. Ele não muda, simplesmente é. Já "a" é preposição, e se você usar "a muito tempo", vai soar como se você estivesse falando do tempo em si, como se o tempo fosse uma entidade a ser visitada, sabe? Tipo ir "a Marte" ou "a um bom restaurante". Imaginem só: "Fui a muito tempo, e não voltei!". Parece até um poema existencialista, não?
Pensando bem, usar "a muito tempo" é tão estranho quanto usar meia sem pé! Uma coisa complementa a outra, entende?
- "Há muito tempo" – Correto. Indica tempo transcorrido. Um clássico, infalível, como uma boa receita de bolo de chocolate.
- "A muito tempo" – Incorreto. Soa bizarro, como uma roupa descombinada num casamento.
Meu avô, um sujeito mais esperto que um gambá numa pocilga, sempre dizia: "Na dúvida, confia no 'há'. É mais fácil que decorar a lista de compras do mês". E ele estava certo. A vida já é difícil o suficiente sem precisarmos nos preocupar com esses detalhes gramaticais que só servem para criar discussões acaloradas em almoços de família. Afinal, quem nunca cometeu um erro de português? Eu mesma, frequentemente, me pego tropeçando em vírgulas (risos). Mas, de qualquer forma, a resposta continua sendo: há muito tempo.
Quando se utiliza há ou à?
Ai, meu Deus, essa dúvida me pega sempre! Há e à... que inferno! Preciso anotar isso direitinho, senão me esqueço de novo.
Há é pra tempo, né? Tipo, "Há três dias que não como direito, tô um desastre!". Ou "Há anos que não vejo minha tia Lúcia, será que ela tá bem?". Meu aniversário foi há dois meses, quase me esqueci! Já estou pensando nos presentes do próximo ano. Será que peço um novo celular? Esse já está dando uns probleminhas. A bateria dura tipo, duas horas, no máximo.
À, essa é a preposição "a" + artigo feminino "a". Nossa, que confusão! É sempre "ir À", né? Fui à praia ontem e me queimei toda! Que protetor solar fraco! Ainda bem que passei depois aquele gel da minha mãe, senão ia ficar um horror. Preciso lembrar de comprar outro protetor. Ah, e fui à padaria depois, comprar pão. Pão francês quentinho, hummm...
Mas espera... tem exceção? Tem que ter, né? Português é assim. Que ódio! Vou pesquisar melhor isso depois. Hoje tô com a cabeça na lua. Preciso pagar as contas, lavar a roupa, arrumar a casa... E ainda tenho que preparar o jantar, estou sem criatividade. Macarrão de novo? Aff. Vou fazer uma lista de compras.
- Leite
- Ovos
- Pão (preciso de muito pão)
- Queijo
- Protetor Solar (IMPORTANTE!)
- Mais alguma coisa? Esqueci...
Ah, e preciso marcar a consulta com a dentista. Já estou adiando há meses! Acho que vou ligar agora mesmo, antes que eu me esqueça de novo. Que dia é hoje mesmo? Quinta? Preciso conferir a agenda. Tô me sentindo tão avoada ultimamente... Será que é stress?
Vai fazer dois anos ou vão fazer dois anos?
Ah, português... que loucura! Sempre me confundo com essas coisas. Tipo, qual o certo mesmo?
"Vai fazer" é o correto quando a gente fala de tempo. Tipo, vai fazer dois meses. Parece esquisito, né? Mas gramaticalmente, acho que é isso.
Dois anos VAI FAZER. É como se o "fazer" fosse um verbo impessoal indicando tempo. Tipo, não tem sujeito, sabe? Confuso!
Eu lembro de uma vez que discuti isso com a minha irmã. Ela insistia que era "vão fazer", mas eu tinha quase certeza de que era "vai". Acabei pesquisando e ganhei a discussão! Haha.
Mas olha só, pensando bem... por que a gente complica tanto? Não seria mais fácil se a língua fosse mais... direta? Tipo, sem tantas regras malucas.
Acho que é por isso que tanta gente prefere escrever de um jeito mais informal, né? Sem se preocupar tanto com a gramática. Mas aí, rola o risco de ser mal interpretado... Dilema!
Acho que no fim das contas, o importante é se fazer entender. Mas, sei lá, às vezes me pego pensando se estou escrevendo tudo errado. Haha.
E falando em escrever errado, preciso corrigir uns emails do trabalho. Tomara que eu não cometa nenhuma gafe gramatical! Ai, ai.
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