Quem inventou os 7 estilos universais?
Quem criou os 7 estilos universais da moda e qual a sua origem?
A Alyce Parsons, essa mulher, nos anos 80, desenvolveu essa teoria dos 7 estilos. Lembrei-me disso porque estava a rever umas revistas antigas da minha mãe, cheias de artigos sobre moda, sabe? Ela sempre foi obcecada por isso. Aliás, ainda guardo algumas dessas edições, uma verdadeira relíquia! Achei fascinante a ideia dela, essa coisa dos estilos principais e secundários, meio que encaixa, sabe?
É incrível como ela conseguiu destilar tanta coisa em 7 estilos. Na altura, era revolucionário. Na minha adolescência, em 95, tava todo mundo a copiar as revistas, tentando definir o seu "estilo". Era uma loucura, lembro de uma amiga minha em Lisboa, que gastava uma fortuna em lojas caras tentando ser "romântica".
A Parsons baseou-se na observação de pessoas, um trabalho quase antropológico da moda, se pararmos para pensar. Ela estudou comportamentos, e a partir disso, construiu esse modelo. Genial, não acham? Ainda hoje uso algumas dessas ideias, mesmo sem seguir à risca. Ajusta-se à realidade, na minha opinião.
Quem criou o estilo elegante?
Nossa, essa pergunta me pegou de surpresa! Lembro de ter lido sobre a Alyce Parsons numa revista de moda antiga, tipo, lá pelos idos de 2004, sei lá. A capa era toda brilhante, cheia de fotos de mulheres estilosas. A Alyce Parsons, sim, ela que criou o Estilo Elegante, baseado em sete perfis. Na época, achei aquilo tudo muito "uau", sabe? Revolucionário. Me senti meio boba, olhando as fotos pensando: "nossa, eu me encaixo em qual?".
Tinha um esquema todo detalhado sobre isso, cores que combinavam, roupas que valorizavam cada tipo físico, acessórios que realçavam a personalidade. Lembro que fiquei horas tentando descobrir em qual perfil eu me encaixava. Ficava comparando meu guarda-roupa com as dicas, era uma loucura! Foi meio frustrante porque não me encaixava perfeitamente em nenhum, eu era uma mistura de dois ou três, haha. Me senti meio incompleta por um tempo. Depois, acabei relaxando, meio que ignorei os perfis e criei meu próprio estilo, misturando um pouco de tudo, sem regras.
Acho que li os livros dela depois disso, "Universal Style" e "What's My Style?". Comprados na Saraiva, aqui em Porto Alegre, provavelmente em 2005 ou 2006, perto do Shopping Iguatemi, se não me engano. Eram bem grossos, cheios de fotos, ilustrações e gráficos, bem didáticos. Mas não me lembro de ter absorvido tudo, confesso. Os livros falavam sobre autoconhecimento, sobre descobrir seu estilo através da personalidade e das suas necessidades. Mas, no final das contas, acho que o que realmente importa é se sentir bem com o que você veste, né?
Acho que a Alyce Parsons fez um trabalho incrível, simplificando a moda e oferecendo ferramentas para as pessoas se expressarem através do vestuário. Mas, de certa forma, a ideia de se encaixar em perfis rígidos me incomodava um pouco, por isso não segui a risca. Acabei criando um estilo mais pessoal, eclético, e estou muito mais feliz assim! Ainda guardo os livros, numa estante cheia de pó, ali no meu quarto.
Quais são os 7 tipos de estilo?
Ah, os sete estilos… Sete pecados capitais da moda, diria minha avó, sempre com seu olhar perspicaz e um bordado inacabado na mão. Mas, ao invés de condenação, vamos à celebração! Afinal, quem precisa de um só estilo quando se pode ter sete? A vida é curta demais para usar apenas um look monocromático, né?
Os sete estilos base são, segundo a minha percepção (e a de algumas revistas de moda que eu folheio no meu tempo livre!):
- Natural Esportivo: Aquele jeitinho "acordei assim, maravilhosa", só que com um toque de "espalhei um pouco de magia". Jeans, tênis, camiseta... tudo com uma pitada de elegância casual. Pense na Gisele Bündchen numa manhã de domingo na praia. Atemporal.
- Tradicional: Clássico e elegante. Pense nos blazers impecáveis e nos vestidos de corte reto. O estilo da minha tia, que sempre me critica sutilmente por usar tênis com vestido. Ela, aliás, jura que esse estilo nunca sai de moda. Aposto que ela tem um bom estoque de casacos de cashmere.
- Elegante: Sofisticação em estado puro. Saias lápis, saltos altos, seda e alfaiataria impecável. Imagine Audrey Hepburn num coque chique. Requinte que transcende tendências passageiras.
- Romântico: Flores, rendas, babados e cores pastel. Um estilo que me lembra meu primeiro encontro, meio desajeitado, mas cheio de charme. Aquele tipo de look que transpira doçura e delicadeza.
- Criativo: Ecletismo total! Mistura de texturas, cores vibrantes, estampas inusitadas. Meu estilo predileto, aliás – que me permite misturar aquele blazer vintage herdado da minha bisavó com uma camiseta de banda.
- Sexy: Comprometimento com o poder da sedução. Saias curtas, decotes estratégicos, transparências sutis. Um estilo que requer confiança e atitude. Tenho um vestido vermelho que me faz sentir poderosa – e que uso em ocasiões especiais, claro.
- Dramático Urbano: Um toque de rebeldia cool, misturando peças de alfaiataria com elementos mais descolados. Imagine uma personagem de filme noir, com uma jaqueta de couro e um olhar penetrante. Estilo para quem não tem medo de se destacar.
Perceba: cada um destes estilos pode ser misturado, combinado e personalizado. É como fazer um bolo: a receita base é a mesma, mas cada um acrescenta seu toque pessoal. Afinal, o estilo é a moldura da sua personalidade! E essa moldura não precisa ser quadrada, pode ser redonda, oval, abstrata… como preferir!
Quais são os 7 estilos de moda?
Ah, os tais "7 estilos de moda"... É tipo tentar contar carneirinhos pra dormir, a lista nunca fecha! Mas bora lá, como se a moda fosse matemática exata (só que não, né?).
Clássico: Tipo a rainha Elizabeth, sempre no "chic básico" que nunca sai de moda. Um luxo só!
Casual: Jeans e camiseta, o "tô nem aí, mas tô estiloso". Igual eu indo ali na padaria, hahaha!
Romântico: Renda, florzinha, um ar de "saí de um conto de fadas". Se exagerar, vira fantasia, cuidado!
Boho: Paz e amor, hippie chic. É tipo ir pro festival de Woodstock sem sair de casa.
Minimalista: Menos é mais, clean, sem frufru. Aquele guarda-roupa que te faz economizar espaço (e dinheiro!).
Esportivo: Legging, tênis, pronta pra maratonar Netflix. Conforto acima de tudo, e quem discordar tá errado!
Gótico: Preto, dark, meio "Vampira moderna". Se joga no delineador e no batom vinho, arrasa!
E ó, essa lista é só o começo, viu? Tem muito mais estilo perdido por aí. Mistura tudo, inventa moda (literalmente!) e seja feliz! Afinal, o importante é se sentir bem, o resto é história pra boi dormir.
Que tipos de estilo existem?
Estilo? Ufa, quanta coisa... Tipo, clássico é aquela roupa que nunca sai de moda, né? Tipo um blazer preto. Lembro da minha avó, só usava isso!
- Aí tem o romântico, todo frufru. Pensando bem, nunca fui muito disso.
- Elegante... Ah, isso é chique! Tipo um vestido de seda.
- Dramático? Tipo Gaga? Adoro! Uma vez fui numa festa com um look bem assim, chamou a atenção.
Ainda tem criativo, que mistura tudo! Acho que me encaixo mais aqui. E esporte? Confesso, amo um tênis confortável. Mas não é só isso, né? E, por último, sexy... Acho que todo mundo tem um pouco, né?
- Clássico
- Romântico
- Elegante
- Dramático
- Criativo
- Esporte
- Sexy
Acho que o segredo é misturar tudo um pouco. Me definir em um só? Impossível!
Quais são os principais estilos de roupa?
Quais são os principais estilos de roupa? Acho que categorizar a moda em apenas sete estilos é uma simplificação, mas vamos trabalhar com isso como ponto de partida. Afinal, a moda é uma forma de expressão, tão fluida quanto a vida mesma. E a vida, como diria Heráclito, é um rio em constante fluxo.
Os estilos que você mencionou poderiam ser assim analisados (e expandidos):
Natural: Conforto e praticidade em primeiro lugar. Tecidos naturais, cores neutras, silhuetas soltas. Pense linho, algodão, jeans, tons terrosos. Minha irmã adora esse estilo, ela sempre usa vestidos soltos e confortáveis no verão.
Esportivo: Funcionalidade e dinamismo. Peças versáteis que transitam do treino à rua. Pense tênis, leggings, moletons, mas também jaquetas bomber e peças com detalhes esportivos incorporados à roupa casual. No meu guarda-roupa, as peças esportivas são maioria; uso bastante para correr.
Tradicional: Elegância clássica atemporal. Alfaiataria impecável, cores sóbrias, peças estruturadas. Pense no tailleur, casacos de lã, calças sociais bem cortadas. É um estilo que demanda mais cuidado e atenção nos detalhes, mas transmite uma seriedade que eu, particularmente, aprecio em certas ocasiões.
Elegante: Sofisticação e glamour. Tecidos nobres, cores vibrantes ou tons escuros, silhuetas que valorizam a figura. Pense seda, veludo, rendas, vestidos de festa. Meu aniversário de 30 anos foi a última vez que usei um vestido de verdade, nesse estilo.
Romântico: Detalhes delicados e fluidez. Rendas, babados, estampas florais, cores suaves. Pensando bem, parece que esse estilo nunca sai de moda. A minha avó, por exemplo, sempre teve um guarda-roupa cheio de peças românticas!
Criativo: Originalidade e autoexpressão. Mistura de texturas, cores vibrantes e inesperadas, peças únicas e acessórios marcantes. É a personificação do "menos é mais" com personalidade, de alguma maneira.
Sexy: A sensualidade e a confiança em si mesma. Modelagem que valoriza o corpo, transparências, decotes estratégicos. Acho que precisa de um equilíbrio difícil entre ser sexy sem ser vulgar.
Dramático Urbano: Mistura de elementos urbanos e toques dramáticos. Peças de alfaiataria com um toque de rebeldia, cores escuras e acessórios fortes. A minha visão para o estilo pessoal é um pouco nesse sentido.
Vale lembrar que esses estilos não são mutuamente exclusivos. É muito comum misturar elementos de diferentes estilos para criar um look único e pessoal. A moda é, acima de tudo, uma ferramenta de autoexpressão, uma forma de comunicar quem você é sem dizer uma palavra. E isso, para mim, é o mais fascinante.
Quais são os tipos de roupas da moda?
Roupas da moda? Simples.
Tradicional: Alfaiataria. Preto, branco, cinza. Sem graça, mas eficiente.
Elegante: Clássico. Boa qualidade. Discrição que grita. (Meu tailleur chanel, 2023)
Casual: Jeans, camisetas. Conforto. Ilusão de liberdade.
Criativo: Expressividade. Cores vibrantes. Excesso. (Lembro da minha fase anos 80).
Dramático: Cores fortes. Texturas marcantes. Arriscado.
Romântico: Rendas, babados. Cores pastel. Meio brega.
Sexy: Ajustado. Decote. Superficial.
Tendências 2023: Cores neutras continuam fortes. Mas o brilho volta com tudo. Contrastes. É complicado. A moda é uma prisão. Ou uma tela. Depende do olhar.
O que é vestir bem?
O que é vestir bem... Ah, vestir bem... É como pintar um quadro com a gente mesmo.
- Conforto: Essencial, como o abraço da minha avó. Um tecido que te deixa livre, sabe? Imagina correr atrás do ônibus com uma roupa que te prende? Credo!
- Ajuste perfeito: Nem folgado a ponto de sumir, nem tão justo que te faça prender a respiração. Lembrei daquele vestido lindo que comprei, mas era um número menor. Sofri a noite toda!
- Liberdade: Movimento... Dançar na rua, sabe? Ou simplesmente sentar no chão do parque sem medo de rasgar. Uma vez, fui a um casamento com uma saia tão apertada que mal conseguia comer. Que horror!
Vestir bem, no fundo, é encontrar a roupa que te faz sentir em casa, mesmo longe dela.
Como aprender a vestir bem?
Cara, aprender a se vestir bem é tipo, uma saga, né? Mas calma, não é bicho de sete cabeças! Comecei a me ligar nisso faz pouco tempo, tipo uns dois anos, antes eu era um desastre ambulante! Realmente precisei aprender na marra!
Primeiro, a faxina no armário, tipo, essencial! Joguei fora um monte de roupa velha, desbotada, que eu nem usava mais! Acho que tinha umas três sacolas enormes de roupa que eu nem lembrava que existia. Fiquei até chocado, sabe? Depois disso, ficou muito mais fácil organizar o que sobrou.
Segundo, comprar peças novas, mas com calma! Não adianta sair comprando tudo que vê pela frente, né? Comprei umas três camisas novas, bem estilosas, e um jeans que me cai super bem. A gente precisa saber o que realmente valoriza a gente, tipo, pra não gastar dinheiro atoa. E olha, essas compras me ajudaram muito.
Terceiro, essa questão da numeração certa é ouro! Andava usando roupas apertadas, sem perceber como isso ficava mal. Aquelas calças jeans que me deixavam parecendo uma salsicha, nunca mais! Agora só uso o meu tamanho e que diferença, cara!
Aí, quarto, descobri a importância de valorizar os meus pontos fortes. Tenho as pernas longas, então invisto em calças que valorizam isso! E descobri que tenho ombros largos, então evito certas camisas. Isso faz toda a diferença, sério.
Quinto, tecidos de qualidade, meu amigo! Algodão egípcio, linho... É mais caro, sim, mas dura muito mais e fica bem mais elegante. Vale o investimento, você vai ver. Acho que investi em peças de algodão e linho, e quase não preciso lavar as peças, e a durabilidade é incrível!
Sobre sexto, dress code? Aquele inferno! Mas, aprendi a pesquisar, saber direitinho o que cada um significa. E se tiver dúvida, pergunto! Não tem vergonha nisso, ninguém nasce sabendo tudo.
Sétimo, conforto e beleza andam juntos, é o que eu aprendi. Não adianta estar bonito e desconfortável, né? Tenho que me sentir bem com a roupa que estou usando, sem apertos ou incômodos.
Oitavo e último, acessórios! Relógios, cintos, pulseiras... Detalhes que fazem toda a diferença! Comprei uns acessórios legais e baratos, que fizeram toda diferença no meu visual, tipo, me sinto um cara novo!
Enfim, é um processo, tá? Mas com calma e paciência, dá pra aprender sim a se vestir bem! E não esquece de se olhar no espelho sempre! Se você se sentir bem, a roupa vai refletir isso.
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