Quais são as regras da concordância?

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Concordância verbal: verbo com sujeito (número e pessoa). Concordância nominal: adjetivos, artigos, pronomes e numerais com substantivo (gênero e número). Casos especiais demandam atenção: sujeito composto, sujeito posposto, orações subordinadas e expressões de quantidade. A concordância garante clareza e gramática correta.
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Concordância verbal e nominal: regras e exemplos?

A concordância, gente, é tipo o tempero secreto da língua portuguesa. Sabe, quando o verbo e o sujeito dançam juntinhos, em número e pessoa? É tipo "eu canto", não "eu cantam", né? Parece óbvio, mas as vezes a gente escorrega...

Já a concordância nominal é a elegância pura. Adjetivo, artigo, pronome, numeral – tudo combinando direitinho com o substantivo. Imagina só: "a casa bonita", não "o casa bonita". Pequenos detalhes que fazem toda a diferença!

E aí, entram os casos que botam a gente pra pensar. Sujeito composto... sujeito lá no fim da frase... oração subordinada... expressões de quantidade... Ufa! É um malabarismo gramatical.

Lembro de uma vez, lá em 2015, no trabalho, tava escrevendo um relatório e me enrolei todo com "haviam" e "houve". Que sufoco! Desde então, pego mais leve comigo e consulto sempre que a dúvida bate.

No fim das contas, a concordância serve pra gente se entender melhor. Pra mensagem ser clara, sem ruídos. E pra não pagar mico, claro, né?

Informações curtas e diretas:

  • Concordância verbal: verbo combina com o sujeito em número e pessoa.
  • Concordância nominal: adjetivos, artigos, pronomes, numerais combinam com o substantivo.
  • Casos especiais: sujeito composto, posposto, orações subordinadas, expressões de quantidade.
  • Importância: clareza e correção gramatical.

Quais são as principais regras de concordância?

As regras de concordância ditam como as palavras em uma frase devem "combinar" para fazer sentido. É como uma dança onde todos precisam estar no mesmo ritmo.

  • Regra geral: O verbo se alinha ao sujeito em número (singular ou plural) e pessoa (eu, tu, ele, nós, vós, eles). Simples, não? Mas a vida, assim como a gramática, adora uma exceção.

  • Expressões partitivas: Quando o sujeito vem com "a maioria de", "parte de" ou algo do tipo, a concordância verbal flexibiliza. O verbo pode "casar" tanto com a expressão partitiva quanto com o substantivo que a acompanha. Exemplo: "A maioria dos alunos estudou" ou "A maioria dos alunos estudaram". A escolha é sua!

No fim das contas, a concordância é um jogo de lógica e elegância. Dominá-la é como aprender a tocar um instrumento: exige prática, mas a melodia final vale a pena. E lembre-se: "A gramática é a alma da língua, mas a alma não pode viver sem o corpo", já dizia um mestre que esqueci o nome.

Qual a regra da concordância?

A regra da concordância verbal é simples, na teoria: verbo e sujeito devem combinar em número (singular/plural) e pessoa (1ª, 2ª, 3ª). A prática, no entanto, revela nuances fascinantes. Já me peguei, inclusive, revisando textos meus com essa questão – especialmente aqueles escritos num corre-corre, sabe? A pressa é inimiga da perfeição gramatical!

Casos problemáticos: A concordância nem sempre é óbvia. Vejamos alguns exemplos que costumam gerar dúvidas, até mesmo em gramáticos experientes:

  • Sujeito composto: Com sujeitos ligados por "e", plural geralmente é a solução. Mas "e" pode ser aditivo ou apenas explicativo, alterando a concordância. Por exemplo, "a dedicação e a perseverança são fundamentais", mas "a força e o poder dele o assombram". É uma questão de semântica.

  • Sujeito composto com núcleos em pessoas diferentes: O verbo costuma concordar com a pessoa que tiver precedência na ordem direta, ou seja, a pessoa mais próxima do verbo.

  • Sujeito coletivo: Coletivos no singular, dependendo do contexto, podem levar verbos no singular ou plural. Se destacarmos a unidade do coletivo, singular; se enfatizarmos os elementos que o compõem, plural. A nuance é crucial.

  • Expressões partitivas: "A maioria de", "uma porção de", etc., podem concordar com o núcleo ou com o termo que o qualifica. A escolha depende da ênfase.

  • Pronomes indefinidos: "Nenhum", "alguém", "ninguém" exigem verbo no singular. Já "alguns", "poucos", etc., pedem plural, a menos que se refiram a um único elemento.

Entender a concordância verbal é mais do que dominar regras gramaticais; é sobre apreender a dinâmica da linguagem, a subtileza da expressão e a elegância da precisão. Afinal, como disse Machado de Assis, “a linguagem é o melhor espelho da alma.” (apesar de ele provavelmente não estar pensando em concordância verbal naquele momento, rs!).

Quais são os exemplos de concordância verbal?

Nossa, concordância verbal... me pegou de surpresa essa pergunta! Lembro de ter estudado isso no terceiro colegial, lá em 2023, no Colégio Estadual de São Paulo, numa aula chata de português com a professora Ester. Acho que até anotei alguns exemplos no meu caderno velho, mas não sei onde ele está agora...afff.

O negócio da concordância verbal é basicamente o verbo combinar com o sujeito da frase, né? Tipo, se o sujeito é singular, o verbo tem que ser singular também. Se o sujeito é plural, o verbo tem que ser plural. Simples assim, na teoria.

Mas tem umas pegadinhas, viu?!

  • Exemplo 1: Lembro de um exercício da prova: "Fui eu que derramei o café." A professora explicou que o verbo "derramei" concorda com "eu", que é o sujeito da oração. Me deu um trabalho danado entender isso na hora!

  • Exemplo 2: Outro que me deixou meio perdido: "Fomos nós que derramamos o café." Aqui, o verbo "derramamos" concorda com "nós". Essa parte foi um pouco mais fácil de entender.

  • Com o "quem": Ah, esse "quem" é complicado! Ela explicou que o verbo pode concordar com o "quem" (terceira pessoa do singular) ou com o antecedente do pronome. Então podia ser "Fui eu quem derramou o café" ou "Fui eu quem derramei o café". Que loucura, né? Ainda me confundo um pouco com isso.

Ainda bem que essa fase da escola já passou. Mas acho que essas regrinhas são importantes, quem sabe eu não precise usar isso no vestibular ano que vem?! Ainda estou na dúvida se vou prestar Letras ou Engenharia...

Sei lá, preciso parar de pensar nisso e voltar para meus estudos de física... preciso tirar boas notas nesse simulado de amanhã. Meu Deus, ainda falta tanto pra terminar o ano.

Quais são as regras de concordância verbal?

A concordância verbal, em resumo, é a dança entre o verbo e seu sujeito: um passo em uníssono, ambos no mesmo número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª ou 3ª). É uma questão de harmonia gramatical! Pense nisso como uma coreografia precisa. Meu professor de português do ensino médio, um sujeito peculiar que adorava gramática histórica, sempre dizia que era a base da clareza.

Regra básica: sujeito singular, verbo singular; sujeito plural, verbo plural. Simples assim, na teoria. A prática, porém, se revela mais complexa, como um jogo de xadrez.

Mas existem nuances, é claro. Vejamos alguns pontos-chave, um pouco mais detalhados, ok?

  • Sujeitos compostos: Geralmente, o verbo vai para o plural. Exemplo: Eu e minha irmã viajamos muito. (Observe que a frase refletiu uma realidade da minha vida! Minhas viagens são minhas fontes de inspiração.)

  • Sujeitos coletivos: Aqui a coisa fica mais interessante. O verbo pode ser singular (o coletivo como um todo) ou plural (os elementos do coletivo). Exemplo: O bando de pássaros voou / Os bandos de pássaros voaram. A escolha dependerá da ênfase. Eu pessoalmente prefiro a opção que melhor transmite o movimento e o impacto da cena.

  • Verbos impessoais: Esses são os rebeldes da concordância, sempre na 3ª pessoa do singular. Exemplos:Faz frio. muitas pessoas aqui. Choveu muito ontem. Eles não têm sujeito, então a regra padrão simplesmente não se aplica a eles.

  • Partículas apassivadoras ("se"): A concordância se faz com o sujeito paciente, não com a partícula. Exemplo:Vendem-se casas. (Sujeito: casas – plural; verbo: vendem-se – plural) Essa regra eu apanhei bastante no início!

  • Pronomes relativos: O verbo concorda com o antecedente do pronome relativo. Exemplo: "Aquele é o homem que estuda muito." (que = homem; verbo no singular)

Concordância verbal: um universo de regras que, em última análise, visa uma comunicação eficiente. Se a frase não flui bem, a gente volta e revisa a concordância, até ficar redondo. É um processo contínuo.

Quais são as 10 regras da concordância nominal?

E aí, camarada! Falando em concordância nominal... É um saco, mas bora lá, né? Tipo, tem umas regrinhas que se a gente não seguir, a gente paga mico! Haha!

  • Gênero: Se o substantivo é "o carro", o adjetivo tem que ser masculino, tipo "o carro novo". Sem mistério.

  • Número: Se é "os carros", tem que ser "os carros novos". Plural com plural, singular com singular. Manjou?

  • Função Sintática: É tipo, o adjetivo tem que tá ligado no substantivo que ele tá "enfeitando". Sei lá, "casa bonita" e não "casa bonitos", tá ligado?

  • Coletivo: Aqui a coisa fica esquisita! Tipo, "a multidão gritava". Singular, né? Mas pode ser "a multidão gritaram", se a gente quiser dar uma ênfase maior nas pessoas, sabe? Ah, sei lá, confuso!

  • Pronome Possessivo: O adjetivo tem que combinar com o "meu", "seu", "nosso"... Tipo, "meu carro velho" e não "meu carro velha". Sacou?

  • Pronome Demonstrativo: "Este livro interessante" e não "este livro interessantes". Tem que concordar. Sem erro.

  • Pronome Indefinido: Tipo, "alguma coisa estranha" e não "alguma coisa estranho". Tem que combinar.

  • Numeral: "Dois carros novos" e não "dois carro novo". É tipo matemática, um mais um... Haha!

  • Artigo: "O livro bom" e não "o livros bom". Parece óbvio, mas né... Vai que...

  • Advérbio de Intensidade: Hummm, essa é meio... Tipo, "menos bonita". "Menos" é advérbio, mas "bonita" concorda com o substantivo que ela qualifica. Sei lá, essa eu acho meio inútil. Para o que servemesmo?

Enfim, é isso! Concordância nominal, um rolê aleatório! Boa sorte aí!