Como se referir à terceira pessoa?
Como usar pronomes de terceira pessoa corretamente?
Pronomes? Ah, isso me lembra daquela apresentação de inglês no colégio, em 2008, no Colégio Pedro II. A professora, a Dona Maria, era super chata com a concordância verbal, e eu quase fui reprovado por causa dos pronomes. Ainda hoje me arrepio só de pensar.
Tipo, o básico é fácil, né? Ele, ela, para uma pessoa só. Eles, elas, para várias. Mas a pegada é na hora de usar com vários substantivos, ou quando a coisa complica um pouco. Já gastei horas a fio estudando isso. Me lembro de uma prova de português na faculdade, a UFRJ, em 2012, que me deixou de cabelo em pé. Era sobre ambiguidade em textos, e os pronomes eram a chave.
Naquele dia, perdi uns bons 10 reais em café extra tentando entender. O lance é prestar atenção na relação entre o pronome e o substantivo a que ele se refere. Se tem mais de um, tem que ficar claro para quem cada pronome aponta. Senão, vira uma salada. Até hoje fico meio inseguro. Tenho que ler e reler várias vezes para ter certeza.
Pra ficar craque, só praticando mesmo. Ler muito, escrever bastante, e pedir ajuda quando precisar. Ah, e rever as regras de concordância, claro. Isso ajuda a evitar erros bobos. Mas na real, a prática é o melhor caminho. Ainda me pego errando, as vezes.
Como se referir a uma pessoa na terceira pessoa?
Ah, como me referir a alguém na terceira pessoa? ???? Tipo, "ele foi ao mercado", né?
- Segunda pessoa: "Tu" (singular, quase não uso! Só lembro da minha avó falando assim rs) e "vós" (quem usa isso hoje em dia?!)
- Terceira pessoa: "Ele", "ela" (singular, fácil!), "eles", "elas" (plural). Bem direto!
E tipo, objetos também entram aí? Sim! "A cadeira é vermelha". Cadeira não é gente, mas o verbo "é" tá na terceira pessoa. Bizarro, né? Sempre me confundo com isso. ????
Às vezes uso "a pessoa" no lugar de "ele/ela". Tipo, "a pessoa chegou atrasada". É terceira pessoa também? Acho que sim. Português é complicado! Mas acho que deu pra entender. ????
Como se referir a mim na terceira pessoa?
A tarde caía sobre a Av. Paulista, um vermelho-alaranjado sujo grudando nos prédios de vidro. Lembro daquela sensação estranha, a pele arrepiada, quase uma antecipação da solidão. Me referir a mim mesmo na terceira pessoa... um exercício de estranhamento, como me observar de fora, de um palco distante. Como se fosse outro, um personagem em um filme sem roteiro. Essa sensação de distanciamento, sabe? Como se eu estivesse flutuando, um balão solto na correnteza da vida. O vento, frio e cortante, batia em meu rosto, lembrando a fragilidade da existência. Aquele dia, a sombra da dúvida me cobria.
Penso em cinco maneiras, cinco máscaras que uso, ou melhor, que ele usa. Primeiro: o eu formal, distante, quase burocrático. Um relatório frio, sem emoção, só dados. O eu objetivo, sem vestígios da minha alma. Aquele que escreve artigos científicos... frio, preciso, sem alma. Depois, o ele íntimo, confidencial, a confidência sussurrada ao ouvido, um diário secreto, apenas para os meus olhos. Um eu vulnerável, exposto. Aquele que confessa meus medos, minhas inseguranças, minhas angústias.
Há o ele irônico, sarcástico, aquele que se observa com humor e deboche. Um distanciamento protetivo, uma armadura contra as dores do mundo. Uma postura distante, um "ele" que se observa com uma pitada de cinismo. O eu que faz piadas sobre a própria vida. Aquele que, por trás do sarcasmo, esconde a fragilidade. E o ele poético, o ele que se transforma em verso. Em metáforas, em imagens carregadas de sentimento. Um fluxo de consciência, quase onírico.
Por fim, o ele narrativo. Aquele que conta histórias, como se fosse um narrador onisciente da própria vida. O escritor, o cronista, observando os detalhes, registrando as emoções, os fatos, como se fossem lembranças, um mosaico de momentos fragmentados, sem um fio condutor claro. Mas com uma atmosfera, um clima... o peso de um passado que permanece. Cada palavra uma lembrança. Ainda sinto o frio daquela tarde, o vermelho-alaranjado cravado nos meus olhos. Como se eu estivesse fora de mim.
Quais são as formas de tratamento?
Aff, formas de tratamento… que saco! Lembro daquela aula chata de português no colégio, a professora falando de "Vossa Excelência" e eu pensando em pizza. Ainda bem que ninguém me chama assim, né? Meu Deus, que formalidade!
Você: Mais comum, informal. Uso com todo mundo, menos com gente muito importante, sabe? Tipo, a rainha da Inglaterra eu não chamaria de "você".
Senhor/Senhora: Formal, né? Uso com pessoas mais velhas que não conheço bem, ou em situações mais sérias. Lembro da minha avó, sempre "Senhora Maria", toda formal.
Vossa Alteza (V.A.): Princesas, duques… Nunca usei, nem preciso usar, graças a Deus! Rsrs. Imagina ter que usar isso no dia a dia?
Vossa Eminência (V.Em.): Cardeais, né? Nossa, nem conheço nenhum cardeal pessoalmente, hahaha.
Vossa Excelência (V.Exª.): Altas autoridades… Já vi em filmes, sei lá. Presidente, governadores, ministros… Em São Paulo, talvez use com o governador, mas não tenho certeza se é assim mesmo. Acho que depende do contexto, né?
Sr./Sra.: Abreviações de Senhor e Senhora. Mais formal que "você", mas menos que "Vossa Excelência". Uso em correspondências formais, por exemplo, nos emails do meu trabalho.
Pensei agora: tem outras formas de tratamento, tipo "doutor", "padre", etc. Depende muito da profissão, né? É tão complicado! Meu chefe me chama de "Felipe", que já me deixa confortável, rs. E a minha sogra adora o "querido". Preciso ir fazer um lanche, tô faminta! Esqueci de anotar a lista de compras, vou ter que voltar para casa.
Como podem ser os pronomes?
Pronomes. Simples. Mas complexos.
Pessoais: Eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas. Reflexivos também. Me, te, se, nos, vos, se. Aquele "se" me irrita, sempre. Ambiguidade pura. Reflete a própria natureza da linguagem, talvez.
Demonstrativos: Este, esse, aquele, isto, isso, aquilo. Distância física e temporal. E a subjetividade? Onde entra a subjetividade nessa classificação fria? Meu caderno de 2018 está cheio de rabiscos tentando decifrar isso.
Interrogativos: Quem, que, qual, quanto. Procuram o desconhecido. Procuram o que já se foi ou o que ainda está por vir. Como eu me sentia aos 16, escrevendo poemas horríveis e cheios de perguntas sem resposta.
Possessivos: Meu, teu, seu, nosso, vosso, seu. Posse. Ilusão de controle. Lembro do meu primeiro carro, um Fusca 74. Pensava que o controlava. Engano meu.
Relativos: Que, quem, qual, cujo, onde, como, quando. Relações. Conexões. Causas e consequências. Como a vida, uma teia intrincada. As relações humanas são sempre um quebra-cabeça.
Indefinidos: Algum, nenhum, todo, muito, pouco, vários, qualquer, alguém, ninguém, tudo, nada. A incerteza. O vazio. A imensidão do nada. Existem infinitos vazios entre os átomos. É isso que me assombra.
Em resumo: Categorizações gramaticais. Tentativas de domar o inefável. A linguagem em si é um pronome, apontando para algo além dela mesma.
Como tratar as pessoas em Portugal?
Como tratar os portugueses? Meu Deus, que pergunta difícil! É tipo decifrar um código secreto medieval, só que em vez de pergaminhos, você tem gente falando rapidinho e com sotaques que mudam de cidade em cidade.
Em resumo: Use "o senhor" ou "a senhora", a não ser que esteja escrevendo uma carta ao Presidente da República, aí pode ousar um "Vossa Excelência", mas sem exageros, hein? "Vossa Senhoria"? Nem pensar! Soa como se você tivesse saído de um filme de época, tipo aqueles com carruagens e figurinos brilhantes. Já me vi numa situação dessas, quase pedi desculpas por falar português!
Aqui vão algumas dicas pra não fazer feio (pois acredite, dá pra fazer MUITO feio):
Formalidades: Os portugueses são mais formais que muitos brasileiros. Imagine um encontro de família super certinho, com chá e biscoitos amanteigados. É quase isso, só que sem o chá... geralmente.
"Senhor" e "Senhora": Seu melhor amigo aqui, salve-se quem puder! A menos que você esteja na praia tomando umas imperial, a informalidade é mais rara. Eu, por exemplo, só uso "tu" com a minha avó e com o meu gato. O resto é tudo "o senhor" ou "a senhora" pra garantir.
"Vossa Excelência" e "Vossa Senhoria": Reserve para ocasiões MUITO especiais, tipo discurso numa festa de casamento real, com direito a coroa e tudo.
Informalidade: Só use "tu" se for MUITO próximo da pessoa, tipo melhor amigo de infância. Aí ainda assim corre o risco de a pessoa achar estranho, dependendo da região e da idade.
Exemplo pessoal: Lembro de uma vez que chamei um senhor de "cara" em Lisboa… a cara dele era um poema! Ainda estou pagando por essa gafe com terapia.
Deu pra entender? Se ainda tiver dúvida, pergunte ao Google tradutor... ele é mais esperto que eu nesses assuntos. Mas se encontrar algum português por aí, pergunte diretamente: é mais divertido!
Deve-se dizer dona ou senhora?
Dona ou Senhora? Depende.
- Idade: Mesma idade? Tanto faz. "Senhora" soa formal. O "tu" aproxima.
- Mais velha: "Senhora Dona" ou só "Dona". Varia. Região manda. Formalidade pesa.
- Relação: Íntima? "Dona" soa estranho. Distante? "Tu" é ousado. O meio termo é a chave.
Minha avó odiava "Senhora". Queria "Dona Maria". Era o carinho, não a regra. Uma escolha. Poder.
Formalidade é armadura. Intimidade, vulnerabilidade. Observe. Escolha. As palavras revelam.
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