Quais são os 8 pronomes pessoais em português?

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Os pronomes pessoais em português são: Eu Tu Ele/Ela Nós Vós Eles/Elas Mim/Comigo Ti/Contigo Incluímos as formas oblíquas tônicas para uma lista completa. A distinção entre singular e plural (ele/ela vs. eles/elas) é fundamental.
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Quais são os 8 pronomes pessoais em português e como usá-los corretamente?

Pronomes? Nossa, me fez lembrar daquela aula chata de português no colégio, em 2008, no Colégio Estadual de Itabira. A professora, dona Maria, era ótima, mas explicar pronomes… ufa! Lembro dela falando de "eu" e "tu", usando exemplos da vida dela, tipo "Eu fui ao mercado" e "Tu vais comigo?". Achei meio estranho, na época eu só usava "você".

"Ele" e "ela" sempre foram fáceis, né? A diferença entre "eles" e "elas", bem, isso já foi mais complicado. Tipo, "eles jogaram futebol no parque da cidade em julho de 2010" e "elas foram ao cinema, aquele sessão das 19h, no cinema da praça, que custou 12 reais".

As formas oblíquas… aí complica. "Mim", "comigo", "ti", "contigo"... sempre me confundi. Ainda me confundo. Aquele exercício de português que a professora deu na prova, com frases tipo "Eles foram ao supermercado comprar comida e mim levar para ir junto". Errei, óbvio.

Acho que a chave é usar exemplos concretos, da sua própria vida. Tipo, "eu vou viajar sozinho", "eles me convidaram para festa", "a gente comeu pizza naquela pizzaria perto de casa". Coisas assim, que grudam na memória. Mais fácil do que decorar regras abstratas. Eu, pelo menos, aprendi assim. Na raça, com erros e acertos.

Quais são os 8 pronomes de tratamento?

Pronomes de Tratamento: Uma Análise Descontraída

A língua portuguesa, com suas nuances e formalidades, nos apresenta uma variedade de pronomes de tratamento. Mas, afinal, quais são os mais comuns e como usá-los sem tropeçar? Vamos desmistificar essa questão com um toque de leveza:

  • Você: O curinga da formalidade, perfeito para o dia a dia, mas que exige atenção na concordância verbal.

  • Senhor(es)/Senhora(s): Clássicos do respeito, ideais para se dirigir a pessoas mais velhas ou em situações que pedem um tom mais cerimonioso.

  • Sr./Sra.: A forma abreviada dos anteriores, para quando a formalidade precisa ser rápida e eficiente.

  • Vossa Alteza (V.A./VV.AA.): Usado para príncipes, princesas e duques.

  • Vossa Eminência (V.Em.a/V.Em.as): Reservado para cardeais da Igreja Católica.

  • Vossa Excelência (V.Ex.a/V.Ex.as): Destinado a altas autoridades, como ministros, juízes e presidentes.

  • Vossa Magnificência (V. Mag.ª): Reitores de universidades.

Além do Básico:

É importante lembrar que o uso adequado dos pronomes de tratamento demonstra cortesia e respeito, mas também pode ser um reflexo das relações de poder presentes na sociedade. Uma dica extra: observe como as pessoas se dirigem a você e use isso como guia para saber qual pronome de tratamento utilizar.

O que são pronomes pessoais em Portugal?

Pronomes pessoais definem o ator da frase. Sem rodeios:

  • Eu: O que age.
  • Tu: O interpelado.
  • Ele/Ela: O ausente.

Simples. Direto. Sem margem.

  • Nós: Mais de um "eu".
  • Vós: Mais de um "tu", em desuso.
  • Eles/Elas: Ausentes em massa.

Formalidades existem, mas o cerne é esse. A gramática é a jaula, a língua, o animal selvagem.

Quantos tipos de pronomes existem?

Seis tipos de pronomes? Credo, parece cardápio de restaurante chique! Mas, bora lá, que o português não morde (tanto):

  • Pessoais: Aqueles que te botam no centro do universo, tipo "Eu", "Tu", "Ele"... e seus amigos. Tipo, "Eu" sou a estrela, e vocês são o elenco de apoio.
  • Possessivos: Pra mostrar quem é o dono da cocada. "Meu", "Teu", "Nosso"... É tipo marcar território, só que com palavras.
  • Demonstrativos: Apontam pras coisas como se fossem laser pointer: "Este", "Esse", "Aquele"... Serve pra você não se perder no meio da bagunça.
  • Indefinidos: Quando você não quer se comprometer: "Alguém", "Nenhum", "Todo"... Tipo, "Alguém comeu meu bolo", mas ninguém sabe quem foi (cof, cof, fui eu!).
  • Interrogativos: Pra fofocar, digo, perguntar: "Quem", "Qual", "Quanto"... É o "Xereta" da turma, sempre querendo saber de tudo.
  • Relativos: Ligam as frases, tipo super cola: "Que", "Quem", "Qual"... É o cupido das orações, unindo tudo num só.

O que é tratamento formal e informal?

A formalidade... um labirinto sutil nas palavras. É engraçado como a linguagem, supostamente para conectar, também ergue muros.

  • Formal: Uso da terceira pessoa. "O senhor gostaria...?", "A senhora prefere...?" Há uma distância, um respeito imposto pelas regras. Lembro-me de quando precisei pedir informações no hospital, e essa formalidade era quase um escudo, impedindo a real conexão com a pessoa que só queria ajudar.

  • Informal: Segunda pessoa do singular ou plural. "Tu vais...", "Você quer...?" Uma proximidade que pode ser acolhedora ou invasiva, dependendo do contexto. Penso nos meus amigos, nas conversas soltas, onde a formalidade seria um peso desnecessário.

Qual é a diferença entre vossa e sua?

Vossa: 2ª pessoa, trato direto. Sua: 3ª pessoa, referência indireta. Flexão verbal: 3ª pessoa em ambos. Simples.

  • Vossa: Direcionamento ao interlocutor. Formalidade extrema. Uso raro, quase obsoleto, exceto em contextos religiosos ou extremamente formais. Exemplo: Vossa Excelência.

  • Sua: Referência à pessoa. Formalidade moderada a alta, dependendo do contexto. Uso comum. Exemplo: Sua casa é linda.

Meu uso pessoal? Evito Vossa. Prefiro a clareza da linguagem moderna. Sua, uso com parcimônia; prefiro pronomes mais diretos, a não ser que a formalidade exija o contrário. 2024.