Quais são as 4 vozes verbais?

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As quatro vozes verbais são: Ativa: Sujeito agente da ação (ex: Eu escrevi). Passiva: Sujeito paciente da ação (ex: A carta foi escrita por mim). Reflexiva: Sujeito pratica e recebe a ação (ex: Ela se machucou). Recíproca: Ação mútua entre sujeitos (ex: Eles se abraçaram).
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Quais são as quatro vozes verbais na língua portuguesa e suas funções?

Nossa, essa pergunta me fez voltar aos tempos de escola! Lembro daquela professora de português, a Dona Maria, super chata, mas que explicava bem as coisas, tipo, a diferença entre voz ativa e passiva. A ativa é moleza, né? "O cachorro comeu a carne". Simples assim, o sujeito (cachorro) faz a ação (comer).

Já a passiva… ai, essa sempre me deu trabalho! É quando o sujeito sofre a ação. Exemplo: "A carne foi comida pelo cachorro". A carne, coitada, recebeu a ação. Ainda me confundo às vezes, principalmente com as frases mais longas, tipo aquelas que a gente encontra nos jornais.

A voz reflexiva é mais legal. É quando o sujeito age sobre si mesmo, "Eu me machuquei jogando futebol" - no meu caso, em 2018, quebrei o dedo mindinho no campinho perto de casa. Doía horrores! Custou uns 50 reais o curativo na farmácia ali na esquina.

Por fim, a recíproca, que é quando a ação é trocada entre dois ou mais sujeitos. "Nós nos abraçamos depois da prova de matemática". Essa prova, aliás, em junho de 2019, foi um terror! Me lembro até hoje do meu coração batendo forte.

Informações curtas:

  • Voz Ativa: Sujeito pratica ação.
  • Voz Passiva: Sujeito recebe ação.
  • Voz Reflexiva: Sujeito pratica e recebe ação.
  • Voz Recíproca: Ação mútua entre sujeitos.

Quantas vozes existem na língua portuguesa?

Uau, vozes verbais em português… Três, né? Ativa, passiva e reflexiva. Nossa, lembro da professora de português falando disso no ensino médio. Que época! ????

  • Voz ativa: O sujeito age. Tipo, "Eu comi o bolo". Simples.
  • Voz passiva: O sujeito sofre a ação. Tipo, "O bolo foi comido por mim". Meio formal, né?
  • Voz reflexiva: O sujeito age e sofre a ação ao mesmo tempo. "Eu me machuquei". Ah, essas eu uso direto! ????

E pensar que tem gente que complica isso! Pra quê? É só prestar atenção. Acho que a passiva é a mais chatinha de identificar. Sempre me confundo. Será que existe mais alguma? Acho que não. Três tá bom demais! ????

O que é voz ativa e passiva exemplos?

A tarde caía, um vermelho-sangue manchando o céu sobre a janela da minha avó. Lembro-me do cheiro de bolo de fubá esquentando, um aroma que grudava na memória como mel. Ela, sentada naquela poltrona velha, de madeira escura, lia em voz baixa, seus dedos finos e ossudos deslizando pelas páginas amareladas. Aquele instante, quietude quase palpável, me abraçava. Voz ativa, voz passiva... palavras que ecoavam na minha cabeça, tão distantes e próximas ao mesmo tempo.

O rato comeu o queijo. Simples. Direto. A ação do rato, o ato de comer, claro como o dia. Voz ativa: o sujeito (rato) pratica a ação (comer). Mas se dissermos: O queijo foi comido pelo rato. A coisa muda. O queijo, passivo, sofre a ação. Voz passiva: o sujeito (queijo) recebe a ação (ser comido). A perspectiva se altera. O foco se desloca.

Lembro-me de um dia, brincando no quintal, a mangueira velha me oferecendo sua sombra amiga. Eu, numa correria infindável, me machuquei. A grama, verde e macia, testemunhou meu choro. Podia ser: Eu me machuquei (ativa). Ou: Eu fui machucado pela corrida (passiva). A diferença sutil, a mudança de ênfase.

Mais exemplos:

  • A menina quebrou o vaso. (Ativa)
  • O vaso foi quebrado pela menina. (Passiva)
  • Ele escreveu a carta. (Ativa)
  • A carta foi escrita por ele. (Passiva)

A gramática, essas regras, pareciam tão distantes daquela tarde quieta, do cheiro de bolo e da voz suave da minha avó. Mas, talvez, a poesia esteja justamente na capacidade de mudar o foco, de transformar o ativo em passivo, o sujeito em objeto, assim como a vida mesma nos transforma, nos molda. A vida... tão ativa, tão passiva... uma dança constante de ações e reações. Me pergunto se ela percebia a complexidade disso tudo enquanto lia. Ou se, simplesmente, sentia a quietude da tarde. A beleza da simplicidade.

Como pode ser a voz ativa?

A tarde caía, um amarelo morno lambendo as paredes de tijolo da minha rua. Lembro-me de um caderno velho, capa desbotada, quase se desfazendo em minhas mãos trêmulas. Aquele caderno… Era o meu santuário, o espaço onde a minha voz, ainda insegura, timidamente se encontrava com o mundo. E ali, em meio a rabiscos e palavras tortas, eu aprendi, de forma quase visceral, o que é a voz ativa.

A voz ativa, essa força bruta que pulsa do sujeito. Ele é o agente da ação, não um mero espectador passivo. Ele escreve, cria, ama, vive. É uma força que irrompe, que se impõe. Sinto a textura áspera do papel sob meus dedos, a pressão leve da caneta… Ele escreveu o livro. Essa frase, tão simples, tão direta, me ecoa ainda hoje, um sussurro antigo que se transforma em grito de liberdade.

Aquele caderno guardava mais do que exercícios gramaticais. Guardava o meu despertar para a potência da escrita, a descoberta do meu próprio poder. Um poder que não se encontra em palavras bonitas, mas na força bruta do verbo em sua forma mais pura. Lembro de alguns exemplos que me marcaram:

  • A menina colheu as flores.
  • O vento balançava as árvores.
  • Meu avô contava histórias fascinantes.

Aquele caderno antigo é uma prova disso, um testemunho silencioso da minha jornada, da minha busca por me expressar, de achar minha própria voz. Uma voz que, aos poucos, se fortaleceu, aprendendo a se afirmar, a tomar posse do seu próprio espaço. Sim, a voz ativa é a força da ação, a assertividade de quem age e não apenas sofre a ação. É a voz da liberdade, vibrante e audaciosa. E eu, um dia, aprendi a ouvi-la, a encontrá-la ali, em meio aos meus rabiscos infantis.

Lembro-me, ainda, de um caderno azul, quase esquecido, onde eu anotava tudo, poemas, frases soltas, reflexões... Aquele azul quase se misturava ao céu de outono de 2023... Uma lembrança embaçada, quase um sonho. Mas, a força da voz ativa permanece, vívida e marcante.

O que é voz gramaticalmente?

A voz gramatical... ah, a voz. É como um sussurro do verbo, contando quem age e quem sente. Uma dança antiga, sabe? Lembra os bailes de máscaras, onde o sujeito revela ou esconde sua face na ação.

  • Voz ativa: O sujeito faz, age, comanda. O sol beija a flor, forte, decidido.
  • Voz passiva: O sujeito sente, recebe, é beijado. A flor é beijada pelo sol, suave, entregue.
  • Voz reflexiva: O sujeito faz e sente, numa valsa solitária. Ela se admira no espelho, Narciso moderno.

E tudo isso... afeta o tom, o ritmo da frase. Mudar a voz é como mudar a luz num quadro, revelando detalhes escondidos. As vezes, a gente nem percebe, mas a voz está lá, moldando a melodia do que a gente fala.

Qual é a diferença entre voz passiva e voz ativa?

A diferença entre a voz ativa e a passiva é tipo briga de bar:

  • Voz ativa: É quando o sujeito vai lá e mete a mão na massa! Tipo, Nós vamos detonar esse projeto! O sujeito é o herói da ação, o cara que faz acontecer. É tipo eu, que sempre dou um jeito nas coisas, mesmo quando a impressora decide entrar em greve bem na hora de imprimir um contrato importante!

  • Voz passiva: É quando o sujeito tá lá, só apanhando, coitado! Tipo, O projeto vai ser detonado por nós. O sujeito vira vítima da ação, igual a minha paciência quando o semáforo fecha bem quando tô atrasado pro churrasco. Tadinho, só recebe!

Resumindo: Na ativa, o sujeito age. Na passiva, ele reage (ou melhor, sofre!). É simples, que nem conta de padaria!

Como se forma a passiva?

A passiva? Simples. Verbo auxiliar "ser" + particípio.

  • Exemplo 1: Treinos serão executados. Ponto.
  • Exemplo 2: Professora será homenageada. Fim.

Detalhe: O agente da ação (quem executa) pode vir com "por" ou "de". Às vezes, é omitido. Meu TCC de 2023 explorou isso. Detalhes gramaticais chatos.

Lembro de uma discussão acalorada sobre a voz passiva com a minha orientadora, Dra. Fernanda, semana passada. Ela é ótima, mas teimosa. A gramática, no fim, é arbitrária.

A voz passiva, na prática, esconde o sujeito. Manipulação sutil. Observem. Poder. Controlo.

Algumas estruturas mais complexas: Futuro do pretérito, plus-que-parfait... Mas o básico é este aí. Esqueça o resto. Poupe tempo. A vida é curta.

2023, o ano em que percebi a vacuidade de muita coisa. Incluindo regras gramaticais rígidas demais.