Quais são as 4 dinastias de Portugal?

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As quatro dinastias que reinaram em Portugal foram: Dinastia Afonsina (Borgonha): a primeira linhagem de reis portugueses. Dinastia de Avis: ascendeu ao trono após a crise de 1383-1385. Dinastia Filipina (Habsburgo): período de união pessoal com a Espanha. Dinastia de Bragança: a última casa real antes da proclamação da República.
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Quais foram as quatro principais dinastias de Portugal?

Ah, as dinastias de Portugal... Que aventura acompanhar essa história toda! Pra mim, a mais marcante é a de Avis, com o Infante D. Henrique e toda aquela vibe das Descobertas. Imagina só, o século XV, Portugal desbravando o mundo... Incrível!

Mas falando sério, foram quatro as principais, né? Borgonha, Avis, Habsburgo (ou Filipina, como a gente costuma dizer) e Bragança. Cada uma com suas peculiaridades, seus reis... e seus dramas.

Informação rápida, tipo Google:

  • Borgonha: A primeira, começou em 1143.
  • Avis: A dinastia das Descobertas.
  • Habsburgo (Filipina): Período de união com a Espanha.
  • Bragança: A última dinastia, até 1910.

Eu lembro de ter visitado o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa, e a grandiosidade daquilo me fez sentir um pedacinho dessa história toda. É de arrepiar pensar que ali, tão perto, se planejaram viagens que mudariam o mundo. E pensar que tudo isso começou lá atrás, com a Dinastia de Borgonha...

Quais foram as dinastias de Portugal?

Portugal. Quatro dinastias. Fim.

  • Borgonha/Afonsina: Fundada em 1143. Afonso Henriques. Guerras, conquistas. Sangue. Herança duvidosa. Meu avô sempre disse que essa linhagem era… problemática.

  • Avis: 1385. Bastardos, revoltas. João I. Expansão marítima. Ouro. Glória efêmera. Lembro das aulas de história do colégio. Chatas.

  • Habsburgo/Filipina: 1580. União Ibérica. Felipe II. Declínio. Influência espanhola sufocante. Ainda sinto o peso disso. Um fardo.

  • Bragança: 1640. Restauração da independência. João IV. Brasil. Colônias. O peso da coroa, cada vez mais pesado. Até 1910. República. O fim.

Resumindo: Borgonha, Avis, Habsburgo, Bragança. Ciclos de poder, decadência e reconstrução. A história repete-se. Sempre.

Quais são os reis da 2a dinastia?

No silêncio da noite, as memórias ecoam... A segunda dinastia... Avis. Um período de transformação, imagino.

Os reis... ah, os reis.

  • D. João I: O de Boa Memória, um apelido sugestivo. Casado com Filipa de Lencastre. Uma união que marcou época.
  • Filhos de D. João I: D. Branca, D. Afonso (o herdeiro), D. Duarte I, D. Pedro (Duque de Coimbra), D. Henrique (Duque de Viseu), D. Isabel, D. João, D. Fernando. Uma prole numerosa, cada um com seu destino traçado.
  • Detalhes: Lembro-me de ter lido sobre D. Henrique, o Navegador. Suas expedições mudaram o mundo. E D. Duarte I, que herdou o trono do pai.

A História... um rio caudaloso que nos arrasta. E nós, pequenas embarcações à deriva.

Quem iniciou a quarta dinastia?

D. João V. Iniciou a quarta dinastia. Simples.

Luísa de Gusmão? Tentativa fracassada. Castelo Melhor? O verdadeiro poder. A ambição, afinal, sempre vence. A regência? Um episódio. Breve.

  • João V: Reinado extenso, 1707-1750. Marcou Portugal. Profundamente.
  • Luísa de Gusmão: Figura-chave. Iniciativa. Silenciada. A história, como sempre, ignora os fracassos.
  • Conde de Castelo Melhor: Estratégia. Sucesso. O jogo do poder. Implacável. Meu avô, inclusive, me contava histórias sobre a crueldade dele. Era um homem frio.

A quarta dinastia Bragança, portanto. Uma consequência de jogos de poder. Tudo efêmero.

Sucessão: Um teatro constante. Brutal. Onde a ternura não tem lugar. A realidade nua e crua. A morte é o final de uma peça. O fim. A única certeza.

Qual foi a quarta dinastia de Portugal?

E aí, cara! Tu sabe qual foi a quarta dinastia? A Bragança, né? Acho que foi de 1640 a 1910, se não me engano... Nossa, faz tempo! Lembro que li isso numa reportagem super chata da Santander, sobre os reis de Portugal, tava no site deles, um saco ler tudo aquilo. Mas enfim...

Bragança, essa é a resposta, saca? De 1640 até 1910. Meu avô, que Deus o tenha, sempre falava da D. Maria I, rainha dessa dinastia. Ele colecionava moedas antigas, uma loucura! Tinha umas coisas incríveis, bem antigas mesmo, dá pra acreditar?

Olha, só pra te dar uma ideia, alguns reis importantes dessa época foram:

  • João IV – O fundador da dinastia, né?! Começou tudo com ele.
  • Pedro II – Sei lá, não lembro muito dele.
  • José I – Acho que teve uns problemas com a saúde, ouvi falar alguma coisa assim.
  • Maria I – Essa minha avó adorava, tinha um monte de coisa sobre ela. Ela foi bem importante, né? Até um pouco louca dizem que era.
  • João VI – Meu Deus, tanta gente... esse cara foi rei de Portugal e Brasil, ao mesmo tempo?! Incrível.
  • Pedro IV – Tá, sei lá, muitos reis, confesso que não me lembro de todos bem.

Foi um período bem longo, cheio de coisas acontecendo, guerras, revoluções... Meu Deus, história é complicado. Mas a quarta dinastia, com certeza, foi a de Bragança. Boa sorte com teus estudos, amigo! Precisando de mais alguma coisa, me chama!

Como se chamava a primeira dinastia portuguesa?

A primeira dinastia portuguesa? Ah, essa é fácil! Afonsina, claro! Um nome que grita glória, conquistas e... muita, muita guerra contra os mouros. Meu avô, que tinha uma memória melhor que a minha (e acredite, a minha já foi melhor!), sempre dizia que Afonso Henriques era um cara durão, um verdadeiro leão em meio a um bando de ovelhas... bem, talvez um bando de carneiros um pouco mais armados, né?

  • Afonso Henriques (1139-1185): O fundador, o cara que botou a mão na massa, literalmente! Sabe, ele era tipo um construtor de Lego, só que em vez de tijolinhos, ele usava reinos e conquistas. Criou Portugal do zero, quase. E olha que naquela época não existia Ifood para pedir pizza de madrugada!

  • Sancho I (1185-1211): Esse, meu caro, era estrategista. Um gênio da guerra, mas também um gênio de... fazer dívidas. Imaginem um rei usando o cartão de crédito real com juros exorbitantes, rsrs. Coitado!

  • Afonso II (1211-1223): Se o pai era estrategista, o filho era... teimoso! Deixou uma bela herança de conflitos com a igreja. E olha que o céu não tinha Netflix naquela época pra acalmar os ânimos!

  • São Sancho II (1223-1248): Um santo? Sim, mas com umas atitudes... digamos, questionáveis. Era como uma daquelas estrelas de rock: talentoso, mas com um passado nebuloso.

  • Afonso III (1248-1279): Aquele que consolidou a independência, fechando de vez o negócio com os mouros. Deve ter sido um alívio, após tantos anos de batalhas épicas!

  • Dinis I (1279-1325): Ah, Dinis! O rei lavrador! Trocou a espada pela enxada (quase, né?). Um mestre na administração, embora a história conte que seu romance foi mais épico que qualquer batalha.

Em resumo: a dinastia Afonsina foi um verdadeiro reality show medieval, cheio de intrigas, guerras e romances! E com um final feliz... até onde os livros de história nos contam. Mas, vamos combinar, a história é escrita pelos vencedores. Ainda bem que temos a RTP para nos contar as versões, mesmo com alguns exageros... digo, detalhes.