O que aconteceu em 1933 em Portugal?

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Em 1933, Portugal formalizou o Estado Novo, regime autoritário liderado por António de Oliveira Salazar. Fim da Ditadura Nacional: O período ditatorial militar anterior (1928-1933) deu lugar a uma nova ordem política. Nova Constituição: Foi promulgada uma nova constituição que institucionalizou o Estado Novo. Centralização do poder: Salazar consolidou seu controle, marcando o início de um longo período de regime autoritário em Portugal.
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O que aconteceu em Portugal em 1933?

1933 em Portugal? Ah, o ano em que Salazar oficializou a coisa toda, né? O Estado Novo. Lembro de meu avô contar, ele tinha uns 10 anos nessa época.

Antes era a Ditadura Nacional, uma bagunça militar controlando tudo. Tipo, sem Constituição valendo de verdade. Imagina a confusão.

Daí, em 33, pá! Estado Novo oficialmente instituído. Mudou tudo, pra pior, na opinião do meu avô. Ele viveu isso na pele, coitado.

Que ideais eram valorizados pela Constituição de 1933?

A Constituição de 33 era tipo um "reset" na política, chutando pra escanteio o liberalismo, o papo furado de parlamento e essa briga besta de partidos. Queriam dar uma repaginada geral na sociedade, tá ligado? Era tipo trocar a roda do carro com ele andando, uma loucura!

Tipo, imagina a cena: os caras pensando "Já deu dessa bagunça!", querendo botar ordem na casa como se o Brasil fosse um quarto adolescente precisando de faxina. E lá se foi a chance de termos algo parecido com a Suíça...

Falando sério (só um pouquinho, prometo!), essa constituição rolou num período complicado, logo depois da Revolução de 30. Era Getúlio Vargas querendo mostrar quem mandava, querendo unir o Brasil tipo juntar água e óleo. Deu certo? Hummm, cada um tem sua opinião, né?

Quem foi o expoente máximo do Estado Novo em Portugal em 1933-1974?

António de Oliveira Salazar foi o expoente máximo do Estado Novo em Portugal, de 1933 a 1974.

Lembro de ouvir meu avô falar dele. Ele era pequeno na época, mas sentia o medo na atmosfera. Salazar era como uma sombra constante.

  • A censura: Era sufocante, tudo passava pelo filtro do governo.
  • A PIDE: A polícia política metia medo em todo mundo. Ninguém confiava em ninguém.
  • A guerra colonial: Que levou tantos jovens, incluindo amigos do meu tio.

Na minha família, Salazar é sinônimo de tempos difíceis. Uma época que a gente prefere não lembrar.

O que mudou na Constituição de 1933?

Meu Deus, a Constituição de 1933! Que mudança, hein? Era pra ser uma república corporativa, tipo um clube de amigos, só que com mais autoritarismo. Imaginem, a família, a Igreja e as prefeituras metendo o bedelho na administração pública! Parecia mais um show de horrores do que um governo.

O corporativismo virou uma ditadura na prática, tipo aqueles filmes de ficção científica onde os robôs tomam conta do mundo, só que com mais ternos e menos lasers. Era uma salada de ambiguidades políticas tão grande que dava pra fazer um pudim com isso. Cada um interpretava as leis como queria, igual a receita da minha avó: "coloca um pouco disso, um pouco daquilo...e mais um pouquinho de mágica!".

  • Interferência familiar: a vovó opinando sobre o orçamento nacional.
  • Igreja no poder: missas com decretos presidenciais no meio do sermão.
  • Autarquias locais: a vizinha do terceiro decidindo as políticas econômicas.

Resumindo: caos. Uma bagunça controlada por um grupo, que ia da Igreja ao meu tio Zé que achava que sabia tudo de política. Acho que até a minha gata, a Mimi, tinha mais influência do que os cidadãos comuns! E tudo isso em nome da "ordem", que na verdade era a desordem total. Ah, esqueci de mencionar: meu avô reclamava disso até hoje, e ele já morreu em 2018. Detalhe importante!

Quem governou Portugal de 1926 a 1933?

Nossa, que pergunta difícil! Lembro de ter estudado isso na faculdade, lá em 2018, em Coimbra. Meu Deus, faz tempo! Aquele professor, o Dr. Silva, era um chato, mas tinha umas aulas interessantes. Aquele livro enorme de História de Portugal… Ainda tenho pesadelos com ele!

O que eu lembro, com certeza, é que foi um período bem conturbado. 1926 a 1933... A Ditadura Militar, né? Um monte de gente no poder, trocando de lugar o tempo todo. Era uma verdadeira bagunça!

  • Gomes da Costa, primeiro, se eu não me engano, durou pouco.
  • Depois, Óscar Carmona entrou em cena. A verdade é que ele já tinha um poder considerável desde julho de 26, mas foi em novembro que realmente se consolidou, sabe? Um monte de decretos, mudanças de regras... Tudo muito confuso.

Me lembro de ter anotado, no meu caderno azul (que eu perdi, infelizmente!), que Carmona teve um papel chave na transição da Ditadura Militar para o Estado Novo. Essa parte, eu não tenho muita clareza, preciso rever os meus apontamentos antigos... se ainda os encontrar... Eram anos de muita instabilidade política. Putz, tinha muita informação para absorver! Estava sempre estudando, e mesmo assim me sentia perdido. Era tanta gente, tantas datas... Acho que preciso procurar minhas anotações antigas da faculdade!

Em resumo, quem governou efetivamente Portugal entre 1926 e 1933 foi Óscar Carmona, ainda que o contexto político fosse extremamente complexo e marcado por várias figuras militares com poder.

Quando começou a ditadura em Portugal?

Ok, vamos lá! Ditadura em Portugal... hmm, 1933, né? Tipo, oficializado com a Constituição, mas, pensando bem, já tava rolando antes, com o Salazar no poder. Caramba, 41 anos! Quase a minha vida inteira se tivesse acontecido agora.

  • Estado Novo: Que nome estranho pra uma ditadura! Me lembra aqueles nomes de produto de limpeza, sei lá. Mas enfim, autoritário, autocrata... tudo de ruim junto. Corporativista, essa palavra sempre me confunde, preciso pesquisar isso depois.

  • 25 de Abril de 1974: A Revolução dos Cravos! Que dia! Minha avó sempre fala disso, como se fosse ontem. Ela diz que foi o dia que Portugal respirou de novo. A foto dos soldados com os cravos nas armas é icônica, né?

A Wikipédia fala de 1933, mas a coisa já vinha se construindo antes, com o António de Oliveira Salazar no comando. Ele era o cara, o chefão da parada toda. E o Estado Novo, hein? Que ironia, "novo" sendo que era tudo velho e ultrapassado.

O que é o fascismo em Portugal?

A meia-noite, essas coisas me vêm à cabeça... O fascismo em Portugal? Estado Novo. Quarenta e um anos. Uma ferida aberta que demora a cicatrizar, sabe?

Lembro da minha avó, falava pouco, mas os sussurros sobre aquele tempo... medo. Silêncio. Censura. Ela sempre dizia que a vida era mais difícil, mais controlada. Não podia falar livremente, não podia escolher seu caminho. Não era só ela, era todo mundo.

  • Controle total: O Estado ditava tudo, da economia à cultura. Meus tios mais velhos me contaram histórias de amigos que sumiram, depois de criticar o regime.
  • Propaganda: Imagens do Salazar em todo lugar, uma construção de herói que não correspondia à realidade. Um culto à personalidade sufocante.
  • Corporativismo: Sindicatos controlados pelo Estado. A ilusão de representação, mas sem verdadeira liberdade de organização.
  • Repressão: A PIDE, a polícia política, era o terror. Prisões, torturas... histórias que ainda ecoam nos meus ouvidos. Meu primo foi preso em 72.
  • Falta de liberdade: Pouca ou nenhuma liberdade de imprensa, manifestações proibidas. Um peso na garganta, uma sensação de constante vigilância.

A Revolução de 25 de Abril... uma lufada de ar fresco, após um longo inverno de opressão. Mas as cicatrizes ficam. A memória, um fardo, uma herança que carrego. Acho que ainda dói... é um nó na garganta que não consigo desatar.

Quando acabou a Ditadura Militar em Portugal?

Ah, a Ditadura Militar em Portugal...um período que, dependendo de quem você pergunta, pode ser lembrado com um misto de nostalgia e arrepios (felizmente, mais arrepios do que nostalgia, espero!).

  • Oficialmente, a coisa toda desabou em 25 de Abril de 1974, com a Revolução dos Cravos. Cravos, não espinhos, porque, né, a ideia era derrubar o regime com delicadeza... e música!

  • Importante: A Ditadura Militar, iniciada em 1926, evoluiu para o Estado Novo, liderado por António de Oliveira Salazar. Tipo um "upgrade" sinistro.

  • A Revolução dos Cravos não foi um evento isolado: Foi o resultado de anos de descontentamento, crises económicas e, claro, as sangrentas Guerras Coloniais.

  • Curiosidade: Dizem que a música "Grândola, Vila Morena" foi a senha para os militares darem o golpe. Imagina se fosse "Baby Shark"... o mundo seria um lugar muito diferente!