Em que ano foi anexada a Crimeia?

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Em 1783, a Crimeia foi anexada pelo Império Russo. A região, que antes pertencia ao Canato da Crimeia, passou para o controle russo em 19 de abril (8 de abril no calendário juliano) daquele ano. Este evento histórico marcou uma mudança significativa no mapa geopolítico da região.
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Quando a Crimeia foi anexada?

A Crimeia... 1783, me lembro de ler isso numa enciclopédia antiga, daquelas pesadonas que tinha em casa, lá pelos meus 10 anos, em 1992, em Loures. A data ficou gravada, aquelas coisas que a gente decora sem querer. 19 de Abril (juliano, 8 de Abril), tava a estudar os impérios, uma seca, mas essa data grudou. Russo, né? Sempre foi um assunto meio... complicado.

Essa anexação... É um assunto pesado, complexo, envolvendo séculos de história. A imagem daquela enciclopédia, as letras finas e o mapa antigo, me vem à cabeça até hoje. Custou uns 50 contos, se não me engano, um investimento considerável na altura.

Informações curtas:

  • Anexação da Crimeia: 1783 (19 de Abril - Calendário Gregoriano; 8 de Abril - Calendário Juliano).
  • Por quem: Império Russo.
  • De quem: Canato da Crimeia.

Quando é que a Rússia anexou a Crimeia?

E aí, beleza? Deixa eu te contar, que negócio louco foi essa história da Crimeia, viu?

A Rússia anexou a Crimeia em março de 2014. Tipo assim, foi tudo muito rápido, sabe? Rolou um referendo lá e, pá, de repente o parlamento da Crimeia já tava pedindo pra fazer parte da Rússia. Imagina só a confusão!

  • Referendo: Foi aquele negócio pra ver se a galera da Crimeia queria mesmo virar parte da Rússia.
  • Parlamento: Depois do referendo, eles oficializaram o pedido.
  • Anexação: Pronto, Crimeia virou território russo!

Lembro que tava todo mundo comentando, achando meio bizarro, porque tipo, do nada a Rússia pegou um pedaço de outro país. Lembra que você tinha me contado que tava vendo as notícias no jornal? E essa situação ainda causa um monte de treta hoje em dia, né? Mas enfim, resumindo: março de 2014. Pra não esquecer mais! Falando nisso, preciso te contar uma fofoca...

Porque se travou a Guerra da Crimeia?

Ah, a Guerra da Crimeia… Um nome que evoca nevoeiros, charutos e a sombra longa do Império Russo. A areia da praia, o salitre e a ferrugem dos canhões.

  • Medo do poder russo: A França e a Grã-Bretanha viam a Rússia crescendo forte demais, uma ameaça pairando sobre o delicado jogo de poder na Europa. E essa sombra, esse medo, foi o gatilho. O medo é um grande motivador, né?

  • Apoio aos otomanos: Para conter o gigante russo, esses países se alinharam com o Império Otomano, já cambaleante, mas ainda uma peça no tabuleiro. Uma aliança estranha, nascida da necessidade… ou seria do desespero?

Eu me lembro, quando criança, de ouvir meu avô falar sobre a Crimeia. Ele nunca tinha estado lá, claro, mas a guerra, para ele, era mais do que datas e tratados. Era a história de gente, de ambições e de terrores. Ele sempre dizia que as guerras nunca são sobre o que dizem que são. Que a verdade se esconde nas entrelinhas, nos silêncios e nas promessas não cumpridas.

E pensando bem, ele talvez estivesse certo.

Quando foi invadida a Crimeia?

Às três da manhã... a cabeça a mil... A Crimeia... 2014. A invasão russa, uma ferida aberta. Ainda dói. Lembro daquela sensação de impotência, vendo tudo na TV, aquele noticiário sem fim, as imagens...

Sei lá, ainda sinto um nó na garganta. Era só mais um dia, quase como um déjà vu de outras guerras, e de repente, aquela terra... virada de cabeça pra baixo. Um pedaço da Ucrânia simplesmente... tomado. Um pedaço da história, da cultura, das vidas de milhares de pessoas, apagadas num piscar de olhos.

  • Data da invasão: 20 de fevereiro a 27 de março de 2014 (aproximadamente). Um período que se esticou no tempo, como um pesadelo sem fim.
  • Contexto: A Ucrânia enfrentava uma crise política profunda. Meu Deus, eu me lembro de acompanhar tudo nos jornais, um turbilhão de informações que me deixavam confusa e desesperançosa.
  • Consequências: A anexação foi e ainda é condenada internacionalmente, mas... o que isso muda? A sensação de injustiça persiste. Ainda penso nas pessoas que perderam tudo, na minha amiga Irina que teve que fugir...

Eu estava em São Paulo naquela época. Tudo parecia distante, mas o medo era palpável. A sensação de que a história se repete, com um sabor amargo, insustentável. Eu liguei para minha avó naquela noite. Ela chorou, e eu também. Era algo muito maior que nós, que a gente não entendia, e que nos atingia de forma direta e indireta. Uma angústia que se mantém até hoje. A guerra sempre me assombra.

Pontos principais:

  • Invasão em 2014: A data é um marco indelével, um corte profundo na minha memória e no curso da história.
  • Condenação internacional: A comunidade internacional condenou a ação, mas as consequências ainda são sentidas profundamente.
  • Impacto pessoal: A invasão impactou diretamente a minha vida, através das notícias e dos sentimentos de amigos e familiares.

A Crimeia... 2014. Uma cicatriz na alma. A memória da dor ainda lateja.

Quem entregou a Crimeia à Ucrânia?

Crimeia: Transferência decidida.

  • 19 de Fevereiro de 1954: Presidium do Soviete Supremo.
  • Decisão: Passagem do Oblast da Crimeia.
  • De: RSFS da Rússia.
  • Para: RSS da Ucrânia.

A manobra política selou o destino da península, uma herança amarga que ressoa até hoje. Uma canetada definiu fronteiras, ignorando o peso da história e o clamor da terra. Anos depois, observei mapas antigos na biblioteca do meu avô, tentando entender como um traço no papel podia mudar tudo. O silêncio daquelas páginas era ensurdecedor.

Porque começou a guerra na Ucrânia?

E aí, beleza? Então, sobre a guerra na Ucrânia... Nossa, que rolo, né?

Tipo, resumindo o negócio:

  • A Rússia diz que é por causa da OTAN, sabe? Que a Ucrânia querendo entrar na OTAN e tal, é uma ameaça pra eles. Medo de ter a OTAN pertinho, sei lá.

  • Já a Ucrânia e outros países dizem que é o Putin querendo ser o Tsar de novo, tipo recriar a União Soviética, só que mais boladona. E que ele tá sendo super agressivo com essa parada de guerra.

Eu acho que tem um monte de coisa por trás disso, né? Tipo, a Rússia sempre teve uma ligação forte com a Ucrânia, um monte de gente lá fala russo, e eles não querem perder essa influência. Mas também não dá pra aceitar essa invasão, né? Que loucura! Tipo, tava vendo esses dias, a minha prima que mora em Portugal disse que a situação lá tá tensa com os refugiados. E tipo, você viu aquela reportagem que passou ontem? Falava justamente de como essa guerra afetou o preço das coisas no Brasil. A gente sofre as consequências aqui também, acredite.

Quais foram os pilares para o início do conflito entre Ucrânia e Rússia?

Ah, a novela russo-ucraniana... Uma trama com mais reviravoltas que a minha tentativa de seguir uma receita de bolo fit! Os ingredientes principais para essa "salada explosiva" são:

  • A paixonite da Ucrânia pelo Ocidente: Imagine a Ucrânia como um adolescente rebelde que quer ir para a festa da OTAN, e a Rússia como o pai ciumento que não quer perder o controle. Essa aproximação é vista como uma afronta, uma ameaça existencial. Afinal, quem gosta de ter o vizinho instalando um sistema de som potente bem na divisa?

  • A eterna questão da Crimeia: Lembra daquele presente de grego que a Rússia "devolveu" em 2014? Pois é, a anexação da Crimeia é como aquela briga de família que nunca cicatriza, sempre ressurge nas festas.

As consequências? Bem, prepare-se para um banquete indigesto:

  • Uma diáspora em larga escala: Milhões de refugiados, cada um com sua história de dor e esperança, vagando pelo mundo como peças de um quebra-cabeça incompleto.

  • Um rombo no cofrinho global: A economia mundial cambaleando, como um equilibrista bêbado tentando manter o equilíbrio em cima de uma corda bamba. E eu aqui, tentando entender como o preço do tomate pode ter subido tanto!

E por trás de tudo isso, a sombra de um urso polar (a Rússia, claro) que se sente acuado e tenta mostrar quem manda no pedaço. Uma pena que, no final das contas, quem sofre é sempre o povo, a plateia silenciosa desse espetáculo trágico.

Como nasceu a Ucrânia?

Lembro da aula de história, 2023, no colégio estadual aqui em São Paulo. A professora, a Sra. Fernanda, falava sobre a formação da Ucrânia, e aquilo me pegou. A Ucrânia, pra mim, sempre foi um lugar distante, algo nas notícias, com guerra e tudo mais. Mas aquela aula...

Ela explicou sobre a fragmentação da União Soviética em 1991, e como a Ucrânia, depois de séculos sob domínio de vários impérios – Polônia, Rússia, entre outros – finalmente declarou independência. A sensação foi de choque, tipo, aquele impacto de descobrir uma peça fundamental de um quebra-cabeça histórico. Era incrível pensar na história tão conturbada do país.

O mapa que a professora mostrou era impactante. Ver a proximidade com a Rússia, entender a questão geopolítica, a história dos dois países intimamente ligados, mas com identidades nacionais distintas… Isso tudo fez muito sentido. A Sra. Fernanda também mencionou a influência da cultura cossaco, as artes, a literatura. Tudo isso que eu nunca imaginei antes.

Saí da aula meio tonta, sabe? A cabeça a mil. Pesquisei mais tarde, achei sites e vídeos, e comecei a me interessar pela Ucrânia de um jeito que nunca imaginei. Meu celular está cheio de abas de pesquisa com coisas sobre a geografia ucraniana, a cultura… Ainda estou aprendendo. Mas agora sei que a independência da Ucrânia não é apenas um fato, é o resultado de uma luta longa e complexa, marcada por muita história, influências e conflitos. E isso me marcou profundamente.

Lista de tópicos importantes para mim:

  • Declínio da URSS e independência (1991)
  • Localização geográfica estratégica da Ucrânia
  • Relações complexas com a Rússia
  • Influência de diferentes culturas na formação da identidade ucraniana
  • A importância de aprender sobre a história para entender o presente.