Como os substantivos se classificam?

41 visualizações
Os substantivos se classificam em diversas categorias, permitindo uma análise mais detalhada da língua portuguesa. Comum: Designa seres da mesma espécie de forma genérica. Próprio: Refere-se a um ser específico, individualizando-o. Concreto: Nomeia seres com existência própria, real ou imaginária. Abstrato: Designa qualidades, sentimentos, ações ou estados. Primitivo: Não deriva de outra palavra da língua portuguesa. Derivado: Tem sua origem em outra palavra já existente. Simples: Formado por um único radical. Composto: Formado por dois ou mais radicais. Coletivo: Designa um conjunto de seres da mesma espécie.
Comentário 0 curtidas

Como se classificam os substantivos?

Substantivos? Nossa, lembrei da aula de português do colégio, em 2008, a professora Dona Maria, super chata, falava horrores sobre isso. Ainda me lembro do caderno todo rabiscado, tentando entender a diferença entre substantivo próprio e comum. Tipo, "Rio de Janeiro" é próprio, "cidade" é comum. Simples assim, né? Mas na hora não era!

Concreto e abstrato... Ah, isso me pegava! Coisas que você toca, tipo, a minha velha bicicleta Caloi 10, é concreto. Abstrato? Saudade, amor... coisas que você sente. Difícil explicar, mas a gente ia entendendo aos poucos.

Primitivo ou derivado, aquele negócio de raiz da palavra. "Casa" é primitivo, "casinha" derivado. Fácil, comparado a outros. Simples ou composto... "girassol", um só, composto. "pão doce", dois! Coletivo, um grupo de coisas. Manada de bois, penca de bananas... Até hoje uso, mesmo adulta!

O que são substantivos e quais são as suas classificações?

A tarde caía em tons de laranja e carvão, como um quadro de Monet que se desfaz na memória. Esses tons, essas cores, me trazem sempre a lembrança das aulas de português… substantivos. Palavras que nomeiam. Simplesmente nomeiam. Substantivos, a alma das frases, os alicerces do pensamento, o esqueleto da poesia que brota do meu interior.

Lembro do caderno, gasto e amarelado, com a letra minúscula e insegura da minha adolescência, tentando decifrar a gramática. Nove tipos, diziam as páginas rabiscadas, nove formas de nomear o mundo. Nove portas para o infinito da linguagem. Um labirinto de palavras que me atraia e me afligia em igual medida. A complexidade me fascinava, como uma melodia repetida em eco até se perder no silêncio.

Simples, composto, comum, próprio. Os nomes que dão nome aos nomes. As casas, os sonhos, as cidades… o Rio de Janeiro, uma cidade que pulsa em mim como um segundo coração. Minhas memórias se misturam às letras, embaralham-se como as folhas em um outono tardio.

Concreto, abstrato, primitivo, derivado, coletivo. A textura da madeira da mesa, a lembrança fantasmagórica de um abraço, a raiz das palavras, seus desdobramentos, a força unificada de um bando de pássaros. Tudo isso se resume a uma só coisa: o ato de nomear, de tornar real através da palavra. De sentir.

Um peso na alma, a lembrança daquela época. A angústia da prova, a caneta esferográfica fria em meus dedos trêmulos. Mas era mais do que isso, era a descoberta de um universo, o universo da língua. A chave para decifrar os enigmas do mundo, mesmo que a chave em si mesma fosse um enigma também.

A noite se aproxima. O brilho das estrelas, um manto aveludado sobre a cidade. E eu, ainda pensando em substantivos, nesses blocos construtores da nossa realidade. Substantivos, que me conectam a este presente através do passado.

O que é classificação exemplos?

Ah, classificação... Uma palavra que me evoca tantas coisas, desde a biblioteca da minha infância, com aquele cheiro inconfundível de papel velho e poeira, até as listas infinitas que organizo no meu dia a dia.

  • Ordem: A primeira imagem que surge é a da organização. Colocar cada coisa em seu devido lugar, como as letras do alfabeto alinhadas nos livros, cada um esperando para contar sua história. Lembro da bibliotecária, Dona Maria, com seus óculos na ponta do nariz, guardiã da ordem alfabética, sempre pronta a me guiar entre as estantes.
  • Público: Mas há também a classificação que protege, que orienta. Aquela que me faz pensar nos meus sobrinhos assistindo a um filme, seguros de que o conteúdo é adequado para suas mentes em formação. É a classificação etária, um farol que nos guia em meio a um mar de informações.
  • Avaliação: A palavra "classificação" me lembra das notas da escola, do frio na barriga antes de receber o boletim. Era uma avaliação, sim, mas também um retrato da minha dedicação, ou da falta dela. Cada disciplina, um universo a ser explorado, cada nota, um degrau a ser escalado.

É engraçado como uma única palavra pode abrigar tantos significados, tantas memórias. A classificação, no fim das contas, é uma forma de dar sentido ao caos, de encontrar um fio condutor em meio à vastidão do mundo.

É a colocação de algo em uma sequência ordenada e também a avaliação de um conteúdo para definir seu público.

Como saber identificar o substantivo?

A noite traz clareza, e com ela, a compreensão... ou pelo menos a tentativa. Identificar um substantivo, hum... é como reconhecer um rosto familiar em meio à multidão.

  • Substantivos nomeiam. Simples assim. Coisas, pessoas, lugares, ideias... tudo que recebe um nome, é um substantivo. Lembro da minha avó dizendo isso, repetidamente, enquanto costurava.
  • Substância, a essência. Não se limita ao que se pode tocar. A tristeza, a saudade... sentimentos, emoções. São substâncias da alma, nomeadas e sentidas. Difícil às vezes, nomear o que dói.
  • Perceba o artigo. Geralmente, um artigo (o, a, um, uma) o acompanha. "A dor", "o tempo", "um sonho"... Quase sempre, mas nem sempre. A vida, essa rebelde, foge às regras.

E no fim, tudo volta a ser nomeado. Para que não se perca no vazio. Para que tenha um lugar, mesmo que seja apenas nas lembranças da noite.

Quais são os elementos dos substantivos?

Substantivos: Nomeiam.

  • Seres: Pessoas, bichos, coisas. O óbvio.

  • Núcleo: Sujeito, objeto. A espinha dorsal da frase. Sem ele, desmorona.

  • Variáveis: Flexionam em gênero, número e grau. Masculino/feminino, singular/plural. Uma dança constante.

  • Um amigo meu coleciona substantivos raros. Diz que são como borboletas presas em âmbar. Sem vida, mas eternos.

  • Agente da passiva: O executor oculto. Quem realmente fez. A verdade por trás da ação.

  • Designação: A etiqueta. Simplifica, rotula. Mas esconde a complexidade.

  • Já vi rótulos definirem vidas. Aprisionarem destinos. Uma palavra pode ser uma jaula.

  • Classe de palavras: Uma peça no quebra-cabeça da língua. Essencial, mas apenas uma parte.

  • Como as engrenagens de um relógio. Cada uma com sua função. Juntas, marcam o tempo.