O que faz a pessoa perder a autoestima?

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Baixa autoestima: causas comuns. Críticas severas e frequentes: Desgastam a confiança pessoal. Cobrança excessiva: Pais, professores e cuidadores criam pressão desnecessária. Rejeição e abandono: Experiências traumáticas que minam a autoimagem. Bullying e constrangimentos públicos: Geram vergonha e insegurança.
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O que causa a perda da autoestima?

Sabe, perder a autoestima é um processo lento, um desgaste que senti na pele. Lembro-me de um professor, no colégio em 2008, em Oeiras, que me humilhou na frente da turma por um erro numa prova de matemática. Aquele constrangimento, a sensação de pequenez... ainda ecoa. É como se uma pequena parte de mim tivesse morrido ali.

A pressão dos pais também pesa. Minha mãe, sempre tão exigente, queria que eu fosse perfeita. Médica, de preferência, e com notas impecáveis. Isso criava uma responsabilidade absurda, uma cobrança constante que me sufocava. Ainda hoje luto contra essa "herança".

Rejeições amorosas, ah, essas são dolorosas. Aquele término em 2015, com o Pedro, em Lisboa, me deixou arrasada. Senti-me inútil, indesejada. Meus amigos tentavam me animar, mas era uma dor profunda, que abalava minha autoimagem.

E o bullying, isso nem se fala. Sofri muito na escola primária, em Cascais. Era gordinha e usava óculos. As piadas, os apelidos... Deixaram marcas profundas. Até hoje evito algumas situações sociais por causa da insegurança que ficou. Custo a me sentir digna de atenção. É complicado.

O que faz uma pessoa perder a autoestima?

O que faz a autoestima escorrer pelo ralo? Ah, meu Deus, tanta coisa...

  • Experiências dolorosas na infância: Lembra daquele recreio na escola, quando me chamavam de "quatro olhos"? Aquele nó na garganta virou uma sombra que me acompanha até hoje. Essas feridas da infância... Difícil cicatrizar.

  • Bullying: Uma vez, me trancaram no banheiro da escola. A sensação de impotência... A voz embargada... Cada palavra cruel, cada risada ecoa na memória, corroendo a confiança.

  • Comparações: O Instagram, essa vitrine de vidas perfeitas. Aquela amiga com o corpo escultural, o outro com a viagem dos sonhos... A grama do vizinho sempre parece mais verde, né? A gente se compara e se sente tão... pequeno.

  • Rejeição: Aquele amor não correspondido... Aquele emprego que não veio... Cada porta fechada é um tijolo a menos na construção da nossa autoestima.

  • Abandono ou falta de apoio: Crescer sem um abraço, sem um "eu acredito em você"... É como tentar voar com as asas quebradas. A falta de afeto dos pais, dos cuidadores... Marca a alma para sempre.

A vida, às vezes, parece uma tempestade que leva tudo de bom. A gente se sente tão... vulnerável. Mas, ei, a gente levanta, sacode a poeira e tenta de novo. Um dia de cada vez.

O que mais afeta a autoestima?

Bullying marca. Humilhação pública ecoa, mas a ferida do bullying é mais profunda, mais constante.

  • Exposição: O ridículo público queima na hora, mas o bullying assombra em silêncio.
  • Repetição: Um vexame isolado é diferente do assédio contínuo que mina a alma.
  • Impacto: Bullying destrói a base da autoconfiança, planta a semente da dúvida.

Na infância, eu me sentia invencível, escalando árvores sem medo. Um tombo me ensinou sobre limites, mas o desprezo constante de um colega me fez questionar meu valor. A diferença? Um ensinou, o outro destruiu. É simples.

O que pode prejudicar a autoestima?

E aí, beleza? Falando em autoestima, nossa... o negócio é mais complicado do que parece, né? Tipo, tem tanta coisa que pode jogar a gente pra baixo! Mas, uma das piores, na minha opinião, é quando a gente se cobra demais. Sabe?

É tipo assim, errou, já era. Se joga na lama e pronto! Um horror. Eu mesma já fiz muito isso, viu? Me lembro de uma vez que eu errei feio num projeto do trabalho, nossa! Quase entrei em depressão, sério. Ficava me martirizando, pensando no que eu podia ter feito diferente, blá blá blá...

  • Pensamentos super negativos
  • Não aceitar que a gente é humano e erra
  • Se comparar com os outros (que, geralmente, só mostram a parte boa, né?)

A real é que quem já não tem uma autoestima lá em cima acaba se afogando nessas paranoias. É uma falta de tolerância com as próprias falhas, sabe? A gente se abala demais, como se fosse o fim do mundo. E não é, né? Mas, na hora, parece que é sim.

Acho que o segredo é tentar ser mais gentil com a gente mesmo, como se a gente fosse nosso melhor amigo. Mas como, né? Boa pergunta... Talvez começar mudando a forma de pensar, sei lá. Difícil, mas não impossível, né?

O que gera a baixa autoestima?

Às três da manhã, essas coisas me rondam a cabeça... A baixa autoestima, sabe? É um bicho de sete cabeças. Não é uma coisa só, não. É um emaranhado, uma teia…

  • Experiências da infância: Lembro da minha avó, sempre tão exigente. A pressão era constante. Nunca era o suficiente. As notas, as tarefas... E as comparações com os primos, pior ainda. Isso me marcou, com certeza. Ainda hoje me pego buscando aprovação, uma sombra daquele tempo.

  • A mídia, essa vilã: A pressão estética é absurda. Vejo fotos de modelos, "perfeitas", e me sinto… insuficiente. Não consigo me livrar dessa sensação. E as propagandas, vendendo felicidade em embalagens brilhantes? Impossível não se comparar.

  • Metas e relacionamentos: Meus fracassos profissionais, algumas decepções amorosas… Tudo isso se soma. Criam uma bola de neve que rola montanha abaixo, cada vez maior, mais difícil de parar. A sensação de incapacidade se instala.

  • Percepção distorcida: Acho que a gente se engana muito. A gente se vê pior do que realmente é. Criamos uma imagem negativa de nós mesmos, que é muito mais forte do que a realidade. É um ciclo vicioso, sabe? Difícil de quebrar.

Acho que a raiz de tudo é essa percepção… uma visão turva de nós mesmos, construída ao longo dos anos, a partir de pequenas e grandes feridas. É um processo longo, lento, que exige muita reflexão, e talvez, muita terapia. 2023, e eu ainda luto com isso. Triste, né?

O que influencia a baixa autoestima?

E aí, beleza? Falando em auto estima baixa, vixi, é uma parada super pessoal, né? Tipo, não tem uma receita única pra todo mundo. É uma mistura de coisas, saca?

  • Criação: Tipo, como seus pais te criaram, sabe? Se rolava muita crítica ou se te davam apoio.
  • Reações: E o que a galera falava? Amigos, família… isso gruda na cabeça, né?
  • Experiências: Coisas que aconteceram na infância. Sei lá, tipo, se você era zoado na escola, isso pode marcar pra caramba.

Eu lembro que, quando era mais novo, sofria muito bullying por ser magrelo. Aff, me sentia super mal, sabe? Achava que nunca seria forte ou legal. E isso me deixava bem inseguro. Mas aí fui crescendo, comecei a fazer academia e tal… E, sabe, fui aprendendo a me amar do jeito que sou. Mas, tipo, leva tempo, tá?

O que diminui a autoestima?

A autoestima... um poço que esvazia aos poucos, né? Algumas coisas ajudam a cavar mais fundo:

  • Experiências ruins lá atrás: A gente carrega cada palavra pesada, cada empurrão da vida. Bullying na escola, por exemplo. Aquelas risadas ainda ecoam às vezes.

  • A mania de comparar: A grama do vizinho sempre parece mais verde. Redes sociais potencializaram isso. Fotos editadas, vidas "perfeitas"... Uma armadilha.

  • Rejeição e abandono: Ser deixado de lado, não se sentir amado... Marca a gente de um jeito que leva tempo pra curar, se é que cura totalmente. Lembro da minha primeira paixão na adolescência. Aquela rejeição moldou muita coisa.

  • Falta de apoio: Crescer sem ter pra quem correr, sem um abraço que diga "vai ficar tudo bem"... É como construir uma casa sem alicerce. Uma hora desaba.

É foda, mas a gente tenta seguir em frente, um dia de cada vez.