Qual o tempo verbal de um artigo científico?

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Qual o tempo verbal de um artigo científico? Artigos científicos geralmente usam o presente para fatos e resultados estabelecidos, o passado para descrever a metodologia e o futuro (raramente) para perspectivas. Escolha o tempo verbal com clareza e precisão.
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Qual o tempo verbal ideal para artigos científicos e publicações?

Ah, tempos verbais em artigos científicos… Que novela! Do meu ponto de vista, não existe uma fórmula mágica, sabe? Depende TANTO do que você quer comunicar.

Eu sempre sofri com isso na faculdade, lembro de uma vez, em 2015, tentando escrever sobre uns experimentos com células no laboratório da universidade, e ficava trocando os tempos verbais a cada parágrafo, uma loucura.

O passado, por exemplo, é crucial para descrever o que você FEZ, tipo: "As células foram cultivadas em meio tal…". Mas, para discutir os resultados e as conclusões, o presente entra em cena: "Esses resultados sugerem que…". É tipo um malabarismo.

E se for para falar sobre o que outros autores JÁ disseram? Aí entra o passado de novo, mas com um toque de presente para mostrar que a ideia ainda é relevante.

Eu aprendi, na marra, que o segredo é ter clareza no que você quer dizer e usar o tempo verbal para guiar o leitor. Não tem regra fixa, é mais feeling e prática. E, claro, ler MUITOS artigos para pegar o jeito da coisa.

Informações curtas e diretas (modo robô ativado, hehe):

  • Em geral: Passado para métodos e resultados.
  • Discussão/Conclusão: Presente.
  • Referencial teórico: Passado (com presente se a ideia ainda for válida).
  • Revisões: Presente.

Qual a linguagem utilizada em um artigo científico?

E aí, tudo bem? De boa na lagoa?

Então, sobre a linguagem em artigo científico, tipo, não é só gramática, saca? Tem umas paradas a mais, umas "frescuras" que deixam o texto com cara de artigo de verdade, sabe?

É tipo um "dialeto" científico, manja?

  • Impessoalidade: Tipo, nada de "eu acho", "na minha opinião". É tudo meio "o estudo demonstra", "observou-se". Como se o estudo falasse por si só, tá ligado?
  • Objetividade: Sem floreios! Vai direto ao ponto, sem rodeios. É tipo um raio laser: focado e preciso!
  • Modéstia: Nada de se achar o bam bam bam da ciência. Tipo, "este estudo revolucionário"... não rola. É mais "este estudo contribui para..." ou algo assim.
  • Função informativa: O objetivo principal é informar, e não impressionar. Tipo, esquece a poesia, foca nos fatos!
  • Clareza: Tem que ser fácil de entender, mesmo pra quem não é expert no assunto. Imagina que você tá explicando pra sua avó... se ela entender, tá no caminho certo!
  • Vocabulário técnico: Aí não tem jeito, né? Tem que usar os termos certos, as palavras específicas da área. Tipo, "apoptose" em vez de "morte celular programada". Mas tenta não exagerar, tá?
  • Fraseologia técnica: Tipo, a forma de construir as frases também importa. Evita gírias, expressões populares, essas coisas. Tem que ser tudo certinho, formalzinho.

É um saco, eu sei, mas fazer o que, né? Faz parte do jogo. Uma vez eu escrevi um artigo usando "tipo assim" toda hora. Imagina a cara do meu orientador! Quase me matou, rsrs.

Espero que ajude! Me conta depois se você conseguiu decifrar esse "idioma" científico! Falou!

O que é linguagem técnica científica?

E aí, beleza? Falando em linguagem técnico-científica, ah, deixa eu te explicar do meu jeito, tá? É tipo, a forma como a galera que mexe com ciência e tecnologia se comunica, sacou?

  • Objetividade: Sem enrolação, direto ao ponto. Tipo, sem florear demais, sabe?
  • Clareza: Tem que dar pra entender, né? Imagina a confusão se ninguém souber do que você tá falando!
  • Precisão: Nada de "mais ou menos". Tem que ser exato! Uma vez eu tava lendo um negócio sobre física quântica... sei lá, fiquei meio bugado, hahaha.
  • Concisão: Menos é mais! Ninguém quer ler um livro pra entender uma frase.
  • Sem ambiguidades: Uma coisa só pode significar uma coisa, tá ligado? Sem espaço pra interpretação errada.
  • Impessoalidade: Esquece o "eu acho" ou "na minha opinião". Aqui é fato, não achismo.

Manter a coerência no estilo é importante, ou seja, pessoal ou impessoal. Sabe, é como se fosse uma receita de bolo. Se você mistura as coisas erradas, dá tudo errado! Tipo, eu uma vez tentei fazer um bolo de cenoura e coloquei sal no lugar do açúcar. Credo, que horror! Prefere-se a linguagem técnica e ao estilo impessoal.

É isso aí! Espero que tenha dado pra entender, hehe. Qualquer coisa, só chamar!

Qual é a importância da linguagem científica?

E aí, beleza? Falando em linguagem científica, tipo, qual a importância, né? É crucial pra entender a ciência, manja? Não é só decorar as palavras, mas sacar como os cientistas pensam. E isso é fundamental, tipo, pra você entender o mundo!

  • Entendimento: Tipo, sem a linguagem científica, como você vai entender as teorias, as pesquisas, os avanços todos? Fica tudo meio abstrato, né? Lembra quando eu tava tentando entender a Teoria da Relatividade e precisei dar um Google em cada termo técnico? Que sufoco!

  • Comunicação: É a língua franca da ciência, sacou? Pra cientistas do mundo todo se entenderem, precisa ter uma linguagem comum. Senão vira bagunça. Imagina, cada um usando um termo diferente pra mesma coisa. Ia dar um nó na cabeça de geral.

  • Sociedade: Entender a linguagem científica te ajuda a entender as notícias sobre saúde, meio ambiente, tecnologia… Tipo, você não vai cair em fake news tão fácil, saca? E pode participar de discussões importantes. Tipo, lembra daquela vez que discutimos sobre as vacinas? Foi bom ter um conhecimento mínimo pra não falar besteira, né?

E tem mais, viu? Tipo, a linguagem científica... ahn... Ajuda a desenvolver o raciocínio lógico. E, tipo, a criticar as informações que você recebe, sabe? É um filtro importante. E né, tipo, não sei explicar muito bem, mas tem a ver com... com a forma como a gente enxerga a realidade. Sacou? Acho que é isso, valeu!

Como se elabora um artigo científico?

Às vezes, no silêncio da noite, penso em como as coisas se constroem, como um artigo científico. É um processo... lento, mas essencial.

Para mim, se resume a:

  • Escolher um tópico que realmente te capture. Algo que te faça querer investigar, sabe? Lembro de quando escolhi o tema da minha monografia, foi uma luta, mas quando encontrei, tudo fluiu.

  • Pesquisar, pesquisar muito. Mergulhar nos livros, artigos já existentes. É como construir a base de um prédio, precisa ser sólida.

  • Definir o que você quer responder. Qual a pergunta que te move? Sem isso, você se perde.

  • Pensar em como você vai provar o que quer. O método, a forma de chegar lá.

  • Organizar as ideias. Dividir o texto em partes, para não virar um caos.

  • Escrever de forma clara. Sem enrolação, direto ao ponto.

  • Revisar. Ler e reler, até cansar.

  • Seguir as regras do lugar onde você vai publicar. Cada um tem suas manias.

É como um quebra-cabeça gigante, cada peça no seu lugar. No fim, dá certo. Ou quase.

Qual é a ordem de cientificidade dos textos científicos?

A ordem da cientificidade nos textos científicos é como um bom roteiro de filme:

  • Introdução: A cena inicial, que te fisga com a promessa de algo genial... ou, no mínimo, interessante. É onde se planta a semente da curiosidade.

  • Objetivos: O "porquê" da história, tipo o motivo do detetive aceitar o caso, mesmo sabendo que vai dar dor de cabeça.

  • Materiais e Métodos: A receita do bolo, detalhada para que qualquer um, até seu tio que só sabe fritar ovo, possa reproduzir a experiência.

  • Resultados: O clímax da narrativa, onde os dados revelam se o experimento foi um sucesso estrondoso ou um fiasco hilário.

  • Discussão: A análise da cena, onde os personagens (os cientistas) debatem o significado de tudo, tentando encaixar as peças do quebra-cabeça. Aqui rola aquela sutil "autocrítica" (ou não).

  • Conclusões: O final da história, com um gancho para a sequência, porque ciência que se preze sempre deixa uma ponta solta para a próxima aventura. O famoso: "Mais estudos são necessários".

Quais são as características da linguagem científica?

A linguagem científica é tipo aquele seu tio chato no churrasco:

  • Precisa: Sem enrolação, vai direto ao ponto, tipo um míssil teleguiado! Nada de "talvez", "quem sabe", é preto no branco, igual a conta de luz.
  • Objetiva: Sem floreios, sem drama, tipo um robô lendo um poema. Se tem sentimento, esconde bem!
  • Concisa: Sem rodeios, sem encher linguiça, tipo um tweet. Tem que caber tudo em poucas palavras, senão o cientista infarta.
  • Denotativa: As palavras significam EXATAMENTE o que dizem no dicionário, sem pegadinhas, sem segundas intenções, tipo uma bula de remédio.
  • Ordem direta: Sujeito, verbo, complemento, tipo receita de bolo da vovó. Nada de inventar moda, senão a torta desanda.

Ah, e claro, é quase sempre escrita, né? Cientista que se preze não sai por aí falando latim no boteco (a menos que beba demais, aí vale tudo!).