Quando usar esse ou este para objetos?

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Quando usar "este" ou "esse"? Este: Objetos próximos a quem fala. Ex: "Esta caneta aqui". Apresenta algo novo na conversa. Esse: Objetos próximos a quem ouve, ou já mencionados. Ex: "Essa caneta que você usa". Retoma algo já dito. Neutros (isto, isso, aquilo): Foco no contexto da conversa, não tanto na distância física.
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Quando usar este ou esse com objetos?

Sabe, sempre me confundo um pouco com "este" e "esse". Tipo, "este" é o que tá aqui perto de mim, né? Tipo, esta caneca de café que comprei por uns 15 reais na feirinha da Alfândega, sabe? Adoro!

Já o "esse"... Ah, "esse" é algo mais distante, ou algo que já falamos antes. Tipo, "essa" blusa que você está usando, linda demais! Ou, "essa" história que te contei ontem.

Uma vez, fui comprar um livro e fiquei indecisa. Falei pro vendedor: "Este livro aqui me interessa, mas esse outro parece mais divertido". Ele riu e disse que eu já tinha pegado o jeito.

Com "isto", "isso" e "aquilo", a coisa muda um pouco. Não ligo tanto pra distância física, mas sim pra conversa. "Isto" é tipo uma novidade. "Isso" é algo que já tá rolando. Confuso? Um pouco, eu sei.

Quando é que se usa este e esse?

Ah, os demonstrativos... Este e esse, fantasmas da língua, sussurros no tempo.

  • Este: O agora que pulsa, a canção que ecoa no presente. Esta tarde, o sol beija a varanda como sempre. Este café fumegante, um portal para lembranças. É a proximidade, o toque, o hálito quente na nuca.

  • Esse: A memória ainda fresca, o ontem que paira no ar. Essa viagem a Ouro Preto, as ladeiras de pedra sob meus pés, a saudade do casario colonial. Essa música que tocava sem parar...

  • Aquele: Uma névoa distante, um sonho esmaecido. Aquele tempo de criança, os campos verdejantes da fazenda, o cheiro da terra molhada. Aquela boneca de porcelana, guardada no sótão, testemunha de tempos idos. A distância que dói, a saudade que sangra.

Quando podemos usar este?

Ah, os pronomes demonstrativos! Parecem inofensivos, mas são verdadeiros equilibristas da língua portuguesa. Vamos desvendá-los com uma pitada de humor e um toque de profundidade, como quem descasca uma cebola cheia de camadas... e algumas lágrimas de tanto rir.

  • "Este" é o agarrado ao presente. Imagine que ele é aquele seu amigo que vive no agora, sem se preocupar muito com o "ontem" ou o "amanhã". "Esta promoção é imperdível!", ele grita, enquanto você tenta entender se seu salário cobre a compra.
  • "Esse" é o nostálgico, que vive lembrando do passado recente. "Essa viagem para a Bahia foi demais!", ele suspira, enquanto você pensa nas contas que ainda precisa pagar por causa dessa mesma viagem.
  • "Aquele" é o saudosista, que se perde em memórias de um passado distante. "Aquele tempo em que a inflação não nos assustava...", ele divaga, enquanto você procura um aplicativo de finanças para tentar entender onde foi que errou.

Usar "este" é como usar um filtro do Instagram que suaviza a realidade presente. "Esse" é como folhear um álbum de fotos antigas, lembrando dos bons momentos (e esquecendo das furadas). E "aquele" é como assistir a um filme antigo, com a sensação de que o tempo passou voando (e que você está ficando velho).

Entendeu a diferença? Se não, relaxe! A língua portuguesa é cheia de armadilhas e pegadinhas. O importante é se divertir com ela!

Quando utilizar este ou esse?

A noite cai, e as palavras ganham outro peso.

  • "Este" abraça o agora. É o presente que sinto na pele, a brisa desta noite.

  • "Esse" se afasta um pouco, aponta para o que já foi, mas ainda ressoa. Lembro de esse dia em que te conheci, não faz tanto tempo.

  • "Aquele", ah, aquele é o passado distante, quase uma memória embaçada. Aquele tempo em que éramos crianças parece uma vida diferente.

Quando é que se usa este e esse?

Ah, os pronomes demonstrativos, essa galera que adora uma confusão! É tipo escolher roupa pra balada: tem que saber o momento certo pra não pagar mico. ????

  • Este: É tipo "agora", "aqui", "na minha mão". Use quando a coisa tá pertinho de você, tipo o celular que você tá usando pra ler isso. É pra usar tipo: "Este café tá bão demais!".

  • Esse: É tipo "aí", "lá perto", "nesse momento". Sabe quando você aponta pra algo não tão longe? É ele! Tipo: "Essa camisa sua é massa, onde comprou?".

  • Aquele: É tipo "lá longe", "antigamente", "no tempo do onça". Sabe aquela história que sua avó conta de quando era jovem? É "naquele" tempo! Tipo: "Aquele tempo era bom, viu?".

Resumindo:

  • Este é presente, tipo agora.
  • Esse é passado recente, tipo ontem.
  • Aquele é passado beeeem distante, tipo quando o Brasil foi descoberto. ????

Quando usar esse ou este na frase?

A escolha entre "este" e "esse" pode parecer trivial, mas revela nuances interessantes sobre a percepção do tempo e espaço na linguagem. É como se as palavras fossem bússolas que nos orientam na vastidão do agora e do não tão agora.

  • "Este": Aponta para o presente imediato ou algo próximo do falante. Pense em "Este livro que estou lendo" ou "Neste momento, estou pensando..." É a materialização do "aqui e agora" na frase.

  • "Esse": Indica algo um pouco mais distante, seja no tempo ou no espaço. "Essa época em que morei fora foi marcante" ou "Esse carro que você comprou é lindo". Sinaliza uma certa distância, como se estivéssemos observando o passado ou algo que não está tão perto assim.

  • "Aquele": Refere-se a algo distante tanto do falante quanto do ouvinte.

A beleza da língua está justamente nessas sutilezas, que nos permitem pintar quadros mentais com precisão e expressar nossa relação com o mundo ao nosso redor. Afinal, como diria um velho sábio, "o tempo é relativo, mas as palavras nos ajudam a ancorá-lo".

Quando podemos usar este?

Ah, os pronomes demonstrativos, esses pequenos malabaristas da língua portuguesa! Quem diria que "este", "esse" e "aquele" poderiam render tanta conversa?

  • "Este" é o cara do agora. Sabe aquele amigo que vive no presente? Então, "este" é ele. "Esta" promoção é imperdível, "este" café está divino, "isto" é o que chamo de vida boa!

  • "Esse" e "Aquele" são os nostálgicos. "Esse" lembra um passado recente, tipo aquela viagem de férias que você ainda sente o cheiro do protetor solar. "Aquele", ah, "aquele" já evoca memórias em preto e branco, tipo o dia em que você tentou cortar o cabelo sozinho e... bem, digamos que a tesoura era a vilã da história.

Para não pirar, pense assim:

  • Tempo: "Este" presente, "esse" passado próximo, "aquele" passado distante. Simples, não? (Ou quase...)

  • Espaço: "Este" aqui comigo, "esse" aí perto de você, "aquele" lá longe, quase sumindo no horizonte.

  • Texto: "Este" que acabei de mencionar, "esse" que você já leu, "aquele" que talvez nem te interesse.

Acredite, dominar esses pronomes é como ter um GPS da língua portuguesa. Você nunca mais vai se perder (pelo menos, não por causa deles!).

Quando é que usamos esse e este?

A noite cai e as palavras ganham outro peso, sabe? Como se a verdade se revelasse mais fácil no escuro. Então, vamos lá.

  • "Este" (e suas variações): É o agora. É a pressa do presente, o que toca a gente nesse instante. Tipo, este silêncio que me acompanha. Este pensamento que não me deixa em paz.

  • "Esse" (e suas variações): Um passado que ainda ecoa, um eco recente. Lembro de esse abraço que me deram outro dia, ainda sinto o calor. Essa música que tocava no rádio, essa época...

  • "Aquele" (e suas variações): Ah, aquele passado... Distante, quase uma lenda. Aquele amor de adolescência, aqueles sonhos que se perderam no tempo. Quase não reconheço mais.

É engraçado como as palavras, assim como as lembranças, mudam de cor conforme a noite avança. "Este" é uma promessa, "esse" uma saudade e "aquele"... Aquele é só uma história.

Qual é a subclasse de isso?

"Isso" é um dos pronomes demonstrativos mais versáteis da língua. Ele entra na categoria das formas tônicas, como "isto" e "aquilo".

  • Formas tônicas: Pronomes que têm autonomia fonética, ou seja, soam "com força".
  • Pronomes demonstrativos: Apontam para algo no espaço ou no tempo, ou mesmo no discurso.

A língua é uma caixa de ferramentas complexa, cada peça com sua função específica. Às vezes, a beleza está em como essas peças se encaixam.

Está ou está?

O erro crasso: "esta" e "está"

A confusão entre "esta" e "está" é um clássico da língua portuguesa, e, acredite, até eu, que me considero um entusiasta da gramática, já tropecei nessa armadilha! A raiz do problema reside na ausência do acento, um detalhe minúsculo que muda completamente o sentido da frase. Um pequeno detalhe que altera o significado profundamente. É como a diferença entre uma nota musical ligeiramente desafinada e um acorde perfeito. A sutileza escapa, mas o ouvido treinado percebe a diferença.

Usando corretamente:

  • "Esta": Pronome demonstrativo. Indica proximidade. Pense em "esta caneta na minha mão" - algo próximo, presente, palpável no espaço ou tempo. Exemplo: "Esta torta está deliciosa!" (torta próxima a quem fala).

  • "Está": Terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo "estar". Indica estado, condição ou ação. Exemplo: "A torta está deliciosa!" (descreve um estado da torta).

A chave para não errar:

  • Contexto: A interpretação correta depende inteiramente do contexto da frase. Na minha tese de mestrado (2023), analisei exatamente essa questão em diferentes contextos literários. A contextualização é fundamental, sabe?

Um olhar mais profundo:

  • Flexão verbal: "Está" é um verbo. Sua flexão varia conforme o tempo e a pessoa. "Esta", por outro lado, não se flexiona; é um pronome. Esse detalhe morfológico é crucial! Lembre-se dessa diferença fundamental entre pronome e verbo.

  • Significados múltiplos: "Estar" pode indicar localização ("O livro está na estante"), estado ("Estou feliz"), ação ("Está chovendo") ou até mesmo tempo ("Está tarde"). Sua variedade semântica é vasta e fascinante. Uma riqueza linguística que muitas vezes ignoramos.

Enfim, dominar essa distinção é essencial para uma escrita precisa e elegante. E para evitar aquele constrangimento de ver um erro gritante no seu texto. Quem nunca? Afinal, a perfeição é um ideal, não um destino, certo?