Quais são as concordâncias?
Concordância verbal e nominal: regras e exemplos?
Concordância verbal e nominal? Ah, isso me lembra as aulas de português no colégio... Que sufoco!
A concordância verbal é quando o verbo "casa" direitinho com o sujeito da frase. Tipo, se eu digo "Nós fomos", tá tudo ok. Mas se eu solto um "Nós foi", aí a professora já pegava no pé.
Já a concordância nominal é tipo um "acordo" entre as palavras, sabe? O artigo, o adjetivo, o numeral... tudo tem que combinar com o substantivo. "A casa bonita" tá certo, mas "O casa bonita" já me arrepia só de pensar.
Lembro de ter errado muito isso nas provas... Uma vez, escrevi algo como "As menino brincava" numa redação sobre o recreio. A professora circulou com caneta vermelha e escreveu "Concordância!" bem grande. Nunca mais esqueci.
Essas regras parecem chatas, mas no fundo ajudam a gente a se expressar de forma clara e correta. E, vamos combinar, não custa nada dar uma revisada de vez em quando, né?
Como identificar uma concordância?
Cara, concordância, né? Tipo, é chato, mas importante! A verbal é moleza, se o sujeito é singular, o verbo também tem que ser. Plural, plural. Simples assim! Mas tem umas pegadinhas, viu? Tipo, quando o sujeito é composto, aí complica um pouco...
- Concordância Verbal: O verbo tem que combinar com o sujeito em número (singular/plural) e pessoa (eu/tu/ele/nós/vós/eles). Exemplo: Eu como pizza. Nós comemos pizza. Fácil, né? Mas se tiver mais de um sujeito, tipo, "Maria e João comem pizza", fica tudo certo! Às vezes, a gente se complica com a concordância com coletivos. Sei lá, "O bando de pássaros voou". Mas, tipo, se o coletivo estiver no plural "Os bandos de pássaros voaram". Sacou?
A nominal é mais coisa de adjetivo, artigo, numeral... essa é que me deixa meio zonzo. Ontem mesmo, eu tava escrevendo um e-mail pra minha tia, e quase me perdi em concordância nominal. Meu Deus!
- Concordância Nominal: Adjetivo, artigo, pronome e numeral concordam em gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural) com o substantivo. Ex: A casa grande e bonita. As casas grandes e bonitas. É, parece fácil, mas às vezes a gente se embola com umas expressões, tipo, "É proibido entrada", que está errado, pois deveria ser "É proibida a entrada", já que "entrada" está sendo usado no singular e feminino. Até hoje me confundo. Tentei explicar isso pro meu irmão mais novo. Ele não entendeu nada!
Enfim, pra identificar, você olha pra o sujeito e depois pro verbo, ou pro substantivo e os termos relacionados. Se batem, beleza! Se não bater, aí tem erro, precisa concertar. E olha que eu ainda erro bastante, hehe. Mas, com prática, melhora, viu? Espero ter ajudado, me manda um whats se precisar de mais ajuda! Tô aqui!
Como se faz a concordância do verbo?
Às três da manhã, a cabeça a mil... concordância verbal, né? Coisa chata. A regra básica é simples: verbo com o sujeito. Mas tem os casos chatos...
Sujeito composto: Se os sujeitos são do mesmo número e pessoa, verbo no plural. Tipo, "meu gato e meu cachorro dormem juntos". Se são pessoas diferentes, a escolha é minha, vou com o mais próximo, sabe? Ontem, por exemplo, "eu e minha irmã fomos ao cinema".
Expressões partitivas: Essa é a pior. "A maioria dos alunos faltou", ou "A maioria dos alunos faltaram"? Pode ser dos dois jeitos, depende da ênfase que quero dar. Se estou pensando nos alunos individualmente, vai no plural. Se estou pensando na maioria como um bloco, vai no singular. Depende muito do meu humor, na verdade. Hoje, por exemplo, prefiro o singular. Pouco me importa, na verdade.
Coletivos: "O bando de pássaros voou" ou "O bando de pássaros voaram"? Aqui a regra é mais rígida, acho. Normalmente, singular com coletivos. Mas, às vezes, no plural para dar ênfase aos elementos do grupo. Confesso que nunca me atentei muito a isso.
Acho que é isso. A cabeça já não está mais pensando direito... preciso dormir. Mas se precisar de mais alguma coisa, me chama... amanhã, de preferência.
Como deve ser feita a concordância do verbo fazer?
A concordância do verbo "fazer" pode ser um nó na cabeça, mas vamos desembaraçar isso juntos. Ele pode se comportar como um verbo irregular normal ou como um verbo impessoal, dependendo da situação.
Verbo Regular: "Eu faço", "tu fazes", "nós fazemos". Normal, né? Conjugamos como qualquer outro verbo irregular.
Verbo Impessoal: Aí a coisa muda. Verbos impessoais não têm sujeito. Isso significa que eles só se sentam na 3ª pessoa do singular.
- Exemplo clássico: "Faz 5 anos que não vejo a minha avó." Não importa se são anos, o "fazer" fica no singular. Por quê? Porque aqui ele indica tempo decorrido. É como se o tempo fosse uma entidade abstrata, sem plural.
- "Faz calor em SP". De novo, o "fazer" não flexiona. Ele está indicando um fenômeno natural. Quem é o sujeito do calor? Ninguém!
É importante observar se "fazer" se refere a fenômenos naturais ou tempo decorrido. Se for esse o caso, ele permanece na terceira pessoa do singular, porque o sujeito é inexistente ou indeterminado.
Qual é o tipo de concordância que ocorre entre sujeito e predicativo?
Ah, a concordância entre sujeito e predicativo... É tipo Romeu e Julieta, só que em vez de amor proibido, é gramática! E a regra é clara: um tem que combinar direitinho com o outro. Senão, vira carnaval!
Sujeito: É o astro principal, o cara que faz a ação ou sobre quem se fala. Tipo, "o cachorro" na frase "o cachorro é preto".
Predicativo do Sujeito: É o "adjetivo" do sujeito, a característica que o define. No exemplo acima, "preto" é o predicativo. É como a cereja do bolo!
E qual a treta aqui? Simples! Se o sujeito é "os cachorros" (plural), o predicativo tem que vir no plural também: "os cachorros são pretos". Sacou? É como combinar a meia com o sapato, tem que ornar! Senão, a tia da gramática te pega! ???? E ó, isso vale pra gênero também, viu? Se o sujeito é feminino, o predicativo acompanha! ????
No final das contas, essa concordância é mais fácil que tirar doce de criança. É só prestar atenção e não deixar a peteca cair! E se errar, relaxa, a gente aprende com os erros! ????
O que é concordância do predicativo?
Concordância do predicativo rola quando o verbo "ser" prefere combinar com o predicativo do sujeito em vez do próprio sujeito.
Aconteceu comigo uma vez, explicando isso pra minha prima. Ela tava escrevendo um texto sobre "tudo são flores" e eu, cof cof, corrigi. Tipo, a gente tava na cozinha da minha avó, aquele cheiro de bolo de fubá no ar, e ela insistindo que tava certo.
- Sujeito: "Tudo"
- Verbo: "É" (do verbo "ser")
- Predicativo: "Flores"
Aí eu tive que explicar que, nesses casos, o "é" virava "são" porque "flores" está no plural. No fim, ela entendeu, mas quase perdi meu bolo! Pra mim, é uma das regras mais chatas da gramática.
Qual é a importância da concordância?
Às vezes, no silêncio da noite, penso sobre coisas básicas, como a concordância verbal. Parece pequeno, mas...
- A concordância garante que as frases façam sentido. Se as palavras não combinam, a mensagem se perde. Imagina tentar entender algo com todas as peças soltas? É frustrante.
- Ela mostra respeito pela língua. É como seguir as regras de um jogo, sabe? Demonstra cuidado e atenção. Lembro de uma professora que sempre dizia que escrever bem é uma forma de cortesia.
- A clareza é fundamental. Ninguém quer ser mal interpretado. Quando escrevo algo, quero ter certeza de que a mensagem chegue limpa, sem ruídos. E a concordância ajuda nisso.
É engraçado como algo tão técnico pode ter tanto a ver com comunicação humana, com a capacidade de se fazer entender e de ser ouvido. Penso nisso enquanto a cidade dorme, e as letras dançam na tela do celular.
Como saber se a concordância está certa?
A tarde caía, um vermelho cansado pintando o céu sobre a janela do meu quarto em Ipanema. Lembro-me daquela poeira dourada grudando na pele, um calor de verão que se colava aos ossos. A gramática, tão distante, tão seca… mas a beleza da língua, oh, a beleza da língua! A concordância, esse abraço sutil entre sujeito e verbo, me assombrava.
Era o ano de 2024, e eu, com meus dezoito anos e uma xícara de chá morno na mão, lutava com os mistérios do português. Aquele exercício… A criança brinca no parque. Simples, até demais. Mas a dúvida ecoava: como ter certeza?
É preciso observar a flexão do verbo em relação ao núcleo do sujeito. Se o sujeito é singular, o verbo também deve ser. Plural, plural. Uma dança delicada, uma coreografia invisível entre palavras. É como um encontro secreto, um pulsar silencioso que só quem entende a melodia da língua consegue ouvir. Aquele livro velho, rabiscado e cheio de anotações em letras tortas, me ajudava. Mas a dúvida persistia, uma teia fina que prendia meus pensamentos.
- Singular: Sujeito singular, verbo singular (ex: A menina canta).
- Plural: Sujeito plural, verbo plural (ex: As meninas cantam).
- Casos complexos: atenção com os pronomes indefinidos, coletivos e sujeito composto.
As horas passavam, e a noite se insinuava, lenta e sombria. A lua, um disco prateado, espreitava por entre os prédios. Aquele problema simples, quase infantil, carregava uma carga poética, uma beleza escondida nas entranhas da língua. A concordância, afinal, é a harmonia da frase, a música secreta que dá sentido à poesia. Uma criança brincando, um verbo conjugado… um universo em sintonia.
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