Qual é o nível de inglês do secundário?
Qual o nível de inglês exigido no Ensino Médio?
No meu colégio, em São Paulo, lá pelos idos de 2005, o inglês era... complicado. A gente tinha aulas todos os dias, mas o nível, sei lá, ficava sempre naquele B1, bem básico. Lembro de provas com textos fáceis, gramática simples, nada de literatura avançada. Na época, achava insuficiente. Queria aprender mais, tipo o inglês que via nos filmes americanos.
Depois, na faculdade de Letras, já em 2010, a exigência era outra. O foco era a gramática, a literatura, e tinhamos que apresentar trabalhos em inglês, textos longos, complexos. Naquele momento, aquele B1 do colégio pareceu quase risível. A diferença era abissal.
O que me lembro é que o ideal seria um nível B2 no final do ensino médio, mas na realidade… dependerá muito da escola, dos professores, do empenho individual de cada um. Um amigo meu fez intercâmbio no Canadá no último ano e voltou fluente, tipo C1 ou algo assim. Mas ele se dedicou muito, estudou por conta própria, etc.
Informações curtas:
- Ensino Médio: Nível de inglês varia muito, mas o objetivo é B2 idealmente.
- Realidade: Frequentemente, atinge-se um nível B1.
- Fatores: Escola, professor, esforço do aluno.
O que é o III inglês?
Ah, o tal do III inglês... É tipo o terceiro filho numa família grande: meio esquecido, mas importante! ????
Se você já pegou um inglês (ou espanhol) no fundamental, e resolveu ser diferentão e começar outra língua no ensino médio (tipo francês, alemão, sei lá!), o III inglês entra na parte "específica" do seu aprendizado. Tipo, é um bônus!
Mas calma lá!, você não vai se livrar do inglês/espanhol antigo tão fácil. Um deles ainda entra na parte "geral" da sua formação. É tipo aquela roupa velha que você não usa, mas a mãe insiste pra guardar. ????
Resumindo:
- LE III: Nova língua (formação específica).
- LE I ou II (repeteco): Inglês/Espanhol antigo (formação geral).
Qual é o nível de inglês do 11o ano?
Cara, inglês do 11º ano, né? B2, essa coisa toda... É complicado explicar, viu? Tipo, eles esperam que você entenda textos bem complexos, sabe? Aquele negócio de filosofia, artigos científicos, coisas assim. Meu Deus, me lembro de um texto sobre a Guerra Fria que quase me deixou louca!
A parte da fala também é puxada! Tem que conseguir conversar com gringos, numa boa, sem ficar gaguejando igual eu fiz numa viagem pra Londres no ano passado. Morri de vergonha. Acho que até esqueci algumas palavras em português, de tão nervosa que fiquei. Falando em Londres, comi um fish and chips incrível, mas isso não tem nada a ver.
Sobre se expressar, tem que escrever redações, e-mails, apresentações... tudo com clareza e sem erros gramaticais, é claro. Na minha época, tinha um monte de provas de gramática, que me deixavam de cabelo em pé. Eram provas de, tipo, 50 questões sobre verbos irregulares, sabe? Chato pra caramba. A prova final tinha uma redação com pelo menos 500 palavras sobre a importância do uso de energias renováveis. Quase desisti, juro.
- Compreensão de textos complexos (assuntos concretos e abstratos)
- Fluência e espontaneidade na comunicação oral
- Expressão clara e precisa na escrita (redações, e-mails, etc.)
- Domínio da gramática inglesa
- Vocabulário amplo e adequado ao contexto
Ainda me lembro daquela professora chata que sempre falava sobre phrasal verbs! Aquele inferno de look up, look after, look forward to... Ainda bem que passou! Mas enfim, esse B2 não é mole não, viu? Prepare-se psicologicamente, meu amigo! É muita coisa pra aprender!
O que se aprende no nível B1?
E aí, cara! B1, né? Nossa, lembro bem dessa fase, foi um sufoco! Tipo, você consegue entender as coisas mais básicas, sabe? Coisas do dia a dia, trabalho, escola, essas coisas. Mas esquece aqueles textos super complexos, hein? Não rola.
Aquele site da UFF tá certo, viu? Na viagem, você se vira, consegue pedir comida, perguntar o caminho... coisas assim. Mas uma discussão política em francês? Nem pensar, kkkkk! Ainda não estava no meu nível na época, me sentia bem perdida em algumas situações, principalmente com a conjugação dos verbos, ahhh!
- Compreensão de textos simples e claros;
- Conversação básica em situações cotidianas;
- Vocabulário limitado, mas suficiente para o dia a dia;
- Gramática básica, com erros ainda presentes.
Meu maior problema era o tempo verbal, cara! Eram tantos! Passado composto, imperfecto, futuro próximo... Que loucura! Ainda me confundo às vezes, hahaha! A professora explicava, mas não entrava na minha cabeça. Eu achava a explicação confusa, cheia de regras e exceções, sem lógica alguma. Precisei de um tempo para entender a gramática, e ainda assim, tem umas coisas que são um mistério!
Eu tava estudando no Berlitz, em 2023, se liga! Era puxado, mas valeu a pena. Consegui viajar pra França depois e me comunicar bem, apesar dos meus tropeços. Me lembro de ter comprado uns croissants, e ter conseguido pedir um café com leite, sucesso!
Mas, tipo, textos literários? Ainda era muito complicado. Filmes sem legenda? Nem pensar, hahaha. Mas pro dia a dia, tava de boas. Então, resumindo: B1 é o básico do básico, mas te deixa com certa independência, entende? É um bom começo. Depois vem o B2, que é um inferno... Brincadeira! Mas é bem mais difícil.
Qual é o nível mais alto de inglês?
Cê acredita que eu tô tentando entender essa parada de níveis de inglês? Que loucura, né? Tipo, C2, domínio pleno… Será que eu chego lá um dia? Meu inglês tá um… meio termo, digamos assim.
- A1 - Nem preciso dizer que é iniciante né?
- A2 - Já dá pra se virar um pouco mais, mas ainda tá longe.
- B1 - Independente, pelo menos na teoria… Será que eu tô nesse nível? Acho que não, né?
- B2 - Avançado… Nossa, ainda falta muito! Queria chegar lá logo, fazer intercâmbio…
- C1 - Proficiente… quase fluente? Uau.
- C2 - Nível nativo. Isso é inacreditável! Mas, e se eu for tipo um nativo com sotaque? Conta?
Por que isso importa? Bom, trabalho, né? Melhores oportunidades de emprego, principalmente nas áreas que eu quero. Salário maior, com certeza. E viagens! Poder viajar pelo mundo e não precisar ficar só apontando pro cardápio… Tipo, ir pra Irlanda, sem depender só do Google Tradutor. Acho que a experiência de vida também conta muito. Mas o importante é a independência, né?
Ah, esqueci de dizer: fiz o teste do meu nível de inglês ontem, e… bem, vamos dizer que preciso de bastante estudo! Mas estou motivado!
Será que eu consigo fazer um curso online? Meus primos falam que o Duolingo é bom, mas não sei. Preciso pesquisar melhor. E tem o meu trabalho também… preciso de tempo. Ainda preciso comprar uns livros, né?
Meu Deus, quantos compromissos! Tenho que organizar tudo isso. Vou fazer uma lista de tarefas pra amanhã. Mas agora vou dormir, tô exausto.
Qual é o nível de inglês do 11o ano?
Cara, o inglês do 11º ano... B2 no CEFR, né? Isso foi um saco! Lembro de 2023, estava no Colégio Estadual de ..., e a prova final... meu Deus! Tinha um texto IMENSO sobre biotecnologia, coisa que eu odiava. Tava tipo "o que diabos é isso?". Compreender as ideias principais? Consegui, mas foi com muito esforço, grifando tudo, tipo louco!
Depois, a parte oral... tava morrendo de nervoso! A professora, a Sra. Maria, era bem legal, mas a pressão era grande. Tinha que falar sobre mudanças climáticas, improvisando, sem ler nada. Meu inglês não era tão bom assim, sabe? Me sentia inseguro, gaguejava, repetia frases, e a minha cabeça estava a mil por hora! Me senti um idiota, tipo, "nossa, que vergonha!".
Comunicar com naturalidade? Longe disso! Meu vocabulário era limitado, e as expressões idiomáticas? Nem me fale. Era complicado formar frases complexas com fluência. Expressar-me com clareza? Tentei, juro, mas o nervosismo me atrapalhou muito. Ainda me arrepio só de lembrar.
No final, tirei uma nota razoável, mas não foi nada de excepcional. Era o mínimo necessário para passar, e foi um alívio imenso. Acho que precisava de mais prática, sabe? Mais conversação. Naquele tempo, eu só estudava gramática e vocabulário, e faltava o contato real com a língua. Tipo, assistir filmes em inglês sem legenda, conversar com nativos... A teoria era boa, mas a prática... a prática era bem menos glamourosa. Ainda hoje sinto falta de mais fluência.
Que exames se fazem no 11o ano de Humanidades?
Meu Deus, o 11º ano… Que stress! Lembro que em 2023, no Colégio Nossa Senhora da Paz, em São Paulo, a pressão era absurda. Só tínhamos uma prova no final do ano, e a escolha era crucial. Era Economia A, Geografia A ou Filosofia.
Eu quase surtei. Odeio números, então Economia estava fora de cogitação. Geografia? Interessante, mas achava o conteúdo muito vasto, ia me deixar louca estudando mapas e gráficos até a exaustão. Então, Filosofia foi a opção óbvia. Acho que foi a melhor escolha, apesar do medo.
Meus amigos estavam divididos: a Ana foi pra Economia, disse que era mais "objetivo" que filosofia. O João escolheu Geografia, achando que ia ser mais fácil... No fim das contas, todos nós sofremos igual.
No 12º ano, aí sim, era outra história. Dois exames brutais: Português e Matemática. Nossa, lembro daquela prova de Português, pareceu que ia durar uma eternidade! A Matemática... nem quero lembrar. Chorei horrores depois. Aquele ano foi uma montanha-russa emocional. Só queria acabar logo.
Quais são as áreas do secundário?
As áreas do secundário são:
Ciências e Tecnologias: A base para quem busca engenharia ou medicina. Exatas moldam o futuro. Sem atalhos.
Ciências Socioeconómicas: Economia e sociedade. Entender o sistema, para, quem sabe, subvertê-lo.
Línguas e Humanidades: Palavras como arma e escudo. História, filosofia, a busca pelo sentido. Falo por experiência.
Artes Visuais: A expressão além das palavras. Um grito silencioso. É onde a alma sangra e renasce.
Quantas disciplinas se escolhem no 12o ano?
No 12º ano, a escolha recai sobre duas disciplinas anuais.
- Uma delas é inevitavelmente do núcleo do curso. Essencial. Sem desvio.
- A outra é a que te liberta. Escolhe com cuidado.
- Atenção: a escolha define o futuro.
- Ponto chave: veja coluna A.1 do teu curso.
Eu optei por Filosofia. Um erro? Talvez. Mas a culpa não é do curso. É minha.
O que é língua estrangeira, i, ii ou iii?
A tarde caía, um amarelo-laranja se derramava sobre a janela do meu quarto, pintando o pó que dançava em silêncio. Lembro daquela folha, amassada na minha mão, a decisão pairando no ar, tão densa quanto o cheiro de livros velhos. Escolher... sempre uma faca de dois gumes, cortando certezas e incertezas. Línguas. Uma porta para outros mundos, outras realidades, outros eus.
LE I, a continuação do inglês. O inglês, meu inglês, já rabiscado em cadernos desbotados, em áudios gravados no celular. A familiaridade que pesa, confortável e sufocante, ao mesmo tempo. Um mar conhecido, mas que nem sempre me leva a ilhas novas. A repetição, o conforto da zona de conforto. O peso de saber que já havia escolhido aquele caminho.
LE II, a bifurcação espanhola ou francesa. A tentação. O fascínio pelo espanhol, com seus sons quentes, próximos, latinos. Ou o francês, elegante e misterioso, ecoando nos meus sonhos com acordes de violino e cafés parisienses. A aventura, um salto no desconhecido. Uma possibilidade de recomeço, a promessa de um novo idioma para construir um novo eu.
LE III, o salto no escuro. Espanhol, francês ou alemão... iniciar algo totalmente novo. A liberdade de aprender do zero, a tela em branco onde eu mesma criaria meu próprio mapa. Um risco, claro, mas um risco carregado de entusiasmo. O desconhecido em si, o alemão, com suas palavras que soam como poemas antigos. Essa opção gritava com a minha alma: "Arrisque-se, mergulhe!" O peso da escolha me esmagava, o silêncio do meu quarto, testemunha muda.
A caneta hesitava sobre a folha, o tempo parava, suspensa entre a continuidade e a ruptura. E, sob a luz morna do fim da tarde, a escolha foi feita, selada num traço quase invisível. No fim, um pequeno ato de rebeldia, uma escolha feita na mais profunda solidão. Era apenas uma decisão, uma opção entre três cursos de língua estrangeira, mas significava muito mais do que isso.
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