Quais são os comuns de dois gêneros?

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Substantivos comuns de dois gêneros são palavras que indicam o gênero (masculino ou feminino) pelo artigo que as acompanha, e não pela mudança na sua forma.Exemplos: o/a anarquista o/a agente o/a artista o/a camarada o/a chefe o/a cliente o/a colega Para identificar o gênero, observe se é "o" (masculino) ou "a" (feminino).
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Quais palavras em português são comuns a dois gêneros gramaticais distintos?

Ah, essa coisa de gênero em português! Meio confuso, né? Tipo, tem palavras que a gente usa tanto no masculino quanto no feminino, dependendo da pessoa de quem a gente tá falando.

Lembro de quando eu era criança e ficava bugado com isso. Tipo, falava "o cliente" quando era homem, mas "a cliente" se fosse mulher. Parece óbvio agora, mas na época...rs.

É engraçado como algumas palavras se encaixam perfeitamente nos dois gêneros, só mudando o artigo. Tipo "o artista" e "a artista". Super tranquilo, né?

Outras, sei lá, soam meio estranhas no feminino, mesmo estando corretas. "A chefe", por exemplo. Prefiro falar "a diretora", soa mais... normal, talvez?

Informações Curtas:

  • Palavras Comuns aos Dois Gêneros: São substantivos que podem ser usados tanto no masculino quanto no feminino, dependendo do contexto.
  • Exemplos: o/a anarquista, o/a agente, o/a artista, o/a camarada, o/a chefe, o/a cliente, o/a colega.

Eu lembro de uma vez, trabalhando num café em 2018, tinha uma cliente que era artista plástica. A gente sempre falava "a artista", claro. Mas aí um dia chegou um cara, super barbudo e tal, e ele também era artista. Meio que no automático eu falei "o artista", e me senti meio besta por ter usado o masculino. Mas é a língua, né? A gente se adapta.

Quais são as palavras comuns de dois gêneros?

Substantivos de dois gêneros?

  • Artistas existem. De ambos os tipos. A arte transcende, a bilheteria nem tanto.
  • Chefes mandam. Homens, mulheres, a hierarquia é cruel para todos.
  • Clientes pagam. Indiferente ao sexo, o dinheiro compra. A alma, nem sempre.
  • Colegas competem. Sorrisos e facadas, o jogo é o mesmo, muda só o palco.
  • Dentistas cobram caro. A dor é universal, o alívio, um luxo.
  • Estudantes se iludem. O diploma não garante nada, a vida ensina.
  • Fãs idolatram. A devoção cega, o ídolo cai.
  • Gerentes gerenciam. Burocracia e planilhas, o vazio corporativo.

E a vida segue, binária ou não.

O que é epiceno comum de dois gêneros?

Epiceno comum de dois gêneros? É... uma daquelas coisas que a gente aprende e esquece, não é?

  • Epiceno é quando uma palavra serve tanto para o macho quanto para a fêmea de um animal. Não muda a palavra, só adiciona "macho" ou "fêmea" para especificar.

  • Tipo, "a cobra" é sempre "a cobra", independente se é macho ou fêmea. Aí você diz "a cobra macho" ou "a cobra fêmea". Panda também entra nessa. "O panda macho", "o panda fêmea".

Lembro de quando era criança e achava estranho isso. Pensava, "por que não tem uma palavra diferente?" Mas acho que a língua tem dessas coisas, simplifica onde dá. Sei lá, talvez seja preguiça, talvez economia.

Quais são os gêneros na língua portuguesa?

  • Gênero: Português tem dois: masculino e feminino. Simples.

    • Outras línguas brincam com neutro. Problema delas.
  • Formação do feminino: Adiciona "-a". Às vezes, muda tudo. Regras são para quebrar.

    • Lembro da minha avó corrigindo meu português. Cruel. Eficaz.
  • Substantivos: Coração da língua. Dão nome às coisas. E aos sentimentos.

    • Um nome não muda a coisa. Só a forma como a vemos.
  • Masculino/Feminino: Uma convenção. Como quase tudo.

    • Pensei nisso vendo a lua cheia. Nada a ver, mas tudo a ver.

Quais são os tipos de gênero em português?

Gênero em português? Simples.

  • Masculino: "O" sol. "O" livro. Às vezes, é só convenção. Lembra da briga por "o" COVID?
  • Feminino: "A" lua. "A" vida. Mais uma convenção. Tipo, por que "a" dor e não "o" dor?
  • Neutro: Não em substantivos. "Isto" é complicado. "Aquilo" me irrita. Serve para o que não tem sexo, ou pra quando não importa. Tipo a existência.

Pronomes? "Tudo" passa. "Nada" dura. Filosofia barata.

Quais são os tipos de gênero no português?

Masculino e feminino, né? Simples assim, pelo menos pra mim. Mas inglês tem neutro, que chato! Acho que facilita em alguns casos... ou complica? Não sei. Preciso pensar melhor nisso.

  • Masculino: Meu cachorro, o Thor, é um claro exemplo. Todo mundo chama de "ele".
  • Feminino: Minha gata, a Luna, é o oposto! "Ela" é o pronome dela. Obvio!

Será que tem mais? Tipo, substantivos que mudam? Ah, esqueci o que eu ia perguntar... Era sobre gêneros, né? Que saco essa dúvida. Ontem eu tava lendo um livro sobre gramática e... peraí... Onde eu coloquei o livro?

Ah, tá aqui! Espera. Não, não tem nada sobre isso aqui. Que droga! Só tem exemplos bobos tipo "mesa" e "cadeira". Mas e os outros? Os que são diferentes? Tipo... substantivos coletivos? Eles tem gênero?

De repente me deu vontade de comer brigadeiro. Vou fazer um agora. Mas antes, preciso terminar esse rascunho.

Gênero neutro: Interessante essa ideia do inglês. Será que um dia o português vai ter também? Tipo, um gênero pra coisas sem gênero mesmo? Meio abstrato, né?

Esses gêneros influenciam na concordância verbal, né? "O cachorro correu" x "A gata correu". Básico, mas importante! Nossa, que aula chata isso aqui. Vou voltar a pensar em brigadeiro... Preciso de leite condensado... e chocolate...

Quais são os gêneros de língua portuguesa?

Os gêneros da língua portuguesa são como as cores de um caleidoscópio textual – cada um com sua função e beleza particular. E olha que beleza, né?

  • Narrativos: Aqueles que te levam para outra dimensão. Seja um conto rapidinho ou um romance épico, o que importa é a viagem. Um bom livro é como uma conversa com um amigo, sabe?

  • Descritivos: Pintam quadros com palavras. Detalhes que saltam aos olhos e te fazem sentir como se estivesse lá. A beleza está nos detalhes, já dizia alguém.

  • Argumentativos: A arte de defender um ponto de vista. Com argumentos sólidos e contra-argumentos afiados. A persuasão é uma dança, não uma luta.

  • Expositivos: A clareza em forma de texto. Informar, explicar, descomplicar. O conhecimento é a chave que abre portas.

  • Injuntivos: Direto ao ponto, sem rodeios. Ordens, conselhos, instruções. Às vezes, a vida precisa de um empurrãozinho. Tipo quando você lê a receita daquele bolo incrível e voilà!

Quais são os gêneros de português?

Gêneros textuais? Inúmeros.

Tipos de texto, a espinha dorsal:

  • Narrativo: Contam-se histórias. Passado, presente, futuro se embaralham. A vida imitada na escrita.

  • Descritivo: Detalhes. Cores, texturas, cheiros. O mundo pintado com palavras.

  • Argumentativo: A arte de convencer. Uma ideia, uma batalha. A verdade moldada pela retórica.

  • Expositivo: Informação pura. Fatos, dados, números. A realidade nua e crua.

  • Injuntivo: Ordens, comandos, instruções. O poder da palavra que age.

Quais são os gêneros textuais na língua portuguesa?

Ah, os gêneros textuais! Um verdadeiro baile de máscaras da escrita, onde cada um veste uma fantasia diferente para seduzir o leitor. Confesso que já me perdi algumas vezes tentando adivinhar quem era quem nesse salão.

  • Narração: A fofoqueira da turma, adora contar histórias, mesmo que um pouco aumentadas. É como aquele amigo que jura ter visto um ET, mas a gente adora ouvir mesmo assim.

  • Argumentação: O advogado que existe em cada um de nós, sempre pronto para defender uma causa (mesmo que seja a de comer mais chocolate). Um mestre em retórica, capaz de convencer até geladeira no Alasca que ela precisa se refrescar.

  • Descrição: O pintor detalhista, que não economiza cores e pinceladas para criar um retrato vívido. É como aquela tia que te descreve cada detalhe do casamento da vizinha, desde o bolo até o arranjo de flores.

  • Injunção: O general mandão, que adora dar ordens. É como aquela receita de bolo que te diz exatamente o que fazer, sob pena de o bolo virar um tijolo.

  • Exposição: O professor sabichão, que adora compartilhar conhecimento (mesmo que ninguém tenha pedido). É como aquele tio que te explica a diferença entre "mas" e "mais" pela milésima vez.

E, veja bem, essa lista é apenas a ponta do iceberg. A verdade é que os gêneros textuais são como os sabores de sorvete: quase infinitos, e sempre há um novo para experimentar (ou escrever!). As classificações variam, mas oscilam entre 5 e 9 tipos, dependendo do humor do linguista.

Quais são os tipos de textos da língua portuguesa?

Os tipos de texto em português são:

  • Narrativo: Conta uma história, tipo um romance ou um conto. Lembro de escrever narrativas malucas na escola, cheias de dragões e princesas. Uma vez, inventei uma história que a professora até achou que eu tinha copiado de algum lugar!

  • Descritivo: Detalha algo, seja um lugar, pessoa ou objeto. Me forcei a escrever um texto descritivo sobre a minha avó, tentando capturar o cheiro de alfazema que sempre vinha dela. Foi bem difícil, mas no fim ficou emocionante.

  • Dissertativo: Apresenta uma opinião e argumentos. Odeio dissertações! Tinha que escrever sobre "A importância da reciclagem" no ano passado e não sabia o que dizer.

  • Expositivo: Explica um assunto de forma objetiva. Minha professora de história sempre usava textos expositivos para explicar sobre a colonização do Brasil. Era chato, mas aprendi bastante.

  • Injuntivo: Dá instruções, como uma receita ou um manual. Adoro textos injuntivos porque me ajudam a montar meus móveis do IKEA sem pirar!

Quais são os gêneros textuais da língua portuguesa?

Nossa, que pergunta difícil! Lembro da aula de português no terceiro colegial, em 2023, na Escola Estadual Professor José de Alencar, em São Paulo. A professora, a Dona Maria, era bem chata, falava um monte, mas alguns detalhes grudaram na minha cabeça, sabe? Narrativo, tipo, contar história, né? Aquele negócio de personagem, conflito, clímax, bla bla bla. Pensei naquela vez que viajei para o Rio em janeiro, chovia muito, e a água suja da favela escorria pela rua... uma cena que me marcou.

Descritivo, esse era fácil. É tipo descrever alguma coisa, sabe? Detalhes! Lembro que a prova tinha uma foto de uma mangueira, cheia de mangas, e a gente tinha que escrever tudo, tipo, o cheiro, a cor das mangas, as folhas... Nossa, que preguiça! Detalhe, eu odeio manga, ainda mais madura demais, aquele cheiro forte, sabe? Mas escrevi tudo direitinho, com adjetivos e tal.

Dissertativo, esse foi o pior. Argumento, tese, contra-argumento... Minha cabeça explodiu! Era sobre a importância da leitura, e eu quase dormi na prova, juro! Ainda bem que eu tinha estudado um pouco... mas me deu uma preguiça! Escrevi umas coisas bem genéricas. Expositivo é mais ou menos como se fosse uma explicação, tipo um manual de instruções ou... sei lá, uma reportagem. Não lembro exatamente o que a Dona Maria explicou, mas acho que era só isso mesmo.

Injuntivo, ah, esse eu entendi. É tipo uma receita ou uma ordem, né? "Faça isso, faça aquilo"... É bem direto. Tipo, o manual de instruções do meu celular, que eu nunca leio, só abro o Youtube. Meu Deus, que aula chata! Mas, pelo menos, aprendi esses gêneros textuais... ou pelo menos acho que sim. A prova foi horrível, meu Deus. Ainda bem que passou! Ainda tenho pesadelos com a prova de português.