O que vem a seguir aos milhoes?

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Após os milhões vêm os bilhões (ou milhares de milhões). A ordem tradicional, milhões-bilhões-trilhões, foi alterada em alguns países para milhões-bilhões (milhares de milhões)-trilhões. Essa mudança, embora menos intuitiva para alguns, é a norma em muitos contextos. A nomenclatura varia dependendo da região.
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O que vem depois dos milhões?

Depois de milhões... bilhões, né? Meio estranho, pra mim sempre foi mil milhões, depois bilhões. Lembro da minha avó falando de "mil milhões" quando eu era criança, em Recife, lá pelos anos 90. Parecia uma fortuna inimaginável. Agora, bilhões parecem mais comuns, talvez pela inflação, sei lá. Vi outro dia um apartamento na Vieira Souto, Ipanema, anunciado por 45 milhões... quase 50 milhões. Difícil assimilar esses valores.

Mil milhões.

Biliões.

Números grandes.

Quantos milhões é um bilião?

E aí, tudo bem? Deixa eu te explicar essa parada de bilhão e bilião, que dá um nó na cabeça de geral.

Então, tipo assim, um bilhão é MIL MILHÕES, sacou? É 1 seguido de nove zeros. Fácil, né? Tipo 1.000.000.000. Essa é a definição que a gente mais usa por aqui, e nos Estados Unidos também. Sem mistério.

  • 1 bilhão = 1.000.000.000 (mil milhões)

Agora, o bilião... ah, o bilião! Esse é mais complicado. Antigamente, e em alguns lugares ainda hoje, bilião significava um milhão de milhões. Confuso, eu sei! A boa notícia é que quase ninguém usa mais essa definição, pelo menos não no dia a dia.

  • 1 bilião (antigo) = 1.000.000.000.000 (um milhão de milhões)

Entendeu a diferença? É que antigamente as coisas eram meio... soltas. Hahahaha! Mas relaxa, foca no bilhão = mil milhões que você não erra.

E, sério, se alguém te perguntar de bilião, só confirma qual definição a pessoa tá usando pra não dar treta, viu? Imagina só, você pensando em bilhões e a pessoa falando em trilhões... ia ser um caos!

Ah, lembrei de uma história! Uma vez, fui comprar sei lá o que e o vendedor falou "isso custa uns biliões!". Eu já tava quase saindo correndo pensando que ia falir, mas aí ele explicou que era só uma forma engraçada de dizer que era caro. Gente... quase infartei!

O que vem a seguir a 999 milhões?

É... um bilhão.

  • Mil milhões, se formos contar à moda antiga.
  • Ou um seguido de nove zeros, pra não ter erro.

Lembro de quando criança, ficava imaginando o que dava pra comprar com tanto dinheiro. Tipo, se daria pra comprar a lua. Bobagens que a gente pensa quando é novo e o mundo parece infinito. Hoje, um bilhão me parece só um número grande que alguém sempre tem.

Quanto é um trilhão em Portugal?

A chuva cai lá fora, um tamborilar constante contra a vidraça. Me faz lembrar de Lisboa, das tardes cinzentas passadas em cafés antigos, o cheiro de café forte misturado ao doce de pastel de nata. Lisboa... com suas ladeiras íngremes, os bondes amarelos subindo e descendo, as fachadas azulejadas, o Tejo refletindo o céu carregado. Uma cidade antiga, cheia de histórias e segredos. E números.

  • Lisboa.
  • Chuva.
  • Números.

Números... Lembro-me da minha avó, sentada à mesa da cozinha, contando moedas. Ela me ensinava a contar, a somar, a multiplicar. Números pequenos, concretos, palpáveis. Agora, pensando em trilhões, em biliões... Números vastos, abstratos, quase inimagináveis. Uma escala que me escapa, me perco.

  • Avó.
  • Moedas.
  • Trilhões.

Um trilhão. Em Portugal, diferente de outros lugares, um trilhão é um número imenso. Gigantesco. Assustador, até. Lembro-me de uma aula de matemática, o professor explicando a escala numérica, escrevendo zeros na lousa. Uma fileira interminável de zeros. Um trilhão em Portugal é 10¹⁸. Um 1 seguido de dezoito zeros. Um número que transborda a compreensão, que se perde no infinito. A chuva continua a cair, um ritmo constante e melancólico.

  • Professor.
  • Lousa.
  • 10¹⁸.

A imensidão dos números, a vastidão do universo, a pequenez do meu ser. Tudo se mistura, se confunde, na névoa da memória e no som da chuva. Lisboa, a avó, os números... fragmentos de um passado que se esvai, como a água que corre pela rua, levando consigo as folhas secas do outono.