Quais são as principais regras de concordância?
Quais as regras básicas de concordância verbal?
Ah, concordância verbal... um tema que me atormentou na escola, confesso! Lembro da minha professora de português, Dona Maria, insistindo nisso. Basicamente, o verbo tem que "combinar" com o sujeito, né? Tipo, se o sujeito é "nós", o verbo tem que ser "somos", e não "é". Parece simples, mas...
Onde a coisa complica, para mim, era quando apareciam aquelas expressões tipo "a maioria de". Eu sempre ficava na dúvida se o verbo ia para o plural ou singular. Dona Maria explicava que tanto faz, dependendo do que você quer enfatizar.
Tipo, "A maioria dos alunos foi à festa" ou "A maioria dos alunos foram à festa". Percebi que, no fundo, o importante é entender o que você quer dizer, qual a ênfase da sua frase. Não é só decorar regra.
A gramática tem lá suas regras, mas o português é vivo!
Qual a regra da concordância?
A regra da concordância? Ah, essa belezinha! É tipo um casamento, sabe? O sujeito e o verbo, precisam combinar direitinho, senão vira um barraco! Verbo e sujeito precisam se casar no mesmo número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª ou 3ª). É uó se não for assim, meu amigo. Vira um tremendo caos gramatical!
Imagine o sujeito como a noiva e o verbo, o noivo. Se a noiva é uma só (singular), o noivo também tem que ser um só! Se a noiva chega com um batalhão de amigas (plural), o noivo precisa trazer a turma toda pra não fazer feio.
Exemplos da desgraça que acontece se não houver concordância:
- "Eu vou na praia" X "Eu vai na praia" (Meu Deus, que horror! Que falta de respeito com a língua portuguesa!)
- "As meninas comem bolo" X "As meninas come bolo" (Imagina a briga das meninas por uma fatia só!)
Casos mais cabeludos (pra deixar você de cabelo em pé):
- Sujeito composto: Se o sujeito for composto (mais de um elemento), o verbo vai para o plural, a não ser que os elementos sejam sinônimos ou representem a mesma pessoa. Tipo, "Meu pai e meu irmão viajaram" (plural), mas "Meu amigo e meu companheiro é a mesma pessoa" (singular).
- Coletivos: "A multidão gritou", mesmo sendo um monte de gente, porque a palavra "multidão" está no singular.
- Pronomes de tratamento: "Vossa Excelência está certo?" (mesmo sendo várias pessoas, a concordância é no singular. Só pra deixar a coisa mais complicada).
Resumindo: A concordância é fundamental, senão a sua frase vira um desastre total, digno de meme na internet. Se liga, estude e não me faça passar raiva! Hoje, dia 27/10/2023, eu to precisando de paz. ????
Quais são os exemplos de concordância verbal?
Concordância verbal: Ah, lembrei disso! Tipo, o verbo tem que "combinar" com o sujeito, né?
Exemplo 1: "Fui eu que derramei o café" versus "Fomos nós que derramamos o café". Aaaah, tipo, "fui" combina com "eu", "fomos" com "nós". Faz sentido!
Pronome relativo "quem": Que doideira! O verbo pode ficar na terceira pessoa (tipo "ele/ela") ou combinar com quem veio antes.
Exemplo 2: "Fui eu quem derramou o café" OU "Fui eu quem derramei o café". Tipo, TANTO FAZ?!
Isso me lembra quando eu corrigia as redações da minha irmã. Sempre dava um nó na cabeça dela! Será que ela ainda lembra dessas regras? Vou perguntar depois. Mas pera, qual a diferença entre derramou e derramei? Será que os dois estão certos mesmo? ????
Resumindo: Tem a regra geral e essa exceção maluca do "quem". Anotado!
Quais são as regras de concordância verbal?
Concordância verbal é basicamente o verbo e o sujeito dançando juntinhos, sabe? Eles precisam estar no mesmo ritmo, tipo, número e pessoa.
Regra geral: Um sujeito sozinho, o verbo também fica sozinho (singular). Vários sujeitos juntos, o verbo entra na festa (plural). Tipo, "Eu canto", "Nós cantamos". Simples, né?
Sujeito "turbinado" (composto): Geralmente, o verbo vai pro plural. Exemplo: "Maria e João foram ao cinema". Mas, se a gente estiver falando da mesma coisa, aí o verbo pode ficar no singular: "A dor e o sofrimento foram demais".
Sujeito "turma" (coletivo): A galera toda como um só, o verbo fica no singular. "A multidão gritou". Se a gente quiser especificar, aí muda: "A multidão de fãs se dispersaram".
Verbo "fantasma" (impessoal): Sem sujeito, tadinho. Aí ele fica sempre na 3ª pessoa do singular. Tipo, "Havia muita gente na festa".
Partículas apassivadoras: Elas transformam o sujeito em paciente. A concordância tem que rolar certinho. "Vendem-se casas" (casas são vendidas).
Pronomes relativos: Que, quem, qual... Eles "puxam" a concordância do antecedente. "Fui eu quem fez o bolo".
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