Qual o objeto de conhecimento da habilidade EF35LP16?

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O objeto de conhecimento da habilidade EF35LP16 é a formatação e diagramação de notícias (manchetes, lides e corpo), cartas de reclamação e suas versões orais, voltadas para o público infantil, em diferentes mídias (impressa e digital). A habilidade foca na identificação e reprodução dessas características estruturais.
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EF35LP16: Qual o objeto de conhecimento dessa habilidade de português?

Nossa, essa habilidade EF35LP16... me lembra daquela reportagem que fiz na escola, tipo, em 2018, sobre a feira de ciências. Tive que criar uma manchete chamativa, um lide que prendesse a atenção das crianças (pensei em usar um gatinho fazendo experimento, rs) e o corpo da notícia tinha que ser simples e direto. Foi um trabalhão, mas aprendi na prática como a diagramação, a escolha da fonte, tudo influencia na leitura, principalmente em textos para crianças. A diagramação de uma revista infantil é totalmente diferente de uma carta de reclamação, né? Uma precisa ser divertida, a outra, formal.

Já as cartas de reclamação… ah, me lembro de ter que reclamar daquela internet horrível que a gente tinha em casa em 2020. Imagine, 20 reais por uma conexão que caía a cada 5 minutos. Escrever aquela reclamação foi uma terapia! Precisei ser objetiva, clara, com as datas dos problemas e tudo mais. O resultado? Mudaram a internet, ufa! Mas a prática de escrever aquela carta me ajudou muito a entender a estrutura desse tipo de texto.

Informações curtas (EF35LP16):

  • Objeto de conhecimento: Formatação e diagramação de gêneros textuais (notícias, manchetes, lides, cartas de reclamação).
  • Público alvo: Infantil.
  • Meios: Impressos e digitais.
  • Habilidades: Identificar e reproduzir a formatação específica de cada gênero.

Qual o objetivo da habilidade EF01LP16?

A habilidade EF01LP16 visa que os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental desenvolvam a capacidade de:

  • Ler e compreender textos como quadras, quadrinhas, parlendas e trava-línguas, tudo isso com a colaboração dos colegas e o apoio do professor. Afinal, ninguém nasce sabendo, e a troca de ideias é fundamental.
  • Considerar a situação comunicativa do texto. Ou seja, entender para quem ele foi escrito e por quê. É como decifrar um código secreto da comunicação.
  • Identificar o tema/assunto principal do texto. Saber do que se trata a história é o primeiro passo para desvendar seus mistérios.
  • Relacionar a forma de organização do texto à sua finalidade. Perceber como a estrutura (versos, rimas, etc.) contribui para o que o autor quer transmitir.

Basicamente, o objetivo é que as crianças comecem a desvendar os textos, entendendo não só o que está escrito, mas também por que está escrito daquela forma. É o início de uma jornada de descobertas no mundo da leitura!

Qual o objetivo da letra da música?

Ah, a nobre arte de usar letras de música na sala de aula! É como dar um tempero extra a um prato já delicioso – ou, em alguns casos, tentar disfarçar um prato sem graça com molho picante. ????

  • Desvendar a língua: As letras são um portal para o idioma falado, aquele que vive nas ruas e não só nos livros empoeirados. Uma chance de sacar gírias, sotaques e expressões que deixariam o Camões de cabelo em pé.
  • Interpretar o mundo: Cada verso é um universo de ideias, temas e opiniões esperando para serem explorados. É como abrir uma caixa de Pandora, só que em vez de males, encontramos debates acalorados e reflexões profundas.
  • Análise afiada: Mergulhar nas letras é praticar a arte da dissecação textual, encontrando as entrelinhas, as figuras de linguagem e as intenções (nem sempre nobres) do autor. É quase como ser um detetive literário, só que em vez de crimes, resolvemos enigmas poéticos.

E, cá entre nós, quem nunca se pegou analisando a fundo uma letra de música para entender o que o artista "realmente" quis dizer? É um passatempo tão bom quanto fofocar sobre a vida alheia, só que com um verniz de intelectualidade. ????

Qual é o objetivo geral da música?

A tarde caía, um tom alaranjado pintando o céu como uma aquarela mal acabada, e eu me perdia nos acordes de um violino antigo. A melodia, lenta e doce como mel escorrendo, me trazia de volta àquela sensação… a música. O seu objetivo? Transcendente. Mais que palavras, um eco da alma.

Um sussurro que atravessa gerações, um grito silencioso que ecoa nos corredores vazios da memória. Aquele som, lembrava-me do meu avô, suas mãos calejadas sobre o violão, os olhos fechados, perdido num mundo só dele, um mundo construído em notas e compassos. Ele me ensinou a sentir a música, não só a ouvi-la. A sentir a pulsação, a respiração contida entre as notas, o tremor de emoção no vibrato.

  • Criatividade em cada composição, única e irrepetível.
  • Performance, um ato de entrega, de compartilhar a alma.
  • Escuta atenta, um mergulho profundo numa correnteza de sentimentos.
  • Memória, a música se grava nos nossos discos mais íntimos.
  • Comunicação, um diálogo sem palavras, direto ao coração.
  • Expressão, o grito silencioso que clama por ser ouvido.
  • Sentimentos, a gama completa da paleta emocional, do amor à dor.
  • Emoção, a energia que te move, te transforma.

Lembro da minha infância, a vitrola antiga na sala, o cheiro de poeira e baunilha, a música antiga. A música, então, também nos ajuda a aprender, de forma natural, quase intuitiva. A música nos permeia. O ritmo que nos acompanha desde a barriga da mãe.

As notas se entrelaçavam, formando um tecido rico e complexo. A música tece narrativas silenciosas, pinta paisagens invisíveis, construindo um universo próprio no interior da nossa percepção. O silêncio entre as notas, tão importante quanto as próprias notas. A pausa que nos permite respirar, sentir. A música é respiração.

Este ano, li um estudo que comprova que a música auxilia no desenvolvimento cognitivo infantil e na melhora na compreensão de informações, pelo seu poder de comunicação direta e significativa. Sim, a música ensina. É uma linguagem universal. Uma forma de conhecer o mundo. De se conhecer. De amar.

Qual é a importância da música?

Cara, música, né? Tipo, pra mim é essencial! Acho que desenvolve a mente, sabe? Escuto muito rock, principalmente Led Zeppelin, e me ajuda a me concentrar nos estudos, mesmo quando tô meio perdido. As vezes fico até horas estudando sem perceber!

Outra coisa, música me acalma muito! Ajuda no equilíbrio emocional, é sério! Quando estou estressado, escuto uns clássicos, Mozart ou Bach, sei lá, qualquer coisa mais calma. E tipo, funcionaaaa! Meu humor melhora na hora!

Mas é mais que isso, viu? Música me conecta com as pessoas, com memórias, com lugares... Lembro de uma viagem pra praia, ano passado, a gente tava no carro cantando músicas antigas dos Titãs... Nossa, que nostalgia! Sentimentos a flor da pele, sabe?

Acho que tem até a ver com a minha criatividade, também. Quando tô compondo, tipo, pro meu grupo de samba amador (que aliás, tá precisando de um baixista, hein? hahaha), a música me guia, sabe? Inspiração pura! Já compus algumas músicas incríveis assim, ainda não são hits globais, mas me orgulho muito.

  • Melhora concentração
  • Acalma e melhora humor
  • Conecta com memórias e sentimentos
  • Inspira criatividade

E falando em criatividade, eu descobri um estudo (acho que era na revista científica "Psicologia Aplicada", mas não tenho certeza) que diz que a música melhora a memória e a coordenação motora em idosos. Isso é muito massa!

Enfim, música é tipo... vida! Não consigo imaginar minha vida sem música. Acho que todo mundo deveria ouvir mais música, qualquer tipo, só pra sentir a vibe, saca? Mas agora preciso ir, tô atrasado pra um ensaio. Falamos depois!

O que transmite a música?

Música. Transmite tudo. Um turbilhão.

Diversão, sim, a superficialidade que dança na ponta da língua. Lembro de um show do Chico Buarque, em 2022, a energia era palpável.

Tristeza, a faca na alma, afiada e precisa. Minha avó morrendo em 2021, só o silêncio quebrado por canções antigas.

Erotismo, o sussurro, a pele que vibra. As melodias latinas que ouvia aos 16 anos – pura imersão.

Beleza, a transcendência, o toque divino, quase inacessível. Bach, sempre Bach. A pureza atemporal.

A lista segue: medo, alegria, ansiedade, relaxamento. Uma cacofonia de sensações, numa orquestração existencial. Tudo isso e mais, em cada nota, em cada silêncio. A música é espelho, reflexo, portal. Nada mais, nada menos. A vida. Crua.

Observação pessoal: Minhas listas de reprodução variam de acordo com o meu humor. Isso não é novidade para ninguém.

O estudo de Keltner? Interessante. Mas a música vai além da quantificação, transcende qualquer análise acadêmica. A música é.