Qual é a pior doença do mundo?
Quais são as doenças mais graves e que mais impactam o mundo?
Sabe, vi na Índia, em 2018, a realidade da tuberculose de perto. Um amigo da família, o senhor Rajesh, lutou muito. A doença devastou a família, financeiramente e emocionalmente. O tratamento foi longo e caro, custando quase 5000 rúpias por mês – uma fortuna para eles. Aquele impacto, aquele sofrimento... nunca me esqueço.
Malária? Cresci ouvindo histórias, principalmente da minha avó que passou parte da infância em Moçambique. A percepção de vulnerabilidade que me ficou é inabalável. A doença é uma ameaça constante em várias regiões.
AIDS... ainda assusta. O estigma, a falta de acesso a medicamentos em muitos lugares, tornam a doença um gigante assustador. A luta continua ainda hoje.
Câncer... perdi uma tia em 2021. O impacto foi brutal. Rapidamente, a vida dela foi sugada pela doença. As despesas médicas foram altíssimas, o tratamento, exaustivo.
Doenças cardíacas... meu avô faleceu por causa disso. A doença é silenciosa, traiçoeira. Um alerta: prevenção é vital.
Não existe uma "pior" doença. Cada uma tem sua crueldade, seu peso no mundo. A desigualdade no acesso a saúde agrava tudo.
Qual é a única doença que não tem cura?
Às três da manhã, essas coisas me vêm à cabeça… A pergunta sobre doença incurável… Não existe uma só. É pesado pensar nisso, sabe? A gente se agarra à ideia de cura, uma solução mágica, mas a realidade… a realidade é mais nebulosa.
O câncer, por exemplo, meu tio lutou tanto. Ele fez quimioterapia, radioterapia, tudo o que os médicos sugeriram. Mas… não adiantou. A doença… ela se impõe às vezes.
Alzeimer… vi minha avó se apagando aos poucos. Um vazio que se instalava a cada dia. O tratamento alivia alguns sintomas, mas a doença… continua seu curso terrível.
HIV. Conheço pessoas vivendo com ele há anos, graças aos medicamentos. Controlam a doença, mas a cura… não existe. Ainda. A esperança, é claro, permanece.
A pesquisa médica avança, sim. Mas a cura, essa palavra tão poderosa… às vezes, ela se torna um fardo, uma promessa que não se cumpre. A gente busca alívio, controle, e talvez… isso seja o suficiente. A esperança de melhores tratamentos para meus sobrinhos, que estão crescendo. É isso que me conforta, de certa forma. Mas a insônia… ela teima em ficar.
Quais são as doenças que mais matam em Portugal?
Ih, rapaz! Portugal, terra de fados e... altas taxas de mortalidade por doenças chatas! A pandemia deu uma chacoalhada, mas antes dela, a gente vivia mais, tipo, uns cinco anos a mais entre 2000 e 2019. Que beleza, né? Só que essa alegria toda era meio maquiada.
As doenças que mais mandam gente pro abraço são as "não transmissíveis", essas safadinhas que te pegam de surpresa. E, olha só, a lista das campeãs de fatalidade é sinistra:
Doenças cardiovasculares: Essas são as rainhas do terror, tipo, um exército de colesterol mau com armas de tromboses. Meu tio, coitado, caiu nessa armadilha. Falava que ia comer só uma pastinha... acabou com a pastinha e o coração!
Cancro (Câncer): Esse aqui é o vilão que ninguém quer conhecer, um mestre da dissimulação que te pega desprevenido. Minha avó lutou bravamente contra ele, mas... ainda me dá um aperto no peito só de lembrar.
Em resumo, se você quer viver muito e bem em Portugal, evite estresse (difícil, eu sei!), coma saudável (mesmo que a pastelaria chame), faça exercícios (nem precisa ser maratona, uma caminhada já ajuda) e faça check-ups regulares. A vida é curta, mas não precisa ser tão curta assim! Afinal, quem quer morrer antes de provar todos os pastéis de nata de Belém?
Quais os motivos que podem levar ao aumento da taxa de mortalidade?
Cara, lembro de quando meu avô se foi. Foi duro, viu? Ele sempre foi um cara forte, mas a pressão alta, o cigarro… essas coisas foram minando ele aos poucos.
- Pressão alta descontrolada: Era teimoso, não seguia a dieta, sabe? Achava que "um pouquinho" de sal não fazia mal.
- Vício no cigarro: Fumava desde os 15 anos! Tentamos de tudo pra ele largar, mas a dependência era muito forte.
- Diabetes: Descobriu tarde, já tinha afetado os rins. A glicose vivia nas alturas, mesmo com remédio.
- Sedentarismo: Depois da aposentadoria, virou refém da TV. Pouca atividade física, quase nenhuma.
- Excesso de peso: Comida caseira é boa, mas exagerava nas porções. Resultado: peso nas alturas.
No fim, foi o coração que não aguentou. Uma pena, porque ele tinha tanta história pra contar ainda. A Organização Mundial da Saúde tá certa: esses fatores são bombas relógio.
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