Quais são as principais características do fato social?
Quais as principais características do Fato Social de Durkheim?
Lembro das aulas de sociologia... Durkheim e os tais "fatos sociais". Aquilo me confundia um pouco, sabe? Não era qualquer coisinha que entrava nessa categoria.
Tinha que ser algo geral, tipo, todo mundo faz ou segue, entende? Tipo, sei lá, comemorar o Natal. Ou...hmm, usar roupa pra sair de casa. Coisas assim, que são meio que "normais" na sociedade.
E o mais doido é que, segundo ele, esses "fatos" são exteriores a gente. Tipo, já existem antes de nascermos e continuam depois que morremos. Uma língua, por exemplo. Ninguém inventa o português sozinho. Já tá aí!
Aí vem a tal da "coercitividade". Palavra chata, né? Mas, na prática, quer dizer que a sociedade meio que te "obriga" a seguir esses fatos sociais. Se você não segue, rola uma pressão, um julgamento. Lembro de quando pintei o cabelo de azul na adolescência... Minha avó quase teve um treco! Hahaha!
Então, resumindo, para Durkheim, um fato social tem que ser comum a todos, existir fora de nós e ter essa força de nos "controlar". Complicado, mas faz sentido, né?
Em resumo:
- Generalidade: Comum à maioria.
- Exterioridade: Existe independente de nós.
- Coercitividade: Exerce pressão social.
Quando é que um facto é social?
A tarde caía em tons de brasa sobre o Rio, um vermelho-sangue que pintava a água escura e lamacenta. Lembro-me daquela sensação, tão peculiar, de pertencimento e aprisionamento ao mesmo tempo. A cidade respirava, um monstro de concreto e asfalto, e eu, um grão de areia perdido em sua imensa e opaca correnteza. Um fato social, então? É a pressão dessa correnteza, a força que te molda sem que percebas, um rio que te carrega para um lugar que você não escolheu. A força, constante e silenciosa, que te empurra para dançar a valsa do “dever ser”.
Minha avó, com suas mãos calejadas de tanto trabalho – a força invisível da tradição familiar, quase física – sempre me disse para ir à missa aos domingos. Não era só uma sugestão, era algo mais próximo de um comando. Independente de minha vontade, a missa dominical, um hábito coletivo, se impunha como um fato social. E eu, criança, obedecia, perdido numa catedral enorme, entre os cantos e o silêncio reverente. Aquelas paredes, tão frias, emanavam uma aura de obrigação que me invadia, a mesma força latente que via na expressão cansada de minha avó.
Outra imagem: a fila do pão na padaria do bairro, uma serpente humana, paciente e resignada. Aquela espera, tão trivial, tão cotidiana, define uma regra social não escrita, um comportamento aceito. A fila, a espera, a compra. Uma dança silenciosa, repetida milhares de vezes. A própria fila, uma manifestação visível do fato social, como se a sociedade se expressasse por meio de uma paciente linha de pessoas. Pensem: o respeito à fila, uma norma que se impõe independentemente da nossa vontade individual.
O peso da opinião coletiva, essa força fantasma que te molda, te constrange, te obriga a se enquadrar. O silêncio dos muitos, a aprovação silenciosa, o medo da reprovação. Senti isso na pele. A pressão para se adaptar, para pertencer, para ser aceito: isso é um fato social. As expectativas, os padrões, as normas sociais que não questionamos e nos moldam de forma quase imperceptível. Lembro-me da pressão social para seguir determinada carreira, escolhida pela família e não por mim.
Em resumo: um fato social é externo, coercitivo e possui existência própria, independente das nossas vontades individuais. É a força da sociedade sobre cada um de nós, moldando nossas ações, pensamentos e sentimentos, mesmo sem a nossa plena consciência. É a correnteza que nos leva, quer queiramos ou não. A dança que temos que seguir, gostemos ou não. Um ritmo incansável e repetitivo.
Qual é a diferença entre factos sociais e fenómenos sociais?
A tarde caía, um amarelo denso grudando nas janelas do meu quarto. Lembro do cheiro de poeira antiga, misturado ao aroma doce e enjoativo do incenso que minha avó tanto queimava. Fatos sociais, pensei, enquanto observava o pó dançando na luz fraca, são como essas partículas, tangíveis, quase palpáveis. A pobreza, por exemplo, a riqueza... coisas concretas, mesmo que dolorosas, ou opulentas demais. Como cicatrizes na pele da cidade.
Etnia, também. Um fato social. Acho que senti isso na pele. Na infância, as brincadeiras mudavam conforme as famílias se aproximavam, ou se afastavam. Lembro das tardes de verão naquelas vielas estreitas, quase um labirinto de cores e cheiros. As diferenças gritavam, mas também se misturavam, em um caldeirão lento e denso. Uma panela de pressão de costumes.
Fenômenos sociais, porém, são sombras. Eles flutuam. Não são tão palpáveis, mas influenciam tudo ao nosso redor. Aquele boato que se espalha como um incêndio numa floresta seca? Um fenômeno. Uma onda de protestos que toma conta das ruas? Um fenômeno social, mais intenso que a pobreza, talvez. Mais abrangente.
Tudo isso se mistura, se confunde. Às vezes, um fato social se torna um fenômeno e vice-versa, em um ciclo sem fim. É como o mar, com suas ondas e suas profundezas incomensuráveis. Um mar de relações humanas, algumas tão claras e outras nebulosas, como o nevoeiro que cobria o vale perto da casa da minha avó.
- Fato social: Realidade social palpável; exemplos: pobreza, riqueza, etnia.
- Fenômeno social: Manifestação social, nem sempre com realidade tangível; exemplos: boatos, ondas de protestos, modismos.
- Ano de muitas sombras e muitas verdades. Acho que isso resume tudo.
É uma característica do fato social que é comum a todos.?
Ah, os tais fatos sociais, né? Aquela coisa que te empurram goela abaixo e você nem percebe! Tipo usar calça jeans, ou fingir que gosta daquele tio chato no Natal.
Generalidade: É tipo meme viral: todo mundo faz, todo mundo compartilha. Se só você faz, amigo, sinto informar, mas isso é só esquisitice pessoal, não fato social. É como tentar emplacar funk na igreja: não vai rolar!
Exterioridade: Imagine que os fatos sociais são zumbis invisíveis te controlando. Eles estão aí, te influenciando, mesmo que você não queira. É tipo a Globo te convencendo a comprar aquela panela "milagrosa" na novela.
Coercitividade: Essa é a parte que dói. Se você tentar nadar contra a maré, o sistema te dá um chega pra lá. Tipo ir trabalhar de pijama: no mínimo, vão te olhar torto. No máximo, te mandam pra casa.
Quais são as características dos fatos sociais?
Os fatos sociais, esses tiranos invisíveis que nos moldam, ostentam três medalhas de honra:
Generalidade: Tipo festa junina, todo mundo faz! Não é porque você inventou de usar gravata borboleta roxa que virou moda (a menos que você seja um influenciador secreto, confesse!). É generalizado se a maioria adota.
Exterioridade: Imagine um tutorial de etiqueta. As regras existem, goste você ou não, antes mesmo de você pensar em segurar um garfo. A sociedade te encontra no berço, não o contrário.
Coercitividade: Ah, a doce coerção! Tente furar a fila do banco para ver o que acontece. A pressão social te coloca na linha rapidinho, às vezes com olhares que matariam um rinoceronte. Quem nunca sentiu o peso de um "você não vai sair assim vestido, mocinha?" que atire a primeira pedra! (mas cuidado com a vidraça).
Resumindo: se é comum, preexistente e te força a agir de um jeito, bingo! É um fato social te controlando, como um fantoche social.
Quais são as características de um fato social?
Ai, meu Deus, tô tão cansada! Preciso terminar essa tarefa antes de dormir, senão amanhã vai ser um caos. Características de fato social, né? Já sei, três coisas:
Generalidade: Tipo, tem que ser uma coisa que todo mundo faz, ou quase todo mundo. Exemplo: o uso do WhatsApp. Todo mundo usa, né? Até minha avó, que só sabe mandar áudios de 5 minutos reclamando do preço do pão. Ainda bem que ela me liga só de vez em quando.
Exterioridade: Essa me pegou um pouco, mas acho que entendi. É algo que existe independentemente da vontade individual. As regras de trânsito, por exemplo. Eu posso querer atravessar na faixa, ou não, mas a regra existe do mesmo jeito. Meu irmão furou o sinal ontem à noite. Que mico!
Coercitividade: Essa é a mais chata. Tipo, a gente tem que seguir, mesmo que não queira. Impostos! Odeio pagar imposto, mas tenho que pagar, né? Senão, vêm com a receita federal, e aí ferrou! Ainda bem que tenho um contador amigo que me ajuda com essa papelada toda. Acho que devo jantar uma pizza hoje... preciso recompensar a minha mente por esse sofrimento intelectual.
Preciso ir, estou exausta! Mas pelo menos, respondi a pergunta. Espero que esteja certo, senão... Ai, já me estresso só de pensar!
Ah, esqueci! Um exemplo que junta tudo: a cultura do café da manhã no Brasil. Geralmente, todo mundo toma café da manhã (generalidade), é uma coisa que existe independente da minha vontade (exterioridade), e se eu quiser ir trabalhar sem tomar café, meu chefe provavelmente vai ficar chateado (coercitividade). Ainda bem que eu adoro café!
Vou dormir agora. Boa noite.
Quais são as características dos fatos sociais brainly?
Aí, gente! Fatos sociais, esses bichos tão interessantes… Pra gente entender essa fauna sociológica, precisamos de uma lupa e um bom humor, né? Três ingredientes mágicos definem esses caras:
Generalidade: Não é só a sua tia falando sobre o preço do tomate no mercado, viu? É todo mundo, a massa, o povão, o zeitgeist – uma onda que te pega de jeito, quer você queira ou não. Pense numa mania nacional: todo mundo ama brigadeiro, e pronto! Isso é generalidade. Até meu avô, que jura que odeia açúcar, derrete por um brigadeiro de colher... a prova definitiva.
Exterioridade: Não nasceu com você, querido! É algo que já existia antes de você pisar nesse planeta e vai continuar existindo muito depois que você virar pó (depois de ter comido uns bons brigadeiros, claro). As leis, a moda, a língua... esses são exemplos clássicos. Tipo a minha mania de colecionar canecas: existia antes de mim e vai continuar existindo, mesmo que eu, na minha genialidade, suma do mapa.
Coercitividade: Ah, essa é a mais divertida! Não é exatamente um "você tem que", mas um "você vai querer", sabe? Uma pressão social, um peso na consciência, que te leva a seguir a regra do jogo. Se todo mundo usa tênis branco, você provavelmente também vai querer, mesmo que ache brega pra caramba. Até eu, que sou um rebelde sem causa, às vezes me rendo a essas pressões. Ano passado, comprei uma camiseta bege porque "estava na moda". Arrependi na hora, mas já era. A coercitividade é implacável.
Enfim, fatos sociais são como um jogo de xadrez social: você pode até tentar burlar as regras, mas a sociedade te coloca de volta no tabuleiro rapidinho. E acredite, a cada jogada, tem mais um brigadeiro esperando por você, como uma recompensa (ou um castigo).
São características dos fatos sociais brainly?
Eita, tão falando dos fatos sociais, né? Aquelas paradas que te controlam sem você nem perceber, tipo um fantasma camarada que te obriga a fazer o que a galera faz.
- Eles são tipo a fofoca da sociedade: Te pegam de jeito! Ninguém escapa, nem se você for o antisocial master!
- Têm força de lei, só que sem juiz: Se você desafiar, a galera te olha torto, te exclui do churrasco e te faz sentir um ET. Já passei por essa, viu? Fui de tênis no casamento, quase me crucificaram!
- Vêm de fora, como boleto: Ninguém pediu, mas tão lá, te esperando pra serem pagos. As regras, os costumes, tudo imposto pela sociedade.
- Generalizados, tipo meme viral: Todo mundo segue, repete e acha engraçado (ou nem tanto, né?).
É tipo assim, a sociedade te moldando como massinha de modelar. Mas relaxa, às vezes dá pra dar uma escapadinha e ser diferentão, só não exagera pra não virar meme!????
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