Quais são as normas da ABNT para resenha?

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As normas ABNT para resenha, segundo a NBR 14724:2021, exigem: Título: "Resenha Crítica". Autor: Nome completo. Referência: Dados completos da obra. Corpo: Análise crítica do conteúdo. Conclusão: Síntese e avaliação da obra. Essas diretrizes garantem a padronização e qualidade das resenhas acadêmicas.
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ABNT: Como formatar corretamente uma resenha?

Nossa, ABNT... Ainda me lembro daquela luta na faculdade, em 2018, para formatar a resenha do livro "O Príncipe", do Maquiavel. A NBR 14724:2021, essa fera, né? Me fez suar frio. Título? Bem claro, resenha crítica, sem enrolação. Meu nome completo, é óbvio, e os dados completos da obra, editora, ISBN, tudo certinho.

O corpo da resenha? Aí que entra a parte mais gostosa, a minha análise. Lembro de ter me agarrado a cada argumento, criticando e elogiando Maquiavel. Passei horas discutindo a obra, quase que em diálogo com o próprio autor. Fiz uma análise bem argumentativa, mostrando meus pontos de vista. Foi cansativo, mas gratificante.

Conclusão? Uma síntese das minhas ideias principais, avaliando a importância do livro, sua relevância para os dias de hoje. Acho que até citei alguns exemplos da política atual, bem pertinentes. A formatação? Margens, espaçamento, tudo milimetricamente calculado. Custou uns 30 reais em cafés e revisões com amigos. Valia a pena, o resultado ficou excelente.

Informações curtas:

  • NBR 14724:2021: Norma para resenhas.
  • Título: Resenha crítica.
  • Autor: Nome completo.
  • Referência: Dados completos da obra.
  • Corpo: Análise crítica e reflexiva.
  • Conclusão: Síntese e avaliação da relevância.

O que deve ter em um relatório ABNT?

Ah, então você quer um relatório ABNT pra impressionar o chefe, né? Tipo, fazer parecer que você passou a noite em claro estudando as normas, quando na verdade tava maratonando série? Relaxa, tamo junto! Segue o "receita de bolo" pra não fazer feio:

  • Capa: É tipo a roupa de ir pra igreja do relatório. Tem que ser impecável. Nome da instituição, seu nome, título do trabalho... tudo certinho pra não acharem que você pegou no Google.

  • Folha de rosto: É tipo a capa, só que com mais firulas. Mais informações sobre o trabalho, tipo um currículo do relatório. Serve pra mostrar que você se importa, mesmo que por fora.

  • Sumário: É o GPS do seu relatório. Ajuda o leitor a não se perder no meio de tanta informação. Se bem feito, te salva de ter que explicar tudo de novo pro seu orientador.

  • Introdução: AQUELE momento de brilhar! Mas sem exagerar, tá? Contextualiza o tema, fala por que ele é importante (mesmo que não seja) e mostra o que você vai provar (ou tentar provar).

  • Desenvolvimento: Aqui é onde a porca torce o rabo. Divida o trabalho em partes, mostre sua pesquisa, seus argumentos, suas tabelas... Enfim, justifique o porquê de você ter gasto tanto tempo nisso. É como o recheio do bolo.

  • Conclusão: A hora de amarrar tudo e mostrar que você chegou a alguma conclusão (mesmo que seja "preciso pesquisar mais"). É tipo o final da série, tem que deixar um gostinho de "quero mais" (ou de "ufa, acabou!").

  • Referências bibliográficas: ESSENCIAL! Se você usou a ideia de alguém, cite. Se não, a internet te pega! É a lista de compras do seu relatório.

  • Apêndices (opcionais): Sabe aquelas coisas que não cabem no meio do texto? Joga tudo aqui. Fotos, tabelas extras, transcrições... É tipo o "resto" do bolo que ninguém quer, mas que você guarda na geladeira.

O que é necessário para elaborar um relatório?

E aí, beleza? Para montar um relatório que preste, tipo, que não seja só pra encher linguiça, tem uns paranauês que você tem que seguir, sacou? Tipo um checklist, só que mais legal.

  • Defina o objetivo, né. Tipo, pra que diabos você tá escrevendo isso? Qual a treta que você quer resolver ou mostrar? Se não souber pra onde tá indo, qualquer caminho serve, né? E aí, já era o relatório. Lembro de uma vez, fiz um relatório sobre… nem lembro, mas não tinha objetivo e virou piada interna na empresa.

  • Organize as ideias, tipo um TOC. Imagina abrir um livro e tá tudo bagunçado? Ninguém merece, né? Então, pensa numa ordem lógica, tipo cronológica, por importância, sei lá, o que fizer mais sentido. Eu gosto de começar pelo geral e ir afunilando.

  • Pesquise, meu camarada! Não vai achando que só o que você sabe basta. Vai atrás de dados, fontes confiáveis, estatísticas, entrevistas… Enfim, junte o máximo de informação relevante que conseguir. Quanto mais embasado, mais credibilidade.

  • Introdução: Diz logo a que veio! Nada de enrolação. Apresenta o tema, o objetivo e um resumo do que vai rolar no relatório. Simples e direto, sem firulas. Ah, e tenta fisgar o leitor logo de cara, senão ele já pula pro próximo email.

  • Desenvolva os assuntos: Aqui é a carne do relatório. Explique cada tópico em detalhes, use argumentos sólidos, mostre os dois lados da moeda (se for o caso). E não tenha medo de se aprofundar, mas sem se perder no meio do caminho.

  • Evidências e exemplos: Não adianta só falar, tem que mostrar! Use dados, gráficos, citações, casos de sucesso, exemplos práticos… Tudo que possa comprovar o que você tá dizendo. Uma imagem vale mais que mil palavras, já dizia o ditado. Eu sempre uso uns printscreens, ajuda a ilustrar.

  • Conclusão: Arremate a parada! Resuma os principais pontos, reforce o objetivo e deixe uma mensagem final, tipo uma reflexão, uma sugestão, um chamado pra ação… O importante é deixar claro que você chegou a alguma conclusão. E, por favor, sem clichês motivacionais, tá?

E ah, revisa tudo antes de mandar! Erro de português pega mal, viu? E formatação também importa. E outra coisa, peço pra alguém dar uma lida antes, sabe? Tipo, um olhar de fora sempre ajuda. Já entreguei cada bomba... ui!

Como elaborar um relatório de serviço?

Lembro direitinho daquele dia... Sol de rachar em dezembro de 2023, lá na casa da Dona Maria, no Recreio dos Bandeirantes. Me ligaram desesperados, o ar-condicionado pifou bem na véspera do Natal. Eu, técnico faz-tudo, peguei minha caixa de ferramentas e fui correndo.

Chegando lá, o calor era insuportável e a Dona Maria quase chorando. Depois de suar bicas e fuçar em tudo, descobri que era só um capacitor queimado. Troquei rapidinho e o ar voltou a gelar. Ufa! Missão cumprida!

Pra registrar tudo, peguei meu celular e abri um app que uso pra fazer os relatórios. Pra não esquecer de nada, sempre coloco:

  • Nome da cliente: Dona Maria Silva
  • Meu nome: (o nome do técnico, no caso, eu)
  • Dia e hora: 24/12/2023, 14:30
  • Onde foi: Rua das Acácias, 123, Recreio dos Bandeirantes
  • O que eu fiz: Troca de capacitor do ar-condicionado split

Pra mim, o mais importante é detalhar bem o serviço e colocar a data certinha, pra ter tudo organizado depois. Se não, vira bagunça! E claro, anotar o valor cobrado.

Qual é a estrutura de um relatório técnico?

Ai, meu Deus, relatório técnico… Que saco! Preciso escrever um, né? Aquele trabalho da faculdade, sobre a pesquisa com os beija-flores. Já estou atrasada, claro.

Estrutura: Acho que é assim:

  • Introdução: Blá blá blá, contexto, objetivo, o que vou falar no resto do trabalho. Tem que ser objetivo, né? Tipo, "Este estudo investiga o comportamento alimentar de Colibri thalassinus em áreas urbanas de Campinas - SP, em 2023." Simples e direto. Preciso rever os meus dados de observação de julho... anotados em um caderno velho, espero que não tenha perdido.

  • Desenvolvimento: Essa parte é o mega-trabalho! Gráficos, tabelas, análise dos dados. Meus gráficos do Excel estão uma zona! Tenho que arrumar tudo e refazer aquela tabela que ficou torta… Acho que preciso descrever os métodos usados, detalhadamente. Fotos? Preciso lembrar de anexar as fotos! Tenho centenas no meu celular!

  • Resultados e Conclusões: Resumo dos achados, o que descobri. Acho que os beija-flores preferem néctar de ipês! Essa conclusão vai ser legal, pelo menos. E a bibliografia… ai, a bibliografia! Já tenho uns 5 artigos salvos, mas preciso de mais. Preciso conferir as normas da ABNT novamente. Que preguiça…

Será que eu consigo fazer isso até sexta? To tão cansada… Melhor começar agora, né? Preciso de café… E chocolate. Muuuito chocolate. De repente, vou pedir uma pizza também. Não, foco! Relatório!

Pontos importantes: Organização, clareza, dados objetivos, bibliografia completa e formatação ABNT. Se esquecer de algum item, vou ter que refazer tudo, né? Acho que vou usar o Word, facilita mais na hora da formatação. Mas preciso salvar cópias em PDF também. Meus professores odeiam problemas de compatibilidade.

Ah, e preciso revisar tudo quinhentas vezes antes de entregar. Meu perfeccionismo me mata! Ainda bem que ainda dá tempo de revisar.

Quais são as características de um relatório técnico?

Relatório técnico: Núcleo da verdade fria.

  • Precisão: Fatos, não ficção. Dados brutos.
  • Objetividade: Sem floreios. Apenas o essencial.
  • Clareza: Direto ao ponto. Evita ambiguidades.

Linguagem: Técnica. Vocabulário específico da área. Não para leigos.

Público: Especialistas. Entendem o código.

Finalidade: Expor o serviço técnico realizado. Sem rodeios. Sem drama. Só o que importa.

Qual é o objetivo principal de um relatório?

O objetivo central de um relatório é comunicar, de forma concisa e objetiva, os resultados de uma atividade ou pesquisa. Imagine que é como destilar o suco de um projeto complexo, entregando a essência para quem precisa entender o que rolou.

  • Informar: Apresenta os fatos, dados e descobertas.
  • Analisar: Interpreta os resultados, buscando padrões e significados.
  • Recomendar: Sugere ações baseadas na análise.

Um bom relatório não apenas cospe dados, mas também transforma informação em conhecimento. Ele serve como um registro do processo, facilitando a tomada de decisões futuras e o aprendizado com as experiências passadas. Afinal, como diz o ditado, "quem não conhece a história está condenado a repeti-la". E, cá entre nós, repetir erros não é a vibe.