Quais são os tipos de textos injuntivos?

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Textos injuntivos instruem o leitor, usando verbos no imperativo, infinitivo ou presente do indicativo. Exemplos comuns são: manuais de instruções, receitas, bulas de remédios, regulamentos, editais, códigos e leis.

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Então, vamos falar de textos injuntivos… sabe aqueles que te mandam fazer coisas? Tipo, a receita daquela torta de maçã que a minha avó fazia? Aquele negócio todo, “primeiro bata as claras em neve”, “depois misture a farinha aos poucos”… A gente, automaticamente, sabe que é pra fazer aquilo. Não é só uma descrição, né? É uma ordem disfarçada de sugestão, quase!

Esses textos, eles têm uma pegada bem específica. Usam o imperativo, claro, “Faça isso!”, “Não faça aquilo!”. Mas também usam o infinitivo – “Misturar os ingredientes” – ou até mesmo o presente do indicativo, que fica meio disfarçado, como em “Você adiciona o açúcar agora”. Sei lá, às vezes me pego pensando se tem alguma diferença real, se não é só uma questão de estilo mesmo.

Pensei nisso outro dia, revisando o manual de instruções da minha impressora. Ah, aquele pesadelo! Quase um código secreto, sabe? Era um texto injuntivo na sua forma mais pura. “Pressione o botão 3”, “Conecte o cabo USB”, e por aí vai. Até consegui fazer a instalação, mas quase tive um ataque de nervos! Porque, tipo, é uma sequência lógica de passos, se você errar um, tudo vai pro espaço. Muito diferente de ler um romance, né? Lá você tem liberdade para pular partes, voltar atrás… não tem a mesma pressão.

Exemplos? Nossa, tem um monte! Manuais de instruções, como eu já falei. Receitas, claro, quem nunca seguiu uma receita à risca? Bulário de remédio – bem importante, esse. Regulamentos, editais, códigos e leis… Aí a coisa fica mais séria, né? Não tem muito espaço pra improvisação. Lembro de uma vez que li, sei lá, uns 30 artigos de um regulamento de condomínio… quase dormi! Mas era injuntivo sim, cheio de “deve”, “proibido”, “é obrigatório”… aff!

Então é isso, textos injuntivos… instruções, ordens, quase que uma receita para a vida, às vezes. De uns, a gente gosta, outros… nem tanto. Mas todos eles têm a mesma função, mandar a gente fazer alguma coisa. E, às vezes, até entender o que tá escrito, é um desafio!