Quando utilizar este ou esse?

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Para usar "este" ou "esse" corretamente, lembre-se: Este/esta/isto: Refere-se ao que está perto de quem fala ou ao tempo presente ("esta semana"). Esse/essa/isso: Indica algo próximo da pessoa com quem se fala ou a um passado recente. Aquele/aquela/aquilo: Aponta para algo distante de ambos ou a um passado mais distante. Escolha o pronome que melhor se encaixa na proximidade (espacial ou temporal) do que você quer demonstrar.
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Qual a diferença entre este e esse e como usá-los corretamente?

Ah, o "este" e "esse"! Sempre me embanano com eles. Para mim, "este" é tipo o que está aqui comigo, sabe? Tipo, "esta caneta" que estou usando agora. É presente, é próximo.

Já o "esse"... Humm, "esse" me remete a algo que está aí, perto de você, mas não tão perto de mim. "Essa blusa" que você está vestindo. Entende?

E "aquele"? Ah, "aquele" já foi! É lá longe, distante no tempo ou no espaço. "Aquele dia" em que fomos à praia, lembra? (foi em 2018, na Praia da Galheta, pagamos R$30 de estacionamento). É tipo uma memória distante.

Simplificando, é assim que eu tento usar:

  • Este(a): Perto de mim, presente.
  • Esse(a): Perto de você, um pouco distante de mim.
  • Aquele(a): Longe de nós dois, passado distante.

Juro que tento seguir essa "regra", mas às vezes a gente se enrola, né? A língua portuguesa tem dessas coisas. Mas o importante é tentar.

Quando usar esse ou este para objetos?

"Este" e "esse": uma questão de centímetros e segundos... e bom gosto!

Use "este" para o que está agarrado na sua mão, tipo, agora mesmo. Essa caneta aqui, ó, grudada na minha mão direita – esta caneta é uma Parker, presente da minha avó (uma pena que ela tenha a ponta um pouco gasta, meu café da manhã às vezes é... bem consistente). "Este" grita: "Fresquinho, acabado de sair do forno (ou da minha gaveta, no caso)!".

Já "esse" é para o que está na órbita do seu interlocutor, ou para algo que já rolou na conversa. Tipo, "essa caneta que você está segurando aí, parece bem estilosa, hein?". Ou: "Escrevi o relatório com uma caneta azul. Essa caneta era novinha em folha, comprei semana passada na papelaria do Seu Mané - um personagem, por sinal". "Esse" sussurra: "Já conheço, já vi, já ouvi falar".

Ah, e os neutros (isto, isso, aquilo)? Esqueça a geometria espacial! É mais uma questão de ênfase. "Isto" é o principal, o aqui e agora, o pulo do gato. "Isso" é um detalhe relevante, um "a propósito". "Aquilo", bom, "aquilo" é para o que está lá no fundão da memória ou da conversa, tipo, uma lembrança de uma viagem a Machu Picchu em 2018 (que, diga-se de passagem, foi inesquecível, principalmente o drama da minha mala que extraviaram).

Em resumo:

  • Proximidade física: "Este" - perto de você. "Esse" - perto do outro.
  • Contexto discursivo: "Este" - introduz. "Esse" - retoma.
  • Pronomes neutros: A lógica é mais semântica que espacial, tipo, uma dança de palavras.

Quando é que se usa este e esse?

Este indica proximidade imediata. Esse, proximidade relativa. Aquele, distância. Simples.

  • Tempo: Este ano (presente). Esse ano (passado recente, 2022). Aquele ano (passado distante, tipo 2020).

  • Espaço: Este livro (na minha mão). Esse livro (na sua mesa). Aquele livro (na estante lá).

  • Texto: Este parágrafo (o que você lê). Esse parágrafo (o anterior). Aquele parágrafo (lá no início).

Minha regra? Observar a distância, física ou temporal. Fácil. Me lembro de ter aprendido isso em 2018 no ensino médio, professora da Silva. Problema resolvido.

Quando usar esse ou este na frase?

"Este" e "esse": uma questão de distância e afeto, meu caro! Afinal, gramática também é geografia sentimental.

Use "este" para o que está pertinho, quase agarrando sua mão. Imagine: este bolo que acabei de assar (ainda quentinho, cheirando a baunilha e amor), este livro que estou lendo (página 37, um suspense de tirar o fôlego!), esta caneta com que estou escrevendo (azul-turquesa, uma raridade herdada da minha avó, que, aliás, tinha uma escrita impecável!). É o aqui e agora, o presente palpitante.

Já "esse" vai para o que está ali, um pouco mais longe, naquela outra estante da memória.Esse bolo que comi ontem (delicioso, mas já virou lembrança), esse livro que li semana passada (uma bela história, mas a emoção já esfriou um pouco), essa ideia brilhante que tive no chuveiro (tomara que eu não me esqueça até a próxima reunião!). É o "lá", o passado ou futuro um pouco mais distantes.

Pense assim: "este" é o abraço apertado, "esse" é o aceno amigável de longe. Simples assim! Ou quase... Às vezes, a gente se confunde, como no caso daquela colega de trabalho que me disse: "Esse café está ótimo!" Estranho, ela estava bem pertinho da xícara! Talvez fosse ironia. Ou café muito bom mesmo.

Detalhe importantíssimo: Essa explicação é baseada no meu entendimento, após anos lutando bravamente contra os vermes da dúvida gramatical. Resultados podem variar conforme o humor do leitor (e o nível de cafeína no sangue). Quem sabe eu não esteja totalmente errada? Na dúvida, consulte um dicionário. Ah, e um bom bolo também ajuda na concentração!

Quando é que usamos esse e este?

Ah, pronome demonstrativo! Que novela! É tipo escolher roupa pra sair: tem o "este" que é agora, tipo "este look tá bombando hoje!". Já o "esse" é tipo ontem, tipo "esse bofe que você pegou ontem era furada, hein?". E o "aquele"? Vish, esse é tipo a pré-história, tipo "aquele seu ex de 2000 e bolinha? Credo!".

  • "Este": Presente, tipo agora vendo essa explicação genial.
  • "Esse": Passado recente, tipo o café que você tomou agorinha.
  • "Aquele": Passado beeeem distante, tipo a época que você achava Restart legal. (Eu nunca achei, juro!)

É tipo assim: "Este celular na minha mão é novo, esse que você tá usando é antiguinho, e aquele tijolão que meu avô tinha era de fazer inveja de tão resistente!". Sacou? Se não, releia! ????

Qual é a subclasse de isso?

Nossa, essa pergunta me pegou de surpresa! Lembro de ter estudado isso na faculdade, lá em 2018, na UFRJ, durante a aula de sintaxe com a professora Ana. Aquele semestre foi puxado, cheio de provas e trabalhos... Mas essa parte de pronomes, confesso, sempre me deu um nó na cabeça.

A subclasse é a dos pronomes demonstrativos tônicos. Não tenho a menor dúvida disso. A professora Ana foi bem enfática, e o livro didático, "Gramática da Língua Portuguesa", do Celso Cunha, também deixava isso bem claro. Inclusive, lembro de ter grifado a parte sobre isso, com uma caneta azul, minha favorita naquela época. Ainda tenho o livro, cheio de rabiscos e anotações!

Eu sempre tive mais facilidade com a morfologia, as classes gramaticais, sei lá... a sintaxe sempre foi um bicho-papão. Aquela aula específica foi um sufoco. O ar condicionado estava quebrado, fazia um calor infernal na sala, todo mundo reclamando. E eu, ali, tentando entender a diferença entre pronomes tônicos e átonos, e ainda por cima com a cabeça fervendo!

  • Lista de coisas que me ajudaram a entender:
    • Aula da professora Ana (UFRJ, 2018).
    • Livro "Gramática da Língua Portuguesa" - Celso Cunha.
    • Revisão exaustiva dos exercícios propostos.

Mas enfim, a resposta é pronomes demonstrativos tônicos. Ponto final. Não tem muito mistério, depois que você entende a lógica. Pelo menos, pra mim, foi assim. Agora, se me perguntar sobre regência verbal... aí a conversa muda de figura. Ainda tenho pesadelos com isso!

Está ou está?

Vamos descomplicar o "esta" e "está". A língua portuguesa, com suas nuances, às vezes nos prega peças, mas com um pouco de atenção, tudo se encaixa.

  • "Esta" sem acento: Refere-se a algo próximo, seja no espaço, seja no tempo. Pense em "esta caneta na minha mão" ou "esta semana agitada". É um demonstrativo, apontando para algo específico.

  • "Está" com acento: É o verbo "estar" conjugado na terceira pessoa do singular. Indica um estado, uma condição, ou uma ação em curso. Por exemplo, "ele está feliz" ou "o sol está brilhando".

A grande sacada: Se você pode substituir por "este" ou "essa", use "esta". Se a frase precisa de um verbo para fazer sentido, o "está" com acento é o seu cara. É como observar a vida: às vezes, mostramos; outras vezes, narramos o que acontece. E, no fim das contas, a beleza está na clareza.