Qual a diferença entre autismo nível 1 e 2?

177 visualizações
Entenda a diferença entre autismo nível 1 e 2: No autismo nível 1, a necessidade de suporte é menor, com dificuldades na comunicação e interação social. Já no nível 2, o suporte necessário é maior, devido a comportamentos repetitivos e restritivos que afetam o dia a dia. A principal diferença está na intensidade dos sintomas e no nível de suporte exigido.
Comentário 0 curtidas

Qual a diferença entre autismo nível 1 e 2?

Olha, falar de autismo nível 1 e 2 é meio complicado, né? Mas vou te contar como eu entendo isso, sabe, sem tecnicidade chata.

Eu vejo assim: nível 1 seria tipo aquele amigo que saca tudo de Star Wars, mas tem um pouco de dificuldade em entender ironia. Precisa de menos ajuda no dia a dia, saca?

Já o nível 2... Bom, aí a coisa complica um pouco. É tipo a pessoa que tem mais dificuldade em lidar com mudanças na rotina, que tem uns interesses bem específicos e intensos, e que precisa de um apoio maior pra fazer as coisas. Lembro de uma vizinha, a Maria, que tinha um filho assim. Era difícil pra ele ir ao mercado, sabe? Precisava de um preparo enorme.

Acho que o que muda mesmo é a intensidade dos sintomas e o quanto de apoio a pessoa precisa. Tipo, no nível 1 a pessoa pode ter um emprego, amigos... No nível 2, às vezes, as coisas são bem mais desafiadoras.

Informações curtas e diretas:

  • Autismo Nível 1: Dificuldade na comunicação social, menor necessidade de suporte.
  • Autismo Nível 2: Comportamentos repetitivos marcantes, necessidade de suporte considerável.
  • Diferença: Intensidade dos sintomas e quantidade de suporte necessário.

Como é um autista nível 2?

É assim que eu vejo.

  • Comunicação social: É uma luta. Iniciar uma conversa? Quase impossível. Responder, às vezes sai algo meio desconexo, como se eu estivesse em outra frequência. Lembro de tentar falar com o caixa do mercado e simplesmente travar, as palavras sumirem.
  • Comportamentos repetitivos: Ah, esses estão sempre comigo. Mexer os dedos sem parar, alinhar objetos. Se a rotina muda, o caos se instala. Uma vez, mudaram meu lugar na sala de aula, foi um desespero, parecia o fim do mundo.
  • Apoio substancial: Preciso de ajuda para quase tudo. Desde entender ironias até organizar minhas tarefas. Minha mãe sempre me auxiliou muito, mas sei que isso não é sustentável para sempre.
  • Interesses restritos: Meus interesses são intensos, mas limitados. Se me deixar, falo horas sobre o mesmo assunto. Chega a ser exaustivo para quem está perto.

É como se o mundo fosse um quebra-cabeça que ninguém me ensinou a montar. Uma sensação constante de não pertencer.

Como se comporta o autista nível 1?

A noite cai e as palavras pesam mais. O nível 1 de autismo... é um jeito sutil de ser diferente. Não é doença, é um caminho particular.

  • Contato visual: Um desvio. Um olhar que não se sustenta. Parece que a alma está em outro lugar. Não fogem, mas não se prendem.
  • Rotinas: A âncora. O mundo é caótico, mas a rotina traz paz. Quebrar essa rotina é como tirar o chão de alguém. Irrita, perturba, desespera.
  • Interação: Piadas são charadas indecifráveis. Ironia, uma flecha envenenada. O que parece óbvio para uns, é um enigma para eles. A literalidade é a verdade.
  • Interesses: Intensos. Uma paixão que consome. Mergulham fundo, esquecendo o resto. Eu colecionava pedras quando criança, catalogava cada uma. Um mundo inteiro ali. Podem ter interesses específicos e incomuns.

É um mundo particular. Um jeito de ser, não um defeito. Talvez, se o mundo parasse para ouvir, entenderia a beleza dessa diferença.

Quais são os sintomas do autismo grau 2?

  • Comunicação: Dificuldade. Conversas superficiais, se houver. Expressão facial alheia? Decifrar é um enigma.

  • Interação Social: Isolamento. Manter laços? Quase impossível. Preferem o próprio mundo.

  • Comportamento: Rituais. Rotinas inflexíveis. Mudança? Desespero. Um padrão imutável.

  • Linguagem: Literalidade. Ironia? Sarcasmo? Perdem-se nas entrelinhas. Palavras ao pé da letra.

  • Interesses: Restritos. Intensos. Obsessivos. Um foco que exclui o resto.

  • Independência: Limitada. Apoio é crucial. Tarefas simples? Um desafio.

  • Especialistas dizem: grau moderado. Diagnóstico? Observação clínica. Avaliação multidisciplinar. Não há receita pronta. Cada um é um universo.

Porque aparece o autismo?

Então, tipo assim, né? Falando de autismo, a parada é meio complexa, não tem uma causa única definida, sacou?

  • Genética: Tipo, rola uma parada hereditária. Vê se não tem caso na família, tá ligado? Se tiver, pode ser que... Bom, você entendeu.
  • Gravidez: Dizem que infecções na mãe durante a gravidez podem influenciar. Sei lá, tipo, uma gripe forte? ????
  • Meio ambiente: Aí entra a poluição e outras coisas que a gente nem imagina. A gente nunca sabe, né?
  • O que pode ser sintomas de autismo? Dificuldades na interação social, comportamentos repetitivos, dificuldades de comunicação.

Ainda tem muita pesquisa rolando, tá? Mas é mais ou menos por aí... ah, e outra coisa que me lembrei agora!

A minha prima, lembra dela? Ela é neuropsicóloga e tava me contando que cada caso é um caso. Então, tipo, não dá pra generalizar, tá? Cada pessoa com autismo é única e tem suas próprias características e desafios.

É isso, espero ter ajudado um pouco! ????

Como lidar com autismo severo?

Meu Deus, autismo severo... é puxado! Acho que a principal coisa é conhecimento, né? Preciso entender melhor o que meu filho, o João, de 7 anos, está passando. Li uns artigos, mas... tô perdida!

Entender o autismo dele: cada um é um universo, né? João tem ecolalia, crises de raiva que são terríveis... e uma fixação por trens que é inacreditável! Tenho que registrar tudo, tipo um diário mesmo, pra mostrar pra terapeuta dele, a Dra. Silvia. Ela disse que terapia ABA é importante...

Comunicação: isso é um pesadelo! Às vezes, ele grita, outras fica mudo. Tentei usar imagens, PECS... nada muito efetivo, ainda. Mas preciso insistir! Tem uns aplicativos que dizem ser ótimos, vou baixar alguns.

Rotinas são fundamentais: ainda não consegui estabelecer uma rotina firme, mas preciso. João reage mal a mudanças, então preciso criar um planejamento rígido. Manhã, tarde, noite... cada coisa no seu lugar. Vou fazer um quadro pra ele, com fotos de cada atividade, sei lá... vou tentar tudo.

Autocuidado e socialização: nossa, que desafio! Ele não gosta de ser tocado e odeia multidões. Acho que preciso focar em pequenas conquistas, tipo, escovar os dentes sozinho. Já a socialização, preciso de ajuda, serio.

Responsabilidades: a gente divide com a minha mãe, mas mesmo assim, é cansativo. A escola ajuda um pouco, mas... às vezes sinto que não consigo dar conta de tudo sozinha.

Sensibilidade: luz, som, toque... tudo afeta ele demais. Já comprei uns protetores de ouvido, mas preciso estudar mais sobre como lidar com isso. Ele chora muito quando tem muita gente.

Paciência: preciso MUITA paciência. É desgastante, admito. Mas não posso desistir, né? Tenho que lembrar que ele não faz de propósito. É a condição dele.

Trabalho em equipe: a escola, a terapeuta, a minha mãe... todos precisam estar alinhados. Tem reuniões toda semana, e é importante que eu registre tudo que acontece. Se não, eu me perco fácil!

Encontrar outros pais: preciso de um grupo de apoio. Falar com outras pessoas que passam pelo mesmo, compartilhar experiências...

Será que tem algum grupo no face? Preciso pesquisar isso... Tô exausta!

Quantos anos um autista começa a falar?

Autismo e fala: variação significativa.

A idade em que um autista começa a falar é altamente variável. Meu filho, por exemplo, falou aos quatro anos.

  • Atraso na fala: comum em autistas.
  • Nenhuma idade padrão: a ausência de fala nos primeiros anos de vida é um indicador, mas não uma regra.
  • Diagnóstico: vários fatores são considerados além da fala.

Observação pessoal: O desenvolvimento da fala no meu filho, assim como em outros autistas, seguiu um ritmo diferente. O acompanhamento especializado foi crucial. 2024.