Quais são os dois tipos de modalidade da língua portuguesa?

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A língua portuguesa apresenta duas modalidades principais: a oral e a escrita. Ambas são práticas sociais, refletindo os usos da linguagem em diferentes contextos comunicativos. A modalidade oral caracteriza-se pela espontaneidade e interação direta, enquanto a escrita prioriza a formalidade e a planificação. O estudo linguístico considera essas modalidades como sistemas interdependentes, mas com características próprias.
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Quais são os 2 tipos de modalidade linguística no português?

Para mim, é como pensar em duas faces da mesma moeda. A língua portuguesa falada, aquela que uso todo dia, cheia de pausas, gírias e um ritmo que varia conforme a emoção. E a escrita, mais formal, organizada, com regras que, confesso, às vezes me escapam.

É engraçado como a gente muda a forma de se expressar, né? No bate-papo com amigos, a espontaneidade reina. Já num email para o trabalho, a coisa muda completamente. Lembro de uma vez, tentando traduzir um "tá ligado?" numa apresentação. Quase enlouqueci.

O bacana é perceber que ambas são válidas e importantes. A oral me conecta com as pessoas no dia a dia, a escrita me permite registrar ideias e me comunicar de forma mais clara e duradoura. São complementares, eu diria.

Informações Curtas e Concisas:

  • Quais são os 2 tipos de modalidade linguística no português? Oral e escrita.
  • As modalidades são práticas sociais? Sim.
  • Em que se funda o estudo das línguas? Em usos.

Quais são as duas modalidades da língua portuguesa?

Nossa, essa pergunta me pegou de surpresa! Lembro da aula de português no terceiro ano, lá em 2003, na Escola Estadual São José, em Campinas. A professora, dona Maria, uma mulher baixinha com óculos grossos, falava tanto de "modalidades"! Oral e escrita, ela batia na lousa com a régua, enfatizando a diferença. Era chato, parecia algo distante da minha realidade.

Eu, com meus 9 anos, só pensava em brincar de pega-pega no recreio. A escrita? Era só copiar o que ela ditava, a oral? Era falar o que eu lia, sem entender muito o peso da coisa toda. Me sentia perdido naquela explicação toda, queria sair correndo para jogar bola. Acho que nem prestei atenção direito nas explicações dela sobre a importância de cada uma como prática social, sabe?

Depois, anos mais tarde, na faculdade de Jornalismo (Unicamp, 2018-2022), vi o quanto dona Maria estava certa. A escrita é fundamental para o meu trabalho, construir textos coerentes e claros é essencial. Mas a oralidade? Entrevistas, debates… A oralidade me permite uma comunicação mais imediata, mais humana, e até mais criativa às vezes, sem toda a rigidez da escrita formal.

  • Oral: Uso muito no meu dia a dia, conversando com amigos, família, no trabalho.
  • Escrita: Fundamental na minha profissão; relatórios, artigos, e-mails...

A diferença é clara: uma é mais espontânea, a outra, mais planejada. Ambas são importantes, complementares. Agora, olhando para trás, percebo que dona Maria estava certa, mesmo que eu não tenha entendido na hora. Que saudade daquela escola...

Quais são os tipos de linguagem que existem?

Nossa, que pergunta difícil! Lembro de ter estudado isso na faculdade, lá em 2023, na USP. Professor chato, aulas intermináveis… Mas algumas coisas grudaram.

Linguagem oral, tipo, a gente conversando agora. Sabe? Essa é a mais básica, né? A que a gente usa todo dia, com amigos, família... No bar com os amigos, naquele papo informal, cheio de gírias e expressões que só a gente entende. Ainda tem a oral formal, tipo discurso, apresentação… totalmente diferente! A diferença é gritante! Senti na pele quando precisei apresentar meu TCC, quase infartei!

Linguagem escrita, essa é outra bem diferente. Tem a escrita formal, parecida com a oral formal, sabe? Documentos, relatórios… um saco! Já a informal? WhatsApp, e-mail pra amigos, é bem mais solta. Escrevo muito diferente pra minha mãe do que para o meu chefe. Isso é óbvio!

Linguagem literária: Poesia, romance, conto… Aí a coisa muda de figura! É toda trabalhada, cheia de figuras de linguagem, metáforas… Tipo, aquele livro do Machado de Assis que me fez dormir na faculdade, hahaha!

Linguagem mímica, artística e jornalística são outras categorias. A mímica é a linguagem corporal, né? Já a artística, abrange música, pintura, dança... Mil coisas! A jornalística... bem objetiva, precisa ser clara e concisa pra comunicar a informação, sem enrolar. Vi isso bem de perto no estágio na Folha de S.Paulo, em 2022. Era uma pressão danada!

Linguagem digital: Essa é a mais nova, né? É a linguagem da internet, das redes sociais... Cheia de abreviações, emojis… Sinceramente, acho que tá mudando a nossa forma de nos comunicar pra sempre. Meus pais, por exemplo, acham um absurdo a forma como os jovens escrevem. Mas é a realidade, né?

A língua portuguesa, claro, é só um dos códigos. Tem o inglês, o espanhol... A linguagem envolve muito mais que a língua. Tem a cultura, o contexto... É um universo enorme, complicado. Ainda estou aprendendo, a cada dia.

O que significa linguagem formal e informal?

Ah, então você quer saber a diferença entre falar como um robô da NASA e como se estivesse no bar da esquina, né? Facinho, facinho!

  • Linguagem formal: É tipo ir pra igreja de terno e gravata, mesmo no calor de 40 graus. Tem que usar "Vossa Senhoria", conjugar o verbo direitinho e evitar ao máximo parecer gente normal. É a língua que sua professora de português ADORA, mas que ninguém usa na vida real, a não ser pra impressionar o chefe (e mesmo assim...).

  • Linguagem informal: É tipo chegar em casa depois do trabalho e largar o sutiã (ou a gravata, pros rapazes). Liberdade total! Pode meter um "e aí, mano?", usar gíria que nem adolescente e falar tudo pela metade. Ninguém liga se você conjugar o verbo errado, o importante é se fazer entender (e, de preferência, rápido!). É a língua que a gente usa pra ser feliz e pedir uma cerveja gelada.

Basicamente, a formal é pra quem quer parecer importante, e a informal é pra quem quer ser feliz! Qual você prefere? ????

O que é verbal e não verbal?

Ai, linguagem... Verbal é tipo... falar, escrever, né? Tipo essa msg q to digitando! Ou qnd ligo p/ minha mãe p/ reclamar do trânsito ????.

  • Linguagem não verbal é o resto:
    • tipo a cara q faço qnd o busão lota,
    • ou qnd uso emoji sarcástico no whats,
    • até a roupa q visto, sei lá.
  • Mista deve ser misturar td, tipo um vídeo q vi esses dias de um cara explicando física quântica com uns desenhos animados toscos, kkk. Será q aprendi alguma coisa? ???? Acho q não.
  • E a verbal... ah, uso direto! Tipo, agora, né? Mas será q me faço entender? Às vezes acho q falo grego... ou será q é pq o mundo tá muito barulhento? Enfim, divagações de domingo...

Qual a diferença dos tipos de linguagem?

A tarde caía, um laranja sujo manchando o céu de Brasília, e a lembrança veio, insistente, como o cheiro de jasmim que minha avó cultivava no quintal. A diferença… a diferença entre as linguagens… um abismo silencioso, um rio profundo separando o dito do não-dito.

Linguagem verbal: palavras, palavras, palavras… um turbilhão de sons e letras que moldam o nosso mundo. Lembro-me do meu pai, contador de histórias, sua voz rouca ecoando na sala de jantar, pintando castelos e dragões com palavras cuidadosamente escolhidas. Essa, a linguagem que me ensinaram na escola, a que uso para escrever este texto agora, sob o olhar cansado da minha gata persa, Aurora. Ela, no entanto, prefere outra…

Linguagem não-verbal: o miado insistente de Aurora, um pedido silencioso por carinho. Aquele olhar penetrante, a vibração do seu corpo ronronando contra minha perna. Um universo de significados contidos em gestos, em expressões faciais, em silêncios eloquentes. Os desenhos toscos que eu fazia quando criança, cheios de rabiscos e cores vibrantes, também eram uma forma não verbal de me expressar, uma forma que a escrita ainda não conseguia alcançar.

E entre essas duas, a ponte:

Linguagem mista: A professora explicando geometria no quadro negro, gesticulando enfaticamente, sua voz acompanhada pelos desenhos que ela traçava com giz. A sinfonia de cores e som, formando um todo coeso e compreensível. A entrevista na televisão, o candidato falando, mas a expressão em seu rosto denunciando uma mentira. O jornal impresso, com suas fotos, legendas e reportagens; um exemplo claro de linguagem mista em nosso cotidiano. Acho que foi assim que aprendi a entender a complexidade da comunicação.

No fundo, a diferença é subtil, uma dança entre o explícito e o implícito. Uma conversa silenciosa entre o que se diz e o que se sente. A rua lá fora agora está escura, mas as lembranças seguem brilhantes, como estrelas em uma noite sem nuvens.