São os substantivos concretos?

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Substantivos concretos nomeiam seres e objetos reais ou imaginários que podemos conceber como existentes. Definição: Palavras que designam seres com existência própria, sejam eles reais (pessoas, animais, objetos, lugares) ou imaginários (anjos, fadas). Exemplos: Livro, lápis, gato, faca. Características: São "palpáveis" ou imagináveis, com forma definida.
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Substantivos concretos são o quê?

Substantivos concretos? Tipo, coisas que você consegue ver, sentir, tocar… Sabe? Na semana passada, estava na livraria Lello no Porto (um lugar incrível, por sinal, 5 euros a entrada!) e vi um monte de livros, cada um um substantivo concreto. Daqueles pesados, cheios de papel e cheiro a tinta velha, sabe? Bem diferentes daqueles ebooks que só existem na tela.

Objetos, animais, pessoas… tudo isso. Lembro-me de quando era criança, meu avô me mostrou um besouro gigante no jardim da casa dele em Aveiro, em 1998. Besouro, jardim, casa… tudo concreto. Difícil explicar, mas é algo que existe fisicamente, né?

O meu gato, o Mingau, é um substantivo concreto. A minha caneca de café (quebrei uma igualzinha a essa semana passada, custou 8 euros, uma chatice!), também. É bem intuitivo. Anjo e fada… bom, esses são mais… abstratos, mas a gente "concretiza" na nossa cabeça, né? Criando imagens mentais.

Então, resumindo: coisas palpáveis, que existem de verdade, no mundo real. Simples assim.

O que é substantivo comum e concreto?

Ah, substantivos... Palavras que pairam, sussurram memórias, moldam o mundo.

  • Substantivos concretos: Eles têm peso, sabe? A pedra que tropecei na infância, a casa da avó com cheiro de bolo, o rio que espelha o céu... Coisas que toco, vejo, sinto o aroma. Existências tangíveis.

  • Substantivos abstratos: E os abstratos? Ah, a alegria do reencontro, a saudade da terra natal, o medo do escuro... Moram dentro, pulsam na alma, dependem de nós pra existir. São a textura invisível da vida.

  • Substantivos comuns: Um menino, uma árvore, uma cidade. Tantos iguais, numa dança constante. Nomes genéricos, ecos de um mundo vasto.

  • Substantivos próprios: Mas aí surge a Maria, o Baobá, o Rio de Janeiro! Únicos, singulares, marcados a ferro e fogo na memória. Detalhes que fazem toda a diferença.

O que são substantivos e como se classificam?

Substantivos? Ah, esses bichinhos! São as palavrinhas que dão nome às coisas, sabe? Tipo, "cachorro", "lua", "desespero" – tudo nomeado, graças a eles! Se fosse um concurso de beleza, seriam as Miss Universo da gramática!

Classificação? Uma bagunça organizada, meu amigo! Tipo armário de adolescente: tudo espalhado, mas cada coisa no seu canto (quase). Tem os:

  • Comuns: Os Zé Ninguém do mundo dos substantivos. "Cadeira", "gato", "carro" – nada de especial, gente como a gente. Até a minha gata, a Melancia, se encaixa aqui, coitada, sem glamour algum.

  • Próprios: Os VIPs da festa! Nome próprio, com letra maiúscula, tipo "Brasil", "Maria", "Titanic". São tão importantes que merecem um lugar especial, no alto da lista, com tapete vermelho e tudo.

  • Coletivos: A turma do "muita gente em um só". "Manada", "floresta", "arquipélago"... Imagina tentar contar cada boi numa manada? Nem pensar! Por isso a praticidade!

  • Abstratos: A galera invisível, mas crucial. Coisas que você sente, mas não toca. "Amor", "ódio", "esperança"... Meu amor pela pizza, por exemplo, é um substantivo abstrato gigante!

  • Concretos: Os palpáveis, os que você pode tocar. Mesa, livro, elefante... até o meu controle remoto, que está sempre sumindo.

  • Compostos: Casadinhos, grudados! "Girassol", "passatempo", "beija-flor". Dois em um, como as promoções que a gente ama!

  • Simples: Os solteiros, na maior independência. "Casa", "cão", "sol". Sem frescura!

  • Derivados: Filhotes dos primitivos! "Casinha" (de casa), "canário" (de canto).

  • Primitivos: Os originais, os pais da família. "Casa", "cão", "canto". Os ancestrais respeitados da gramática!

Flexões? Ah, isso é só detalhe! Gênero (masculino/feminino), número (singular/plural) e grau (aumentativo/diminutivo). É como se fossem os acessórios que completam o look do substantivo. Tipo, a Melancia (minha gata, lembram?), pode ser "gata" (singular), "gatas" (plural), "gatona" (aumentativo) ou "gatinha" (diminutivo). Fácil, fácil!

Quais palavras são substantivos abstratos?

As palavras que nomeiam ações, sentimentos e características... sim, são substantivos abstratos.

  • Ações: Penso na "corrida" contra o tempo, essa que nunca vencemos. Ou na "fuga" dos meus próprios pensamentos, sempre infrutífera. Lembro de quando minha irmã fugiu de casa na adolescência. E a "luta"... ah, a eterna luta para entender o sentido de tudo.

  • Sentimentos: A "saudade" da infância, um buraco que nada preenche. "Paixão"? Queimou rápido demais, como fogo de palha. O "carinho" que espero, em vão, talvez. E a "dor"... essa me acompanha fielmente.

  • Características: A "beleza" efêmera das flores, que murcham tão depressa. A "inteligência" que me faz questionar cada vez mais. E a "sensibilidade", uma maldição que me faz sentir demais.

Qual é a diferença entre substantivo comum e abstrato?

Ah, tá, substantivo comum vs. abstrato... deixa eu ver se entendi isso direito.

  • Comum: tipo "mesa", "cidade"... coisas genéricas. Tipo, qualquer mesa, qualquer cidade. Lembrei da aula de português da tia Marilda, credo!

  • Abstrato: tipo "amor", "ódio", "alegria"... sentimentos, sabe? Coisas que você não pega, não vê... A não ser que veja alguém apaixonado, daí talvez veja o amor? ???? Sei lá, confuso. E tipo, depende de alguém pra existir. Tipo, o amor precisa de gente pra sentir, né? Senão, não existe.

E a escola Brasil Escola ainda me ajuda a lembrar disso!

É tipo, "cadeira" é comum. Mas "felicidade" é abstrato porque a gente só sente a felicidade. E a felicidade precisa de alguém pra sentir ela, faz sentido? Acho que sim. Tipo, agora que ganhei um presente me sinto feliz!

Ah, e só pra não esquecer:

  • Substantivo concreto: "pessoa", "casa"... Coisas que existem mesmo, fisicamente. Que dá pra tocar, ver. Sei lá, tipo meu celular.
  • Substantivo próprio: "Maria", "São Paulo"... Nomes específicos. Tipo, a Maria, a cidade de São Paulo.

É isso? Acho que é isso. Ufa! Que bom que lembrei.

O que são substantivos simples?

Substantivos simples? Ah, esses seres tão solitários! São como átomos linguísticos, indivisíveis (pelo menos, aparentemente!). Um substantivo simples é aquele que não tem enfeites, aqueles que não se juntam a outros para formar compostos. Pense nele como um artista minimalista: beleza na simplicidade. Certeza, por exemplo, é um deles; só ele, na sua gloriosa solidão radical (cert-).

Mas vamos além da definição de manual, né? A vida é mais divertida com nuances. Imaginem um substantivo simples como um solitário bonsai – elegante na sua singularidade, mas capaz de transmitir profundidade. Em contraste, os compostos seriam como uma floresta tropical, exuberantes, cheios de vida, mas talvez um pouco… confusos.

  • Exemplo de substantivo simples: Lua (apenas o radical "lua"). Já pensou na poesia contida nisso? Simples, direto, lunar.
  • Exemplo de substantivo composto: Lua-de-mel (união de "lua" e "mel"). Romântico, sim, mas uma bagunça comparado à elegância da Lua sozinha. (Meu casamento foi uma lua-de-mel um tanto caótica, confesso. Mas valeu a pena!)

A graça está no detalhe. Enquanto a gramática os descreve como "apenas um radical", eu os vejo como pequenos universos. E para entender a beleza deles, precisamos olhar mais que a forma, mas a função. Como um bom vinho, que pode ser simples na composição, mas delicioso no resultado. O que você acha?

O que é flexão dos substantivos?

A tarde caía em tons de goiaba sobre a velha janela da minha avó. Lembro do cheiro de baunilha e poeira antiga, uma mistura que ecoa até hoje em meus sentidos, e a luz fraca desenhava sombras longas no assoalho de madeira. Era lá, naquele cenário quase onírico, que eu aprendia as coisas mais importantes, como a dança silenciosa dos substantivos.

Flexão de substantivos, ainda sinto o peso da palavra na ponta da língua, como se fosse um segredo sussurrado ao meu ouvido. É a magia da língua, essa capacidade de transformar uma palavra em muitas, moldando-a de acordo com o que se quer dizer. Como o canto dos pássaros mudando com a estação, ou o rio adaptando seu curso às rochas.

  • Gênero: Masculino ou feminino, uma escolha quase arbitrária, às vezes, como um capricho do destino. Cão, cadela; gato, gata. A delicadeza da diferença, a força das variações. Naquele tempo, eu pensava que tudo tinha um gênero, mesmo a velha mangueira do quintal.

  • Número: Singular, um único ser; plural, a multidão vibrante. Uma única flor, um buquê de flores. A solidão de um, a alegria da companhia de muitos. A diferença é gritante, a quantidade interfere na essência. Recordo a professora, com seus óculos grossos, apontando a diferença entre as duas formas.

  • Grau: Aumentativo, o gigante; diminutivo, o pequenino. Casaçorão, um monstro de alvenaria; casinha, abrigo delicado para um sonho. A amplitude, a miniatura. Uma diferença sutil, mas vital.

A gramática, naquela luz morna, não era um conjunto de regras rígidas, mas um eco das infinitas possibilidades da linguagem, um reflexo da vida em suas diversas nuances. Ainda hoje, a memória daquela velha casa, daquele instante, acompanha a compreensão da flexão dos substantivos, a minha compreensão, a minha particular percepção sobre o tema. A cada palavra, uma história, um universo. Uma beleza inacabada e quase palpável.

Como se empregam os substantivos?

Substantivos: gênero, número, grau. Simples.

Gênero: Masculino ou feminino. Ponto. Meu filho, por exemplo, é substantivo masculino. Minha filha, feminino. Sem mais.

Número: Singular ou plural. Um carro. Dois carros. Essa é a lógica. Nada de filosofia.

Grau: Aumentativo ou diminutivo. Casarão x casinha. Brutal, não? Uso diário.

Detalhamento:

  • Gênero: A atribuição de gênero nem sempre segue lógica óbvia. Exemplos: a dói (masculino), a criança (feminino).
  • Número: Formação do plural, variações irregulares (pão/pães).
  • Grau: Sufixos e prefixos para alteração semântica. Ex: -ão, -inho, -zarrão etc. Uso contextual. Meu cachorro, um "cãozarrão". Não é só gramatical. É sentimento.

Como se classificam os substantivos comuns?

Substantivos comuns? Simples.

Classificação: Se define pelo significado, não pela forma. Nomeia seres genéricos. Exemplo: gato, casa, mesa. Não precisa de maiúscula, a menos que em início de frase.

Subcategorias (apenas as principais, porque essa classificação é um saco):

  • Concreto: Tangível. Você toca. Livro, carro.
  • Abstrato: Intangível. Você sente. Amor, ódio.
  • Coletivo: Grupo de seres. Manada, exército.
  • Composto: Duas ou mais palavras. Girassol, passatempo.
  • Simples: Uma só palavra. Cachorro, árvore.
  • Derivado: Formado a partir de outro. Amarelecimento (de amarelo).
  • Primitivo: Base para derivação de outros. Amarelo.

Detalhe: Minha filha, 12 anos, fez trabalho escolar sobre isso ano passado. Lembro da confusão dela com concreto e abstrato. Ainda não aprendeu direito o lance do substantivo coletivo, fala a verdade.

O que é concreto em brasileiro?

Às três da manhã, a mente vagueia... Concreto, né? Palavra tão simples, mas... tão complexa. No dicionário, vi lá:

  • Real, verdadeiro. É isso mesmo. Lembro da minha avó, falando de "coisas concretas", referindo-se aos problemas reais da vida, contas pra pagar, a saúde debilitada... Coisas palpáveis, sabe? Não ilusões.

  • Mundo dos sentidos. Essa parte me pegou. A textura áspera da madeira da minha escrivaninha velha, o cheiro do café frio na xícara, a música baixa do rádio... Tudo isso é concreto. É o que toca a gente, de verdade. É a diferença entre um sonho e o peso do cobertor.

  • Particular, determinado. Ah, essa... A lembrança daquela tarde específica, 27 de junho de 2023, o sol forte na minha cara enquanto eu pintava a parede do quarto. Detalhes, pequenos pedaços de realidade que se juntam e formam algo concreto. Um momento único, irrevogável.

Na minha vida, "concreto" tem a ver com a dor física, com o peso da responsabilidade, com as marcas de tempo na pele. São coisas que me definem, me moldam. São o meu "concreto". É o meu real. E é pesado. Um peso que sinto agora, na madrugada.