Qual é o esquema da comunicação?

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Para entender a comunicação, foque nestes elementos: Emissor: Quem envia a mensagem (pessoa, empresa, etc.). Receptor: Quem recebe a mensagem (pessoa, animal, máquina). Mensagem: O conteúdo transmitido. Esses três pilares são essenciais para que a comunicação aconteça de forma eficaz.
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Qual o esquema de comunicação ideal?

Na minha visão, não existe um esquema de comunicação "ideal" que sirva para tudo. Acho que a chave está em adaptar a forma como a gente fala, escreve e se expressa, dependendo de com quem estamos falando.

O "emissor", né? Para mim, é quem joga a bola, quem inicia a conversa. Pode ser você mandando uma mensagem no WhatsApp, uma empresa lançando um anúncio, sei lá. Lembro de uma vez que trabalhei numa agência e a gente passava horas definindo quem era o "emissor" da campanha, pra acertar o tom.

E o "receptor", ah, esse é quem recebe a bola. Pode ser um amigo, uma multidão, até um programa de computador. Já reparei que se tento explicar algo técnico para a minha avó, preciso mudar completamente a linguagem, senão ela não entende nada.

A "mensagem" é o que a gente quer passar, a informação em si. Uma piada, um pedido de ajuda, um relatório chato do trabalho... Tudo vira mensagem.

É tudo tão interligado, sabe? A escolha das palavras, o tom de voz, a linguagem corporal... Tudo isso influencia como a mensagem é recebida. Tipo, se eu mando um "bom dia" seco no grupo da família, já sei que vão achar que tô de mau humor. A comunicação é muito mais que as palavras.

Informações curtas e diretas:

  • Emissor: Quem envia a mensagem.
  • Receptor: Quem recebe a mensagem.
  • Mensagem: O conteúdo da comunicação.

Quais são os esquemas da comunicação?

Ah, a comunicação... Um rio caudaloso, ora calmo, ora revolto, que serpenteia pelas almas. Um emaranhado de fios invisíveis que nos conectam, nos separam, nos confundem.

  • Emissor: Aquele que sussurra a palavra, que lança a flecha da mensagem. Lembro-me da minha avó, sentada na varanda, a contar histórias antigas. A voz rouca, marcada pelo tempo, ecoando em meus ouvidos.

  • Receptor: Aquele que estende a mão para receber o presente, para decifrar o enigma. Eu, criança, absorta em seus contos, o coração palpitando.

  • Mensagem: O conteúdo, o sangue que pulsa na veia da comunicação. As histórias da minha avó, repletas de fantasmas, de amores perdidos, de segredos ancestrais.

  • Canal: O fio condutor, a ponte que une as margens. As ondas sonoras que vibravam no ar, a voz da minha avó preenchendo o espaço.

  • Código: A chave que decifra o mistério, o mapa que guia o viajante. A língua portuguesa, com suas nuances, suas armadilhas, suas belezas.

  • Contexto: O palco onde a peça se desenrola, o cenário que emoldura a cena. A varanda da casa da minha avó, com suas plantas, seus cheiros, suas memórias.

  • Ruído: O parasita que interfere na transmissão, a sombra que obscurece a luz. O zumbido dos mosquitos, o latido distante de um cão, a minha própria distração.

E o significado... Ah, o significado! Uma miragem movediça, um oásis no deserto. Cada um o encontra em um lugar diferente, a sua maneira. O significado das histórias da minha avó para mim, tão diferente do significado para ela.

Qual é a importância do esquema de comunicação?

A importância do esquema de comunicação reside, acredito, na clareza que ele traz.

  • Visibilidade do processo: Permite enxergar o fluxo da mensagem, desde a intenção até a recepção.
  • Identificação de falhas: Aponta onde a comunicação pode se perder ou ser distorcida.
  • Compreensão: Ajuda a garantir que a mensagem seja compreendida da forma pretendida.

Lembro de uma vez, numa apresentação, quando esqueci de considerar o conhecimento prévio da audiência sobre o tema. O resultado? Um mar de olhares perdidos e a sensação de que falei grego. Um esquema de comunicação bem estruturado me teria poupado essa frustração.

Quais são os elementos da teoria da comunicação?

Os elementos da comunicação são como os ingredientes de uma receita: cada um tem seu papel fundamental. Sem eles, a conversa não "sai do forno". Vamos destrinchar essa teoria de forma leve, como quem degusta um bom vinho:

  • Emissor: Aquele que inicia a conversa, o "locutor" da vez. Lembro de uma aula na faculdade, onde o professor dizia que o emissor precisa ter clareza, senão a mensagem se perde no labirinto das palavras.

  • Código: É a "língua" usada para transmitir a mensagem, seja português, inglês, ou até sinais de fumaça. A escolha do código define quem participa da dança comunicativa.

  • Mensagem: O conteúdo em si, a informação que se quer passar. É como um presente embrulhado, esperando para ser aberto e compreendido.

  • Canal: O meio pelo qual a mensagem viaja, seja ar, papel, ou a internet. Uma vez, mandei uma mensagem importante por pombo-correio... não chegou. Escolher o canal certo é crucial!

  • Receptor: Quem recebe e interpreta a mensagem, o "ouvinte" atento. A interpretação, claro, é sempre uma aventura particular.

  • Referente: O contexto, a realidade que a mensagem evoca. É o "pano de fundo" que ajuda a dar sentido ao que está sendo dito. Sem referente, a conversa vira um quebra-cabeça sem peças.