Faz parte da escrita técnica?

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Sim.A escrita técnica engloba diversos gêneros textuais, incluindo circulares, recibos, cartas comerciais, atas e memorandos. Esses textos priorizam clareza, objetividade e precisão na comunicação de informações específicas. Outros gêneros também se encaixam nessa categoria, dependendo do contexto e da finalidade.
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Escrita técnica: o que caracteriza esse estilo?

A escrita técnica? Me lembra muito aqueles relatórios chatos que eu fazia na faculdade de Engenharia, em 2018, sobre projetos de ponte. Números, dados, tudo precisava ser objetivo, sem espaço pra poesia. Era um saco, confesso. Aquele negócio de seguir um padrão rígido, com linguagem formal, sem deixar nada implícito... Tinha que ser claro, conciso, fácil de entender, mesmo para quem não era da área. Tipo manual de instruções, sabe?

Lembro de um recibo que eu precisei fazer pra um serviço de reparação de eletrodomésticos, em Maio de 2022, custou 150 euros. Tinha que ser impecável, sem erros, para evitar problemas depois. É essa a pegada da escrita técnica. Precisa ser precisa, funcional.

Acho que o objetivo principal é passar informações de forma clara e concisa. Sem rodeios. Tipo aqueles memorandos da empresa onde eu trabalhava, curtos e objetivos, direto ao ponto. Eram essenciais. Circular, recibo, carta comercial... Todos seguem essa linha. É um estilo bem diferente da prosa literária, né? Muito mais pragmático. Um mundo à parte, sem espaço para emoções, ou qualquer outra coisa que não seja a informação pura e simples.

Quais são os tipos de textos técnicos?

São três da manhã. A insônia me pegou de novo. Olho para o teto, pensando... Tipos de texto técnico, né? A cabeça lateja um pouco.

  • Ata: Lembro de ter escrito uma ata da reunião de condomínio ano passado. Discussões intermináveis sobre a pintura do prédio. Um tédio, mas necessário. Detalhes chatos, mas imprescindíveis. Data, hora, participantes, pautas, decisões... tudo registrado minuciosamente. Detalhes, detalhes... até a xícara de café que o síndico derrubou.

  • Memorando: Ah, os memorandos... Tive que escrever um monte quando trabalhava no escritório de advocacia. Formalidades burocráticas sem fim. Uma vez, errei o destinatário e quase causei uma confusão entre departamentos. Quase um desastre administrativo. É preciso atenção redobrada.

  • Atestado: Atestados médicos... só precisei de um quando estava com amigdalite no ano passado. Aquele formulário padrão, tão impessoal. Parecia até que estavam avaliando minha alma, tão burocrática a formalidade.

  • Circular: Já vi muitas circulares na empresa onde trabalho agora. Avisos internos, comunicados gerais, instruções. Geralmente relacionados a horários ou feriados. Seus tons frios lembram datas comemorativas vazias.

  • Carta Comercial: formalidades excessivas. Tenho aversão a este tipo de comunicação. Nunca precisei escrever uma carta comercial formal, mas vi as de meu pai quando era criança. Muito rebuscado para mim.

  • Relatório: Relatórios... Tenho pesadelos com eles. Números, gráficos, análises... Gastava noites e noites fazendo relatórios de projetos na faculdade. A exaustão me atingia.

  • Requerimento: Me lembro de um requerimento de vaga de emprego, há uns três anos. Escrever tudo formalmente era uma tortura. Nunca mais quero ver um.

  • Declaração: Declarações... Preciso de uma declaração de imposto de renda. O processo é tão lento. Todo esse trabalho burocrático é muito exaustivo.

A noite é longa... e esses papéis, tão impessoais, invadem minha mente...

Quais são as características de uma redação técnica?

  • Objetividade: Fatos. Só fatos. Sem floreios.

    A realidade nua e crua é suficiente.

  • Clareza: Direto ao ponto. Evite ambiguidades.

    Se compliquei, a culpa é sua.

  • Precisão: Dados exatos. Cheque tudo.

    Errar é humano, persistir no erro...

  • Impessoalidade: Sem "eu acho". Sem emoção.

    A verdade não se importa com seus sentimentos.

  • Formalidade: Linguagem culta. Sem gírias.

    A rua tem sua própria voz, aqui não.

  • Normas: ABNT, manual de redação... Siga as regras.

    A rebeldia não tem espaço.

  • Conciso: Menos é mais. Vá direto ao essencial.

    Tempo é dinheiro. E o meu vale muito.

  • Redação técnica é a voz do poder. Ela não pede, ela determina. É fria, calculista, eficiente. Como a burocracia. Cresci vendo meu pai lidar com isso. Pilhas e pilhas de papel. Documentos que decidiam vidas. Ele dizia: "A caneta é mais poderosa que a espada. E a redação técnica é a munição dela."

Quais são os tipos de textos técnicos?

Tipos de textos técnicos? Ata, memorando, atestado, circular, carta comercial, relatório, requerimento, declaração.

Te juro, a primeira vez que vi uma ata de reunião parecia um bicho de sete cabeças. Eu estagiava num escritório de advocacia lá em Niterói, pertinho das Barcas, um calor infernal, isso faz uns bons 10 anos. Achava que só servia pra juntar poeira na gaveta, até precisar usar uma pra resolver um problema sério de documentação de um cliente.

  • Ata: Documento formal de reuniões.
  • Memorando: Comunicação interna rápida.
  • Atestado: Confirmação de um fato.
  • Circular: Informação para vários destinatários.
  • Carta Comercial: Correspondência formal entre empresas.
  • Relatório: Apresentação detalhada de dados.
  • Requerimento: Solicitação formal.
  • Declaração: Afirmação de algo.

Lembro que a chefe ficava possessa quando a gente misturava memorando com carta comercial. Pra ela, era como usar chinelo havaianas num casamento. Exagero total, mas aprendi a diferença na marra. Hoje, saberia usar cada um desses textos técnicos sem pestanejar, até de madrugada, rs.

Quais são as características de uma redação técnica?

A tarde caía em tons de cinza sobre o Rio, um cinza denso, como o papel onde anoto estas palavras agora, tentando capturar a essência fugaz da redação técnica. O ar, úmido e pesado, grudava na pele, igual àquela sensação de dever cumprido, porém incompleto, que me assombra depois de cada relatório. Clareza, essa é a primeira palavra que me vem à mente, uma clareza que corta a nebulosa dos meus pensamentos como um bisturi afiado. Uma clareza implacável, fria, sem espaço para a poesia que tanto me encanta. Lembro-me daquela aula de jornalismo, em 2023, onde nos disseram que a objetividade era imprescindível. A objetividade. Que palavra triste!

  • Objetividade: um corte preciso, sem flores.
  • Precisão: cada palavra no seu lugar, como peças de um relógio suíço.
  • Formalidade: um protocolo, uma dança rígida de verbos e substantivos.

Mas há algo além da fria estrutura. Existe uma beleza na precisão, uma elegância na concisão, uma satisfação estranha em reduzir um mundo complexo a uma linguagem inequívoca. Sinto isso agora, com o cansaço batendo nas minhas têmporas e a xícara de café frio ao meu lado.

A redação técnica, como um mapa náutico, precisa guiar o leitor com firmeza, sem deixar espaço para interpretações dúbiais. A informação precisa ser absorvida instantaneamente, sem margem para dúvidas. Era assim que meu avô, engenheiro, sempre me dizia: “Precisa ser claro, que até um burro entenda”. Ele jamais usaria termos poéticos para descrever uma ponte! A alma fria da engenharia.

  • Imparcialidade: a verdade nua e crua, sem rodeios.
  • Coerência: uma linha lógica, um fio condutor.
  • Concisão: cada palavra a serviço da informação, sem excessos.

O rio continua seu curso silencioso, a água escura refletindo as luzes da cidade. E eu, aqui, ainda tento entender a beleza enigmática da redação técnica. Uma beleza fria, talvez. Mas uma beleza essencial, que precisa ser precisa, como a ponte que meu avô construiu.

Características de uma Redação Técnica: Clareza, precisão, formalidade, imparcialidade, coerência, concisão.

Que tipos de textos existem?

Nossa, que pergunta difícil! Lembro de ter estudado isso em 2023, na aula de português do colégio estadual aqui em São Paulo, perto da estação da Luz. Era uma tarde infernal, tipo uns 35 graus, grudando na cadeira, morrendo de sede. Professor Borges, um cara gente boa, mas chato pra caramba com essas classificações. Aquele quadro negro velho, riscado, me dava nos nervos. Tinha até um desenho de um ET que alguém fez no canto... enfim...

Os tipos de texto que ele explicou eram cinco:

  • Narrativo: Aquele que conta uma história, com personagem, tempo, lugar, ação e conflito. Eu sempre achei fácil, adoro inventar histórias. Lembro que ele usou a Chapeuzinho Vermelho como exemplo. Que chatice!

  • Descritivo: Foco nos detalhes, tipo uma pintura com palavras. Ele descreveu a sala de aula, ai meu Deus, que tédio! Detalhes desnecessários, tipo a cor da parede, a textura da madeira da mesa... detalhes!

  • Dissertativo: Esse me deu trabalho. É sobre defender uma ideia, tipo um debate escrito. Argumentação, tese... tudo muito formal. Ainda me confundo com o expositivo, sinceramente.

  • Expositivo: Explica algo, de forma clara e objetiva. Tipo um manual de instruções, ou uma reportagem. Achei bem mais fácil de entender que a dissertativo.

  • Injuntivo: Ordena, instrui, manda fazer algo. Receitas de bolo, regulamentos... coisas práticas. Esse eu adoro! Adoro seguir receitas!

Sabe, naquela época eu achava tudo muito teórico. Só agora, trabalhando como redatora, que vejo a real importância dessa classificação. Ainda me pego às vezes pensando: “Putz, preciso de um texto narrativo aqui!” ou “Essa parte pede um texto descritivo, com detalhes precisos.” Mas agora eu entendo a lógica!

Qual é a estrutura de exposição?

A estrutura de uma exposição? Meu Deus, que tédio! Parece receita de bolo, só que ao invés de açúcar, você usa argumentos (e a gente sabe como eles são doces, né?).

Introdução: Tipo o "Era uma vez..." de um processo judicial. Apresenta o problema, mas sem rodeios, viu? Imagine um leão faminto chegando na savana - direto ao assunto!

Desenvolvimento: Aí a coisa esquenta! Argumentos e contra-argumentos se enfrentam num duelo épico, tipo Rocky vs. Drago, só que com mais papel timbrado.

  • Argumentos: Suas melhores armas. Use-as com sabedoria, tipo um ninja usando shurikens.
  • Contra-argumentos: Aqui você se prepara pra uma luta de boxe contra Mike Tyson. Desarme-os antes que te nocauteiem!

Conclusão: A cereja do bolo, ou melhor, o golpe final. Pede o que você quer, tipo uma criança implorando por doce. Seja claro, objetivo e persuasivo.

Mas espera, tem mais! Essa estrutura formal é só a base. A estrutura que você mencionou com abertura, identificação, situação, pedido e assinatura é mais parecida com um documento oficial, tipo um requerimento. É como se a exposição fosse uma apresentação e o requerimento fosse a versão "para levar para casa". Se você pensar bem, é como fazer um brigadeiro: a receita é uma coisa, o brigadeiro pronto é outra! Em 2024, a burocracia continua sendo a mesma: confusa e extremamente formal. Já escrevi uns 50 requerimentos esse ano, e olha que ainda é só junho! Meus dedos já estão quase virando salsicha!

O que é escrita intuitiva?

Escrever intuitivamente é tipo... soltar a rédea. Era fevereiro de 2024, chovia forte em Curitiba, e eu estava com um deadline insuportável pra um conto de terror. Estava travado, completamente. A pressão era tanta que eu já estava sentindo a cabeça latejar. Minhas anotações, cuidadosamente planejadas, pareciam mais um peso do que uma ajuda.

De repente, joguei tudo para o alto. Ignorei o roteiro, o plano, a estrutura. Comecei a escrever sem pensar, deixando os dedos deslizarem pelo teclado. Era uma sensação estranha, de completa liberdade, quase assustadora. A história simplesmente... aconteceu. Um personagem surgiu do nada, com seus medos, suas motivações, suas manias irritantes – e eu simplesmente fui escrevendo o que ele fazia. A trama se desenrolava conforme eu digitava, sem um esboço prévio. Eu estava, de fato, seguindo a intuição.

Lembro da sensação física: uma adrenalina boa, um formigamento nos dedos, a respiração ofegante. Era como se a história estivesse sendo ditada por uma força externa, e eu só estava transcrevendo. Me senti como um médium, canalizando algo maior do que eu. Claro que depois precisei editar, polir, arrumar a bagunça que a escrita intuitiva havia deixado, mas a base, a essência da história, veio pura e crua, sem filtro. E foi a melhor coisa que já me aconteceu. A história ficou bem mais natural e orgânica.

Foi uma experiência diferente, como se a minha mente subconsciente finalmente tivesse tido a chance de falar. Fazer uma pesquisa antes sobre os personagens ajudou pouco nesse processo, sabe? A trama acabou sendo mais surpreendente para mim mesmo do que para o leitor.

  • Lista de coisas que funcionaram na escrita intuitiva:

    • Liberdade criativa total
    • Fluxo contínuo de escrita
    • Surpreender o escritor com o resultado final
  • Lista de desafios da escrita intuitiva:

    • Revisão mais trabalhosa
    • Perda de controle da narrativa
    • Possibilidade de incoerências na trama

O que é a escrita expressiva?

E aí, cara! Você sabe o que é escrita expressiva? Tipo, é mó legal! É uma coisa que alguns terapeutas usam, sabe? A gente escreve tudo o que tá sentindo, as coisas boas e ruins, sobre alguma situação que te deixou tenso.

O pulo do gato é desabafar no papel, sem filtro, sem pensar muito. Tipo, ontem eu tava super estressado por causa do trabalho, aquele projeto daquela empresa chata... enfim! Então, escrevi tudo, o chefe babaca, a pressão, aquele café horrível que me deram... sabe? Descarreguei tudo! Ficou tipo um diário, mas mais focado naquela situação específica.

Sabe, me ajudou bastante, viu? Acho que funcionou melhor que conversar com alguém, às vezes, escrever é mais fácil de lidar com as emoções, sabe? Tipo, coloca tudo pra fora e, de repente, a coisa fica menos pesada. Mas, tipo, depois que escrevi, fui fazer uma pizza e tomar uma cerveja, aí relaxei mais ainda. Foi um processo, né?

  • Descrever os sentimentos: É o foco principal, não precisa de gramática perfeita ou algo assim.
  • Escrever livremente: Sem se preocupar com erros, fluxo ou coerência. O importante é extravasar.
  • Detalhes: Quanto mais detalhes, melhor! Cores, cheiros, sons, tudo conta!

A escrita expressiva, resumindo, é tipo terapia, só que com caneta e papel. Não é mágica, mas funciona pra mim, e acho que pode funcionar pra você também! Tem gente que usa diário pra isso, outros usam aplicativos… O importante é escrever, cara. Escrever tudo! Até o que parece sem sentido, sabe?