Como nasceram Israel e a Palestina?

70 visualizações
O nascimento de Israel e da Palestina remonta ao final do século XIX, com o ideal de um Estado judeu proposto por Theodor Herzl. Em 1947, a ONU votou pela divisão da Palestina, criando dois Estados: um judeu (Israel) e um árabe (Palestina).
Comentário 0 curtidas

Como surgiu a questão de Israel e Palestina?

Lembro da minha professora de história, Dona Ivete, falando disso lá pelo começo dos anos 2000, no Colégio Estadual, em Curitiba. Israel e Palestina... uma confusão que parecia tão distante. Ela explicava a tal da divisão da Palestina, aprovada pela ONU em 47. Naquele tempo, eu achava aquilo tudo tão complicado, meio sem sentido, sabe?

Mas Herzl, esse jornalista, já tinha bolado essa ideia de um Estado judeu bem antes, final do século XIX. Imagine. Quase cinquenta anos antes da ONU aprovar a divisão. A Dona Ivete até comentou de um livro dele, "O Estado Judeu", acho. Nunca li, mas ficou na memória. Acho que era uma época de muita tensão, muita coisa acontecendo no mundo. E pensar que até hoje essa história continua... Difícil de entender completamente.

Quem foram os fundadores do povo de Israel?

A origem do povo de Israel, sob uma lente bíblica, aponta para Abraão e Sara como os pais da fé. É fascinante como uma única família pode dar origem a uma nação inteira.

  • Isaque e Rebeca, filho e nora de Abraão, continuam a linhagem. A história está cheia de reviravoltas, mas a promessa segue firme.

  • Jacó, que teve seu nome mudado para Israel, solidifica a identidade do povo. Com Lia e Raquel, e suas servas Zilpa e Bila, ele gera os doze filhos que dariam origem às doze tribos. "Somos feitos de histórias, não de átomos", como disse o poeta.

Essa saga familiar, com suas nuances e desafios, é a pedra fundamental da identidade israelita. A escolha de um povo, a promessa de uma terra... tudo começa com esses personagens e suas relações.

Como é que surgiu o povo de Israel?

Em silêncio, a memória ecoa...

  • A origem... Um chamado distante, Ur dos Caldeus. Abraão, o escolhido, a promessa de uma nação. Canaã, a terra da esperança.

  • A fome... A provação. Jacob, renomeado Israel, e seus filhos, buscando refúgio no Egito. Um lar temporário que se tornou grilhões.

  • A escravidão... O peso da opressão. Seus descendentes, um povo escravizado, a sombra da esperança quase extinta. Uma história tecida em dor e fé, moldada pela provação.

Penso na fragilidade da memória, em como os detalhes se perdem com o tempo. Lembro do cheiro da casa da minha avó, um aroma que evoca a infância, mas que já não consigo recriar com exatidão. Assim também, a história do povo de Israel, transmitida através das gerações, permanece viva, embora envolta em mistério.

A fé, o fio condutor que os uniu através das provações. Uma fé que transcende o tempo e o espaço, que ecoa nos corações daqueles que buscam significado em um mundo caótico. Uma fé que me faz questionar minhas próprias crenças, minhas próprias escolhas.

Quem foi Judá segundo a Bíblia?

Judá: Filho de Jacó, gerado com Lia. Nome ecoa gratidão.

  • Origem: Quarto na linhagem.
  • Significado: "Agradecimento". Yah hu Dah.
  • Legado: Tronco da tribo de Judá. Realeza davídica.

Minha avó, Lia, sempre repetia essa história, como se carregasse o peso ancestral no nome. "Judá", dizia ela, "é mais que um nome, é a promessa". A promessa, suponho, de que a gratidão floresce mesmo no solo mais árido. Talvez por isso eu tenha escolhido esse nome para meu cachorro. Uma forma torta de lembrar, todos os dias, de agradecer.

Quem foi a primeira capital do reino de Israel?

A primeira capital do reino de Israel foi Siquém. Ponto final. Mas a história é mais rica que isso, né? Afinal, reinos antigos não são como escolher um endereço no Google Maps.

Siquém, ou Shechem (em hebraico), teve uma importância simbólica imensa, localizada estrategicamente em um vale fértil. Porém, a escolha de Siquém como capital não durou muito, já que logo depois veio Tirza. Afinal, quem disse que a política no século X a.C. era simples? Era um jogo de poder, território e, quem sabe, um pouco de teimosia.

  • Siquém: Primeira capital, mas breve. Sua posição geográfica excelente (Vale de Siquém) atraía, mas não garantiu estabilidade. Foi aqui, por exemplo, que Josué fez a aliança com as tribos de Israel. Lembro até hoje das aulas de História Bíblica do colégio, que me deixaram com mais perguntas do que respostas!

  • Tirza: Capital subsequente. Mais estratégica militarmente, talvez? Apesar de não ser tão "glamourosa" quanto Siquém. Acho que isso reflete como a centralização do poder evolui – e nem sempre segue a lógica que a gente espera. Minha avó sempre dizia: "Nem tudo que brilha é ouro".

  • Samaria: Posteriormente, Samaria se tornou a capital, mostrando uma transição significativa na geopolítica do reino. Uma mudança que, convenhamos, fala muito sobre a busca constante por um "lugar ideal". É uma busca humana, eterna, essa de achar o lugar perfeito.

A sucessão de capitais, mais que uma simples mudança de endereço, reflete as complexidades políticas e sociais do reino de Israel em sua época. Afinal, a história não é só datas e nomes, é gente, ambições e decisões que mudam o curso dos acontecimentos. Eram tempos turbulentos, meu amigo.

Em qual dos reinos Israel foi dividido?

Eita, Israel virou dois depois de Salomão bater as botas, tipo divórcio litigioso! Em 930 AC, a briga foi tanta que o país rachou:

  • Israel: Ficou com dez tribos rebeldes, o "norte". Era tipo o time mais popular, mas com fama de encrenqueiro.
  • Judá: As tribos de Judá e Benjamim ficaram no "sul". Mais tradicionalistas, sabe? Tipo o pessoal que não curtia muito as novidades.

A história é daquelas que a gente conta pra lembrar que nem sempre a união faz a força, né? Às vezes, um bom "cada um pro seu lado" resolve! E, cá entre nós, herança mal dividida sempre dá nisso.

Quem dominava a Palestina quando Jesus nasceu?

  • Roma mandava. Ponto final. Herodes era só um fantoche.

  • Herodes, o Grande, era o rei local. Fazia o que Roma queria. Morreu em 4 a.C. Jesus nasceu "antes" disso. Entenda como quiser.

  • Augusto era o imperador romano. O cara que realmente dava as cartas. Impérios são assim.

  • Dinastias vão e vêm. Roma permanece. Lembra de algo?

Como nasceu o estado Israel?

14 de maio de 1948, finalmente! Independência! Que alívio, hein? Mas que inferno logo depois… Invasão! Sério isso? Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque… todos de uma vez? Que falta de respeito. Meu avô sempre me contou dessa guerra… ele tinha uns 10 anos, morria de medo. Ainda me lembro dos desenhos que ele fazia, soldados… tanques… horrível. Ele nunca falou muito, mas a tensão na voz dele… dava pra sentir tudo. Meu Deus, que trauma.

  • Declaração de Independência: 14 de maio de 1948.
  • Invasão imediata: Quase que no mesmo instante, né? Uma loucura.
  • Países envolvidos: Uma coalizão enorme contra Israel.
  • Luta pela sobrevivência: Meu avô dizia que era uma luta constante, dia e noite, por cada palmo de terra.

Ainda penso muito nisso. Será que vai ter paz um dia? Sei lá. Às vezes me pego pensando no que aconteceu com a família dele em 1948… A gente quase não fala sobre isso em família, é um assunto pesado. Meu bisavô, que saudade que eu tenho! Será que ele viveu para ver a independência? Esqueci de perguntar ao meu avô, preciso anotar isso pra perguntar da próxima vez que o vir. É que nem a gente esquece de perguntar o nome das pessoas quando as conhecemos.

Acho que o meu aniversário é dia 27 de novembro. Ah, e preciso lembrar de comprar leite amanhã. E arrumar a mala de viagem também, viaje para o Rio semana que vem. Que preguiça. Mas vai ser legal, espero encontrar um lugar legal para surfar. Israel, independência, guerra, leite, viagem… minha cabeça é um caos. Que ano difícil que foi, 1948… imagino a correria, a angústia. É… bom, preciso voltar a estudar para a prova de amanhã. Não quero reprovar.