Qual o estado brasileiro que fala o português mais correto?

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Não existe um estado brasileiro que fale o português "mais correto". A ideia de um português superior é um mito. Todas as variações linguísticas são válidas e eficazes na comunicação dentro de suas comunidades. Especialistas como Marcos Bagno, da Universidade de Brasília, desmistificam a crença de que o Maranhão possuía tal distinção.
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Qual estado do Brasil tem o português mais correto e formal?

Ah, essa história de qual estado fala o português "mais certo"... Bobagem, né? Já ouvi tanto isso! Lembro de um amigo meu, o João, que jurava que o pessoal do Maranhão falava um português impecável. Acho que era por causa da fama de serem super cultos por lá.

Mas a real é que não existe um português "oficial" ou "superior". Cada canto do Brasil tem seu jeito de falar, suas gírias, seu sotaque... E tá tudo certo! É o que torna a língua tão rica, sabe?

Uma vez, em Recife, fiquei tentando imitar o sotaque deles, uma diversão danada. No fim, cada região usa a língua para se comunicar da forma que funciona melhor pra ela.

Qual é a linguagem mais certa do Brasil?

Qual a língua mais "certa" do Brasil? A pergunta em si já é um ataque de risada! Tipo perguntar qual a cor mais "certa" de elefante rosa.

Não existe uma língua "mais certa" no Brasil. A gente fala português, mas com sotaques que variam mais que as opções de recheio de um pastel. Do carioca maneiro ao gaúcho de fala arrastada, passando pelo mineiro que fala mais baixo que a voz do meu gato siamês.

  • Cada região, seu dialeto: É tipo um festival de variações, onde cada estado lança sua própria versão do português, com gírias e expressões únicas, algumas tão estranhas quanto encontrar um unicórnio no meu quintal.
  • O poder dita a "norma": Lembra daquela aula chata de gramática? A "língua certa" sempre foi a dos poderosos. Os caras que mandavam, os que escreviam os livros, os que davam as cartas (e as aulas!). Igual no colégio, o "certo" era o que o professor falava, mesmo que ele tivesse a mania de usar "onde" no lugar de "aonde" - meu professor de história era mestre nisso!
  • A ironia da história: O português, coitado, era considerado "errado" lá no tempo do Império Romano, porque era a língua do povo, o "dialeto vulgar". A elite romana torcia o nariz, igual minha tia quando vê meus amigos com piercings. Agora, ironicamente, é a língua oficial de um monte de países!

Em resumo: use a língua que quiser, desde que você se faça entender. Afinal, o importante é a comunicação, e não impressionar a gramática nazista. Minha avó, por exemplo, falava um português que só ela entendia, misturando sotaque baiano com gírias antigas, mas todo mundo amava a prosa dela, mesmo com seus "erros" gramaticais. É a prova viva de que a língua, como a vida, é muito mais que regras!