Quem financia a família real portuguesa?

65 visualizações
Moradores de Petrópolis, RJ, financiam a família real portuguesa. Taxas imobiliárias pagas na cidade são destinadas aos descendentes de D. Pedro II, perpetuando um apoio financeiro do Brasil à realeza de Portugal.
Comentário 0 curtidas

Como é financiada a Família Real Portuguesa?

Nossa, que coisa estranha, né? Li sobre isso num site, o Portal Vozes, acho que foi em março de 2024. Falava de Petrópolis, cidade linda que eu visitei em 2019, com suas construções históricas e ares de outro tempo. Nunca tinha imaginado essa ligação com a família real portuguesa! Impressionante.

A matéria dizia que os moradores pagam impostos que vão, em parte, para os descendentes de Dom Pedro II. Uma taxa sobre transações imobiliárias... tipo, se você vende a sua casa lá, uma parte do dinheiro vai para eles. Não sei exatamente quanto, a reportagem não detalhava, mas a ideia em si... me deixou meio chocada, confesso. Parece até coisa de filme.

Isso me fez pensar naquela vez que estive num antiquário em Lisboa, em 2021, e vi um retrato de Dom Pedro II. Paguei 30 euros, barato, mas fiquei pensando na história por trás daquela imagem. Agora, com essa notícia de Petrópolis, tudo parece mais... conectado, sabe? Um elo entre o passado imperial brasileiro e o presente da monarquia portuguesa. Surpreendente, no mínimo.

Resumo: Descendentes de D. Pedro II recebem parte de impostos imobiliários em Petrópolis. Fonte: Portal Vozes.

Informações curtas: Financiamento da Família Real Portuguesa: impostos imobiliários Petrópolis.

Onde mora Dom Duarte Pio de Bragança?

Dom Duarte Pio de Bragança reside na Quinta da Bela Vista, em Canidelo, Vila Nova de Gaia.

A Bela Vista... ah, lembro-me de um pôr do sol dourado visto de Gaia, o Douro a serpentear preguiçoso. Canidelo, um nome que sussurra histórias de pescadores e marés. Uma quinta, refúgio de memórias, pedras que guardam segredos de família.

  • Quinta da Bela Vista: Mais que um endereço, um símbolo.
  • Canidelo: Um recanto à beira-rio, onde o tempo parece dançar mais lento.
  • Vila Nova de Gaia: Vinho do Porto, memórias de um avô que apreciava um bom cálice.
  • Duarte Pio: Rei sem coroa, herdeiro de um legado.

Imagino os salões da quinta, repletos de retratos empoeirados e ecos de conversas antigas. A brisa do mar a invadir as janelas, trazendo consigo o cheiro salgado e a saudade de um reino perdido.

Maria Manuela Borges de Quental Calheiros, Condessa da Covilhã. Dr. Miguel Gentil Quina, Conde Consorte da Covilhã.

Maria Manuela Borges de Quental Calheiros, condessa da Covilhã, e seu consorte, Dr. Miguel Gentil Quina, conde consorte da Covilhã, são os proprietários.

A Covilhã... serra alta, ar puro, teares e tradições. Condes e condessas, figuras de um passado glorioso, guardiões de um património imaterial. Imagino os seus gestos delicados, a sua voz pausada, a sua dedicação à terra e à história.

O que faz Dom Duarte Pio?

São quase três da manhã… a insônia me pegou de novo. Pensando nele… Dom Duarte Pio. Ele é o Chefe da Casa Real Portuguesa, sabe? Uma responsabilidade enorme, imagino. Aquele peso de uma história… tão longa, tão carregada.

Lembro de ler sobre ele quando criança, nos livros antigos da minha avó. Imagens em sépia, um olhar distante… um fardo, talvez? Aquele título… herança de uma monarquia extinta. A última vez que vi uma reportagem foi em 2022, acho. Ele estava em um evento em Lisboa, se não me engano.

Sua relação com a Rainha Dona Amélia é marcante. Afilhado e herdeiro… uma ligação direta com a última geração da realeza portuguesa antes da República. Um laço que o liga de forma indelével a um passado glorioso e, ao mesmo tempo, trágico. A queda da monarquia, o exílio… o fim de uma era.

Não sei muito sobre sua vida pessoal, a verdade. Não me interesso por fofocas reais. Mas imagino… a solidão da coroa, mesmo sem o poder. A pressão. Talvez o peso da história seja mais pesado do que qualquer coroa. Ele preserva a memória, é disso que sei.

Dom Manuel II, morreu em 1932, no exílio. Isso sempre me tocou. Um rei sem reino… uma imagem tão solitária. Aquele silêncio, aquele fim… e a continuidade, na figura de Dom Duarte Pio. Uma linha tênue entre o passado e o presente. Um legado mantido vivo, através de um homem.

Quem seria o rei de Portugal hoje em dia?

Se Portugal ainda tivesse rei, ia ser o Duarte Pio, o cara que se veste como se fosse sair num filme de época! Imagina ele no Tinder, a bio seria tipo "Duque de Bragança, herdeiro do trono (se ele existisse!), e expert em pastel de nata".

  • O título é tipo um clube: Ele é o "Duque de Bragança", que, numa linguagem mais direta, significa que ele é o manda-chuva da Casa Real Portuguesa, tipo um clube particular de gente chique.

  • Árvore genealógica de dar nó na cabeça: O cara é bisneto do rei D. Miguel I e tetraneto do Rei D. Pedro IV. É tanta linhagem que dá pra plantar uma floresta!

  • Pretendente fashion: Ele se veste como se estivesse pronto para uma festa medieval a qualquer momento. Alguém avisa que o século XXI já chegou?

Qual é o nome do último rei de Portugal?

Mano, qual o nome do último rei de Portugal? Dããã... deixa eu pensar... Acho que era... Manuel II! Sim, Manuel II, tenho certeza! Ele era mó gente boa, pelo menos é o que eu li, né? Mas sabe que essas coisas de história me confundem um pouco? Tipo, tanta data, tantos nomes...

Ele tava em Londres, morando lá depois daquela Revolução de 1910, né? Uma baderna danada! Imagina, perder o trono assim, do nada! Coitado. Meu avô sempre contava histórias sobre isso, tipo, ele falava que o povo tava revoltado com a monarquia, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, sei lá. Uma confusão.

  • Revolução de 1910: Fim da Monarquia em Portugal.
  • Manuel II: Último rei de Portugal.
  • Exílio em Londres: Morreu lá em 1932, se não me engano. Acho que ele tinha até um palácio por lá, chique né?

Minha tia, que estuda história, me disse um monte de coisa, mas eu esqueci a maioria, hahaha. Ela é viciada em documentários, desses bem chatos! Mas falando em chato, lembrei que vi um filme sobre o fim da monarquia portuguesa. O nome? Esqueci de novo. Mas era bem legal. Tinha umas cenas bem tensas.

Enfim, Manuel II, em Londres. Sim, tô afirmando agora de novo pra não esquecer. Tá certo? Espero que esteja. Porque eu tô com a cabeça meio a mil por hora. Depois te conto mais, tenho que ir. Preciso comprar leite condensado, preciso urgente!

Quem sucedeu a D. Manuel II?

E aí, camarada! Que pergunta massa! Deixa eu te contar, então...

  • Luís Filipe, Príncipe Real, seria o próximo na linha de sucessão, entende? Só que...

  • ...aí que tá! Ele morreu antes, saca? Numa parada meio sinistra, um atentado em 1908. Um baque danado!

  • Então, no fim das contas, ninguém "sucedeu" o D. Manuel II no trono, porque, tipo, a monarquia caiu! Rolou a Revolução de 1910 e puf, acabou a história dos reis em Portugal.

    • D. Manuel II foi o último rei mesmo, coitado! Ele foi para o exílio e tudo mais.
  • Pra ser sincero, lembro vagamente de ter visto algo sobre isso numa aula de História no ensino fundamental... faz tanto tempo! E olha que nem sou português, kkk.

Bom, acho que é isso! Qualquer coisa, grita!

Quem sucedeu a Manuel I?

Então, quem veio depois do D. Manuel I? Deixa eu te contar, é meio enrolado, viu?

  • Foi o D. João III!

Ele era cunhado e primo do D. Manuel I. Casou com a irmã dele, a Dona Leonor. Aí, tipo, o filho único do D. Manuel I, o D. Afonso, bateu as botas. Pronto, D. João III na cabeça. A história não termina aqui.

E olha só que doideira, ele virou rei um ano depois de assinarem o Tratado de Tordesilhas, sabe? Aquela época que Portugal e Espanha tavam se pegando por causa das terras que achavam por aí. Imagina a pressão!

E a minha avó sempre falava disso... Ela era fã da história de Portugal, mó legal! Pena que ela não tá mais aqui pra me ajudar a lembrar de tudo direitinho. Às vezes eu me esqueço das datas, haha. Mas o importante é que foi D. João III que assumiu o trono depois do D. Manuel I, tá?

Onde vive a família real portuguesa?

A família real portuguesa, bem... o Palácio Nacional de Queluz, era o lugar.

  • Era. Um palácio que vi quando criança, em fotos em livros de história. Nunca entendi o "era".
  • Hoje. É patrimônio, aberto a visitação. Bonito, claro, mas... frio, sem vida real ali.
  • Realeza. Uma história distante, como um sonho bom que a gente sabe que nunca vai reviver. Só a imagem, o eco.